Diversos

TRT-RN elege nova diretoria para biênio de 2025-2027

Foto: Cedida

O desembargador Eduardo Serrano da Rocha será o presidente e corregedor, a desembargadora Isaura Maria Barbalho Simonetti será vice-presidente e o desembargador Bento Herculano será o ouvidor.

O Tribunal Pleno do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região decidiu, nesta segunda-feira (11), os nomes que vão compor a diretoria do TRT-RN nos próximos dois anos. O desembargador Eduardo Serrano da Rocha será o presidente e corregedor, a desembargadora Isaura Maria Barbalho Simonetti será vice-presidente e o desembargador Bento Herculano será o ouvidor.

A posse está marcada para o dia 9 de janeiro de 2025, às 18h, no Teatro Alberto Maranhão, quando o desembargador Eridson João Fernandes Medeiros deixa a presidência do TRT-RN.

Após a escolha, o presidente eleito disse que recebia “esta honrosa missão com grande emoção e senso de responsabilidade para presidir o Tribunal Regional Federal da 21ª Região”. Ele agradeceu a “profunda confiança” depositada nele pelos colegas desembargadores. “Este momento é, sem dúvida, um marco em minha trajetória, mas também um compromisso solene com cada um de vocês e com a sociedade que servimos”.

O desembargador Eduardo Rocha concluiu afirmando que assumirá a presidência ciente da importância de fortalecer a Justiça do Trabalho. “Estarei à disposição para trabalhar lado a lado com cada um dos senhores e senhoras: os magistrados, os servidores, os membros do Ministério Público, os advogados e, sobretudo, com a sociedade”.

A desembargadora Isaura Simonetti também agradeceu a confiança depositada nela pelos seus pares na sua escolha. “Dirijo-me também aqui a todos os presentes e servidores, advogados, e dizer do meu compromisso em continuar fazendo o melhor em prol dessa justiça social que tenho honra de integrar”.

O desembargador Bento Herculano afirmou que “o ouvidor é um cargo muito selecionado para o bom funcionamento da Justiça e eu fico extremamente feliz por ter direito à confiança dos meus pares”.

O presidente do TRT-RN, desembargador Eridson Medeiros, que presidiu a sessão do Tribunal Pleno que elegeu a nova diretoria, afirmou que estava muito feliz com as escolhas dos novos dirigentes.

“Sempre foi uma satisfação presidir esta Corte. Uma Corte que tem dado muitas alegrias. Tenho dito a todos que me perguntam que a gente (magistrados e servidores) avançou muito. Evoluímos com conquista de números, com tranquilidade, desempenho, em em relacionamento humano e em empatia entre todos nós”.

O novo presidente do Tribunal Regional do Trabalho da 21ª Região, Eduardo Serrano da Rocha, nasceu em Natal no ano de 1961 e tem formação em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte. Foi advogado trabalhista militante e atuou, também, como assessor jurídico da Prefeitura de Natal. Presidiu a Associação Norteriograndense de Advogados Trabalhistas e foi vice-presidente da Associação Brasileira de Advogados Trabalhistas. No ano de 2020, Eduardo Serrano da Rocha foi nomeado desembargador do TRT-RN pela vaga do quinto constitucional e assumiu a vice-presidência em 2023.

Isaura Maria Barbalho Simonetti nasceu em Natal e formou-se em Direito pela Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) no ano de 1990. No mesmo ano, assumiu cargo de servidora pública no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte e, em 1991, passou a ser servidora do TRT da 13ª Região (PB). Entre 1992 e 1993, foi servidora do TRT-RN e, ainda em 93, Isaura Maria Barbalho Simonetti assumiu o cargo de juíza substituta no tribunal potiguar. Em sua carreira como juíza, passou por diversas unidades judiciárias, dentre elas, como titular, assumiu a Vara do Trabalho de Caicó e a 1ª Vara do Trabalho de Natal. Ela foi eleita desembargadora neste ano de 2024.

Bento Herculano Duarte nasceu em Natal e é graduado em Direito pela UFRN (1987). Ingressou na magistratura do trabalho aos 23 anos e também é professor de Direito do Trabalho e Processo do Trabalho. Foi presidente do TRT-RN de 2019 a 2020.

