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Taxa de desemprego sobe para 15,9% em São Paulo

A taxa de desemprego na região metropolitana de São Paulo aumentou de 14,7% em fevereiro para 15,9% em março. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (27) pela Pesquisa de Emprego e Desemprego, realizada pela Seade (Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados) e pelo Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos).

O contingente de desempregados em março foi estimado em 1,75 milhão de pessoas, 133 mil a mais do que em fevereiro. O crescimento ocorre pela eliminação de 127 mil postos de trabalho, ou -1,4% do total. A População Economicamente Ativa (PEA) manteve estabilidade com 6 mil pessoas ingressando no mercado de trabalho da região, ou 0,1%.

O nível de ocupação caiu em 1,4% e o total de ocupados foi estimado em 9.257.000 pessoas. Houve queda de 4% na indústria de transformação e eliminação de 56 mil postos de trabalho. No setor de serviços, a retração foi de 1% (ou -57 mil postos) e na construção a queda foi de 2,7% (ou -18 mil postos. Em menor proporção, no comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas a redução foi de 0,8% (ou -14 mil postos).

O rendimento médio real de ocupados caiu 2,2% e o dos assalariados reduziu 1,5% em fevereiro na comparação com janeiro, passando a valer a R$ 1.984 e R$ 2.040, respectivamente.

Folha Press

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Taxa de desemprego sobe e fica em 7,4% entre dezembro e fevereiro, segundo IBGE

CCJiMSpWIAAlIFWA taxa de desemprego no trimestre móvel encerrado em fevereiro foi de 7,4%, informou o IBGE nesta quinta-feira, pelos números da Pnad Contínua Mensal. A taxa de desemprego no Brasil tinha sido de 6,8% no trimestre encerrado em janeiro. No trimestre encerrado em fevereiro do ano passado, também tinha sido de 6,8%. Entre setembro e novembro, o desemprego havia ficado em 6,5%.

O aumento da desocupação ocorreu, segundo o IBGE, porque mais pessoas saíram em busca de emprego. Mas a renda de quem já está no mercado de trabalho cresceu: o rendimento médio real (acima da inflação) no trimestre móvel encerrado em fevereiro foi de R$ 1.817, uma alta 1,1% em relação ao mesmo período do ano passado e de 1,3% frente ao trimestre encerrado em novembro.

Os dados são calculados mensalmente com informações coletadas no trimestre encerrado no mês de referência. Por exemplo, para informações de fevereiro, foram contabilizados dados de dezembro, janeiro e fevereiro. A série histórica começa em 2012.

Já a Pesquisa Mensal de Emprego em fevereiro tinha apontado que a taxa de desemprego nas seis regiões metropolitanas (Rio, São Paulo, Belo Horizonte, Recife, Salvador e Porto Alegre) subiu para 5,9% em fevereiro, a maior taxa para meses de fevereiro desde 2011, quando foi de 6,4%. Considerando qualquer mês, é a mais alta desde junho de 2013 (6%). Em janeiro deste ano, havia sido de 5,3%. E, em fevereiro do ano passado, a taxa havia ficado em 5,1%.

Nessa mesma pesquisa, o rendimento médio real dos trabalhadores caiu 1,4% frente a janeiro e 0,5% em relação a fevereiro de 2014, para R$ 2.163,20. É a primeira variação negativa na comparação interanual desde outubro de 2011, quando houve recuo de -0,3%. É também a maior desde maio de 2005, quando o recuo no rendimento chegou a 0,7%.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. Isso é mentira, tem desemprego não! a pátria educadora vai muito bem obrigado, só os petistas empregar milhares de aloprados e babacas para defender o partido, roubar o Brasil e quebrar a Petrobras, o resto é invenção da mídia e dos tucanos. E a culpa vcs já sabem é de FHC.

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