O Tribunal de Contas do Estado (TCE/RN) determinou o bloqueio dos recursos referentes ao Fundo Financeiro do RN (FUNFIRN) e negou a aplicação da Lei Complementar Estadual nº 620/2018, que permitia o uso das aplicações financeiras mantidas com recursos da previdência estadual pelo Instituto de Previdência dos Servidores do Estado do Rio Grande do Norte. O Executivo também terá 30 dias devolver valores porventura sacados em razão da Lei Complementar 620/2018.
As multa impostas ao governador do Estado, em virtude de descumprimento das decisões do TCE, foram elevadas para R$ 14.272,55 por dia, em caso de novos saques no fundo financeiro, e R$ 10 mil por dia em caso de não devolução do que possivelmente já tenha sido utilizado. Os valores fixados em decisões anteriores eram de R$ 3 mil. O presidente do IPERN também poderá ser multado por descumprimento no valor de R$ 10 mil.
De acordo com o voto do relator, conselheiro Paulo Roberto Chaves Alves, aprovado por unanimidade na sessão do Pleno realizado nesta terça-feira (23), o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal deverão ser notificados com urgência acerca da impossibilidade de utilização dos recursos financeiros aplicados em fundos de investimentos. A decisão acolhe integralmente representação assinada pelo procurador-geral do Ministério Público de Contas, Ricart César Coelho dos Santos.
O conselheiro Paulo Roberto Chaves Alves destaca no voto a resistência do Executivo em cumprir decisões anteriores da Corte de Contas. que também proibiam saques no fundo financeiro. “Deve-se registrar ainda a recalcitrância do Poder Executivo Estadual em cumprir a Decisão deste Tribunal até o presente momento, ao mesmo tempo que envia a Augusta Casa Legislativa Estadual projeto de lei que versa sobre o mesmo objetivo e com os mesmos fundamentos do conjunto legal já apreciado e negado sua aplicação por esta Corte de Contas no exercício de seu controle difuso de constitucionalidade”, disse.
“Não deve a administração pública sob o argumento da crise financeira, que reconheço, é patente e robusta, fazer uso de meios que se encontram à margem do pilar imprescindível da Federação e do nosso ordenamento jurídico, que é a Constituição Federal de 1988. Nem tampouco caminhar em senda distante de um dos seus princípios basilares, o princípio da legalidade”, apontou o relator.
Não entendo…ontem mesmo um jornalista estava explicando a função do tce. Ele dizia que o tce não tem força pra isso. Querem sangrar esse governo. Comenta isso Bg ao meio dia?
Governador, corte o duodécimo desses poderes, pra esses Lixos sentirem o que o funcionalismo tá sentindo, vocês não estão massacrando o governador não porquê ele é rico, tão massacrando o povo pobre do RN, vão procurar o que fazer bando de lixos.
Aproveita também e não repassa o duodécimo, para que os doutos conselheiros, auditores e procuradores do MPJTCU fiquem recebendo seus abastados salários, atrasados, parcelados e de maneira incerta. A crise é grande e eles não podem ser imunes.
O ministro André Mendonça, do STF, determinou a abertura de inquérito para investigar a atuação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no financiamento de “Dark Horse”, filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro. A investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro, evasão de divisas e corrupção.
Também estão entre os investigados o ex-deputado Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Mario Frias (PL-SP).
A existência do inquérito veio à tona após Mendonça retirar o sigilo de 15 procedimentos relacionados ao caso Banco Master, a pedido do presidente do STF, Edson Fachin. Apesar da abertura dos demais documentos, a investigação envolvendo Flávio e o financiamento de “Dark Horse” continua sob sigilo.
Mendonça tornou públicas apurações relacionadas a Alexandre de Moraes, ao BRB-Master, ao vazamento de informações sigilosas e a estruturas suspeitas de ameaças, ataques cibernéticos e atuação de influenciadores em favor de Daniel Vorcaro e do Banco Master.
Além do caso “Dark Horse”, permaneceram sob sigilo outros braços da investigação envolvendo políticos, entre eles procedimentos nos quais aparecem os senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Jaques Wagner (PT-BA).
A decisão dos irmãos César Maia e Carlos Augusto Maia de apoiar candidatos diferentes a deputado estadual chama atenção para uma questão importante nesta eleição:
Enquanto o presidente da Câmara Municipal, César Maia, apoia Júlio César, seu irmão, o ex-deputado Carlos Augusto Maia, anunciou apoio a Ivanilson Oliveira, que também reúne em Parnamirim os apoios de Kátia Pires.
