Operação do MPRN e da PM combate homicídios e tráfico de drogas em Canguaretama

Fotos: Divulgação/MPRN

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), com apoio da Polícia Militar, deflagrou nesta quarta-feira (03) uma operação para combater os crimes de homicídio e tráfico de drogas em Canguaretama. Ao todo, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão na operação Agreste Seguro 2.

Na ação além da prisão em flagrante de três envolvidos, foi possível capturar um foragido da Justiça, além da apreensão de cocaína, maconha, crack, dois revólveres calibre 38, uma pistola PT, munição e dinheiro.

A operação Agreste Seguro 2, que conta apoio de 40 homens do 8º Batalhão de Polícia Militar do RN, visa desarticular grupo envolvido com o tráfico de drogas na região. A investigação apura a relação do grupo com o elevado número de homicídios na região. Em 2018 o número de casos em Canguaretama foi 42, e nesse ano 9.

Operação Agreste Seguro

Em dezembro de 2018, o MPRN já havia realizado uma ação de combate à criminalidade na região. À época foram cumpridos 10 mandados de busca e apreensão. Na oportunidade, foram apreendidos maconha, crack, duas espingardas calibre 12, um revólver, munição e dinheiro.

FOTOS: Operação do MPRN e da PM combate homicídios e tráfico de drogas em Baía Formosa

O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), com apoio das Polícias Civil e Militar, deflagrou nesta sexta-feira (21) uma operação para combater os crimes de homicídio e tráfico de drogas em Baía Formosa. Ao todo, estão sendo cumpridos 10 mandados de busca e apreensão na operação Agreste Seguro. Na ação, foram apreendidos maconha, crack, duas espingardas calibre 12, um revólver, munição e dinheiro.

O objetivo é levantar dados que auxiliem na redução da criminalidade no município. Segundo levantamento do MPRN e da Ong Observatório da Violência, a quantidade de assassinatos cresceu 66,7% na região entre 2017 e este ano, saltando de 21 para 35 registros até o momento.

Um dos principais responsáveis por esse aumento foi identificado nas investigações. Ele estava cumprindo pena em uma unidade prisional da Paraíba, de onde ordenava os crimes por telefone celular. O MPRN conseguiu que a Justiça o recambiasse para a penitenciária de Alcaçuz, onde não tem mais acesso à comunicação com por celular.

A operação Agreste Seguro conta com 100 homens da Polícia Militar e da Polícia Civil.