[VÍDEO] André Mendonça cobra limites do STF e defende “respeito às decisões do Congresso”https://t.co/7yDtaX196X pic.twitter.com/VSyUhhbeyk
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Imagens: Reprodução/Poder360
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Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil
As inscrições para o Enem foram prorrogadas. O prazo, que terminaria nesta sexta-feira (5), foi estendido até o dia 12 de junho. A medida ainda será publicada no Diário Oficial da União.
Os interessados devem se inscrever na página enem.inep.gov.br/participante.
Essa mesma data-limite, 12 de junho, vale para os candidatos que querem pedir tratamento pelo nome social ou que necessitam de atendimento especializado; para estudantes que concluíram o ensino médio em escolas públicas.
Nesse caso, a inscrição é automática, mas é preciso confirmar a participação, escolher a opção de prova de língua estrangeira e indicar, se for o caso, a necessidade de acessibilidade ou o uso de nome social;
Candidatos que tiveram o pedido de isenção da taxa de inscrição aprovado também precisam confirmar a participação no Enem 2026.
As provas acontecem nos dias 8 e 15 de novembro.
Agência Brasil
Foto: Divulgação/Impostômetro
Os contribuintes do Rio Grande do Norte já pagaram R$ 12,75 bilhões em impostos em pouco mais de cinco meses de 2026, segundo dados divulgados pelo Impostômetro.
O painel aponta que, entre 1º de janeiro e 6 de junho, a arrecadação de tributos no estado alcançou R$ 12.749.711.628,32. O valor reúne impostos, taxas e contribuições recolhidos pelos governos federal, estadual e municipal.
A marca bilionária foi atingida antes mesmo da metade do ano e reflete o volume de recursos arrecadados junto a pessoas físicas e empresas potiguares.
Os números são atualizados em tempo real pelo Impostômetro, ferramenta que acompanha a arrecadação tributária com base em dados oficiais das três esferas de governo.
O levantamento não detalha quanto do total arrecadado permanece no estado ou é destinado à União e aos municípios, mas mostra o montante de tributos recolhidos no Rio Grande do Norte ao longo de 2026.
Até a manhã deste sábado (6), o valor já superava R$ 12,7 bilhões, mantendo o ritmo elevado de arrecadação registrado desde o início do ano.
Foto: Divulgação/Impostômetro
O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) registrou que os brasileiros já pagaram R$ 1.775.158.220.004,13 em impostos entre 1º de janeiro e 6 de junho de 2026, o que corresponde a aproximadamente R$ 1,77 trilhão.
O dado reforça o ritmo acelerado da arrecadação tributária no país em poucos meses do ano, em meio a críticas recorrentes sobre a alta carga de impostos.
Apesar dos números expressivos, o debate sobre a qualidade dos serviços públicos volta a ganhar força, com questionamentos sobre a relação entre o volume arrecadado e a entrega de infraestrutura, saúde, educação e segurança à população.
A marca bilionária reacende discussões sobre o sistema tributário brasileiro, frequentemente apontado como complexo e pesado para o contribuinte.
O levantamento é do Impostômetro, ferramenta que contabiliza em tempo real os tributos pagos pelos brasileiros ao longo do ano.
Foto: Reprodução
O diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, criticou a decisão dos Estados Unidos de classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas.
Segundo ele, a medida é um “equívoco grosseiro” e não tem efeito prático sobre a legislação brasileira nem sobre as investigações conduzidas no país, segundo informações da coluna Mirelle Pinheiro, do Metrópoles.
Andrei afirmou que a decisão dos EUA não altera a política de combate ao crime organizado no Brasil. “Não existe nenhuma força executória de uma decisão de outro país capaz de mudar algo dentro do Brasil”, disse.
Ele disse ainda que há diferença técnica entre terrorismo e facções criminosas. “Organizações terroristas têm motivações ideológicas ou religiosas, enquanto facções como PCC e CV atuam principalmente com foco no lucro do narcotráfico”.
Apesar das críticas, Andrei afirmou que a decisão dos EUA pode abrir espaço para ampliar a cooperação internacional.
Ele citou a possibilidade de ações conjuntas para prisão de foragidos brasileiros no exterior, bloqueio de bens usados para lavagem de dinheiro e recuperação de ativos ligados ao crime organizado.
“Se os Estados Unidos querem enfrentar essas facções, podemos colaborar”, afirmou.
O diretor também ressaltou a parceria já existente com agências norte-americanas como o FBI e a DEA. Segundo ele, muitas operações da Polícia Federal dependem dessa troca de informações.
Andrei alertou, porém, que a nova classificação pode gerar entraves burocráticos na cooperação internacional, dependendo de como os EUA vão implementar a medida.
Na prática não é assim.
Foto: Reprodução
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Imagens: Reprodução/Gustavo Carvalho
Foto: Arquivo/Agência Brasil
A Justiça Federal condenou seis pessoas pelos crimes de corrupção ativa e lavagem de dinheiro em um esquema envolvendo contratos firmados entre consórcios de empreiteiras e a Petrobras.
A decisão é da 13ª Vara Federal de Curitiba (PR) em ação movida pelo MPF e os condenados ainda podem recorrer, segundo informações do Diário do Poder.
De acordo com as investigações, o grupo atuou entre 2004 e 2014 em um esquema que fraudava licitações da estatal por meio de um cartel de grandes empreiteiras. Eles combinavam os vencedores dos contratos e pagavam propinas a gestores da Petrobras para garantir a execução das obras.
O caso envolve contratos ligados à Refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP), à Refinaria de Paulínia (Replan), em Paulínia (SP), e à Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar), em Araucária (PR).
