Diversos

Trens Urbanos não circulam nesta quarta, Feriado dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu

A CBTU informa que nesta quarta-feira (03/10), feriado dos Mártires de Cunhaú e Uruaçu, não haverá circulação de trens. O sistema estará disponível novamente na quinta-feira (04/10), a partir das 05h20min na Linha Norte, no percurso Ceará-Mirim/Natal e às 05h40min na Linha Sul, no percurso Parnamirim/Natal.

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VÍDEO: Acidente com trio elétrico em Macaíba atinge carros e deixa feridos

Um acidente envolvendo um trio elétrico durante uma prévia carnavalesca no fim da tarde deste domingo (1º) em Macaíba deixou pessoas feridas e danificou veículos. Nas imagens divulgadas pelo Via Certa Natal uma mulher é socorrida por populares e segundo relatos, outras pessoas tiveram escoriações. O acidente ocorreu na Avenida Olímpio Maciel.

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Corinthians supera o Flamengo e é campeão da Supercopa do Brasil 2026

Foto: Wilton Júnior/Estadão Conteúdo

O Corinthians é o campeão da Supercopa. O Timão venceu o Flamengo por 2 a 0 neste domingo (1º), no Mané Garrincha, e é o primeiro time a soltar o grito de campeão na temporada 2026. Gabriel Paulista e Yuri Alberto marcaram os gols da vitória corinthiana. O Rubro-Negro ainda teve Carrascal expulso por agredir Breno Bidon.

O time paulista ainda vai faturar uma premiação valiosa. Além dos R$ 6,35 milhões apenas por participar do torneio, o campeão leva para casa mais 1 milhão de dólares (R$ 5,2 milhões, aproximadamente), verba enviada pela Conmebol.

Após a decisão, ambas as equipes voltam a entrar em campo no meio de semana, por competições diferentes. O Flamengo recebe o Internacional, no Maracanã, na próxima quarta-feira (4), às 19h (de Brasília), pela segunda rodada do Brasileirão. No dia seguinte, o Timão recebe o Capivariano, na Neo Química Arena, às 20h30, em jogo atrasado da sexta rodada do Paulistão.

 

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Auditores fiscas da Receita Federal veem “ciúme institucional” da PF em veto a gravação da série ‘Área Restrita’ em aeroportos

Foto: divulgação/Área Restrita

A Unafisco (Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil) se manifestou após a Polícia Federal proibir as filmagens da série Aeroporto: Área Restrita.

Em entrevista ao Metrópoles, o presidente da entidade, Kleber Cabral, classificou a decisão como fruto de “ciúme institucional”, já que o programa passou a dar mais destaque ao trabalho da Receita Federal.

“É ridículo, chega a parecer infantil. É muito grave que um órgão da importância da Polícia esteja a serviço desse tipo de sentimento. Não consegue conviver institucionalmente com a exposição positiva de outro órgão, que é um parceiro”, afirmou o auditor.

O presidente da Unafisco também destacou que Aeroporto: Área Restrita é gravada há quase dez anos em diferentes países, sem que jamais tenha sido alvo de proibição. Para ele, a mudança de postura da Polícia Federal precisa ser esclarecida.

“A norma não mudou e os fatos não mudaram: são as mesmas filmagens e a mesma produtora. Ou a Polícia antes estava sendo leniente, colocando em risco a aviação civil brasileira, ou agora está cometendo abuso de autoridade. É preciso responder qual das duas situações ocorreu”, concluiu.

O que diz a PF

Em nota, a Polícia Federal negou que exista “qualquer disputa institucional no episódio”. “As competências da Receita Federal do Brasil, enquanto autoridade aduaneira, são plenamente reconhecidas e respeitadas. Contudo, tais atribuições não se confundem com a responsabilidade constitucional da Polícia Federal pela supervisão da segurança aeroportuária, que prevalece em Áreas Restritas de Segurança, inclusive em recintos alfandegados, conforme previsto no ordenamento jurídico”, diz o texto.

Entenda o caso

As gravações da oitava temporada de Aeroporto: Área Restrita foram suspensas em vários terminais por decisão da Polícia Federal. Em nota, a corporação informou que a medida decorre do cumprimento de normas constitucionais, legais e regulamentares relacionadas à segurança da aviação civil no Brasil.