Além de dividirem os votos estrategicamente, César se aliou a Katia Pires para unificarem votos em Júlio César.
César Maia tenta sufocar a prefeita Nilda com jogadas políticas e a parceria com Katia voltou após ele colocá-la na berlinda como “golpista”.
A Polícia Federal afirma que Daniel Vorcaro teve acesso antecipado a informações sigilosas sobre a operação que resultou em sua prisão, em novembro de 2025. Segundo os investigadores, o banqueiro sabia até o nome do juiz responsável pelo caso e de integrantes da equipe de investigação.
As informações constam do inquérito do caso Master, que teve o sigilo retirado pelo ministro André Mendonça, do STF, nesta quinta-feira (10).
No celular de Vorcaro, a PF encontrou nomes de delegados, agentes e procuradores que participaram de reuniões sigilosas no Banco Central. Em 16 de novembro, o banqueiro também perguntou a um interlocutor se ele tinha proximidade com o juiz federal Ricardo Soares Leite, que posteriormente determinaria sua prisão.
“Como se tratava de inquérito sigiloso, a essa altura não haveria nenhuma razão ou meio lícito conhecido para que o alvo da investigação soubesse o nome e jurisdição de atuação do juiz federal responsável pelo caso”, registrou a PF.
Vorcaro foi preso dois dias depois, em 18 de novembro, no Aeroporto de Guarulhos, quando tentava embarcar para o exterior em seu jato particular.
Mendonça retirou o sigilo da investigação após pedido do presidente do STF, Edson Fachin, que também solicitou o compartilhamento das informações com os demais ministros da Corte.
O candidato à Presidência Renan Santos (Missão) acusou a campanha de Flávio Bolsonaro (PL) de receber apoio financeiro ilegal da Rockbridge Network, rede americana de investidores trumpistas fundada pelo vice-presidente dos Estados Unidos, J.D. Vance, e pelo empresário Chris Buskirk.
A acusação é grave porque a legislação eleitoral brasileira proíbe que partidos e candidatos recebam, direta ou indiretamente, doações de origem estrangeira.
“Esses caras vieram para o Brasil e saíram oferecendo apoio a várias candidaturas: Flávio, antes tentaram o Tarcísio, e fecharam com o Flávio. Esses caras trabalham com muitas coisas, entre elas terras raras. Eles entraram na campanha do Flávio, naturalmente e ilegalmente”, afirmou Renan.
Integrantes do Missão e do MBL apontam o empresário Tallis Gomes, fundador da G4 Educação e membro da Rockbridge nos Estados Unidos, e Pedro Sang como ligados à atuação do grupo no Brasil.
Tallis negou ter levantado recursos para Flávio e disse que mantém diálogo com diferentes campanhas, sem adesão formal. Sang também negou qualquer repasse: “Nunca houve nenhum centavo transacionado”. Segundo ele, os contatos com a Rockbridge tratavam de possíveis investimentos em tecnologia no Brasil.
Gomes e Sang afirmaram que vão processar os responsáveis pelas acusações, incluindo Renan Santos e Arthur do Val.
Com informações da coluna de Guilherme Amado, do Amado Mundo
Dias Toffoli ao lado do amigo Alberto Leite, citado no relatório da PF sobre o caso Master (Foto: Reprodução)
Um relatório da Polícia Federal levanta a suspeita de que o ministro Dias Toffoli, do STF, seja o “beneficiário final” ou “proprietário de fato” de um fundo de investimentos que recebeu ao menos R$ 35 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master. O documento foi revelado pela revista piauí.
O fundo Arleen era sócio do Tayayá, resort ligado a Toffoli e sua família, no Paraná. Depois de passar para o controle do empresário Alberto Leite, amigo do ministro, o fundo teve suas regras alteradas para permitir investimentos no exterior. Segundo a PF, cerca de R$ 34 milhões acabaram transferidos para a Egide I Holding, registrada nas Ilhas Virgens Britânicas, conhecido paraíso fiscal.
A investigação também encontrou mensagens que levantaram suspeitas sobre uma decisão de Toffoli em processo envolvendo precatórios do setor sucroalcooleiro. O Banco Master tinha mais de R$ 10 bilhões em ativos desse segmento e seria beneficiado pela tese que acabou prevalecendo no julgamento.
