O candidato a vereador por Guarulhos (SP) Ricardo de Moura, 40 anos, foi baleado durante uma transmissão ao vivo que fazia para seus apoiadores na internet. O disparo partiu de um homem, ainda não identificado, que usava um capuz para cobrir o rosto.
No momento da tentativa de homicídio, Moura gravava o vídeo de campanha ao lado da candidata à Prefeitura de Guarulhos Adriana Afonso e de seu vice, Flammarion Ruiz – todos do Partido Liberal (PL).
As imagens mostram que, enquanto Ricardo segurava o celular e conversava com os apoiadores, é possível ouvir um forte barulho do disparo. Após o som, o candidato cai no chão e é possível ouvir um segundo tiro, além de gritos de dor e pedidos de socorro.
A vítima foi socorrida e encaminhada para hospital nas proximidades. Seu estado de saúde é considerado estável e ele está consciente.
O caso está sob investigação do 9º Distrito Policial de Guarulhos. O criminoso não havia sido identificado até a última atualização desta reportagem.
Metrópoles

Desde quando me entendo de gente, como diria meu avo, que as pessoas andam armadas com armas brancas ou de fogo, se legalizar vão andar armado e se proibir vão andar armado do mesmo jeito, isso é frescura da oposição.
Não coloque BG em imprensado não rapaz . O bibelô da JEQUITI não pode ser incomodado .
BG levante aí um debate e vê com o ministro Fábio essa questão da liberação da posse e do porte de arma de fogo para a população. Se realmente for melhor para a segurança do nosso povo, o governo deve lançar imediatamente o programa Bolsa Pistola ou Auxílio Pistola. Será que vai ficar bom????
Cada cidadão com uma pistola na mão.
Análise da viabilidade de se liberar o porte de armas sob critérios: o que atirou nesse episódio não teria direito ao porte de arma e HOJE, sem liberação, sabia que a chance de ter alguém ali armado seriam mínimas e por isso, com calma e tranquilidade, fez o que fez. Já dentre as inúmeras pessoas que estavam junto ao candidato, muito provavelmente alguém teria condições de ter o porte e estaria em condições de defender a todos, inclusive o candidato. Mesmo que não existisse alguém na condição citada, só a possibilidade já faria o executor temer e pensar muitas vezes antes de tomar a decisão.
Respondendo a pergunta do grande pensador a cima:
Claro que arma não mata, tá cheio de gente aí matando só com a vontade e com a raiva.
ÓBVIO que se o vereador tivesse armado ele não teria sido alvejado.
Você, com essa inteligência toda, deveria estar com sua arma na mão.