Como acusados atuavam
Segundo a investigação, três ex-executivos de uma empresa de engenharia industrial participaram diretamente do direcionamento dos contratos. Outros três condenados atuavam como operadores financeiros responsáveis por movimentar e ocultar recursos ilícitos.
Para esconder a origem do dinheiro, o grupo utilizava contratos fictícios, notas fiscais falsas e empresas de fachada. Os valores eram movimentados por transferências bancárias, saques em dinheiro e operações realizadas no exterior.
As investigações também apontaram prejuízos à Petrobras. Em um dos contratos analisados, relacionado a obras na Revap, o valor final ficou 39,42% acima da estimativa inicial da própria estatal.
A Receita Federal confirmou irregularidades e aplicou uma autuação superior a R$ 107 milhões à empresa envolvida no caso.
Penas
Os três ex-executivos foram condenados por corrupção ativa e lavagem de dinheiro. As penas variam de 12 anos e dois meses a 14 anos e sete meses de prisão, além de multa.
Já os três operadores financeiros receberam penas de sete anos, seis meses e 20 dias de reclusão, em regime inicial semiaberto, também com pagamento de multa.
A sentença ainda extinguiu a punibilidade de outros dois acusados. Segundo a decisão, ambos possuem mais de 70 anos, situação que reduz pela metade os prazos previstos na legislação penal.
Foto: Reprodução
Uma análise publicada pelo jornalista Cláudio Humberto, do Diário do Poder, relembra que Sayid Tenório, apontado na coluna como ativista ligado ao Hamas, foi recebido no Palácio do Planalto durante o atual governo Lula.
Segundo Humberto, o episódio ocorreu quando Alexandre Padilha, hoje ministro da Saúde, ocupava a Secretaria de Relações Institucionais. A coluna também menciona um registro fotográfico de Tenório ao lado da ex-presidente Dilma Rousseff.
No texto, Humberto critica a postura de integrantes da esquerda em relação à classificação de organizações como Hamas, PCC e Comando Vermelho como grupos terroristas.
A análise cita ainda declarações de Lula sobre criminosos e relembra posicionamentos de políticos ligados ao PT, como Randolfe Rodrigues, Lindbergh Farias e Gleisi Hoffmann, em episódios envolvendo atos classificados por eles como terrorismo.
O artigo sustenta que há diferença de tratamento entre a forma como setores da esquerda classificam determinados atos políticos e a maneira como tratam organizações criminosas ou grupos armados internacionais.

Foto: Getty
Donald Trump (Partido Republicano) é o presidente dos Estados Unidos que mais classificou grupos como “organizações terroristas estrangeiras” (FTOs, na sigla em inglês), uma designação do governo norte-americano que impõe restrições legais e financeiras a organizações consideradas ameaças à segurança nacional. Ao somar os 2 mandatos, Trump listou 41 facções como “terroristas”. Barack Obama (Partido Democrata), o 2º colocado no ranking, incluiu, nos 2 mandatos, 28 facções na categoria.
Segundo dados do Departamento de Estado, de 2025 a 2026, Trump fez 29 designações ou emendas na lista. Já no 1º mandato, entre 2017 e 2021, o republicano soma 12 designações. As inclusões mais recentes, de 29 de maio, foram as facções criminosas brasileiras, PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho).
A lista de FTOs foi criada em 1997, durante o governo Bill Clinton (Partido Democrata), como um mecanismo para permitir sanções e restrições contra organizações estrangeiras que ameaçariam a segurança dos Estados Unidos. No início, a relação se concentrou em grupos do Oriente Médio, como Hamas, Hizballah e PKK.
Depois dos ataques de 11 de setembro de 2001, o governo George W. Bush (Partido Republicano) ampliou o uso do instrumento no contexto da chamada “guerra ao terror”, com foco em redes como a Al-Qaeda e, posteriormente, o Estado Islâmico (também referido como ISIS) e suas ramificações. Nos governos seguintes, a lista continuou a crescer e se diversificar. O ex-presidente soma 16 designações.
Obama ampliou principalmente a presença de filiais regionais do Estado Islâmico e da Al-Qaeda na África e no Oriente Médio, acumulando cerca de 28 designações ou emendas durante seus 2 mandatos. Já o governo Joe Biden manteve um ritmo mais limitado de novas inclusões, com cerca de 6 designações: 3 na África, 2 na América do Sul e 1 na Europa.
Poder 360

Foto: Reprodução
O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) aposta em manter a cooperação com os Estados Unidos (EUA) na área de segurança pública após a gestão de Donald Trump decidir classificar o Primeiro Comando da Capital (PCC) e o Comando Vermelho como organizações criminosas.
A medida entrou em vigor nesta sexta-feira (5/6) e altera o “status jurídico” das duas facções criminosas perante a comunidade internacional.
Auxiliares do presidente avaliam que a ação decorre de questões políticas e, por isso, dificilmente serão revertidas no curto prazo. No entanto, o governo acredita que a mudança não deve produzir efeitos imediatos.
O Planalto defende a ampliação da cooperação não só com os EUA, mas com países vizinhos e a União Europeia para fortalecer o combate ao crime organizado. Como parte desse esforço, a Receita Federal deve enviar uma equipe ao país norte-americano até o fim do mês para discutir possibilidades de colaboração com o serviço de Receita dos EUA (IRS, sigla em inglês).
Anteriormente, o órgão já havia fechado um acordo com o U.S. Customs and Border Protection (CBP), agência de fronteiras dos EUA, para integrar ações de combate a crimes como tráfico de armas e entorpecentes.
As medidas se somam a um pacote de ações lançadas pelo governo federal na segurança pública que busca não só blindar o país de ingerências externas, mas melhorar os índices de popularidade do petista.
Com informações de Metrópoles
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