A Moonshot, produtora responsável por Aeroporto: Área Restrita, afirmou que a produção da oitava temporada teve início em dezembro de 2025 e que a Polícia Federal havia concedido autorização para as filmagens nos aeroportos de Viracopos (VCP), Galeão (GIG) e Pinto Martins (FOR).

No entanto, em janeiro de 2026, a corporação voltou atrás, negou o credenciamento da equipe para acessar áreas restritas do Aeroporto de Guarulhos e também revogou as autorizações concedidas para gravações nos demais terminais.

Metrópoles

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TCU identifica manobras do governo Lula para driblar regras fiscais e gastar “por fora”

Foto: Ahmad Gharabli/AFP

Técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) identificaram práticas do governo Lula que permitem gastos e financiamentos fora do Orçamento Geral da União, o que, segundo a corte, compromete a transparência fiscal e enfraquece a credibilidade da política econômica.

O alerta consta em relatório da Unidade de Auditoria Especializada em Orçamento, Tributação e Gestão Fiscal (AudFiscal), elaborado para o gabinete do ministro Bruno Dantas. O documento propõe prazos entre 30 e 180 dias para que ministérios, estatais e órgãos de controle corrijam os mecanismos apontados.

A auditoria foi aberta após o TCU detectar execução de recursos do programa Pé-de-Meia fora do Orçamento. O relatório ainda será analisado por Dantas antes de seguir ao plenário da Corte.

Entre os problemas identificados estão o uso de fundos públicos fora das regras fiscais, a ampliação do papel de estatais, a capitalização de fundos privados com dinheiro público e o não recolhimento de receitas à Conta Única do Tesouro Nacional.

Gastos fora do Orçamento expõem perda de credibilidade do arcabouço fiscal

O TCU aponta que a fragilização do arcabouço fiscal se intensificou com a aprovação da LDO de 2026, que excluiu do cálculo fiscal despesas da Petrobras, da ENBPar e até R$ 5 bilhões do Novo PAC.

A lei também autorizou retirar até R$ 10 bilhões do resultado primário das estatais e permitiu que o governo mire apenas o piso da meta fiscal. Desde o início do mandato, o governo já acumulou R$ 336,9 bilhões em gastos fora das regras fiscais.

Esse montante inclui recursos da PEC da Transição, pagamento de precatórios atrasados, despesas emergenciais no Rio Grande do Sul e socorro a setores afetados pelo tarifaço dos EUA.

“Dribles” envolvem uso de dinheiro que não passa pela Conta Única do Tesouro

A auditoria identificou dois principais mecanismos de afastamento de receitas do Orçamento. O primeiro é a descaracterização de receitas públicas, direcionadas diretamente a fundos privados como os dos programas Pé-de-Meia e Mover, além do Fundo Rio Doce.

O segundo mecanismo é o não recolhimento de receitas à Conta Única, com repasses diretos a estatais ou contas paralelas. Um exemplo é a remuneração da PPSA descontada antes do repasse ao Fundo Social, que pode gerar um “orçamento paralelo” de até R$ 466 bilhões até 2033, segundo o TCU.

Também foram citados repasses diretos à Caixa no Auxílio Gás, uso de multas ambientais fora do Orçamento, honorários advocatícios da União sem registro orçamentário e receitas próprias de instituições científicas fora dos limites fiscais.

Uso de fundos públicos pode mascarar contas públicas, diz TCU

O tribunal alertou para o uso de fundos públicos em políticas de crédito, especialmente via BNDES, que podem gerar uma percepção artificial de melhora fiscal.

Entre 2023 e 2024, os recursos de fundos públicos no banco quase dobraram, passando de R$ 39,2 bilhões para R$ 75,5 bilhões. No mesmo período, o BNDES repassou R$ 29,5 bilhões em dividendos ao Tesouro e recebeu R$ 30,4 bilhões em aportes de fundos.

O TCU também chamou atenção para a perpetuação de fundos garantidores criados em caráter excepcional, como os do Pronampe e do PEAC, que mantêm saldos sem regras claras de devolução à União.

