Trânsito parado na Avenida Maria Lacerda na altura do Shopping Reis Magos. Obras da Caern. Em determinados trechos, pista seria de irregularidade até para corredores de rally.
O registro em vídeo é do Via Certa Natal na tarde desta quinta-feira(07).
A vice-prefeita de Ribeira (SP), Juliana Maria Teixeira da Costa, está afastada do cargo desde agosto e pode enfrentar consequências mais severas caso seja condenada pelas acusações apresentadas pelo Ministério Público de São Paulo (MP-SP). Uma eventual sentença desfavorável pode resultar na perda definitiva do mandato, na devolução de recursos públicos e até em pena de prisão.
Juliana foi denunciada pelo MP-SP sob suspeita de utilizar verba pública para contratar uma mãe de santo com a finalidade de realizar um ritual de amarração amorosa. A defesa da vice-prefeita não comentou a acusação, segundo reportagem do G1.
Além dela, também foram denunciados Lauro Olegário da Silva Filho, então coordenador municipal de Saúde, e Willian Felipe da Silva, proprietário da empresa W.F. Da Silva Treinamentos, que prestava serviços à prefeitura.
Segundo a denúncia, os três teriam integrado uma associação criminosa entre 2021 e 2024 para fraudar licitações da área da Saúde em Ribeira. O Ministério Público aponta irregularidades em contratos, emissão de notas fiscais falsas e desvio de recursos públicos.
De acordo com a promotoria, Juliana teria desviado R$ 41,2 mil para custear o suposto ritual, com o objetivo de afastar Lauro da esposa e iniciar um relacionamento com ele. O pagamento à mãe de santo teria sido realizado por intermédio da empresa W.F. Da Silva Treinamentos.
Em razão das suspeitas, a Justiça determinou a suspensão dos contratos relacionados aos pregões investigados. A mãe de santo envolvida no caso, conhecida como Mentora Samantha, afirmou ter sofrido prejuízo superior a R$ 300 mil.
“O valor do trabalho ficou R$ 380 mil. Expliquei para ela que era um sacrifício muito forte, que a espiritualidade ia dar ele por inteiro para ela”, declarou.
A deputada federal Carla Dickson (PL-RN) participou, nesta quarta-feira (17), no Congresso Nacional, da solenidade festiva em homenagem aos 122 anos Evangélica Assembleia de Deus no Brasil. O evento reuniu pastores, lideranças evangélicas e parlamentares, para celebrar a trajetória da igreja, reconhecida pelo trabalho de evangelização, assistência social e fortalecimento da fé cristã no país. A celebração faz referência à fundação da Assembleia, em 18 de junho de 1911, em Belém (PA), pelos missionários suecos Daniel Berg e Gunnar Vingren.
Carla Dickson foi a única representante da bancada federal do Rio Grande do Norte presente na solenidade, reforçando sua proximidade com o segmento evangélico e seu compromisso com a defesa da liberdade religiosa e dos valores cristãos.
“Foi uma honra representar meu Estado nesse momento tão significativo para milhões de brasileiros. A Assembleia de Deus tem uma história centenária de evangelização, acolhimento e transformação social, levando esperança às famílias e desenvolvendo um trabalho que ultrapassa os templos e chega nas comunidades em todo o país”, destacou a parlamentar.
A solenidade também prestou homenagem ao pastor-presidente das Assembleias de Deus no Brasil, Wellington da Costa Júnior, em reconhecimento à liderança e à contribuição para o fortalecimento da obra pentecostal no país. O evento marcou a celebração da história, expansão e relevância social da igreja, considerada uma das maiores denominações evangélicas do Brasil e do mundo.
As empresas Rumble e Trump Media, esta última ligada ao presidente americano Donald Trump, pediram à Justiça Federal da Flórida que o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), seja julgado à revelia no processo movido contra ele nos Estados Unidos.
Em petição apresentada nesta quinta-feira (18), as empresas afirmam que Moraes foi citado por meio de um procedimento autorizado pela própria Justiça americana e tinha até o dia 15 de junho para se manifestar. Segundo os autores da ação, o ministro não apresentou resposta, não pediu prorrogação do prazo e tampouco constituiu defesa no processo.
A Rumble e a Trump Media sustentam que tentaram notificar Moraes por meses pelos canais previstos na Convenção da Haia e não obtiveram sucesso.
Diante disso, a Justiça da Flórida autorizou a citação de Moraes por e-mail.
De acordo com a petição, os documentos foram enviados a dois endereços eletrônicos vinculados ao STF, e houve confirmação de entrega em um deles.
Caso a Justiça dos EUA acolha o requerimento, o processo seguirá para uma nova etapa, em que a Rumble e a Trump Media poderão tentar obter uma decisão favorável mesmo sem uma manifestação de Moraes sobre o mérito das acusações.