Opinião dos leitores

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

GUAMARÉ: Urnas confirmam a força do prefeito Hélio; Benes vence nas 45 seções e Ezequiel lidera com ampla vantagem

Fotos: Divulgação

Quem acompanhou a apuração em Guamaré percebeu logo para onde o jogo caminhava. Urna após urna, o nome de Benes Leocádio aparecia na frente. No fim, foram 45 seções e 45 vitórias. Candidato do prefeito Hélio a deputado federal, Benes obteve 3.790 votos, 34,5% dos votos válidos. E não foi uma votação concentrada num bairro ou numa comunidade. Foi do Centro da cidade à Baixa do Meio, de Salina da Cruz a todos os conjuntos, assentamentos e comunidades rurais. Em nenhuma urna da cidade algum candidato teve mais votos que Benes.

O contraste com a oposição é o que mais chama atenção. Nina Souza, segunda mais vota no estado, teve o apoio do grupo do ex-prefeito Adriano e obteve apenas 1.631 votos. João Maia, apoiado pelo ex-prefeito Mozaniel, ficou com 945 votos. Juninho Saia Rodada, apoiado pelo vereador Diego de Lisete, teve somente 292. Somando os três, a oposição chega a 2.868 votos. Benes, sozinho, fez quase mil votos de maioria.

Na reta final da campanha, em evento com Benes, o prefeito Hélio prometeu fazer dele o deputado federal mais votado da eleição. A oposição duvidou e provocou, dizendo que o povo queria mudança e que seus candidatos seriam os mais votados. As urnas responderam.

Ezequiel confirmou a regra

Para deputado estadual, a história foi não foi diferente. Ezequiel, segundo deputado mais votado no estado, também apoiado por Hélio recebeu 3.508 votos (32,5%) e venceu em 44 das 45 seções. A única exceção foi na urna de Lagoa de Baixo, uma seção pequena, onde o candidato teve apenas 7 votos a menos da votação do primeiro lugar.

Mesmo somando os candidatos da oposição, a conta chega a 2.040 votos, quase 1,5 mil a menos que Ezequiel. Júlio César, que tinha o apoio de Adriano obteve apenas 1.669 votos. Neilton Diógenes, apoiado pelo vereador Edinor, teve somente 371 votos.

“Os votos de Benes e Ezequiel não vieram de um lugar só. Vieram de todos os cantos da cidade. Isso se constrói com anos de trabalho, presença e articulação, e foi isso que as urnas de 2026 refletiram em Guamaré e chegamos a este domingo com o sabor da vitória”, declarou Hélio.

No Senado, os dois candidatos Hélio ficaram no topo

Styvenson Valentim foi o senador mais votado em Guamaré, com 6.033 votos. Zenaide Maia veio logo atrás, com 5.979. O terceiro colocado, Rafael Motta, teve 2.663, o que dá a Styvenson uma vantagem de 3.370 votos. Quando os dois nomes apoiados pelo prefeito ocupam as duas primeiras posições, não há muito o que interpretar.

No governo, Cadu cresceu e encostou em Allyson

Seria injusto não falar da disputa para governador, que foi bem mais apertada. Allyson fez 4.890 votos e Cadu, apoiado por Hélio, fez 4.811 votos. São apenas 79 votos de diferença numa cidade com mais de 11 mil votos válidos para o cargo. No Centro de Guamaré, Cadu venceu por 2.088 a 1.908. Em algumas comunidades, como Salina da Cruz, a diferença foi de apenas cinco votos. Para quem vinha muito atrás nas pesquisas, Cadu disparou e fez um resultado excelente que mostra muito potencial para virar o jogo no segundo turno.

No fim das contas, o dado mais importante deste primeiro turno está nas eleições para deputado. É nelas que se vê o que cada liderança tem de verdade, porque a disputa é local, o voto é de confiança e a campanha precisa chegar na casa do eleitor.

