Imagem: Guilherme Mazieiro/UOL
O vereador Fernando Holiday (DEM) diz ter sido atacado nesta quarta-feira (26), após a votação na Câmara Municipal de São Paulo, que aprovou a reforma da previdência da cidade. Segundo o MBL (Movimento Brasil Livre), do qual Holiday faz parte, o parlamentar foi alvo de uma “tentativa de assassinato”.
Segundo relato publicado no Twitter, Holiday disse que estava na janela do andar de seu gabinete, no quinto piso do prédio da Câmara Municipal, quando ouviu “um barulho alto de vidro estilhaçando”. O vereador contou ter chamado a segurança da Câmara, e disse que a polícia fará uma perícia no local.
Ao UOL, Holiday disse que voltava da votação e que alguns servidores que protestavam contra o projeto na rua o reconheceram. O vereador foi o relator da comissão que analisou a reforma.
“Eu dei alguns acenos, fiz um coração com a mão [para os manifestantes]. Quando eu ia saindo da janela, ouvi barulhos de estilhaços no vidro, mas não sei ao certo o que atingiu. Só sei que foi um barulho e todo mundo que estava perto saiu dali”, contou ele, que afirmou que vai registrar um B.O do ocorrido.
O MBL, via Twitter, afirmou que Holiday sofreu “uma tentativa de assassinato”, e que um tiro acertou a janela em que o vereador estava.
URGENTE
.@FernandoHoliday acaba de sofrer uma tentativa de assassinato
Um tiro acertou a janela que o vereador estava na Câmara Municipal pic.twitter.com/gtdPLkuMCV— Mov. Brasil Livre (@MBLivre) 26 de dezembro de 2018
A assessoria da Polícia Militar na Câmara informou ao UOL que a perícia técnica foi acionada para analisar a perfuração e dizer se foi um tiro ou não.
O chefe de gabinete de Holiday, Rubens Nunes, contou que estava junto do vereador no momento em que a vidraça se rompeu.
“Estávamos próximos à vidraça e ouvimos dois estouros. Não deu para saber o que era, na hora eu vi o buraco e falei para o vereador: vamos correr daqui porque é tiro”, contou ao UOL.
Além deles, havia mais uma estagiária do parlamentar na janela.
A Guarda Municipal e a Polícia Militar, a princípio, não conseguiram identificar se há outra perfuração na estrutura.
UOL
Bala perdida!
Se ele fosse do pt: mais um crime perverso de racismo com requinte de crueldade e preconceito, mas como não é, "ele diz"