Foto: José Cruz/Agência Brasil
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (6) que o Brasil vai “dançar com todo mundo” e seguir “trabalhando com todo mundo”, incluindo os Estados Unidos, independentemente do resultado das eleições presidenciais norte-americanas.
Questionado sobre o tema, Guedes comparou a política internacional a uma “festa” à qual o Brasil chegou atrasado – e, por isso, teria de “dançar” com todos.
“Vamos dançar com todo mundo, porque chegamos atrasados na festa. Também não vamos superestimar o fator político quando ele não é para ser superestimado. A dinâmica de crescimento do Brasil depende de nós”, disse.
“A mudança nos Estados Unidos, eventualmente – e os dados indicam que está próxima de acontecer – não afeta a nossa dinâmica de crescimento. Particularmente com relação aos Estados Unidos, nós estávamos e continuaremos trabalhando com todo mundo, “afirmou.
As declarações foram dadas em um evento de um banco privado, transmitido pela internet. Ainda segundo Paulo Guedes, o Brasil depende de si mesmo para retomar a economia – e não das relações com parceiros comerciais, ou das oscilações no cenário global.
Até as 18h desta sexta, a contagem de votos prosseguia e o vencedor ainda não havia sido definido, embora o cenário indicasse vantagem para o candidato democrata Joe Biden. Aliado de Jair Bolsonaro, o atual presidente e candidato à reeleição Donald Trump pretende questionar uma eventual derrota na Justiça.
Estímulos ao consumo
Durante a apresentação, Guedes afirmou ainda que o Brasil poderá manter alguns dos estímulos dados durante a pandemia para ajudar na retomada do crescimento. O ministro da Economia não citou quais estímulos poderiam ser mantidos.
Segundo Guedes, o desafio atual é garantir que medidas como o auxílio emergencial mantenham o efeito sobre a atividade econômica sem impactar de forma mais permanente a inflação.
“Esse esforço de transformar essa recuperação cíclica em uma onda de investimento para sustentar o nosso investimento é que é o nosso principal desafio. Estamos trabalhando justamente para garantir isso. Estamos trabalhando para impedir que os efeitos sobre a inflação se perpetuem e estamos para garantir que os efeitos sobre a atividade econômica se sustentem”, disse.
G1
Não sei porque tanta polêmica, basta o Brasil fazer a sua parte como vem fazendo, sendo um governo ativo chegando junto aos problemas para resolvê-los , continuar cuidando da infraestrutura e cuidando da economia para não cairmos numa inflação , e vida que segue.
Para o desespero dos esquerdopatas e antipatriotas.
Claro que vai, só que agora vai ter que se esforçar mais um pouquinho neh? Pois a bajulação do presidente não trouxe nenhum ganho real ao Brasil, apenas desconstruiu um trabalho de anos pavimentado pela diplomacia brasileira.
Mas, como diz o ditado, chapéu de prego é marreta!
Santos, só não concordo com você, porque seria dois idiotas falando bosta.
Você viu o comentário de paranhos,?se não conseguiu entender em que deu a diplomacia que você defende, melhor lacrar teu curral de jumentos batizados. Aff
Pelas caridades só não se junte com as ditaduras maduro, sandinistas Nicaráguenses, cubanas, africanas, essas, os petralhas lambendo as botas dos ditadores, promoveram um rombo de bilhões de reais aos cofres do Brasil. Pior que com esses aliados deixamos de gerar milhares de empregos e de dar uma vida melhor pra nossos trabalhadores. Nessas negociações só foram beneficiado a família e mega empresários amigos do rei. O comandante progressista da esquerdalha brasileira.
Cara vc está paranoico, ainda há tempo de buscar tratamento.
Disse tudo !!!
Valeu Paranhos, errar uma vez é até perdoável, permanecer no erro é burrice. Temos é que avança. Esquerdalha é retroceder.