Antes da análise do caso, executivos do banco discutiram a necessidade de “se movimentar”. Vorcaro afirmou que acompanhava a situação “mais do que imagina” e escreveu: “Tô tratando aqui”. O julgamento foi adiado e, quando retomado, Toffoli votou pela tese favorável à usina. Após o resultado, um operador informou ao banqueiro: “Ganhamos Alcídia”. Vorcaro respondeu com um emoji de aprovação.
A própria PF ressalva que os elementos sobre o julgamento ainda não permitem conclusões definitivas e afirma que o caso precisaria de “aprofundamento analítico”. A reportagem aponta que novas diligências sobre esse episódio e sobre os recursos enviados às Ilhas Virgens Britânicas não foram realizadas.
O relatório também registra encontros, ligações e contatos frequentes entre Toffoli e Vorcaro. A PF identificou reuniões nas residências dos dois e 17 registros de chamadas de WhatsApp entre eles em um dos celulares apreendidos do banqueiro.
Toffoli nega as suspeitas. O gabinete afirma que o ministro jamais manteve recursos no exterior, nunca realizou operações nas Ilhas Virgens Britânicas e não recebeu valores de Vorcaro. Também nega relação de amizade ou intimidade com o banqueiro.
As bancadas do PSOL e da Rede na Câmara dos Deputados protocolaram, nesta quinta-feira (10), um pedido de cassação contra o mandato do deputado Mario Frias (PL). A medida ocorre após o parlamentar ser alvo de uma operação da Polícia Federal autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino, que investiga um suposto esquema de desvio de emendas parlamentares para o financiamento do filme “Dark Horse”, obra sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da qual Frias atua como roteirista e produtor.
De acordo com a PF, o deputado transferiu R$ 645.400,00 em 2025 para a Go Up, produtora responsável pelo longa, montante apontado como incompatível com seus rendimentos oficiais de R$ 44 mil. Além disso, Frias destinou R$ 2 milhões em emendas parlamentares ao Instituto Conhecer Brasil, ONG administrada por Karina Gama, dona da produtora do filme, sendo metade voltada a letramento digital pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação e a outra metade para um projeto de artes marciais.
Na representação enviada ao Conselho de Ética, os partidos argumentam que a alocação de recursos públicos para uma iniciativa de interesse particular do parlamentar configura “conflito de interesses insanável”. Para as legendas, houve subversão da finalidade do orçamento público e abuso de prerrogativas, defendendo que o colegiado não precisa aguardar o desfecho da esfera criminal para iniciar a apuração por quebra de decoro.
Em sua defesa nas redes sociais, Frias classificou a ofensiva policial como uma “cortina de fumaça”, destacou a ausência de mandados de prisão e falou que o processo é infundado. No âmbito judicial, o ministro Flávio Dino determinou a proibição da saída do país do parlamentar, que é candidato à reeleição, apontando atrasos na prestação de informações à investigação em decorrência de viagens internacionais.
Grande encontro reuniu 14 prefeitos, mais de 15 ex-prefeitos, grandes lideranças políticas e caravanas de todas as regiões do Rio Grande do Norte em uma demonstração histórica de força e união
O deputado estadual Gustavo Carvalho fez história na noite desta quinta-feira (10), ao reunir mais de 3 mil pessoas na Arena das Dunas, em Natal, em um dos maiores eventos políticos de sua trajetória. Com representantes de mais de 80 municípios, o encontro mostrou a dimensão estadual de sua candidatura à reeleição e reuniu, em um mesmo espaço, lideranças e apoiadores vindos de todas as regiões potiguares.
O Rio Grande do Norte estava presente e representado. Do Litoral ao Oeste, passando pelo Potengi, Mato Grande, Agreste, Trairi, Região Central, Seridó, Vale do Açu, Alto Oeste e Grande Natal, caravanas chegaram à Arena das Dunas para participar de uma noite marcada pela emoção, pela mobilização e pela força política construída por Gustavo ao longo de sua vida pública.
Entre as grandes lideranças presentes estiveram Álvaro Dias, Coronel Hélio, o senador Rogério Marinho, o prefeito de Natal Paulinho Freire e a deputada federal Nina Souza, além de vereadores, vice-prefeitos, lideranças comunitárias e políticas de dezenas de municípios.
