A vacinação contra Covid-19 no Rio Grande do Norte terá três etapas, dividida em três fases. A primeira fase terá como alvo os trabalhadores da saúde, pessoas com 75 anos ou mais, pessoas com 60 anos ou mais que estejam internadas em instituições de longa permanência, população indígena e povos e comunidades tradicionais ribeirinhas. Já na segunda, serão imunizadas as pessoas entre 60 e 74 anos de idade. E, na última fase, estão pessoas que possuem comorbidades (diabetes mellitus; hipertensão; doença pulmonar obstrutiva crônica; doença renal; doenças cardiovasculares e cerebrovasculares; indivíduos transplantados de órgão sólido; anemia falciforme; câncer e obesidade grave).
A Sesap também incluiu professores (do Ensino Básico ao Superior), pessoas privadas de liberdade (incluindo adolescentes e jovens sob medida socioeducativa), funcionários do sistema prisional e demais profissionais das forças de segurança e salvamento. No total, incluindo esses grupos que ficaram fora da primeira etapa, 803.914 pessoas estão no conjunto prioritário do Rio Grande do Norte. Eles serão vacinados nas demais fases, de acordo com o cenário de disponibilidade de vacinas e estratégias de vacinação.
Apesar de apresentar uma data estipulada para o início da vacinação, o calendário do plano elaborado pelo Governo do Rio Grande do Norte está condicionado a dois fatores: a aprovação das vacinas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e a compra das doses pelo Governo Federal para inclusão no Programa Nacional de Imunização (PNI). Segundo o plano nacional, apresentado pelo governo federal, o projeto é negociar 350 milhões de doses para 2021, suficiente para imunizar 175 milhões de brasileiros com duas doses.
Em paralelo, o governo estadual assinou um memorando de entendimento com o Instituto Butantã que sinaliza uma quantidade de doses de interesse para aquisição pelo Rio Grande do Norte, a exemplo de outras unidades federativas. Entretanto, o governo não divulgou quantas doses seriam enviadas.
Segundo a secretária adjunta da Sesap, Maura Sobreira, ainda não há um custo firmado das vacinas para as quais o Rio Grande do Norte sinalizou interesse. “O que há é um entendimento da necessidade de oferta dessas doses. A aquisição por parte do Estado está condicionada à não inserção dessa vacina no PNI”, explicou no dia 18 de dezembro, data em que apresentou o plano estadual de vacinação.

Que danado de ribeirinhos e índios?! Essas pessoas têm que se manter em isolamento, a vacina tem que ir pros profissionais da saúde, idosos e comorbidades.
Por que não incluir na primeira fase as pessoas que tem comorbidades, uma vez que estão mais Suscetíveis a morrer quando INFECTADOS pelo Covid-19. Será que é esse o desejo dos governantes?
Emfim, quem tem comorbidade tera de esperar mais um ano pra sair de casa.
Vai ser a coronavac Doriana? Vamos lá organizar a fila desde logo.
Só falácia dessa governadora e secretário sem projetos e sem rumo. Não passa de uns abilolados.