FOTO JULIO GONZALES / DIVULGAÇÃO
Começa a valer hoje, no País, uma espécie de “replay” da operação Carne Fraca: a União Europeia não vai aceitar mais pescado brasileiro, em especial atum e lagosta, até que os produtores corrijam as falhas do setor.
Motivo? Uma auditoria feita em setembro pelos europeus apontou problemas nos controles sanitários de seis fábricas exportadoras. Blairo Maggi acatou a decisão e o Ministério da Agricultura proibiu as inspeções e interrompeu as exportações para não ser suspenso – o que seria bem pior. A medida não afeta a produção e as vendas internas.
Peixe 2
Procurado pela coluna, Eduardo Lobo, da Abipesca, disse esperar do governo “empenho e vigor na solução do problema, como foi feito na questão da Carne Fraca”.
Tamanho da encrenca? Na área do pescado, para o mercado europeu, 4 mil empregos e um faturamento anual em torno dos US$ 62 milhões.
Blog Direto da Fonte – Sonia Racy – Estadão
Veja só o que fez o "magnífico" Ministro: A inspeção sanitária dos fornecedores de pescados diagnosticou falhas consideradas graves, ou seja, os fornecedores não cumpriram com os requisitos sanitários e do Ministério da Agricultura. Ai, o ministro achou a saida…PROIBIU AS INSPEÇÕES…KKKKKKKKKKKKKKKKKKK MINHA NOSSA MÃE DO CÉU…!!!!!!! VAI SER BURRO ASSIM LA NA CASA DO CARALEO
Caro Anderson: De imediato as vendas do peixes do RN para a América do Norte estão mantidas. Quase 100% das exportações de pescados do RN são direcionadas ao mercador norte-americano. Entretanto, nada impede que, da mesma forma, haja, no futuro, algum problema com as exportações potiguares para os EUA. Torçamos que não. Mas há, sem dúvida, uma certa insegurança e os exportadores parecem estar apreensivos.
Obrigado pelos esclarecimentos!!!
Uma dúvida; Ginga vai ser afetada?
Mais peia para o RN, a RN vei sem sorte!!!