Reprodução/Instagram Flávio Bolsonaro
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) classificou como “oportunista” e “eleitoreira” a medida provisória assinada nesta sexta-feira (25) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que proíbe a atuação de casas de apostas on-line e cassinos virtuais no Brasil. A declaração foi feita em vídeo publicado nas redes sociais.
“Ele é um oportunista. Isso é o governo do PT: ferra com a vida das pessoas e agora, na véspera da eleição, vem com politicagem”, criticou o candidato.
Flávio questionou o timing do anúncio, feito a nove dias do primeiro turno, e alertou que a MP tem efeito imediato, mas precisa passar pelo Congresso, podendo perder a validade em até 120 dias. “Lula cria o problema, vem com a solução fajuta e, ainda por cima, pode deixar de valer logo depois das eleições”, afirmou, apontando que o setor poderá retornar com força caso a medida caduque.
O presidenciável do PL também cobrou responsabilidade do governo federal pela expansão do mercado de apostas e relembrou que a regulamentação do setor ocorreu na gestão atual. “Faltando só nove dias para a eleição, ele anuncia que vai acabar com as bets. Você sabia que foi o Lula que legalizou as bets? Pela ganância, pela prepotência, pela gastança, ele preferiu ferrar as vidas das pessoas para arrecadar”, declarou.
Apesar de prometer que não permitirá o funcionamento de cassinos on-line ou plataformas como o “Tigrinho” caso seja eleito, Flávio Bolsonaro não detalhou em seu pronunciamento quais medidas concretas adotará em relação às apostas esportivas tradicionais.
Com informações do Metrópoles
1/09/2020 às 23:06
Como professora da rede pública, vejo como acertada a decisão do governo estadual em manter a suspensão das aulas presenciais na rede até o final de 2020. Muitas são as discussões sobre os prejuízos dos alunos, além das comparações com o retomada da economia afinal, se bares e shoppings estão funcionando, por que manter as escolas fechadas?
Para qualquer posição em torno do assunto, o qual vem sendo combustível para debates acalorados nos últimos dias, é preciso entender que a pandemia de coronavírus não acabou, além do fato de que a Covid-19 é um enigma para a comunidade científica. Não se sabe ao certo, por exemplo, o porquê de jovens saudáveis chegarem a óbito, enquanto pensava-se que os casos mais graves compreenderiam idosos e aqueles cujas comorbidades agravariam as infecções. Depois de um aparente controle, veículos de imprensa mostram que países em que as aulas presenciais foram retomadas registraram aumento na transmissão, entre eles a Alemanha, motivando mais uma vez o fechamento das escolas. Aqui mesmo, no Brasil, a cidade de Manaus ganhou destaque ao verificar que três em cada dez profissionais da educação tiveram seus testes positivos após o retorno às atividades escolares. Ou seja, o que há, de fato, são incertezas quanto ao comportamento do vírus em todo o mundo.
Entre as justificativas postas por aqueles que defendem o retorno às aulas está uma menor gravidade em caso de contaminação do aluno, devido à faixa etária, desconsiderando a presença, na escola, dos professores, dos demais profissionais da educação, e sem falar nos familiares desses estudantes, muitos deles idosos e pertencentes aos chamados grupos de risco, pessoas essas nas quais a consequência da grave infecção costuma ser fatal.
Embora seja compreensível a preocupação com o tempo perdido pelo aluno, ainda se faz imprescindível considerar as precárias condições encontradas nas escolas públicas, não apenas em nosso estado, mas em todo o país. Muitas vezes, por exemplo, não temos sequer água para garantir a higiene tão fundamental para a prevenção.
Comparar o retorno às aulas com a reabertura do comércio é mais uma amostra do quanto se desconhece sobre o funcionamento de uma escola. A população em geral pode escolher entre dar um volta nas lojas ou ficar em casa. Os funcionários do comércio, por serem adultos, têm consciência sobre a importância das medidas de prevenção, como distanciamento, uso do álcool e de máscaras. Já os alunos, muitas vezes, não obedecem a determinados limites, mesmo que sejam em prol de sua segurança. Pensar que crianças e adolescentes ficarão facilmente afastados, encobertos por máscaras em meio às altas temperaturas em salas lotadas, se não de uma ingenuidade é, no mínimo, irresponsável. Sem contar que a presença do aluno na escola não significa garantia de aprendizado, o que é facilmente comprovado pelo desempenho do Brasil nos exames que avaliam a qualidade da educação.
Finalmente, não podemos esquecer de que esse aluno tem uma uma vida inteira pela frente para aprender, interagir com seus colegas e retornar aos braços de sua família. O mesmo não se pode dizer dos mais de 130 mil que partiram, vítimas da pandemia.
BG ta certo!!
Bastava a desgovernadora Fátima do PT, disponibilizar álcool em gel, máscaras, termômetros e afastar as cadeiras.
Pessoas, educadores pra fazer a fiscalização, é o que mais tem nesses colégios.
A mulher do PT pisou na bola, gosta de um decreto, mas quando é pra fazer funcionar, ela não sabe fazer.
Os alunos de menores que discumpri se, entrega aos país ou conselho tutelar.
Os de maiores, entrega a polícia.
Pronto o ano letivo estava salvo.
Concordo plenamente não com a decisão da governadora e sim de toda equipe técnica, um filho meu jamais voltará a aula sem uma vacina confiável! Dois anos a menos de aula não pagam uma vida.