TCU propõe prazos para órgãos do governo adequarem gastos às regras fiscais

O relatório propõe medidas para regularizar o recolhimento de receitas ao Tesouro, ampliar a transparência e adequar fundos públicos e privados ao arcabouço fiscal.

Entre as determinações, estão prazos para que o MME e a PPSA recolham receitas à Conta Única, para que a CGU mapeie e divulgue receitas fora do Orçamento e para que o Ministério do Planejamento impeça transferências sem registro orçamentário.

Também é proposto que Fazenda, MPO, BNDES e Finep apresentem um plano para mensurar os subsídios ocultos em operações financeiras com fundos públicos. Ao Banco Central, o TCU recomenda ajustes no registro fiscal de repasses do FNDCT à Finep.

O tribunal conclui com um alerta: manter gastos e financiamentos fora do Orçamento compromete a credibilidade fiscal, aumenta a opacidade das contas públicas e pode gerar conflitos com a política monetária.

Com informações de Gazeta do Povo

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Trump diz ver chances de acordos com Cuba e Irã que impeçam ação militar dos EUA

Foto: Mark Schiefelbein/AP

Os Estados Unidos avaliam a possibilidade de acordos diplomáticos com Cuba e o Irã para evitar uma escalada militar, segundo declarou o presidente Donald Trump neste domingo (1º). Ao mesmo tempo, Washington mantém pressão econômica intensa, sobretudo sobre Havana, com novas ameaças tarifárias ligadas ao fornecimento de petróleo.

“Cuba é uma nação falida há muito tempo. Acho que faremos um acordo”, declarou.

Trump afirmou que já há conversas em andamento com autoridades cubanas e disse acreditar em um entendimento. Segundo ele, as sanções podem levar o governo da ilha a negociar.

Na semana passada, o presidente assinou uma ordem executiva que autoriza tarifas contra países que vendem petróleo a Cuba, o que pode agravar a crise energética da ilha. A medida afeta diretamente o México, principal fornecedor após a suspensão do petróleo venezuelano pelos EUA. A presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, alertou para o risco de uma crise humanitária.

Trump minimizou a possibilidade e disse que as sanções podem acelerar um acordo: “Eles provavelmente viriam até nós para negociar”.

Irã

No caso do Irã, Trump também demonstrou otimismo com uma saída diplomática, embora tenha reiterado ameaças militares caso Teerã não aceite o acordo de não proliferação nuclear proposto por Washington. O impasse gira em torno da exigência americana de encerrar o enriquecimento de urânio, ponto rejeitado pelos iranianos.

O presidente confirmou o envio de uma força naval dos EUA à região, sem detalhar o objetivo. Paralelamente, segundo o site Axios, Catar, Turquia e Egito tentam mediar um encontro entre representantes dos dois governos. EUA e Irã já tiveram um acordo nuclear firmado no governo Barack Obama, abandonado pelo próprio Trump em 2018.

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Eriko Jácome recebe apoio de grupo político de Parnamirim e fortalece pré-candidatura a deputado estadual

O presidente da Câmara Municipal de Natal e pré-candidato a deputado estadual, Eriko Jácome, recebeu o apoio de um importante grupo político de Parnamirim, ampliando sua base de alianças e fortalecendo ainda mais seu projeto para as eleições de 2026.

Entre os nomes que passam a integrar o grupo de apoio estão lideranças com expressiva votação no município. A vereadora Rhalessa, que obteve 2.014 votos na última eleição, soma forças ao projeto, ao lado de Odenise Araújo, primeira suplente de vereadora com 1.695 votos; Padim, suplente de vereador com 832 votos; e Rejane Freire, suplente de deputada federal, que alcançou 3.258 votos. Também declaram apoio Amanda Melorn, suplente de vereadora com 593 votos e conselheira tutelar eleita com 1.200 votos, além dos conselheiros tutelares Tio Matthaus, com 400 votos, e Catarino Barreto.

Para Eriko Jácome, o apoio reforça o diálogo com Parnamirim e a construção de um mandato estadual comprometido com as demandas dos municípios da Grande Natal. “Receber o apoio de lideranças que têm trabalho reconhecido e respaldo popular é uma grande responsabilidade. Nosso projeto é coletivo, voltado para fortalecer os municípios, ouvir as bases e transformar essas vozes em ações concretas no Legislativo estadual”, destacou.