Em publicação nas redes sociais, o advogado das empresas, Martin De Luca, declarou que a ação poderá definir até que ponto decisões de autoridades estrangeiras podem produzir efeitos sobre plataformas, conteúdos e usuários localizados nos Estados Unidos.
Entenda o caso
Em maio, Moraes foi notificado judicialmente, por e-mail, para responder ao processo movido pela rede social Rumble e pela Trump Media & Technology Group, nos Estados Unidos.
O processo foi aberto em fevereiro no Tribunal Federal da Flórida sob a acusação de que o magistrado brasileiro teria promovido censura ilegal contra discursos políticos de usuários alinhados à direita brasileira, como o influenciador Allan dos Santos.
Segundo as empresas, decisões do ministro obrigando a Rumble a remover contas de figuras brasileiras violariam a Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, que protege a liberdade de expressão.
Os autores da ação também afirmam que Moraes determinou que a plataforma mantivesse representação legal no Brasil para cumprimento de ordens judiciais.
Embora a Trump Media não tenha sido alvo direto das decisões do STF, a empresa argumenta que depende da infraestrutura tecnológica da Rumble para funcionamento da Truth Social.
Como mostrou a CNN Brasil, a AGU (Advocacia-Geral da União) pediu, na segunda-feira (15), que a Justiça dos Estados Unidos suspenda a ação movida contra Moraes.
Para a AGU, as decisões questionadas pelas empresas foram proferidas pelo ministro no exercício de suas funções no Supremo Tribunal Federal e, por isso, estão protegidas pela imunidade de jurisdição, não podendo ser submetidas à análise de um tribunal estrangeiro.
O vereador de Mossoró Cabo Deyvison (PL-RN) informou nesta quinta-feira, 18, que recebeu alta hospitalar depois de ser alvo de um atentado. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar agradeceu as mensagens de apoio recebidas durante o período de internação e afirmou que pretende retomar as atividades em breve.
“Gratidão a Deus por ter me dado mais uma oportunidade de continuar minha missão”, escreveu.
Deyvison também agradeceu aos familiares, amigos, profissionais de saúde e agentes das forças de segurança que atuam na investigação do caso. Segundo ele, a apuração segue avançando.
“As investigações seguem avançando e tenho plena confiança de que a verdade será esclarecida”, afirmou.
O vereador fez ainda uma homenagem ao assessor, que morreu durante o atentado. “Um amigo, um irmão, que perdeu a vida e cuja memória continuará viva entre todos nós”, declarou.
ATENTADO
O atentado ocorreu na noite da última segunda-feira 15, em frente à Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do bairro Alto de São Manoel, em Mossoró. Alyson Dyego filmava uma transmissão ao vivo quando criminosos passaram pelo local em um veículo e efetuaram diversos disparos. Ele foi socorrido, mas não resistiu aos ferimentos.
Já Cabo Deyvison foi atingido nas pernas e encaminhado inicialmente à UPA. Depois, foi transferido para o Hospital Regional Tarcísio Maia, onde passou por cirurgia. De acordo com sua equipe, o estado de saúde é estável.
Durante a manifestação, o vereador agradeceu as mensagens de apoio recebidas e elogiou a atuação dos profissionais de saúde que atenderam as vítimas. Ele destacou os servidores da UPA do Alto de São Manoel, do Hospital Regional Tarcísio Maia e do Hospital da Polícia e afirmou que os profissionais mantiveram o equilíbrio para prestar socorro “naquele cenário horrível de terror”.
A Polícia Civil potiguar informou que o vereador era o alvo do atentado. As investigações apuram se o crime tem relação com denúncias feitas por Deyvison sobre a atuação de facções criminosas na cidade de Mossoró. Depois do ataque, os policiais localizaram o carro suspeito abandonado no bairro Alameda dos Cajueiros.
No local do crime, os investigadores recolheram um carregador de munição calibre 5.56, utilizado em fuzis. O delegado responsável pelo caso, Renato Oliveira, classificou o atentado como “bárbaro” e afirmou que a ação colocou em risco pacientes, acompanhantes e profissionais de saúde que estavam na unidade.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cobrou a instalação de uma CPMI para investigar o Banco Master após a Polícia Federal deflagrar uma operação que teve como alvo o líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA).
“Escândalo envolvendo o PT é como a incompetência do governo Lula: não tem como esconder. CPMI do Banco Master já!”, escreveu Flávio em publicação nas redes sociais.
Durante um evento em São Paulo, o senador também comentou a operação e afirmou que “o PT da Bahia acaba de ser implodido pela Polícia Federal”.
A 9ª fase da Operação Compliance Zero cumpre 18 mandados de busca e apreensão na Bahia, em São Paulo e no Distrito Federal. A investigação apura possíveis crimes de corrupção passiva, corrupção ativa e lavagem de dinheiro.