14 prefeitos e mais de 15 ex-prefeitos reforçam força municipalista
Um dos principais símbolos da força demonstrada no encontro foi a participação dos 14 prefeitos que apoiam Gustavo Carvalho, representando diferentes regiões do estado.
Estiveram presentes Paulinho Freire, de Natal; Felipe Menezes, de Lajes; Joca Basílio, de Riachuelo; Pacelli Souto, de São Paulo do Potengi; Gá, de São Tomé; Fabiano de Vavá, de Barcelona; Raniere, de Ruy Barbosa; Horison, de Bodó; Thales Farias, de Coronel Ezequiel; Pilola, de Caiçara do Norte; Ceiça Lisboa, de Caiçara do Rio do Vento; Jr. Evaristo, de Paraú; Juninho de Kerginaldo, de Senador Elói de Souza; e Serrinha, de São Pedro.
Além dos atuais gestores, mais de 15 ex-prefeitos participaram da mobilização, ampliando ainda mais a representação política e municipalista do encontro.
A presença conjunta de prefeitos, ex-prefeitos, vereadores, lideranças locais e caravanas de mais de 80 municípios evidenciou uma das marcas da trajetória de Gustavo Carvalho: a capacidade de manter uma relação próxima com o interior e construir parcerias duradouras com os municípios.
Uma Arena das Dunas tomada por amigos de todo o RN
O cenário escolhido para o encontro tornou a noite ainda mais simbólica. A Arena das Dunas, um dos espaços mais emblemáticos do Rio Grande do Norte, recebeu milhares de pessoas para uma mobilização que entrou para a história da caminhada de Gustavo Carvalho.
Mais do que o tamanho do público, o que chamou atenção foi a amplitude da representação política e territorial.
Eram prefeitos e ex-prefeitos, vereadores, lideranças comunitárias, amigos de décadas, familiares, jovens, militantes e apoiadores que percorreram centenas de quilômetros para participar da mobilização.
Em seu discurso, Gustavo agradeceu a demonstração de confiança e destacou que a grandiosidade do encontro aumenta ainda mais sua responsabilidade.
Mesmo diante de uma Arena tomada por milhares de pessoas, o deputado fez questão de reforçar uma das características que considera essenciais em sua trajetória: a humildade.
“Eu sempre procurei fazer política com humildade, com os pés no chão, respeitando cada pessoa e sabendo que ninguém chega a lugar nenhum sozinho. Uma noite como esta não pertence a uma pessoa. Ela pertence a todos os amigos que construíram essa caminhada conosco”, afirmou.
“Campanha tem começo, meio e fim”
Em um dos momentos centrais de sua fala, Gustavo Carvalho também fez uma convocação direta aos milhares de apoiadores presentes.
O deputado lembrou que uma campanha eleitoral é formada por três momentos: início, meio e fim. Recordou que a caminhada começou com os adesivaços, as primeiras mobilizações de rua, reuniões, visitas e encontros nos municípios e destacou que a campanha agora chega a uma nova etapa.
“Começamos com os adesivaços, fomos às ruas, percorremos os municípios, apertamos mãos e reencontramos tantos amigos. Chegamos ao meio da campanha fortes, mas conscientes de que ainda temos um caminho importante pela frente”, destacou.
A partir de agora, segundo Gustavo, cada apoiador passa a ter um papel ainda mais decisivo na construção do resultado.
O deputado convocou os amigos presentes a se tornarem multiplicadores, levando a mensagem da campanha às suas famílias, aos vizinhos, amigos e comunidades.
“Precisamos que cada um consiga mais um. E que esse mais um consiga outro. É dessa forma, de pessoa em pessoa, de amigo em amigo, que vamos ampliar essa corrente e construir a vitória que tanto desejamos”, afirmou.
Um retrato do Rio Grande do Norte
O grande encontro na Arena das Dunas apresentou uma fotografia da base estadual construída por Gustavo Carvalho.
Com mais de 80 municípios representados, 14 prefeitos, mais de 15 ex-prefeitos e algumas das maiores lideranças políticas do estado, o evento reuniu diferentes gerações e regiões em torno da candidatura do parlamentar.
Para Gustavo, essa capilaridade é resultado de uma trajetória marcada pelo municipalismo, pela destinação de recursos, pela defesa dos interesses das cidades e, sobretudo, pela manutenção do contato permanente com aqueles que constroem os municípios diariamente.