E aí o resultado é bem direto. De um lado, um grupo que chegou unido, com prefeito, vice e sete vereadores em torno das mesmas candidaturas. Do outro, uma oposição dividida, cada um com o seu candidato.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Flávio vira resultado em 714 cidades que deram vitória a Lula em 2022

Foto: Reprodução

Flávio Bolsonaro (PL) foi o candidato mais votado no primeiro turno das eleições de 2026 em 714 municípios que haviam dado vitória a Lula (PT) na primeira etapa da disputa presidencial de 2022. O movimento contrário não ocorreu: Lula não venceu em nenhuma cidade que havia dado maioria a Jair Bolsonaro (PL) quatro anos atrás.

Minas Gerais concentrou o maior número de viradas, com 179 municípios. O estado teve uma das disputas mais apertadas da eleição presidencial de 2022, quando a diferença entre Lula e Jair Bolsonaro ficou abaixo de 50 mil votos.

Na sequência aparecem Rio Grande do Sul, com 133 cidades; Paraná, com 91; São Paulo, com 90; e Goiás, com 69. Juntos, os cinco estados concentram mais de três quartos dos municípios que passaram da vitória de Lula em 2022 para a de Flávio Bolsonaro em 2026.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Derrotas de aliados no Maranhão impõem revés a Lula e Flávio Dino

Foto: O Globo

Candidatos do PT a cargos majoritários não conseguiram vencer as eleições no Maranhão. O resultado representa um revés para o presidente Lula e também para o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que governou o estado por mais de sete anos.

Na disputa pelo Governo do Maranhão, o vice-governador Felipe Camarão (PT) terminou o primeiro turno apenas na terceira colocação, com 9,5% dos votos válidos. Ele ficou atrás de Eduardo Braide (PSD) e Orleans Brandão (MDB).

Camarão é filiado ao PT desde 2021 e integrou por anos a administração de Dino no Maranhão. Durante os governos do atual ministro do STF, comandou as secretarias de Gestão e Previdência, Cultura e Governo.

O petista também esteve à frente da Secretaria de Educação entre março de 2016 e março de 2022. Apesar da trajetória no governo estadual e da candidatura ao Palácio dos Leões, Camarão não conseguiu levar a disputa para as duas primeiras colocações.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Lula vence Flávio por quatro votos em seção da Papuda; Vorcaro e Careca do INSS estavam entre eleitores

Foto: Reprodução

O presidente Lula (PT) venceu Flávio Bolsonaro (PL) por apenas quatro votos em uma seção eleitoral instalada no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Lula recebeu 74 votos, contra 70 de Flávio, segundo o boletim de urna do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Entre os presos aptos a votar estavam o banqueiro Daniel Vorcaro e Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS. Vorcaro está preso preventivamente na Papudinha e foi escoltado até a urna instalada no complexo para votar.

A votação ocorreu na seção 0420 da 18ª Zona Eleitoral. Ronaldo Caiado (PSD) recebeu seis votos, Renan Santos (Missão), quatro, e Augusto Cury (Avante), dois. Houve ainda três votos em branco e três nulos para presidente. Dos 185 eleitores aptos, 162 compareceram e 23 não votaram.

Com informações do UOL

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

PDT também não supera cláusula de barreira e resultado reduz força da esquerda no fundo partidário

Foto: Ricardo Stuckert/PR

O PDT não conseguiu superar a cláusula de barreira nas eleições de 2026, resultado que afeta o acesso da esquerda e da centro-esquerda aos recursos do fundo partidário. Além da legenda, a federação Psol/Rede, o Avante e a federação Solidariedade/PRD também ficaram abaixo dos critérios exigidos.

O PDT ficou distante das duas possibilidades previstas. O partido obteve 1,60% dos votos nacionais para deputado federal, abaixo dos 2,5%, e elegeu seis parlamentares, quando precisaria chegar a 13.

A federação Psol/Rede ficou muito perto de atingir a cláusula. Precisava alcançar 1,5% dos votos para deputado federal em nove estados, mas registrou 1,49% no Espírito Santo, ficando a apenas 185 votos do índice necessário.

Também não passaram pela barreira o Avante e a federação Solidariedade/PRD. O Avante, que tinha acesso ao fundo partidário até este ano, elegeu cinco deputados em três estados. Solidariedade e PRD elegeram sete deputados em seis estados, mas a federação não chegou a 2% dos votos válidos para a Câmara.

