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Receita Federal nega pedido e Aeroporto do RN continua com fiscalização fragilizada

A Secretaria da Receita Federal negou o pedido feito pela Delegacia do órgão no Rio Grande do Norte, com isso o Aeroporto Internacional de São Gonçalo do Amarante continua com a fiscalização fragilizada, comprometendo a arrecadação e a segurança. O Estado potiguar foi o único do país que teve rejeitado o pedido para a retomada dos plantões da Receita Federal no aeroporto.

A conseqüência direta da ausência do auditor 24 horas, ficando a fiscalização restrita aos “horários de pico”, é que a guarda fica aberta para que aqueles que chegam do exterior por outros aeroportos do Brasil, passem pela fiscalização aleatória de bagagem sem verificação, pegando outro voo para Natal, com objetos fora da cota permiti da ou que não tiveram a tributação devida para comercialização, além do trafico de drogas, não corram nenhum risco ao entrar Rio Grande do Norte.

Nesse mesmo período de ausência do Auditor-Fiscal no aeroporto, jatinhos provenientes de outros países do nosso continentes , ficam com a fiscalização prejudicada, favorecendo o contrabando, descaminho e o transporte ilegal de entorpecentes, incluindo natal na rota internacional do tráfico de drogas.

A ausência do plantão da Receita Federal no aeroporto traz prejuízo para a economia, prejudicando a concorrência, mas também para segurança. Com os terminais aeroportuários de Recife e Fortaleza com a fiscalização reforçada, Natal se mostra a mais “fácil” para atividades ilegais.

Os dirigentes do Sindicato dos Auditores da Receita Federal no Rio Grande do Norte cita como exemplo da entrada de Natal na rota do tráfico internacional de drogas, o fato de que no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro, apreenderam remessas de haxixe, metanfetamina e maconha líquidas, avaliada em R$ 564 mil, e tinham como um dos “destinatários” o Rio Grande do Norte, na Seção de Remessas Postais e Expressas (Sarpe) da Alfândega do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro.

Opinião dos leitores

  1. " a guarda fica aberta para que aqueles que chegam do exterior por outros aeroportos do Brasil, …" e desde quando os fiscais da Receita Federal fiscalizam os vôos domésticos? pois quem chega do exterior e chega em outro aeroporto, para vir para Natal pega um vôo doméstico.
    Decisão acertada para diminuir o custo operacional, matérias desse tipo não explicam a realidade do funcionamento do órgão e confundi a população. Com certeza matéria enviada pelo sindicato, que tem interesse em manter alguma vantagem "sem necessidade" para os funcionários do órgão.

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