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Sócio dos irmãos de Toffoli acusa desvio de R$ 100 milhões em resort

Foto: Taba Benedicto/Estadão

Uma auditoria interna levantou suspeitas de desvios de até R$ 100 milhões nas obras e na gestão do resort Tayayá Porto Rico, no Paraná. A acusação foi feita por um dos sócios do empreendimento e envolve empresas ligadas aos irmãos do ministro do STF Dias Toffoli. O resort nega irregularidades e classifica a denúncia como “inverídica” e “caluniosa”.

O empreendimento, às margens do Rio Paraná, já vendeu cerca de R$ 220 milhões em cotas de imóveis e teve como sócios empresas do apresentador Ratinho e dos irmãos do ministro: José Carlos Dias Toffoli e José Eugênio Dias Toffoli. A participação dessas empresas ocorreu entre 2021 e 2025.

Segundo o empresário João Roberto Viotto, dono de 18% da empresa e ex-presidente do resort, os supostos desvios começaram em junho de 2023 e envolvem gastos sem comprovação, contratos com empreiteiras e serviços terceirizados. A auditoria aponta R$ 100 milhões sem documentação e um rombo adicional de R$ 7,6 milhões ao comparar movimentações financeiras e saldo bancário.

Viotto chegou a pedir à Justiça acesso a dados do Banco Central, Receita Federal e Coaf, mas desistiu da ação dias depois. Ele afirma que pretende levar as provas à Polícia Federal, sob suspeita de crimes contra a ordem tributária e o sistema financeiro.

O resort afirma que as acusações são uma tentativa de retomada do controle da empresa por Viotto, que teria sido afastado por condutas suspeitas e prejuízos à companhia. O atual presidente do Tayayá Porto Rico é o empresário Patrick Ferro, que não se manifestou.

Procurados, os irmãos Toffoli e o ministro Dias Toffoli não responderam. Ratinho também não comentou.

O Tayayá Porto Rico é um empreendimento privado, sem recursos públicos, em construção na região de Porto Rico, na divisa entre Paraná e Mato Grosso do Sul, com previsão de 240 apartamentos e 300 casas.

Opinião dos leitores

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Papa expressa ‘grande preocupação’ com ‘aumento das tensões’ entre Cuba e EUA após ameaças de Trump

Foto: Filippo Monteforte/AFP

O Papa Leão XIV alertou neste domingo para o agravamento das tensões entre Cuba e Estados Unidos e fez um apelo por diálogo para evitar violência e mais sofrimento ao povo cubano. A declaração foi feita durante a oração do Ângelus, no Vaticano.

Primeiro papa americano da história, Leão XIV disse compartilhar da preocupação dos bispos cubanos e pediu que líderes políticos promovam um diálogo sincero e eficaz entre os dois países vizinhos.

O alerta ocorre em meio à escalada de ameaças do presidente Donald Trump contra Cuba, após a operação que resultou na captura do venezuelano Nicolás Maduro. Desde então, Washington intensificou a pressão sobre Havana, aliada do regime chavista.

Trump afirmou que não haverá mais envio de petróleo ou recursos financeiros a Cuba e assinou um decreto que permite a aplicação de tarifas contra países que forneçam petróleo à ilha, classificando o regime cubano como uma “ameaça excepcional” à segurança dos EUA.

O Papa também destacou os Jogos Olímpicos de Milão-Cortina como oportunidade para gestos concretos de distensão internacional, reforçando o espírito da trégua olímpica e da fraternidade entre os povos.

Além disso, Leão XIV rezou pelas vítimas de tragédias recentes no Congo, em Portugal, no sul da Itália e em Moçambique.

Cuba em alerta

Enquanto isso, o governo cubano elevou o tom e iniciou exercícios militares, falando abertamente em preparação para uma possível guerra em todo o território nacional. Segundo relatos à CNN, diplomatas americanos em Havana foram alertados sobre um bloqueio total, incluindo o corte completo do fornecimento de petróleo à ilha.