Além de Jaques Wagner, o empresário Augusto Ferreira Lima, ex-sócio do Banco Master, também é alvo da operação. Segundo decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), há indícios de que o parlamentar possa ter recebido vantagens econômicas indevidas, direta ou indiretamente.
Durante as diligências, a Polícia Federal apreendeu cerca de US$ 49 mil, o equivalente a aproximadamente R$ 248 mil, em um endereço ligado ao senador em Brasília.
A defesa de Augusto Lima negou irregularidades e afirmou que as medidas adotadas pela PF ajudarão a comprovar a legalidade dos fatos investigados. A defesa de Jaques Wagner ainda não havia se manifestado até a última atualização.
O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), disse, nesta quinta-feira (18/6), que sua relação com Daniel Vorcaro é “praticamente zero”. Depois de ter sido alvo de nova fase da operação Compliance Zero, o senador baiano voltou a dizer que esteve com o dono do Banco Master apenas duas vezes e centralizou o contato com Augusto Lima, também alvo da PF.
Mais cedo, o senador foi alvo de mandados de busca e apreensão em Salvador e em Brasília. Durante a operação, os agentes apreenderam US$ 55 mil e 33 mil euros. Segundo a corporação, Jaques Wagner atuou a favor dos interesses do Banco Master no Senado e, em troca, teria recebido propina, incluindo um apartamento de luxo.
“Minha relação com Daniel Vorcaro é praticamente zero. Nunca tive maiores entendimentos com o Daniel. O entendimento foi na venda do Credcesta, o Augusto Lima comprou a rede de supermercados junto com um fundo espanhol. Depois, ele procurou um banco para ter fluxo de caixa e empréstimos. É ali que entra o Banco Máxima e depois o Master”, disse.
O petista disse que esteve com o dono do Master apenas duas vezes, sempre tendo como intermediário Augusto Lima, ex-sócio do Master e quem Jaques se referiu como “Guga”. Em um desses encontros, inclusive, disse que apresentou o ex-ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski, antes dele ir para o Ministério da Justiça.
“Estive com ele duas vezes, na primeira veio se apresentar como sócio do Augusto Lima, e uma segunda vez quando o Augusto me pediu indicação queria elevar o nível do banco e queria uma indicação jurídica”, declarou.
O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) defendeu nesta 5ª feira (18.jun.2026) que o senador Jaques Wagner (PT-BA) deixe a liderança do governo no Senado. A declaração se deu depois de Wagner ser alvo da Polícia Federal na operação Compliance Zero, que investiga suspeitas de fraudes, corrupção e lavagem de dinheiro relacionados ao Banco Master.
Ao Poder360, Correia afirmou que a declaração não indica movimento dos congressistas, mas uma posição individual dele. Em entrevista à BandNews, Jaques Wagner afirmou que falou com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) depois das investigações e que ele não mencionou sua saída do posto. Wagner disse não ter intenção de deixar a liderança.
Segundo Correia, Wagner deve se afastar do posto “para se dedicar à sua defesa, resguardada a presunção de inocência”. “O presidente Lula sempre disse: doa a quem doer, a investigação precisa ser feita até o fim! Com as novas informações reveladas pela Operação Compliance não seria diferente”, escreveu Correia nas redes sociais.
O deputado relacionou as investigações à gestão do ex-presidente do Banco Central Roberto Campos Neto e a aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Essas novas informações não mudam a gênese do escândalo do Banco Master, que é o BOLSOMASTER! Foi Roberto Campos Neto, indicado por Jair Bolsonaro para o Banco Central, que autorizou o Banco Master a funcionar, em 2019”, declarou.
Segundo Correia, o Banco Central recebeu alertas e omitiu-se diante de irregularidades sob a gestão de Campos Neto, o que, segundo ele, permitiu perdas no crédito consignado. O deputado afirmou ainda que o ex-governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), tentou usar o BRB (Banco de Brasília) para socorrer a instituição financeira de Daniel Vorcaro.
O senador Jaques Wagner (PT-BA) anunciou nesta quinta-feira que vai continuar no cargo de líder do governo no Senado até decisão contrária do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O parlamentar disse que Lula falou com ele hoje para prestar solidariedade após o senador ser alvo de operação da Polícia Federal.
Wagner foi alvo de mandados de busca e apreensão que investigam suspeitas de que ele teria recebido dinheiro para favorecer os interesses do banco Master.
– Eu continuo na liderança até que o presidente Lula peça que eu me retire. Não acho que ele vai fazer isso, mas se ele fizer é um direito dele. O cargo de líder do governo é do presidente da República, mas eu falei com ele hoje e ele sequer tocou nesse tema – disse em entrevista à BandNews.
O petista também disse que vai manter a candidatura à reeleição ao Senado.
Mais cedo nesta quinta-feira, Wagner foi alvo de um mandado de busca e apreensão na nona fase da Operação Compliance Zero.
