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O vereador Luciano Nascimento (PTB) apresentou um projeto de lei na Câmara Municipal de Natal que proíbe profissionais de saúde de escreverem receitas à mão. A proposta estabelece que médicos, dentistas e demais agentes de saúde sejam obrigados a digitar suas receitas em computadores, para facilitar a compreensão por parte dos pacientes.
Segundo o projeto de lei, a proibição de fazer receita à mão seria aplicada tanto à rede pública quanto à rede privada. Computadores teriam de ser instalados em todos os consultórios de unidades básicas de saúde, hospitais e clínicas da cidade de Natal. O médico também ficaria proibido de escrever abreviações e códigos pouco usuais.
A lei proposta por Luciano Nascimento estabelece, ainda, que todas as receitas médicas devem conter itens obrigatórios, para deixar claro para quem foi expedida a prescrição, qual o medicamento recomendado e seus respectivos tempo de uso e dosagem, entre outras informações.
O vereador justifica que a lei é necessária porque estudos mostram que um a cada quatro pacientes sai do consultório médico sem saber sequer qual medicamento foi prescrito. Ele afirma que a proposição evitaria receitas com “garranchos” e “rabiscos” – referência à caligrafia dos médicos.
“Mas, além de não entenderem o que foi dito durante a consulta, os pacientes sofrem com outro problema: a dificuldade em entender a letra do médico no receituário. Não é à toa que, quando alguém tem a caligrafia ruim, dizem que a pessoa tem ‘letra de médico’. A tarefa, na maioria das vezes, sobra para farmacêuticos e balconistas, que já estão acostumados aos garranchos dos médicos”, enfatiza o vereador.
Luciano Nascimento ressalta que há casso de pacientes que tomaram o medicamento errado, ou a dosagem errada, por não entender corretamente a letra do médico. Ele lembra que já há lei federal estabelecendo que a prescrição médica deve ser clara, mas isso é ignorado por profissionais de saúde.
“O próprio Código de Ética Médica, no artigo 39, também condena a emissão de receitas ilegíveis”, lembra.
98 FM Natal
Na falta de computador, faz em letra de forma. Tem letra, que nem o farmacêutico entende, e aí empurra um remédio diferente. Já morreu gente por causa disso.
Enquanto enganam os otários com estas legislações inócuas a corrupção e impunidade campeiam com força !!!
Que bom . Vamos ter computador e impressora em todo local de atendimento !!’n
Certíssimo! Tem letras que estão mais para hieróglifos do que para qq outra linguagem. Um erro de leitura pode levar a morte, até pq muitos medicamentos tem os nomes muito parecidos, muitas vezes o que diferencia é apenas uma letra. Eu mesmo já peguei receitas que nem eu nem outras pessoas conseguiram ler.
Lei besta mas pior que tá certo mesmo, esses profissionais fazem isso e até hoje nao entendo o porq e é imoral
Lá vem mais uma lei sem futuro que só traz gastos e burocracia pra iniciativa privada. Vão dar nome as praças que eh melhor!
So podia ser um parasita do PTB mesmo pra fazer uma lei idiota como essa. Boa parte da rede privada ja faz isso. Quero ver fazer isso na publica tao sofrida pela falta de investimento dos governos e onde o dinheiro da saude é roubado e desviado por estes politicos imbecis, rede publica de saude onde os medicos atendem sem a MINIMA condicao de trabalho e onde falta ate o basico. Duvido a covisa ir num posto da rede publica com milhoes de exigencias como faz na rede privada.
E tome lei, regulamento, norma…. Kkkkkkkkkkk
É preciso reflexão sobre essa possível futura “LEI”:
– Se o computador ou impressora quebrar o atendimento fica SUSPENSO?
– a doença das pessoas vai esperar o conserto de eventuais quebras desses equipamentos?
– será que essas unidades públicas de saúde (UBS) terão a segurança dos prédios reforçadas para evitar possíveis roubos desses equipamentos?
Fácil legislar
Difícil executar!!!
Agora pronto, esses porras vão esquecer de escrever?? Os médicos vai usar computador e não amputador
Vão trabalhar vereadores, as ruas tão cheias de buracos, não pode chover que os sinais de trânsitos param de funcionar, fiscalizem, cobrem do prefeito bem feitorias para a cidade, vão fiscalizar postos de saúde, escolas, tirem suas nádegas das confortáveis poltronas.
Concordo plenamente com a ideia.
Aprovadissimo.
A única resalva é que os profissionais de Saúde já sabem mas como a lei não obriga o estado e a prefeitura, eles não colocam computadores na rede pública intermediária, embora ja tenha na básica e na terciária(Hospital Universitário). Na privada, poucos insistem, mas a maioria já migrou.
Vamos começar por criar um lei proíba a falta de medicamentos nas unidades de saúde, e depois criar a lei que toda as unidades de saúde do município tem que ter computadores e impressoras funcionando e com material de impressão. Aí caro vereador, o a vossa excelência descobriu a pólvora. E conclusão alguém vai mostrar que já existe a roda.
Kkkkk
Lá vem mais uma inconstitucionalidade, a turma lá da Jundiaí adora
Excelente projeto. Tomara q seja aprovado. Vai melhorar a vida das pessoas.