Está tudo fora da ordem, o ESQUERDISMO que é totalmente ABORTISTA "defendendo a VIDA". Não é só a MENTIRA que tem as pernas curtas, a HIPOCRISIA DA ESQUERDA não é diferente.
E aí BG… vai tecer os mesmos comentários ao prefeito de Natal?
BOLA FORA BG !!!
Meus filhos só voltam em segurança., o que ainda não temos.
Pode lotar ônibus, praia, bares, restaurantes, shoppings, fazer festa em casa, nada disso tem problema. As escolas particulares estão preparadas para voltar a funcionar. Mas as escolas e universidades públicas não podem, ainda não estão preparadas? Outra coisa, esse vírus já era, está passando e os seus números vêm caindo DESDE JULHO. Tem que acabar com essa palhaçada e a vida tem que seguir seu rumo. Criem vergonha e vão trabalhar?
Esse vírus chinês já está por aqui desde o final de 2019 e o RN já vem com esse tal isolamento desde março. Seis meses depois, as escolas públicas do estado ainda não têm condições de voltar às aulas presenciais? Quanta incompetência! Claro que a preguiça e a total aversão ao trabalho também contribuem MUITO para essa apatia e inanição da setor educacional do RN. Parece que estão bastante acostumados a receber os salários sem trabalhar. Já já fazem uma greve pedindo aumento. Falta de compromisso, irresponsabilidade, descaso. Dá prá entender facilmente porque privatizar e diminuir o tamanho do Estado é a real solução. Ou alguém ainda tem dúvidas? E cadê as universidades públicas? É incrível!
Conversa fiada !!! Quem não quer ser governo ??? O Carlos Eduardo deixou a prefeitura por isso!!!! E ela ta certa , meu filho não vai a à escola numa situação dessa !!!!desejo a vida das crianças, as escolas que se adaptem!!! Esse movimento não é de país e sim dos empresários que não tem alunos e sim clientes!!!
A governadora tá correta. Volta as aulas só devem acontecer após a vacina ser liberada. 1 ano se recupera, uma vida não.
Parabéns,BG!!!!!!!
Boa noite BG, só uma perguntinha, seus filhos estudam em colégio público?
Não é por causa de um prato de comida, que se deve colocar em risco vida das pessoas mais necessitados desse país. Há de haver uma solução mais viável, o mundo não vai acabar pq ficou um ano sem aulas PRESENCIAIS!
Agora seja macho e faça o mesmo com o Coronel Alvaro Dias.
Esse senhor chamado BG, deveria ser mais coerente, veja bem diante de uma pandemia altamente como essa como vou mandar meu filho para escola? Se em uma sala de aula não tem como não ter aglomeração. Nesta circunstâncias ele vai se contaminar é por tabela o pai a mãe e avô e avo. Parabéns pela sensatez do governo.
Que matéria esta Senhora lecionava. Ler mal, fala pior. Hoje vi e ouvi um vídeo com a mesma e aprendi a pronunciar a palavra on line….ó laine. Aprendam com a professoras. E palavras no plural não se pronuncia o "S" final. Grata, professora.
Meu caro BG, infelizmente você está perdendo minha admiração. Cuiidado o fanatismo cega.
BG, preocupado com a escola pública. Muita hipocrisia num é dg.
Pergunte p essa louca o q será feito com os estudantes q tem sua refeição na escola . Essa refeição aliviava o custo c alimentação da família
Fátima foi a pior escolha pra governar o RN. Vamos definhar ainda mais até que seu governo chegue ao fim.
Quem nunca trabalhou na vida, e só soube fazer bateria, não tem como fazer um bom governo.
Lamentável!
O RN CONTINUA SEM RUMO, SEM NORTE. FADADO AO CAOS, À MORTE ECONÓMICA.
Esse governo do RN é um desastre total, parabéns BG
Até os testes p vacina recuaram como ter aula com vírus letal desse?
BG, eu não gosto do governo de fatão, mas pense em uma coisa que ela acertou na mosca desta vez, vc tá falando como a culpa fosse dela. tem outro porém os professores iria entrar em greve pq eles não querem trabalhar, os alunos não iria apreender muita coisa não em 3 meses de aula.
Pra sua informação, escolas do estado estão com aulas online por meio de diversas plataformas disponibilizadas pelo estado já tem meses. E caso as aulas retornassem, somente Professores do grupo de risco não poderiam lecionar presencialmente. Caso tenha curiosidade, existe o site da secretaria de educação estadual.
Novidade seria se o blogueiro bolsonarista elogiasse um político do PT.
Fátima fez o correto.
A vida e a saúde transcende Qualquer coisa.
Boa noite.
Como pai e cidadão, devemos nos colocar nos dois lado para analisar.
Realmente o risco para crianças e adolescentes é menor.
No entanto, esses jovens são vetores, com riscos para pessoas com quem convivem (Idosos e pessoas com comorbidades).
Ademais, todos sabemos que o problema do Estado é a fata de estrutura, é praticamente impossível o retorno das Redes Públicas, principalmente Estadual e Municipal.
Inclusive a Governadora e o seu Secretário de Educação emitiram declarações contraditórias, enquanto a chefe disse que não voltava mais esse ano, o Secretário disse que o ano não estava perdido.
Pra não haver prejuízo maior, o Estado poderia pelo menos disponibilizar alternativas aos alunos do ensino médio, facilitando o acesso ao Sistema de Supletivos, como forma de não perder o ano.
É complexo, mas era bom discutir a possibilidade ou outras alternativas.