Entre as legendas de esquerda e centro-esquerda citadas no levantamento, o PSB conseguiu superar a cláusula, apesar de não ter eleito nenhum governador e ter conquistado três vagas no Senado. A federação formada por PT, PCdoB e PV também atingiu os critérios.

No total, dez partidos ou federações superaram a cláusula de barreira, dois a menos do que em 2022: PL, PT/PCdoB/PV, PP/União, PSD, Republicanos, MDB, Podemos, PSB, Novo e Cidadania/PSDB.

Com informações do Metrópoles

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Lula vence nos nove estados do Nordeste, mas perde força na região em relação a 2022

 

O presidente Lula (PT) venceu o primeiro turno das eleições de 2026 em todos os estados do Nordeste, mantendo a região como seu principal reduto eleitoral no país. O petista recebeu mais de 50% dos votos válidos em todas as unidades nordestinas e chegou a superar a marca de 70% no Piauí. Apesar da liderança, porém, seu desempenho foi inferior ao registrado quatro anos atrás em toda a região.

A queda ocorreu nos nove estados nordestinos. Assim como em 2022, Piauí e Alagoas ficaram nos extremos da votação de Lula: o primeiro registrou o maior percentual, com 70,99%, enquanto o segundo teve o menor, com 54,73%. Mesmo nesses dois estados, o presidente perdeu participação em relação à eleição anterior.

O maior recuo ocorreu no Maranhão, onde Lula perdeu 4,86 pontos percentuais entre as duas eleições. Bahia, Rio Grande do Norte e Piauí também apresentaram quedas superiores a três pontos. Sergipe registrou a menor redução da região.

O desempenho no Nordeste tem peso relevante no resultado da eleição presidencial. A região concentra cerca de 27% do eleitorado brasileiro e fica atrás apenas do Sudeste em número de eleitores.

Mesmo vencendo em todos os estados nordestinos, Lula terminou o primeiro turno atrás de Flávio Bolsonaro (PL) no resultado nacional. Flávio obteve 47,04% dos votos válidos, contra 45,15% do petista. Os dois voltam a se enfrentar no segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Com informações do Terra

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Zenaide agradece 630 mil votos e diz que segue à disposição do RN

Foto: Divulgação

A senadora Zenaide Maia agradeceu, nesta segunda-feira (5), os 630.159 votos recebidos nas eleições deste domingo (4). Em nota, ela afirmou receber o resultado com “humildade” e “gratidão” e destacou sua trajetória como deputada federal e senadora pelo Rio Grande do Norte.

Zenaide também afirmou que seguirá de “cabeça erguida” e com a “certeza do dever cumprido”, além de reafirmar que continuará à disposição do estado. “Sigo à disposição do nosso Rio Grande do Norte, em qualquer lugar onde eu possa ser útil”, declarou.

Leia a nota na íntegra:

Gratidão ao Rio Grande do Norte

Quero começar agradecendo aos 630.159 potiguares que depositaram em mim a sua confiança nas urnas. Cada um desses votos carrega uma história, uma esperança e um voto de fé no nosso trabalho. Eu os recebo com humildade e com o coração cheio de gratidão.

Agradeço ao Rio Grande do Norte, que me elegeu deputada federal e senadora. Foram dois espaços de representação que exerço com muita honra e com o compromisso de sempre, o de defender a saúde pública, as mulheres e o nosso povo, em cada um dos nossos municípios.

Seguirei de cabeça erguida, de consciência tranquila e com a certeza do dever cumprido. Sigo à disposição do nosso Rio Grande do Norte, em qualquer lugar onde eu possa ser útil.

Muito obrigada, de todo o coração.

Zenaide Maia

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Eleições 2026

Flávio vence em 15 Estados no 1º turno; Lula lidera em 12

Foto: Ricardo Stuckert e Vittor Sales

Flávio Bolsonaro (PL) foi o candidato mais votado no primeiro turno da eleição presidencial em 15 das 27 unidades da Federação, enquanto o presidente Lula (PT) terminou à frente nas outras 12.

Flávio liderou em todos os Estados das regiões Sul e Centro-Oeste e também obteve a maior votação em unidades do Sudeste e do Norte. Lula concentrou seu principal desempenho no Nordeste, onde venceu nos nove Estados da região.

