Foto: Boonchai Wedmakawand/Getty Images
A inadimplência das empresas brasileiras voltou a crescer em abril e atingiu o maior nível da série histórica da Serasa Experian. Pela primeira vez, o país chegou a 9 milhões de CNPJs negativados, alta de 1,5 milhão em relação aos 7,5 milhões registrados um ano antes.
O total de dívidas em atraso também bateu recorde, chegando a 63,7 milhões de débitos, que somam R$ 220,9 bilhões. Em média, cada empresa inadimplente possui 7,1 contas negativadas e dívida de R$ 24,6 mil.
Juros altos mantêm pressão
Segundo a economista-chefe da Serasa Experian, Camila Abdelmalack, o ambiente de crédito continua restritivo para as empresas.
“O dado de inadimplência vem sinalizando uma tendência de manutenção em um patamar bastante elevado e com potencial de quebrar novos recordes ao longo de 2026.”
Ela afirma que, apesar do início da redução dos juros, o custo do crédito ainda segue elevado e insuficiente para aliviar a situação financeira das empresas.
Setor de serviços lidera inadimplência
Entre as empresas negativadas, a maior concentração está no setor de serviços, que responde por 55,6% do total. Na sequência aparecem:
- Comércio: 32,4%;
- Indústria: 8,1%;
- Setor primário: 0,9%.
Na origem das dívidas, os principais credores são:
- Serviços: 31,7%;
- Bancos e cartões: 19,4%;
- Cooperativas: 8,6%;
- Utilities (água, energia e gás): 7%;
- Telefonia: 5,7%.
Sudeste concentra mais empresas negativadas
A região Sudeste reúne o maior número de empresas inadimplentes do país.
Estados com mais CNPJs negativados:
- São Paulo: 3,07 milhões;
- Minas Gerais: 881,6 mil;
- Rio de Janeiro: 864,7 mil;
- Paraná: 588,9 mil;
- Rio Grande do Sul: 518,1 mil.
Micro e pequenas empresas são as mais afetadas
As micro e pequenas empresas representam a maior parte dos negócios inadimplentes, com 8,5 milhões de CNPJs negativados, também um recorde da série histórica.
O grupo acumula:
- 57,6 milhões de dívidas;
- R$ 191,8 bilhões em débitos;
- Dívida média de R$ 22,5 mil por empresa.
“As micro e pequenas empresas continuam sendo as mais vulneráveis a um ambiente de crédito restritivo”, afirma Camila Abdelmalack.
Segundo a economista, a dependência de crédito de curto prazo e a dificuldade para recompor o capital de giro ajudam a manter a inadimplência em níveis elevados.
Com informações de O Globo
Faz parte do plano de destruir o pequeno e médio empreendedor e transformá-lo (junto aos seus empregados) em bolsistas…
Esse Desgoverno do PT não vai sossegar enquanto não transformar esse paz em uma Venezuela!! A crise é geral.. o dinheiro sumiu do mercado! Muitas lojas e empresas fecharam as portas.
Vamos BEM MAL Gustavo Mafra, do jeito que a cobrança gosta, sem fome, sem terra, sem emprego, sem bolsa, sem pespectiva, sem dinheiro, segurança, saúde e sendo tratados com gentalha, que é conduzida pelo cabresto da mentira e dos otarios, é isso, não são só vcs, nós também somos.
No Brasil só é bom para os políticos corruptos, traficantes e para a quadrilha dos PTralhas, o resto da população que se exploda.
Obrigado Papai Lula, vamos dobrar estes números neste terceiro trimestre, confiamos na sua capacidade, estamos com você !! Vamos quebrar este país de uma vez.
[Contém_ironia] Nada que não se resolva se dando mais crédito. Vai Pai Lule [Fim_da_ironia]
Para destruir um país, basta apertar o 13 na urna, não esqueça disso.