Foto: José Dias/PR
O ministro da Saúde, Nelson Teich, disse nesta quarta-feira (6) que não é “contra ou a favor” da adoção de bloqueios totais (lockdown), e admitiu que a medida pode ser necessária em algumas situações.
“Vai ter lugar em que o lockdown é necessário, vai ter lugar em que eu vou poder pensar em flexibilização. O que eu preciso é que a gente pare de tratar isso de uma forma radical, até pra que a gente tenha a tranquilidade de poder implementar as medidas em cada lugar do país onde a melhor coisa vai ser feita naquela situação.” – Nelson Teich, ministro da Saúde
Teich voltou a dizer que sua gestão no ministério está “desenhando” cenários, trabalhando para melhorar o recebimento de dados junto aos hospitais e tentando entender o “nível de incerteza” nos dados de óbitos e casos.
O ministro disse que a meta é “flexibilizar o dia a dia das pessoas”, mas que as medidas dependem dos dados sobre a preparação do sistema de saúde e da curva de mortes em cada local.
“Quando a gente fala em isolamento, distanciamento, existem vários níveis. O importante é que não há defesa de isolamento ou não isolamento, você vai ter vários níveis de medidas. Desde as mais simples, como distanciamento pequeno, até o lockdown. Cada local terá sua necessidade. O importante é que a gente vai mapear. Você cria uma matriz, com casos novos, infraestrutura, evolução e vê em que esta região está. Não é ser contra ou a favor, é ver o que é certo. Vai ter lugar com lockdown, vai ter lugar que não terá”, afirmou o ministro.
O ministro disse que não é a favor ou contra o lockdown. “Se você tiver uma situação onde tem alta incidência da doença, infraestrutura baixa, vê a doença crescendo, você vai buscar distanciamento cada vez mais. Este é o extremo da gravidade da situação. É importante que a gente discuta as estratégicas de acordo com a situação de cada lugar, para que não se generalize o lockdown”, disse.
O ministro disse que o “ideal mesmo” seria o Brasil ter capacidade para realizar testagem e monitoramento amplo da sociedade para não ter que adotar “medidas mais radicais do que precisaria”.
G1
BG. RAPAZ , será que se eu chamar essa criatura de bonito é competente , meu comentário passa no filtro ? Kkk
É o que sempre digo, @Renato. Os extremistas são muito apaixonados. A “paixão eh cega e nos cega”!
Lockdown em Natal urgente, muita coisa aberta já.
Excelente profissional, sensato e rsponsável. Quero saber qdo e que o presidente vai ser responsabilizado pelo apocalípse que ele tentar provocar com suas declarações.
Esse Teich ja ta mostrando as asinhas né, ta igual ao Mandetta, se o presidente for inteligents corta logo as asinhas desse comunista tb. Não quer trabalhar de acordo com o presidente é rua, caneta nele capitão. Tamojunto!!!
Os bolsonaropatas estão iguais aos esquerdopatas: cegos, radicais, tendenciosos e defendem o falso mito como os esquerdistas defendem o ladrão. Elegi Bolsonaro com um discurso de que não podíamos ter bandido de estimação. Então, pra ser coerente, não podemos ter um Presidente totalmente despreparado de estimação. Vamos ser coerente. Sem fanatismo, nem radicalismo. O Brasil precisa que nós brasileiros tenhamos menos paixão por quem elegemos, e mais razão pra poder mudar de opinião. Vamos reconhecer que tentamos, mas, infelizmente, o Presidente não é a pessoa pra mudar o país. Fora PT. Fora Bolsonaro. Nosso partido deve ser o Brasil.
Fora Ministro comunista !
Fora Teich!!! Tem que abrir tudo senão a economia vai quebrar!!!
O presidente precisa usar a caneta nesse Teich, esse ministro ta pior q o Mandetta, onde ja se viu, fechar tudo. Tem é que abrir tudo, o meu presidente sai pra todo lugar e segue saudavel, isso é mentira pra tirar meu amado presidente do poder, mas o povo segue contigo meu presidente.
Mito, Mito, Mito eu não aceito o Lula. To com meu mito no que ele me mandar fazer! Mito!!!
Na Bozolandia não será necessário não. De acordo com as orientações do Mito "acho que a gripezinha que não mata ninguém ja esta indo embora, todo mundo tem que ir é trabalhar pois os bozominions tem a cloroquina, isso é so superdimensionamento da mídia. Entao e dai?! Cala a boca e grita amen pro Messias!