Opinião dos leitores

  1. O Papa tem mais é que se preocupar com a fuga dos fiéis da igreja católica, tá perdendo espaço com força.

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VÍDEO: Em missa, padre critica caminhada de Nikolas Ferreira: “Quer o poder”

O padre Ferdinando Mancilio criticou a “caminhada pela liberdade” realizada pelo deputado Nikolas Ferreira (PL-MG) na última semana. A declaração foi feita pelo religioso durante s homilia de uma missa realizada no Santuário Nacional de Aparecida, em São Paulo.

Não adianta querer fazer uma marcha para Brasília, alguém que nunca teve nenhum projeto a favor do povo e dizer que está defendendo a vida. Mentira, quer o poder. Acho que você entende o que eu estou dizendo”, disse o padre aos fiéis.

A declaração foi feita no último dia 25 de janeiro, mas ganha repercussão nas redes sociais nesse fim de semana, com a circulação de vídeos nas redes sociais.

A caminhada pela liberdade

A mobilização percorreu mais de 200 km, com início em Paracatu (MG) e término em Brasília (DF). Além do deputado mineiro, a caminhada contou com o apoio de outros políticos, como o deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO), o deputado federal André Fernandes (PL-CE), além de prefeitos e vereadores. Outros políticos de direita também demonstraram apoio à ação.

Um dos principais motivos da peregrinação, segundo o político bolsonarista, foi a liberdade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por tentativa de golpe de Estado e outros crimes.

No último dia, a caminhada foi marcada por uma tragédia, quando pelo menos 30 pessoas foram atingidas por um raio e precisaram ser levadas ao hospital, algumas em estado grave.

Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. O Padre só falou verdade. POR ISSO MESMO DEIXEI DE SER EVANGÉLICO. PQ A MAIORIA DA DIREITA É MENTIROSA
    ALÉM DE OUTROS ADJETIVOS. QUE NÃO IREI CITÁ-LOS,, POIS VCS JÁ SABEM. PORTANTO NÃO DÊ SEU VOTO A MENTIROSO NESSA ELEIÇÃO.

  2. Nunca vir esses padres e nem o bispo de Aparecida criticar os desmandos e corrupção como mensalão, petrolão, escândalo do INSS, para eles isso não é problema, o problema é a caminhada pacífica, sem dinheiro público, do Nicolas, é por essas e outras que deixei de ir ao santuário, para rezar fico na minha paróquia onde o padre não defende corrupto

  3. Seria um seguidor do senhor Júlio Lancellotte?
    Mais um que usa a casa de Deus como palanque político, soltando suas fantasiosas narrativas, plasfemando em local sagrado?
    Lamentável saber que tem padre usando o altar para soltar tanta distorção.
    Bem como, NÃO houve tragédia, pois as pessoas que foram espontaneamente e o raio atingiu, nenhuma teve risco de morte, sequer tiveram ferimentos graves.
    Mas temos que a VERDADE é a “arma” que destrói a esquerda.

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Polícia Federal proíbe gravação da série Área Restrita em aeroportos

Foto: PF/Divulgação

As gravações da série “Aeroporto: Área Restrita”, exibida pela Discovery e HBO Max, foram suspensas pela Polícia Federal em aeroportos brasileiros, mesmo após autorizações iniciais para a oitava temporada.

Segundo a produtora Moonshot, a PF havia liberado filmagens em Viracopos (SP), Galeão (RJ) e Pinto Martins (CE). Em janeiro, porém, o órgão revogou as autorizações, negou o credenciamento da equipe em Guarulhos e cancelou as gravações nos demais terminais.

Em nota, a PF afirmou que a decisão segue normas constitucionais e regras de segurança da aviação civil, que restringem o acesso às áreas sensíveis apenas a pessoas com necessidade operacional. A corporação destacou que atividades de entretenimento não se enquadram nesse critério.

A PF também citou regras da Anac, que proíbem o registro de imagens de procedimentos e estruturas consideradas estratégicas, e afirmou que não participa do programa há anos. O órgão negou qualquer conflito com a Receita Federal.

Além da segurança, a Polícia Federal alegou a necessidade de preservar a intimidade, a imagem e a presunção de inocência das pessoas abordadas, além de resguardar técnicas e rotinas de combate a crimes.

A produtora rebateu a decisão, afirmando que, desde 2016, o programa teve sete temporadas autorizadas pela PF, sem registro de incidentes ou riscos à segurança aeroportuária.

