Um vídeo feito na sexta (14) por um assessor do presidente dos EUA, Donald Trump, mostra que ele pendurou a sua própria “mugshot”, ou foto da ficha criminal, na entrada do Salão Oval da Casa Branca.
Um vídeo postado na rede social X pelo vice-chefe de gabinete da Casa Branca Dan Scavino mostra uma entrada do Salão Oval com a capa do jornal “New York Post” que estampa a imagem, envolta em uma moldura dourada.
A foto foi tirada em 2023 pela polícia da Geórgia. Ele havia se entegado às autoridades depois de ser acusado de tentar alterar o resultado das eleições presidenciais de 2020. Na ocasião, ele foi solto após o pagamento de uma fiança do equivalente a R$ 1 milhão.
Segundo o xerife do condado de Fulton, Pat Labat, fotografar o réu antes de ele ser liberado sob fiança é um procedimento normal na Geórgia. Nas outras três ocasiões em que Trump havia se apresentado à Justiça, o ex-presidente não precisou tirar o “mugshot”.
Na época, o próprio Trump chegou a compartilhar a foto em sua plataforma de mídia social, Truth Social, com um link para o site de sua campanha eleitoral, onde a fotografia aparece destacada com uma solicitação de doações.
O Salão Oval é o escritório oficial do presidente dos Estados Unidos e um dos principais cômodos da Casa Branca, onde o mandatário costuma despachar, assinar decretos, receber visitas oficiais e até gravar pronunciamentos oficiais à nação.
A postagem de Scavino faz referência ao dia de São Valentim, ou Valentine’s Day, comemorado em 14 de fevereiro, quendo se comemora o dia dos Namorados em diversas partes do mundo.
O colunista Carlos Andreazza afirmou à Band News TV, nesta quarta-feira, que existe uma bancada do governo Lula no Supremo Tribunal Federal (STF).
Andreazza criticou a atuação política de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), em meio ao encontro ocorrido na casa de Alexandre de Moraes com o presidente Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre.
Segundo ele, isso representa um rompimento na ética e da separação de poderes no Brasil.
“Alexandre de Moraes recebendo, em casa, um encontro de natureza política entre o presidente da República e o presidente do Congresso Nacional. Isso precisa ser tratado como um escândalo”, afirma.
A guerra de liminares no Supremo Tribunal Federal (STF) aumentou a pressão sobre o presidente da Corte, Luiz Edson Fachin, para que adote medidas concretas diante da crise envolvendo os ministros André Mendonça, Flávio Dino e Alexandre de Moraes.
Logo após Dino derrubar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal Andrei Rodrigues e do diretor de Inteligência Leandro Almada, ministros procuraram Fachin. Segundo publicação do jornal O Globo, Mendonça classificou a decisão de Dino como “ilegal” e cobrou providências.
Fachin também deve se reunir com Moraes, vice-presidente do STF e um dos protagonistas da crise envolvendo as investigações do Banco Master.
Nos bastidores, ministros avaliam que as decisões de Dino e Mendonça acabaram esvaziando as prerrogativas do presidente da Corte.
Ao reintegrar Andrei, Dino afirmou que Mendonça não deveria ter decidido sobre o afastamento antes de uma manifestação de Fachin ou do plenário.
Em meio à escalada do conflito, Fachin cancelou a sessão plenária do STF prevista para esta quarta-feira (9).
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) aprovou, por unanimidade, o pedido de envio da Força Federal para nove municípios durante as Eleições Gerais deste ano. A decisão foi tomada nesta terça-feira (8) e será encaminhada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que dará a palavra final.
Os municípios incluídos são Serra Negra do Norte, Jardim de Piranhas, Alexandria, Tibau, Boa Saúde, Sítio Novo, Serra Caiada, Ipanguaçu e João Dias.
Segundo o TRE-RN, a solicitação considera informações de juízes eleitorais e dados de inteligência da Polícia Militar e da Justiça Eleitoral. Quatro cidades — Serra Negra do Norte, Jardim de Piranhas, Alexandria e João Dias — já tiveram reforço federal nas eleições de 2024. Caso o TSE autorize, as tropas atuarão em conjunto com as forças de segurança estaduais e federais para reforçar a segurança de eleitores, mesários e demais envolvidos na votação.
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, virou alvo de memes nas redes sociais nesta quarta-feira (9) por causa da demora em se posicionar diante da crise envolvendo ministros da Corte, a Polícia Federal e o caso Banco Master.
Internautas compartilharam montagens no X ironizando a postura de Fachin e cobrando uma reação diante dos conflitos internos do Supremo. Um das imagens faz um trocadilho com a expressão “tomar medidas” enquanto mostra Fachin utilizando trenas no plenário do STF, sem agir em relação à crise na Corte.
O episódio mais recente da crise envolve o afastamento preventivo do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, determinado pelo ministro André Mendonça, relator do caso Master e a recondução de Andrei ao cargo, ordenada pelo ministro Flávio Dino.
Veja mais abaixo:
Fachin foi retratado como o carteiro Jaiminho, em referência ao personagem do seriado “Chaves” que dizia sempre preferir “evitar a fadiga” para justificar a preguiça de realizar seu trabalho.
Imagem: Reprodução
Fachin segura uma boneca que representa a ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que o indicou ao Supremo.
Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução
Imagem: Reprodução
Fachin foi também comparado ao ‘Tio Paulo’, idoso de 68 anos levado pela sobrinha, já morto, para assinar um empréstimo num banco do Rio de Janeiro, em 2024.
Imagem: Reprodução
O Presidente do STF também foi ilustrado como o famoso meme do “Pablo Escobar pensativo” (interpretado por Wagner Moura na série Narcos). O meme original mostra o personagem sozinho em vários cenários, encarando o nada com um olhar perdido, reflexivo e esperando o tempo passar.
O empresário Antonio Carlos Freixo Junior, conhecido como Mineiro, prestou depoimento nesta terça-feira (8) a um juiz auxiliar do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), para confirmar a voluntariedade de sua delação premiada firmada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). Mendonça é o relator do caso Master.
Mineiro é responsável pela Entre Investimentos e segundo sua delação, realizou repasses para o filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Os valores, estimados em US$ 12,3 milhões, foram destinados a um fundo nos Estados Unidos ligado a um advogado do ex-deputado Eduardo Bolsonaro.
Segundo o empresário, ele movimentou cerca de R$ 1,3 bilhão entre 2020 e 2025, a pedido do ex-banqueiro Daniel Vorcaro e de pessoas ligadas a ele. Parte dos valores era convertida em dinheiro vivo e entregue a operadores do esquema.
Mineiro afirmou que os pedidos eram feitos por WhatsApp. Para obter o dinheiro, ele transferia recursos para empresas indicadas pelos operadores, que providenciavam as quantias em espécie. O dinheiro era posteriormente entregue na sede da Entre Investimentos, empresa de Mineiro, em São Paulo.
O empresário relatou ainda que combinava pelo WhatsApp a entrega das malas de dinheiro a Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro. Segundo ele, as entregas ocorriam geralmente no mesmo dia, em estacionamentos e garagens para reduzir o risco de armazenamento.
Como parte da colaboração, Mineiro apresentou à PGR recibos de compra de malas, contratos de mútuo usados para justificar pagamentos, comprovantes de transferências bancárias e uma tabela com valores e datas das operações. A delação ainda não foi homologada por André Mendonça. Não há prazo definido para a decisão.
A Associação Brasileira de Imprensa (ABI) divulgou nesta terça-feira (8) uma nota pública em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No manifesto, a entidade afirma que a posição é “coerente” com sua história e reafirma compromissos com a democracia, o Estado Democrático de Direito, a liberdade de expressão e de imprensa, os direitos humanos e a soberania nacional.
A nota da ABI é assinada pelo presidente Octávio Costa e pela vice-presidente Regina Pimenta.
Sem citar diretamente os adversários de Lula, a ABI criticou candidatos que, segundo a entidade, colocam a democracia em risco e são “coniventes com o golpismo e com golpistas”. Também condenou tentativas de romper a ordem constitucional e de retirar punições de seus autores e cúmplices.
A manifestação ocorre em meio ao acirramento da disputa presidencial. Pesquisa BTG/Nexus (BR-06790/2026) divulgada também nesta terça-feira mostrou Flávio Bolsonaro (PL) com 46% das intenções de voto contra 45% de Lula em um eventual segundo turno.
A ABI finaliza a nota afirmando que Lula se mantém, tanto em sua trajetória política quanto no exercício dos mandatos, “em sintonia com os princípios que defendemos”, independentemente de “qualquer juízo partidário”.
Entidades de diferentes setores da economia cobraram, nesta quarta-feira (9), que o Supremo Tribunal Federal (STF) analise com urgência e em sessão pública os fatos relacionados à crise institucional envolvendo ministros da Corte.
O “Manifesto à Nação Brasileira” reúne mais de 3 mil entidades (veja lista completa aqui), incluindo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), Fiesp e Confederação Nacional do Comércio (CNC), que representam cerca de 90% do PIB brasileiro.
O documento afirma que o país vive uma “crise institucional de extrema gravidade” e cobra transparência e imparcialidade do STF.
“Não há Estado de Direito sem juízes acima de qualquer suspeita. A autoridade de um tribunal não decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que só a imparcialidade, a transparência e a exemplaridade conferem.”
As entidades pedem que o plenário do Supremo examine publicamente os fatos envolvendo a crise entre os ministros Alexandre de Moraes e André Mendonça, especialmente nas investigações sobre o Banco Master e as fraudes no INSS.
A tensão aumentou após Mendonça determinar o afastamento do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e do diretor de Inteligência, Leandro Almada, além de retirar o sigilo de investigação que revelou mensagens entre Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro.
Em outro manifesto, o presidente da CNI, Ricardo Alban, classificou o momento como um “teste de integridade inédito” e defendeu uma reação “vigorosa”, com discussões públicas e transparentes.
Na terça-feira (8), outro grupo, formado por 157 empresários, economistas e personalidades, também cobrou uma investigação “completa, célere e independente” sobre os fatos envolvendo ministros do STF e outras autoridades.
Leia a íntegra:
O Brasil, como é notório, atravessa uma crise institucional de extrema gravidade, e o seu epicentro é, precisamente, a Corte de Justiça a quem a Constituição confiou a última palavra. Não se trata de ruído passageiro.
Não há Estado de Direito sem juízes acima de qualquer suspeita. A autoridade de um tribunal não decorre da toga nem do cargo, mas da legitimidade que só a imparcialidade, a transparência e a exemplaridade conferem. Se a legitimidade é questionada, tudo o mais se torna incerto: a segurança jurídica, a confiança nas instituições e a própria paz social.
O Supremo Tribunal Federal é o guardião da Constituição, mas guardião algum está dispensado de prestar contas. Quem julga a Nação há de submeter-se, com idêntico rigor, ao julgamento do Direito, da Sociedade e da História. A Constituição que a Corte protege é a mesma que lhe impõe julgamentos transparentes, justos e decisões fundamentadas.
A Sociedade Brasileira exige que o Plenário do Supremo examine em sessão pública os fatos, decida com absoluta urgência, sem subterfúgios e sem corporativismo. A resposta que a Nação aguarda não admite prazo!
Cada dia é um dia a mais de descrédito.
O País já venceu crises profundas e delas saiu mais forte, porque, em cada uma, houve quem se recusasse a calar.
Duas crianças foram atropeladas por uma motorista na noite desta terça-feira (8), em Caicó, no Seridó potiguar. As vítimas tem 1 ano e 8 meses e a outra tem 3 anos, Uma câmera de segurança registrou o momento em que o carro passou por cima das vítimas, que brincavam na rua.
As crianças sofreram apenas escoriações leves. Elas foram atendidas no Hospital Regional do Seridó, passaram por exames e foram liberadas. O médico Gabriel Dantas afirmou que as crianças estavam estáveis e sem sinais de lesões graves. “As crianças, graças a Deus, estavam estáveis, todas conscientes, sem muitas queixas, embora a imagem seja bem chocante. O quadro clínico delas era bem favorável”, disse o médico que atendeu as crianças.
Segundo a Polícia Civil, a motorista não possuía CNH, foi presa em flagrante e liberada após pagar fiança de R$ 2 mil. A condutora, que mora na mesma rua das vítimas, vai responder por lesão corporal culposa na direção de veículo automotor.
O Novo, partido do candidato à Presidência Romeu Zema, chamou o ministro do STF Flávio Dino de “terrivelmente soviético” após a decisão que reintegrou Andrei Rodrigues ao comando da Polícia Federal.
“Vivemos agora as consequências de ter um ministro terrivelmente soviético”, publicou a legenda nesta quarta-feira (9), no X. A postagem foi acompanhada de uma foto antiga de Dino à frente de adesivos do PCdoB, partido pelo qual foi eleito governador do Maranhão.
O partido havia sido responsável pelo pedido que levou o ministro André Mendonça a afastar Andrei Rodrigues da PF na terça-feira (8). A decisão foi revertida nesta quarta por Dino.
Ao determinar a reintegração, Dino questionou a legitimidade do Novo para pedir o afastamento, já que o partido não integra o inquérito do Banco Master. O ministro também citou o fato de a legenda ter candidato à Presidência e pediu “moderação, equilíbrio e prudência” no exercício da magistratura durante o processo eleitoral.
O presidente do STF, Edson Fachin, teria sido surpreendido pela decisão do ministro Flávio Dino de reintegrar Andrei Rodrigues ao comando da Polícia Federal. Segundo reportagem do Poder 360, integrantes do governo Lula já articulavam com Dino, desde a noite de terça-feira (8), uma forma de reverter o afastamento determinado por André Mendonça.
A articulação teria ocorrido paralelamente às tratativas conduzidas por Fachin para buscar uma solução para a crise. O presidente do STF havia dado três dias para Mendonça se manifestar sobre o recurso da AGU contra o afastamento de Andrei.
Nesta quarta-feira (9), ao menos quatro ministros questionaram Fachin sobre a decisão de Dino, segundo a reportagem. Na avaliação desses magistrados, o ministro deveria ter remetido o caso à Presidência do STF, já que o recurso da AGU estava sob análise de Fachin.
A decisão também aumenta a pressão sobre Mendonça, cuja relatoria do caso Banco Master é contestada por ministros como Gilmar Mendes, Flávio Dino e Alexandre de Moraes.
Segundo a publicação, Fachin agora enfrenta pressão dos dois grupos do Supremo. Se não reagir à decisão de Dino, poderá ser acusado de favorecer o grupo ligado a Moraes e de enfraquecer a própria autoridade como presidente da Corte.
Edson Fachin seja homem e tome as decisões corretas e justas !!!
O Brasil só tem jeito com JESUS, pois o mal está tomando conta de quase tudo no Brasil.
Agora prostituição é JOB.
É profético.
Mateus 24:12
¹² “E, por se multiplicar a iniquidade, o amor de muitos esfriará”.
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