Ao longo de seus mandatos na Assembleia Legislativa, Gustavo consolidou relações políticas e pessoais que atravessaram eleições e se transformaram em parcerias de longo prazo. Na Arena das Dunas, essas diferentes histórias se encontraram.
Uma noite que entra para a história
Ao final do encontro, Gustavo Carvalho agradeceu especialmente à família, aos amigos, aos 14 prefeitos, aos mais de 15 ex-prefeitos, aos vereadores, às lideranças políticas e comunitárias e às mais de 3 mil pessoas que transformaram a Arena das Dunas em uma grande celebração.
Com representação de mais de 80 municípios, o evento demonstrou que a caminhada de Gustavo ultrapassa fronteiras regionais e está presente em praticamente todos os cantos do estado.
O Rio Grande do Norte esteve inteiro na Arena das Dunas: representado por suas cidades, suas lideranças e, principalmente, por seu povo.
Uma noite histórica para Gustavo Carvalho e um marco de uma campanha que agora entra em uma fase decisiva, com uma orientação clara para os milhares de apoiadores: multiplicar, conquistar mais um e seguir unidos até a vitória.
O candidato à Presidência pelo Avante, Augusto Cury, tem apresentado em seu site oficial e no plano de governo registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a credencial de professor de pós-graduação da Universidade de São Paulo (USP). No entanto, a instituição de ensino desmente a vinculação permanente divulgada.
Enquanto o material de campanha aponta Cury como professor convidado em programas de mestrado e doutorado e o maior especialista em “Gestão da Emoção” do mundo, a USP esclarece que a atuação do candidato ocorreu de forma pontual. Segundo a universidade, ele participou apenas como docente convidado nos anos de 2020, 2021 e 2022, ministrando a disciplina “Gestão da Emoção na Formação de Professores do Ensino Universitário” vinculada à área de Reabilitação Oral da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto.
Procurada pela reportagem para se posicionar sobre a divergência, a assessoria de imprensa de Augusto Cury não retornou aos contatos. O espaço permanece aberto para manifestações.
O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou em seu site na madrugada desta sexta-feira (11) os contratos vinculados ao caso do Banco Master e elaborados pelo escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro da Corte Alexandre de Moraes. A divulgação ocorreu logo após o ministro André Mendonça determinar a retirada do sigilo de inquéritos a pedido da presidência do tribunal.
O documento principal, firmado em 2024, estipulava a implantação e a evolução contínua de um programa de conformidade (compliance), além da prestação de “consultoria estratégica” em investigações e procedimentos perante a Polícia Federal, polícias civis, Banco Central, Receita Federal e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). O acordo também englobava a representação judicial da instituição financeira em todas as instâncias do Poder Judiciário.
Confira na íntegra o contrato de prestação de serviços
Uma operação integrada deflagrada nesta sexta-feira (11) pelo Ministério Público do Rio Grande do Norte mira um esquema bilionário de sonegação fiscal no setor de autopeças no Estado. Batizada de Catálise, a ação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf/RN) e cumpre mandados de busca e apreensão em Natal, Parnamirim, São Gonçalo do Amarante, Macaíba e João Câmara.
O alvo principal da ofensiva é uma rede de empresas investigada por associação criminosa, falsidade documental, lavagem de capitais e fraude fiscal estruturada. O modus operandi do grupo consiste no fracionamento deliberado de faturamento para burlar o recolhimento de ICMS.
Além do Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN), a força-tarefa também conta com apoio da Polícia Civil, Polícia Militar, Procuradoria-Geral do Estado (PGE) e da Secretaria de Estado da Fazenda (SEFAZ). Além de coletar novas provas materiais das irregularidades, a ofensiva judicial busca bloquear bens e descapitalizar o patrimônio dos suspeitos para garantir a reparação dos danos ao erário estadual.
Não entendo…ontem mesmo um jornalista estava explicando a função do tce. Ele dizia que o tce não tem força pra isso. Querem sangrar esse governo. Comenta isso Bg ao meio dia?
Governador, corte o duodécimo desses poderes, pra esses Lixos sentirem o que o funcionalismo tá sentindo, vocês não estão massacrando o governador não porquê ele é rico, tão massacrando o povo pobre do RN, vão procurar o que fazer bando de lixos.
Aproveita também e não repassa o duodécimo, para que os doutos conselheiros, auditores e procuradores do MPJTCU fiquem recebendo seus abastados salários, atrasados, parcelados e de maneira incerta. A crise é grande e eles não podem ser imunes.