Confira o posicionamento dos envolvidos:

Polícia Federal

A Polícia Federal esclarece que a atuação no Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro/Galeão, relacionada à vedação de acesso de equipes de filmagem a Áreas Restritas de Segurança (ARS), decorre do estrito cumprimento de normas constitucionais, legais e regulamentares que regem a segurança da aviação civil no Brasil.

Nos termos do art. 144, §1º, inciso III, da Constituição Federal, compete à Polícia Federal o exercício das funções de polícia aeroportuária, atribuição reafirmada pelo Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil contra Atos de Interferência Ilícita (PNAVSEC), instituído pelo Decreto nº 11.195/2022, bem como por normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC).

As Áreas Restritas de Segurança são classificadas como zonas prioritárias de risco, sujeitas a rigorosos controles de acesso, limitados exclusivamente a pessoas com necessidade operacional ou funcional, não se enquadrando atividades de entretenimento ou produção audiovisual nesse critério.

Ademais, a regulamentação vigente, em especial o Programa Nacional de Segurança da Aviação Civil (PNAVSEC), instituído pelo Decreto nº 11.195/2022 e as normas da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) vedam expressamente o registro de imagens de procedimentos, fluxos e infraestrutura sensíveis relacionados à segurança da aviação civil.

A Polícia Federal esclarece, ainda, que não participa do referido programa televisivo há vários anos, tendo adotado, de forma reiterada e consistente, o entendimento institucional pelo indeferimento de solicitações dessa natureza.

Essas decisões refletem o entendimento consolidado de que a presença permanente de equipes de filmagem em áreas operacionais restritas é incompatível com os princípios da preservação da intimidade, da imagem e da presunção de inocência dos cidadãos abordados, bem como com a necessidade de resguardar técnicas, rotinas e meios empregados na repressão a ilícitos penais, especialmente em ambiente aeroportuário.

A Polícia Federal destaca que não há qualquer disputa institucional no episódio. As competências da Receita Federal do Brasil, enquanto autoridade aduaneira, são plenamente reconhecidas e respeitadas. Contudo, tais atribuições não se confundem com a responsabilidade constitucional da Polícia Federal pela supervisão da segurança aeroportuária, que prevalece em Áreas Restritas de Segurança, inclusive em recintos alfandegados, conforme previsto no ordenamento jurídico.

Narrativas que tentam reduzir o tema a supostos conflitos institucionais desconsideram a gravidade das responsabilidades envolvidas e ignoram que a segurança da aviação civil constitui valor jurídico prioritário, amplamente regulado por normas nacionais e compromissos internacionais assumidos pelo Estado brasileiro.

A Polícia Federal reafirma seu compromisso com a legalidade, com a segurança da sociedade e com a atuação técnica, responsável e institucionalmente coerente no ambiente aeroportuário.

Moonshot

A Moonshot iniciou a produção da 8ª temporada do programa Aeroporto: Área Restrita em dezembro de 2025, contando com o apoio e participação ativa da Anvisa, Vigiagro, Ibama, Receita Federal, Polícia Militar do Estado de São Paulo e da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, Fraport e RIOgaleão.

A Polícia Federal já havia concedido autorização para a realização das filmagens nos aeroportos de Viracopos (VCP), Galeão (GIG) e Pinto Martins (FOR).

Agora em janeiro de 2026, a Polícia Federal indeferiu o credenciamento de nossa equipe a ingressar nas áreas restritas em Guarulhos e caçou as credenciais para a equipe realizar as filmagens nos demais aeroportos.

Pesquisa recente revela o perfil educativo, informativo e de interesse público da produção: O programa é um instrumento eficaz de educação, alinhado ao dever estatal de informação e transparência.

A alegação de risco aeroportuário para justificar o cancelamento das credenciais não resiste à análise do histórico do próprio órgão. Ao longo de sete temporadas consecutivas, produzidas desde 2016, a Polícia Federal analisou e aprovou as credenciais de todos os profissionais envolvidos na produção do programa Aeroporto: Área Restrita, permitindo a realização integral das filmagens sem que tenha sido registrado qualquer incidente ou comprometimento da segurança aeroportuária.

Opinião dos leitores

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