Foto: George Frey/Reuters
Em documento divulgado na tarde desta sexta (17), a Sociedade Brasileira de Infectologia considera “urgente e necessário” que a hidroxicloroquina “seja abandonada no tratamento de qualquer fase da Covid-19”. Também recomenda que o dinheiro público não seja gasto “em tratamentos que são comprovadamente ineficazes e que podem causar efeitos colaterais” e que as verbas disponíveis sejam aplicadas em equipamentos, em instalações hospitalares e em medicamentos “eficazes e seguros”.
Para a SBI, municípios, estados e Ministério da Saúde devem reavaliar suas orientações de tratamento da doença. As recomendações estão no Informe nº 16 da sociedade, que trata da atualização sobre a hidroxicloroquina no tratamento precoce da Covid-19. O texto cita dois estudos, realizados com pacientes norte-americanos, canadenses e espanhóis, que concluíram pela ineficácia do uso do medicamento.
De acordo com o texto, um dos trabalhos demonstrou que não houve redução na duração dos sintomas ou de hospitalização e mortalidade nem mesmo com os pacientes que receberam o medicamento no primeiro dia após o aparecimento dos sintomas. Além disso, 43% dos tratados com hidroxicloroquina apresentaram efeitos colaterais, principalmente gastrointestinais, como dor abdominal, diarreia e vômitos.

Trecho do documento da SBI que recomenta o abandono da cloroquina no tratamento da Covid-19 | Imagem: reprodução
Já o estudo realizado na Espanha concluiu que não houve redução na carga viral nem melhora da situação clínica no grupo de pacientes que recebeu o medicamento. Como no outro caso, a evolução desses pacientes foi comparada com a dos que receberam apenas placebo (comprimidos sem qualquer efeito farmacológico).
Segundo a SBI, os dois trabalhos, aliados aos publicados anteriormente, confirmam que a hidroxicloroquina não traz benefícios clínicos na prevenção, no tratamento precoce ou em sua administração para pacientes hospitalizados.
Com base nos estudos, a SBI, então, decidiu acompanhar a orientação “que está sendo dada por todas sociedades médicas científicas dos países desenvolvidos e pela Organização Mundial de Saúde (OMS) de que a hidroxicloroquina deve ser abandonada em qualquer fase do tratamento da Covid-19” .
Assinado pelo presidente da SBI, Clóvis Arns da Cunha, o documento foi elaborado por ele e outros nove infectologistas.
Confira AQUI o documento.
CNN Brasil
Sem caráter e covarde. " Não recomendo nada", diz Bolsonaro sobre uso da cloroquina "
E o Gado à murgir, mito, mito. ?????
Quem veste vermelho não toma, vai pro respirador!
Este médico vem se posicionando claramente desdo o início da pandemia no Brasil contra o uso da hidroxicloroquina. Fala no documento em OMS, esquecendo que esta mesma vem a cada dia mais contraditória (use máscara, não use, use)…..façam isolamento (não, em países subdesenvolvidos não dissemos que sim….mas sim….mas não). O estudo que menciona, também no documento, não diz o número de pacientes avaliados. Os efeitos colaterais são de diarréia ? gravíssimo, realmente. O que sei é de pacientes em Natal (médicos pacientes) que nada tomaram e morreram. E, na dúvida, não há nada, nada, contundente para não se tomar. Este homem defendeu Mandetta….precisa dizer mais algo ? Que luta deste senhor….será que está a defender algum medicamento patenteado ? bom investigar.
Nítido posicionamento político. Os médicos que prescrevem a medicação não são loucos e irresponsáveis. David Uip e Roberto Kamilla, dois médicos famosos no Brasil, tomaram e ficaram curados. Além disso, para tomar tem que haver prescrição médica e é facultativo.
Até água mineral de mais, tem efeitos colaterais.
A primeira delas e uma mijada grande.
Então!!
Vamos devagar com o andor, que o santo é de barro.
É muita canalhice.
Uma Associação, com a assinatura de apenas dez pessoas recomenda k fim de utilização de medicamentos.
Sem nenhuma comprovação, se baseiam em três estudos com fundamento básicos. Nem a OMS fez isso.
Avisem isso para os hospitais do Norte do país que reduziram em mais 90% o número de mortes com esses medicamentos.
Avisem isso ao hospital da Unimed em Belém, que distribui 55.000 mil kits, e não teve nenhuma morte.
Eles querem ver o caos