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Um representante do alto escalão do Vaticano disse nesse domingo (9) que um homem gay pode ser um “bom padre”.
A declaração, dada durante um evento promovido pelo jornal italiano La Repubblica em Bolonha, vai ao encontro do anseio por abertura aos homossexuais promovido pelo papa Francisco.
“Ser gay não é um pecado. Porém muito mais que uma aprovação do mundo gay, se trata de respeito. É possível ser gay e viver como um bom sacerdote. O importante é respeitar o voto de castidade, porque essa é a verdadeira escolha”, disse o cardeal italiano Angelo Becciu, prefeito da Congregação para as Causas dos Santos.
Becciu é um dos colaboradores mais próximos do Papa e, em 2016, criticou publicamente uma rádio católica que dissera que a série de terremotos no centro da Itália era um “castigo divino” pelo fato de o país ter legalizado a união civil entre pessoas do mesmo sexo.
Embora defenda o dogma do casamento entre homem e mulher, Francisco prega a abertura a homossexuais e divorciados e sua integração à vida da Igreja, o que já lhe rendeu acusações de heresia por parte de ultraconservadores.
UOL – Universa, via Ansa
Com a palavra os catolicos. Da mesma forma que se deve respeitar a opção sexual das pessoas, deve-se também respeitar a fé delas. Imposiçao camuflada é que não cola.
como pode. se a propiá bíblia diz que os afeminados são pecadores e não verão o Reino do Céu, e ai botar um baitola para ser Padre, quem vai crer em um pecador
Mito! ????
Eu acredito que está correto, pois se ele tem a consciência que não pode ficar com homem então o celibato e seu único caminho, entregar sua via a Deus …
Não sendo cidadão de bem o resto todo eu aceito como padre.
A "Santa Igreja" está ruindo! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Se a Igreja for tirar os padres gay, simplesmente vamos ficar sem as missas, procissoes, festas religiosas e tudo inerente ao que o vaticano em seculos passados (milenios até) impôs. A Igreja hoje paga pelos erros cometidos na doutrinação e imposição do celibato. Não foi Deus que institui o celibato foi um papa chamado Inocêncio II.