O resultado estadual acompanha a vantagem de Flávio na votação nacional do primeiro turno. O candidato do PL recebeu 47,03% dos votos válidos, enquanto Lula registrou 45,16%. Os dois disputarão o segundo turno da eleição presidencial em 25 de outubro.

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Lula perde força em todas as regiões e tem 3,4 milhões de votos a menos que em 2022

O presidente Lula (PT) perdeu votos em todas as regiões do Brasil no primeiro turno das eleições de 2026 na comparação com o desempenho registrado há quatro anos. No total, foram 3.379.966 votos a menos que em 2022, segundo dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

A maior perda em números absolutos ocorreu no Sudeste, onde Lula recebeu 1,8 milhão de votos a menos. No Nordeste, principal reduto eleitoral do petista, também houve recuo, com redução de 258.555 votos.

Percentualmente, a maior queda na participação entre os votos válidos foi registrada no Sul. Lula perdeu 5,5 pontos percentuais em relação ao primeiro turno de 2022. No Centro-Oeste, a redução foi de 5,21 pontos.

No resultado nacional, Lula recebeu 53.879.538 votos no primeiro turno deste ano, equivalentes a 45,16% dos votos válidos. Em 2022, havia conquistado 57.259.504 votos, ou 48,43%.

O movimento foi inverso para Flávio Bolsonaro (PL) na comparação com a votação obtida pelo pai, Jair Bolsonaro, em 2022. Flávio recebeu 56.104.503 votos, 5.032.158 a mais que os 51.072.345 registrados por Jair Bolsonaro há quatro anos.

O crescimento de Flávio ocorreu em todas as regiões. Os maiores avanços em números absolutos foram registrados no Nordeste, com 1.611.579 votos a mais, e no Sudeste, com acréscimo de 1.429.080 votos.

 

Com o resultado do primeiro turno, Flávio terminou com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula. Os dois disputarão o segundo turno da eleição presidencial em 25 de outubro.

Com informações do Poder360

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Geral

Senado terá dois terços dos integrantes favoráveis ao impeachment de ministros do STF em 2027, aponta levantamento

Foto: Gustavo Moreno/STF

O Senado terá, a partir de 2027, 54 dos 81 parlamentares favoráveis ao impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), segundo levantamento do centro de estudos Ranking dos Políticos. O número corresponde a exatamente dois terços de toda a composição da Casa.

Entre os 54 senadores eleitos ou reeleitos neste domingo (4), 37 já se manifestaram favoravelmente ao impeachment de integrantes do Supremo. Estão nesse grupo Domingos Sávio (PL-MG), Reinaldo Azambuja (PL-MS), Marcel Van Hattem (Novo-RS), Guilherme Derrite (PP-SP) e Alessandro Vieira (MDB-SE).

O levantamento também considerou os 27 senadores que ainda têm quatro anos de mandato. Entre eles, seis se posicionaram contra a possibilidade de cassação de ministros do STF, enquanto outros 21 não apresentaram posição pública sobre o tema.

A composição ganha importância diante da discussão sobre o quórum necessário para processos de impeachment no Supremo. Em decisão liminar no fim de 2025, posteriormente revista em parte, o ministro Gilmar Mendes estabeleceu a exigência de dois terços dos 81 senadores para a abertura de processo contra ministros da Corte. A Lei do Impeachment, de 1950, previa maioria simples nessa etapa.

Apesar dos números, o levantamento não significa que existam atualmente 54 votos para afastar um ministro específico. A posição contabilizada pelo Ranking dos Políticos se refere à defesa do instrumento do impeachment, e não necessariamente ao voto pela cassação em um eventual caso concreto.

“Isso não significa, claro, que existam hoje 54 votos para afastar um ministro específico. Uma coisa é defender o instrumento do impeachment, outra é votar pela condenação em um caso concreto. Mas o dado mostra que o tema deixou de ser uma pauta de um grupo minoritário e passou a ter um peso muito maior dentro do Senado”, afirmou Juan Carlos Arruda, diretor-geral do Ranking dos Políticos.

Com informações da CNN Brasil

Comente aqui

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *