Brasil

Uma em cada 5 garrafas de uísque ou vodca vendidas no Brasil é falsificada, diz estudo

Foto: Freepik

Um estudo da Euromonitor International, encomendado pela Associação Brasileira de Bebidas Destiladas (ABBD), revelou um dado alarmante: 20% das garrafas de uísque e vodca vendidas no país são falsificadas.

O levantamento também mostrou que 28% de todos os destilados comercializados no Brasil estão ligados a crimes — que vão de sonegação fiscal e contrabando até falsificação e produção sem registro.

Preço atrativo: as versões falsas chegam a ser 35% mais baratas em média. Na internet, a diferença pode chegar a 48% em relação ao produto original.

Risco à saúde: muitas adulterações usam álcool impróprio para consumo, como o metanol, que pode causar graves intoxicações.

Por que cresce tanto? Alta carga tributária, falhas na fiscalização e canais de venda informais e digitais ajudam a manter o crime em alta.

A Associação Brasileira de Combate à Falsificação (ABCF) chegou a levantar a hipótese de que parte do metanol usado nas fraudes venha de distribuidoras ligadas ao PCC, mas o governo de São Paulo nega qualquer elo com a facção criminosa.

Opinião dos leitores

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Política

ALERTA IGNORADO: CGU aponta falhas em contrato de R$ 228 milhões da Saúde

Foto: Divulgação

A Controladoria-Geral da União (CGU) apontou falhas e fragilidades em uma licitação de R$ 228 milhões do Ministério da Saúde para a compra de unidades odontológicas móveis. Segundo o órgão, decisões relevantes foram tomadas sem justificativa técnica adequada e houve risco à competitividade do processo, mesmo após alerta preventivo emitido anteriormente.

De acordo com relatório da CGU, a auditoria analisou o pregão eletrônico nº 90105/2024, conduzido pelo Departamento de Logística em Saúde. A licitação foi homologada em favor da empresa IVG Brasil Ltda, com valor unitário de R$ 379 mil por veículo, totalizando R$ 227,9 milhões.

Segundo os auditores, foram identificadas falhas no planejamento da contratação, especialmente na definição do quantitativo. O número inicial de 360 unidades foi ampliado para 600 sem apresentação de metodologia clara ou memória de cálculo que justificasse a alteração.

A CGU também apontou que exigências previstas no edital podem ter reduzido a competitividade. Entre os pontos citados estão a garantia de 36 meses sem limite de quilometragem, o uso de gerador rebocado a gasolina e a adoção de sistema de ar-condicionado do tipo “motorhome”, sem demonstração técnica comparativa de custo-benefício.

Outro ponto destacado foi a concentração de funções em poucos servidores. Segundo o relatório, um mesmo agente público atuou em diferentes etapas do processo, o que, de acordo com a CGU, pode fragilizar a segregação de funções prevista na legislação.

O órgão informou ainda que havia emitido alerta preventivo em outubro de 2024, com recomendações de ajustes. No entanto, segundo a auditoria, as orientações não foram integralmente atendidas, e a licitação seguiu até a homologação.

Em nota, o Ministério da Saúde informou que a contratação tem como objetivo ampliar o atendimento em áreas remotas e populações vulneráveis. A CGU recomendou reforço na capacitação das equipes, aprimoramento dos estudos técnicos e melhorias nos controles internos.

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Política

RACHA NO STF: investigação sobre Lulinha vira foco de tensão em reunião reservada

Foto: Reprodução

Um encontro reservado entre ministros do STF e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, no início do mês, revelou um clima de tensão interna na Corte relacionado a investigações que citam Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha. Segundo informações da Veja, magistrados teriam manifestado preocupação com a condução das apurações.

De acordo com a publicação, quatro ministros discutiram, de forma reservada, a condução de inquéritos ligados a apurações envolvendo o INSS e o Banco Master, sob relatoria do ministro André Mendonça. Segundo relatos, foram levantadas preocupações sobre possível influência externa na condução dos casos.

As conversas também teriam incluído questionamentos sobre a atuação de integrantes da Polícia Federal em gabinetes do STF. Conforme interlocutores, há avaliação de que essa presença poderia impactar a análise de investigações com repercussão política.

No caso que cita Lulinha, o nome dele surgiu em depoimento no âmbito de apurações relacionadas ao chamado “escândalo do INSS”. Segundo informações do processo, não foram apresentadas provas materiais no momento do relato, e a defesa afirmou que está à disposição das autoridades para prestar esclarecimentos.

Ainda conforme a reportagem, o ministro Flávio Dino anulou medidas de quebra de sigilo aprovadas por comissão parlamentar, sob o entendimento de que não houve fundamentação adequada. O episódio, segundo os relatos, contribuiu para intensificar o clima de desconforto dentro da Corte.

 

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Judiciário

Processo sobre royalties do petróleo está há 13 anos parado no STF sob relatoria de Cármen Lúcia

Foto: Divulgação/STF

Um processo que discute a distribuição dos royalties do petróleo segue há 13 anos sem julgamento definitivo no STF. A ação está sob relatoria da ministra Cármen Lúcia desde 2013 e ainda não foi a julgamento no plenário da Corte, mantendo em vigor as regras anteriores à lei questionada.

O caso envolve a divisão das receitas provenientes da exploração de petróleo e gás natural entre estados produtores e não produtores. A discussão gira em torno de mudanças aprovadas pelo Congresso que alteravam os percentuais de distribuição dos recursos, conforme informações do Metrópoles.

Segundo o andamento processual, uma decisão liminar foi concedida em 2013 suspendendo trechos da lei que redefinia a partilha dos royalties, o que manteve o modelo anterior em vigor até o julgamento final da ação.

Ao longo dos anos, o processo chegou a ser incluído em pautas de julgamento no STF, mas não avançou para uma decisão definitiva, permanecendo em análise sem conclusão. A controvérsia envolve interesses de estados com produção de petróleo, como Rio de Janeiro, Espírito Santo e São Paulo, e unidades da federação que defendem maior participação na divisão das receitas.

Até o momento, não há julgamento final no plenário do STF sobre o tema, o que mantém o impasse federativo e a aplicação das regras anteriores à Lei nº 12.734/2012.

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Judiciário

[VÍDEO] Justiça manda idosas do 8 de janeiro para prisão domiciliar; veja momento da saída

Imagens: Reprodução/Instagram/Alfinetei

A Justiça determinou que idosas condenadas pelos atos de 8 de janeiro deixem o regime fechado e passem a cumprir pena em prisão domiciliar. A medida atinge cerca de 18 mulheres com mais de 60 anos em diferentes estados do país, considerando idade e condições de saúde, segundo informações do Alfinetei.

A decisão mantém as condenações já definidas pelo STF, mas altera o regime de cumprimento da pena, que passa a ser domiciliar com monitoramento eletrônico. As detentas deverão utilizar tornozeleira eletrônica e seguir restrições determinadas pela Justiça, permanecendo sob supervisão das autoridades competentes.

Segundo informações divulgadas por veículos de imprensa, familiares relataram emoção com a saída das idosas das unidades prisionais, após meses de detenção. Imagens que circulam nas redes sociais mostram o momento em que algumas delas deixam a penitenciária, gerando forte repercussão entre apoiadores e internautas.

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Política

[VÍDEO] Zema promete privatizar Petrobras e Banco do Brasil e “passar a faca” em supersalários

Imagens: Reprodução/Instagram/Alfinetei

O pré-candidato à Presidência da República e ex-governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), afirmou em vídeo divulgado nas redes sociais que, se eleito, privatizará a Petrobras e o Banco do Brasil, e promoverá cortes em supersalários e cargos públicos, como parte de um plano de redução do tamanho do Estado e controle de gastos públicos.

Zema defendeu uma agenda econômica mais liberal e criticou o que chamou de “gastos excessivos do governo federal”, afirmando que o país vive um desequilíbrio entre arrecadação e despesas públicas. Segundo ele, o modelo atual gera aumento da dívida pública e impacto direto na economia da população, especialmente no crédito e no custo de vida.

“Vou privatizar a Petrobras, vou privatizar o Banco do Brasil e vou passar a faca em supersalários, mordomias e esquemas que sustentam os intocáveis de Brasília”, afirmou.

Em outro trecho, Zema afirmou que pretende reduzir estatais, cortar cargos comissionados e rever participações do governo em empresas privadas. Ele também criticou o tamanho da máquina pública e defendeu medidas de austeridade para “zerar o custo Brasil”, segundo suas palavras.

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Geral

[VÍDEO] Passageiro morre após complicações de acidente em cruzeiro que parou em Natal

Imagens: Reprodução/Va Certa Natal

O passageiro do cruzeiro internacional socorrido após acidente registrado a bordo do navio Costa Diadema, que atracou no Porto de Natal na madrugada deste domingo (26), não resistiu e faleceu A informação foi confirmada pelo Via Certa Natal. O navio atracou em Natal durante uma parada para atendimento médico de emergência envolvendo duas pessoas, o homem e uma mulher de 80 anos.

 

A vítima, natural das Ilhas Maurício, chegou a receber atendimento médico após o acidente ocorrido dentro da embarcação. Ele foi encaminhado para uma unidade de saúde em Natal, onde permaneceu sob cuidados médicos. No entanto, o quadro clínico se agravou e ele não resistiu.

O caso passou a ser acompanhado pelas autoridades responsáveis, e o corpo foi encaminhado ao Serviço de Verificação de Óbitos (SVO), no Hospital Giselda Trigueiro, para os procedimentos legais.

Segundo informações, os pertences da vítima foram recolhidos e permanecem sob custódia, enquanto se aguarda contato da família, que reside nas Ilhas Maurício, na África Oriental, para as providências relacionadas à liberação e traslado do corpo.

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Geral

Trump diz não ter percebido imediatamente que se tratava de um ataque: ‘Eu queria ver o que estava acontecendo’

Foto: REUTERS/Jonathan Ernst

O presidente americano Donald Trump detalhou os primeiros momentos após o ataque a tiros que sofreu no sábado (25), e declarou que não percebeu imediatamente que se tratava de um ataque contra ele.

Em entrevista à emissora americana CBS News, Trump falou que sua equipe de segurança agiu imediatamente e pediu que ele a primeira-dama, Melania, se abaixassem para se protegerem. No entanto, o presidente disse que não se abaixou imediatamente.

“Eu queria ver o que estava acontecendo e não estava facilitando para [o agente]. Naquele momento, percebemos que talvez [a comoção] fosse por algo ruim, diferente do que seria o barulho normal de um salão que ouvimos o tempo todo”, declarou o presidente americano.

Trump disse que pediu repetidamente que os agentes esperassem para que ele pudesse ver do que se tratava, o que pode ter feito com que sua remoção do salão fosse mais lenta.

O americano também comentou sobre o momento em que ele se abaixa durante sua saída. “Eu comecei a andar e eles falavam: ‘Por favor, se abaixe’. Então eu e a primeira dama nos abaixamos no chão.”

A afirmação foi feita à jornalista Norah O’Donnell, da CBS News. A entrevista será exibida neste domingo (26) no programa 60 minutes.

g1

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Geral

Dino defende penas mais duras para corrupção de juízes, afastamento imediato e tipo penal para quem dificultar investigação

Foto: STF/divulgação

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino voltou a defender neste domingo um endurecimento das regras para punir corrupção no sistema de Justiça, com aumento de penas, afastamento imediato de investigados e perda automática de cargos após condenação definitiva.

As propostas foram apresentadas no artigo “Como punir a corrupção na Justiça?”, publicado hoje no Correio Braziliense. No texto, Dino afirma que os mecanismos atuais de controle e punição “seguem sendo importantes”, mas têm se mostrado insuficientes diante do aumento e da gravidade dos casos.

Entre os pontos destacados está a criação de punições mais severas para crimes como corrupção, peculato, prevaricação e tráfico de influência quando praticados por juízes, promotores, advogados e servidores. Para o ministro, essas condutas exigem tratamento mais rigoroso por atingirem diretamente a credibilidade do sistema responsável por aplicar a lei.

Dino também propõe mudanças nas regras de responsabilização funcional. Pela sugestão, o recebimento de denúncia já levaria ao afastamento imediato do cargo, enquanto a condenação definitiva implicaria perda automática da função, independentemente da pena aplicada.

Outro eixo da proposta é a ampliação da responsabilização por obstrução à Justiça. A ideia é tipificar de forma mais abrangente condutas que impeçam, atrasem ou interfiram no andamento de investigações e processos.

O ministro argumenta que, quando decisões judiciais passam a ter “valor econômico”, a corrupção deixa de atingir interesses individuais e passa a comprometer o interesse público.

“Quando o exercício da jurisdição, um parecer ou um indiciamento, por exemplo, passam a ter valor econômico e é possível utilizar o capital para obter posicionamento num sentido ou em outro, a corrupção elimina o interesse público. É nessa conjuntura que se mostra necessário e urgente se perguntar “Como punir a corrupção na Justiça?” Contudo, mais que se perguntar, é igualmente necessário e urgente buscar saídas que carreguem soluções eficazes”, diz trecho do artigo.

A pressão por mudanças no Judiciário aumentou nos últimos meses, depois de casos que levantaram dúvidas sobre a capacidade do sistema de punir irregularidades com rapidez e clareza. O principal exemplo recente é o caso Master, que começou como um problema no sistema financeiro, mas acabou envolvendo decisões judiciais e ampliando o debate sobre o funcionamento da Justiça.

As investigações sobre suspeitas de fraudes bilionárias trouxeram desgaste para o sistema e reforçaram a percepção, em Brasília, de que processos demorados e decisões divergentes podem gerar insegurança — não só no Judiciário, mas também na economia, ao afetar bancos e a confiança de investidores.

Diante desse cenário, a discussão sobre uma reforma do Judiciário ganhou força. Dino já havia defendido uma reforma estrutural do sistema, incluindo o fim da aposentadoria compulsória como punição e o combate a benefícios considerados excessivos.

Além disso, o próprio Supremo Tribunal Federal (STF) discute a criação de um Código de Conduta para os ministros, proposta defendida pelo presidente da Corte, Edson Fachin. A ideia é estabelecer regras mais claras de atuação e reforçar a confiança nas decisões do tribunal.

O Globo

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Geral

SÉRIE D: América vence o Laguna-RN com gol de estreante no fim do jogo

Imagem: reprodução/YouTube

O América venceu o Laguna-RN pela Série D na tarde deste domingo (26). Em partida realizada no Frasqueirão, o Alvirrubro conseguiu a vitória pelo placar de 1 a 0. O gol foi marcado já nos acréscimos do segundo tempo pelo atacante estreante Matheus Régis, recebendo passe de Josiel.

O resultado deixou o América na segunda colocação do Grupo A8 da competição. O time americano tem os mesmos nove pontos do líder ABC, mas o Mais Querido lidera pelos critérios de desempate.

O América volta a campo contra o Retrô-PE, na Arena Pernambuco, na quarta-feira (29), às 21h30, pela Copa do Nordeste. A equipe alvirrubra tem poucas chances de classificação para a segunda fase. Precisa vencer o seu adversário e torcer para que o Maranhão vença o Ceará e o ABC vença o Ferroviário-CE.

Pela Série D, o próximo compromisso do América é na Arena das Dunas contra o Maguary-PE, no domingo (3), às 16h.

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Geral

Atirador de jantar com Trump escreveu ‘manifesto anticristão’ e com ‘muito ódio no coração’; leia a íntegra

Foto: reprodução

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo (26) que o suspeito de tentar atacar funcionários do governo no jantar da Associação de Correspondentes da Casa Branca, no sábado (25) à noite, tinha um manifesto anticristão e “muito ódio no coração”, mas foi impedido de entrar no salão de baile do hotel onde o evento acontecia.

Trump disse à Fox News que o suspeito era “um cara doente” e que sua família já havia expressado preocupação a respeito dele às autoridades policiais. O suspeito, identificado por um oficial como Cole Tomas Allen, de Torrance, Califórnia, foi preso no local do incidente em Washington, D.C.

Leia abaixo a íntegra do ‘manifesto’ escrito pelo atirador:

“Olá a todos!

“Então, talvez eu tenha surpreendido muita gente hoje. Deixe-me começar pedindo desculpas a todos cuja confiança eu abusei. Peço desculpas aos meus pais por dizer que eu tinha uma entrevista sem especificar que era para ‘Mais Procurados’.

“Peço desculpas aos meus colegas e alunos por dizer que eu tinha uma emergência pessoal (quando alguém ler isso, provavelmente eu realmente PRECISAREI ir ao pronto-socorro, mas dificilmente posso dizer que não foi algo autoinfligido).

“Peço desculpas a todas as pessoas ao lado de quem viajei, a todos os trabalhadores que lidaram com minha bagagem e a todas as outras pessoas não visadas no hotel que coloquei em perigo simplesmente por estarem próximas.

“Peço desculpas a todos que foram abusados e/ou assassinados antes disso, a todos aqueles que sofreram antes que eu pudesse tentar isso, e a todos que ainda possam sofrer depois, independentemente do meu sucesso ou fracasso.

“Não espero perdão, mas se eu pudesse ter visto qualquer outra forma de chegar tão perto, eu a teria escolhido. Mais uma vez, minhas sinceras desculpas.

“Quanto ao motivo de eu ter feito tudo isso:

“Sou cidadão dos Estados Unidos da América.

“O que meus representantes fazem reflete em mim.

“E não estou mais disposto a permitir que um pedófilo, estuprador e traidor manche minhas mãos com seus crimes.

“(Bem, para ser completamente honesto, já não estava disposto há muito tempo, mas esta é a primeira oportunidade real que tive de fazer algo a respeito.)

“Já que estou falando disso, também vou explicar minhas regras previstas de engajamento (provavelmente de uma forma péssima, mas não sou militar, então paciência).

“Funcionários da administração (não incluindo o Sr. Patel): são alvos, priorizados do mais alto cargo ao mais baixo.

“Serviço Secreto: são alvos apenas se necessário, e para serem incapacitados de forma não letal, se possível (ou seja, espero que estejam usando colete à prova de balas, porque tiros no centro do corpo com espingardas causam danos mesmo em quem ‘não deveria’).

“Segurança do hotel: não são alvos, se possível (ou seja, a menos que atirem em mim).

“Polícia do Capitólio: mesma coisa que a segurança do hotel.

“Guarda Nacional: mesma coisa que a segurança do hotel.

“Funcionários do hotel: não são alvos de forma alguma.

“Hóspedes: não são alvos de forma alguma.

“Para minimizar vítimas, também usarei cartuchos de chumbo múltiplo (buckshot) em vez de projéteis únicos (slugs), pois atravessam menos paredes.

“Ainda assim, eu passaria por praticamente qualquer pessoa aqui para chegar aos alvos, se fosse absolutamente necessário (com base na ideia de que a maioria das pessoas ‘escolheu’ participar de um discurso de um pedófilo, estuprador e traidor, sendo, portanto, cúmplice), mas realmente espero que não chegue a esse ponto”.

Opinião dos leitores

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