A PF apontou que Jaques Wagner foi o “beneficiário central” de “vantagens econômicas” pagas por integrantes do Banco Master. Entre esses benefícios estão pagamentos de um apartamento de R$ 2,45 milhões em Salvador, o uso de aeronaves ligadas ao Master e o ingresso para o camarote de um show internacional em Los Angeles que teria custado R$ 63,3 mil.
O ponto de conexão de Wagner com o caso Master se dá por meio do ex-sócio do banco, o empresário baiano Augusto Lima, que também foi alvo na Operação de hoje.
A PF identificou uma mensagem em que o petista envia a Lima detalhes sobre um apartamento que ele estaria interessado em adquirir em Salvador. “A unidade é a 1702 e o preço é 2,45 milhões”, escreveu ele. A mensagem é datada de novembro de 2024.
Na entrevista, Wagner disse que não recebeu dinheiro do Master.
– Nunca recebi de dinheiro de ninguém, muito menos do Master e do Augusto Lima
Ele também negou qualquer irregularidade na aquisição do apartamento:
– Sobre o apartamento, na verdade é um apartamento que está em construção. Eu tinha interesse em dar um apartamento, ajudar minha filha a comprar um apartamento desse. Como o Guga, o Augusto Lima, é um investidor, disse a ele: “pode comprar? Depois eu vou recomprar”.
Líder do governo no Senado, Wagner sempre negou ter qualquer relação com as “falcatruas” do Banco Master – como ele mesmo chamou o esquema de fraudes financeiras envolvendo a instituição financeira em fevereiro deste ano.
Em sinais de atuação a favor do Master, a PF citou que o senador do PT também teria feito lobby no governo pela aprovação da compra do Master pelo Bando de Brasília (BRB) e no Senado pela aprovação de outra emenda, conhecida como “emenda Master”, que foi apresentada pelo senador Ciro Nogueira (PI-PP) e propunha aumentar de R$ 250 mil para R$ 1 milhão a cobertura do Fundo Garantidor de Crédito para investimentos em CDBs.
Wagner está na liderança do governo no Senado durante todo o terceiro mandato presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva. Nas gestões petistas passadas ele acumulou funções importantes no governo federal, como os ministérios da Casa Civil, Defesa e Relações Institucionais.
As forças de segurança do Rio Grande do Norte apreenderam um fuzil calibre 5.56 e uma pistola na comunidade da Maísa, em Mossoró, durante diligências relacionadas ao atentado contra o cabo Deyvison.
O calibe do fuzil é o mesmo do citado pelo delegado Renato Oliveira após os trabalhos de perícia realizados no local do crime.
A ação foi realizada de forma integrada após o compartilhamento de informações estratégicas pela Polícia Civil. Com base nos dados levantados, equipes da Polícia Militar seguiram até o local indicado e localizaram as armas que estavam dentro de uma bolsa enterrada.
As armas foram encaminhadas para perícia técnica, enquanto as investigações e buscas continuam na região para esclarecer o caso e identificar possíveis envolvidos.
A prefeita de Parnamirim, Nilda Cruz, participou na quarta-feira (17) de uma agenda institucional em Natal, ao lado da governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, em reunião com o ministro do Turismo, Gustavo Feliciano para apresentação de um conjunto de projetos estratégicos voltados ao fortalecimento do turismo no município.
Durante o encontro, foram discutidas propostas consideradas essenciais para o desenvolvimento econômico e turístico de Parnamirim, com destaque para a modernização da orla de Pirangi, um antigo sonho da população, além de ações voltadas para as praias de Pium e Pirangi.
A gestora também apresentou iniciativas para fortalecimento dos festivais gastronômicos de Pium e Pirangi, que já integram o calendário cultural do município e têm grande potencial de movimentar a economia local, gerar renda e impulsionar o turismo regional. O tradicional Festival do Sabugo também foi pauta da reunião, reforçando sua importância cultural e econômica para a cidade.
De acordo com a gestão municipal, o governo federal sinalizou positivamente para as demandas apresentadas, demonstrando disposição para apoiar projetos considerados estratégicos para o desenvolvimento do turismo potiguar. Algumas ações devem ser contempladas de forma mais imediata, especialmente aquelas relacionadas aos festivais gastronômicos.
Já o projeto de modernização da orla de Pirangi, considerado um antigo anseio da população, deverá ser tratado em articulação com a bancada federal do Rio Grande do Norte, em razão de sua dimensão estruturante e necessidade de planejamento integrado.
“A agenda reforça a importância da parceria entre município, estado e governo federal na construção de políticas públicas voltadas ao turismo, setor estratégico para a geração de emprego, renda e desenvolvimento sustentável em Parnamirim e em todo o Rio Grande do Norte”, destacou a prefeita.
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