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Boeing e Embraer fecham acordo avaliado em US$ 4,75 bilhões; fabricante norte-americana de aeronaves deterá 80% do novo negócio e a brasileira os 20% restantes

A Boeing e a Embraer anunciaram nesta quinta-feira (5) que assinaram um acordo para formar uma joint venture (nova empresa) na área de aviação comercial. Nos termos do acordo, a fabricante norte-americana de aeronaves deterá 80% do novo negócio e a Embraer, os 20% restantes.

As operações e serviços de aviação comercial da Embraer foram avaliadas em US$ 4,75 bilhões e contemplam o pagamento por parte da Boeing do valor de US$ 3,8 bilhões pelos 80% de propriedade na joint venture.

Joint venture é a criação de uma nova empresa a partir dos recursos de duas companhias que se unem e dividem os resultados (lucros e prejuízos).

“O acordo não-vinculante propõe a formação de uma joint venture que contempla os negócios e serviços de aviação comercial da Embraer, estrategicamente alinhada com as operações de desenvolvimento comercial, produção, marketing e serviços de suporte da Boeing”, dizem as empresas em comunicado.

A expectativa é que a parceria proposta seja contabilizada nos resultados da Boeing por ação, no início de 2020, e gere sinergia anual de custos estimada de cerca de 150 milhões de dólares – antes de impostos – até o terceiro ano.

Segundo as companhias, uma vez consumada a transação, a joint venture na aviação comercial será liderada por uma equipe de executivos sediada no Brasil, incluindo um presidente e CEO. A Boeing terá o controle operacional e de gestão da nova empresa, que responderá diretamente a Muilenburg.

Situação das gigantes aéreas Embraer, Boeing, Airbus e Bombardier (Foto: Infográfico/Alexandre Mauro)

G1

 

Opinião dos leitores

  1. MP e Moro tem que monitorar pra onde vai essa dinherama, se deixar com os políticos é por no ralo, desaparece!!!

  2. Ótimo acordo para as duas partes, envolvendo apenas os jatos de menor porte para vôos regionais. A parte militar que representa próximo de nada no contexto mundial, ficou de fora. Se formos escutar esses derrotistas vamos ficar cada vez mais para trás no mundo.

  3. Não pensem que foi bom negócio para o país! A Boeing "pegou" a EMBRAER porque é um negócio estratégico militarmente. Essa é mais uma faceta do entreguismo do golpe. Lembrem-se da compra do Grispen (com transferência de tecnologia) e do novo avião de transporte militar…

    1. É isso, João Batista! Os propósitos do Golpe de 16 estão aparecendo em toda sua plenitude! Tristes trópicos…

    2. A negociação exclui a parte de aviação militar bem como a de aviação executiva .
      Quanto aos caças suecos, 80% da tecnologia eletrônica é americana.

    3. A compra das caças suecos? Aqueles que tiveram superfaturamento de us$900 milhões? Em que o filho de Lula recebeu r$4 milhões de reais ?

    4. Gopi é descobrir um rombo de 20 bilhões de dólares praticado por políticos com parceria de megaempresários, disso já foi recuperado boa parte, os únicos que não querem devolver são os roubados pelos chefões luladrão e dirceu.

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