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VÍDEO: “É o fim da minha vida, eu já estou com 70 anos. Completamente injusta uma possível prisão”, diz Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que se tornou réu nesta semana no STF (Supremo Tribunal Federal) acusado de liderar uma trama golpista, concedeu uma entrevista à Folha de S. Paulo na sede do PL.

Bolsonaro é acusado de cinco crimes, cujas penas somadas superam 40 anos. Questionado se uma eventual prisão significaria o fim da sua carreira política, disse: “É o fim da minha vida. Eu já estou com 70 anos” e que uma eventual prisão seria “completamente injusta”.

Leia abaixo a entrevista na qual também falou da delação de seu ex-ajudante de ordens, o tenente-coronel Mauro Cid.

A Procuradoria-Geral da República pediu arquivamento da investigação contra o senhor por fraude no cartão de vacina. O Cid disse à PF que o sr. pediu para ele isso. Por que acha que ele falou isso? E o que acha da decisão da PGR?

Eu jamais faria um pedido desse para alguém, me desmoralizaria politicamente, porque sempre fui contra a vacina, que até hoje é experimento [o imunizante foi aprovado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)]. Um delator, para seguir a regra, tem que ser espontâneo, falar a verdade e ter prova. Tanto é que o senhor [procurador-geral da República Paulo] Gonet chegou à conclusão que não tinha indícios mínimos de eu ter mandado falsificar o cartão. Esse pedido de arquivamento, se fosse a Lava Jato, já tinha anulado tudo. Mas como eu não sou tão poderoso assim…

O sr. acha que pode ser uma sinalização para os outros processos, como o das joias?

Mais que uma sinalização, uma luz vermelha contra o processo. Porque você não pode investigar o cartão de vacina, olhar do lado ali e ah, apareceu presentes, apareceu estado de sítio, não pode fazer isso aí. Até porque nunca vi um juiz começar um processo sem ser provocado. Uma vez provocado, ele analisa, se investiga. Por que eu sou diferente dos outros?

O sr. falou que conversou já com auxiliares sobre alternativas, mas não sobre ruptura. Quais foram essas alternativas?

Eu não esperava o resultado [das eleições]. Nós entramos com a petição e, no dia seguinte, o senhor Alexandre Moraes mandou arquivar e nos deu uma multa de R$ 22 milhões. Se a gente recorresse, podia passar para R$ 200 milhões. Se eu não vou recorrer à Justiça Eleitoral, pode ir para onde? Eu conversei com as pessoas, dentro das quatro linhas, que vocês estão cansados de ouvir, o que a gente pode fazer? Daí foi olhado lá, [estado de] sítio, [estado de] defesa, [artigo] 142, intervenção…

Essas foram as possibilidades discutidas na época?

É, não foi decisão. Reuni duas vezes com os comandantes militares, com umas outras pessoas perdidas por ali. Mas nada com muita profundidade, porque quando você perde a eleição, você fica um peixe fora d’água. Metade do seu ministério, você tem que tomar cuidado para conversar com os caras, né? E também eles querem voltar à normalidade da vida deles, você não pode botar pressão em cima deles. E daí, no depoimento do comandante do Exército, ele fala que foi discutida possibilidade de dispositivos constitucionais. Qual o problema? Nenhum. O PGR falou de estado de defesa ou sítio. Primeiro passo é convocar os conselhos da República e da Defesa. Isso não foi convocado, não houve nem cogitação de nada.

Em 7 de setembro de 2021, o sr. chegou a mencionar que chamaria o Conselho da República. Isso já era uma coisa que estava na cabeça do senhor desde 2021?

Eu quero saber quando eu falei isso, não estou lembrado… Mas, se falei, não tem crime nenhum nisso aí.

Por que o sr. discutiu essas alternativas com os militares?

Tem que discutir com várias pessoas. Eu tenho muita confiança nos militares. Não tem problema nenhum conversar. Conversa primeiro com o ministro da Defesa. Depois, na segunda reunião que apareceu os caras lá. Existe algo fundamentado, concretamente, para gente buscar uma alternativa? Chegou à conclusão que, mesmo que tivesse, não vai prosseguir. Então esquece.

Discutir uma alternativa com os militares que fosse para impedir o presidente Lula de assumir o mandato não seria uma tentativa de golpe de Estado?

Golpe não tem Constituição. Um golpe, a história nos mostra, você não resolve em meses. Anos. E, para você dar um golpe, ao arrepio das leis, você tem que buscar como é que está a imprensa, quem vai ser nosso porta-voz, empresarial, núcleos religiosos, Parlamento, fora do Brasil. O “after day”, como é que fica? Então foi descartado logo de cara.

Foi descartado porque o Freire Gomes [então comandante do Exército] não deu apoio a essa iniciativa? 

Não pedi apoio para ninguém. Pergunta para o Freire Gomes se, em algum momento, eu falei golpe. Vai responder que não. Se você quer dar golpe, troca o ministro da Defesa, troca o comandante de Força, bota um pessoal disposto a sair fora das quatro linhas. Mas isso não passou pela cabeça. Você não dá golpe à luz do dia. Você vai criando um fato, uma oportunidade, como o Lula diz, né? Então estão construindo narrativa. Porque, obviamente, a não eleição nossa nos pegou de surpresa. O TSE, é bom você publicar, tomou providências contra Jair Bolsonaro, o candidato.

O sr. se arrepende de não ter reconhecido firmemente o resultado das urnas em 2022?

Não me arrependo. Eu tinha meus questionamentos. Todo candidato faz isso quando ele vislumbra qualquer possibilidade. E eu jamais passaria faixa para ele [Lula] também, mesmo que tivesse dúvidas de nada.

E o sr. se arrepende de ter discutido essas alternativas que o levam hoje a ser julgado pela trama golpista?
É uma história contada por aquela parte da Polícia Federal vinculada ao senhor Alexandre de Moraes. Aqui [Constituição] é a minha Bíblia. Tenho um problema, recorro a isso aqui. Agora, se não se pode falar estado defesa, de sítio, se revoga isso aqui. Pronto. Agora, não pode quando alguém fala sobre esse assunto e outra pessoa tem opinião contrária, passa a ser golpe.

E o sr. apoiaria um projeto de anistia que não o contemplasse?

Olha só, quando começou a tramitar, eu falei não quero saber de anistia envolvendo meu nome. Como é que eu podia imaginar que me colocariam no [processo do] 8 de janeiro, se eu estava lá nos Estados Unidos? Não acharam nada a meu respeito. Olha só, anistia, você tem que fazer, não é para… Quando é individual, chama-se graça.

O sr. teme que, se for efetuada uma prisão, possa ser o fim da sua carreira política?

É o fim da minha vida. Eu já estou com 70 anos.

Como seria uma prisão para o sr.?

Completamente injusta uma possível prisão. Cadê meu crime? Onde eu quebrei alguma coisa? Cadê a prova de um possível golpe? A não ser discutir dispositivos constitucionais que não saíram do âmbito de palavras.

O sr. cogita se juntar ao Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos, pedir asilo político? Já chegou a conversar sobre isso com algum chefe de Estado?

Zero, zero, zero. Eu acho que eu estou com uma cara boa aqui. Tenho 70 anos, me sinto bem. Eu quero o bem do meu país.

É ex-presidente do Brasil. Foi derrotado no segundo turno das eleições de 2022 por Lula (PT) e declarado inelegível pelo TSE até 2030. Antes havia sido deputado federal durante 27 anos. Capitão reformado do Exército, hoje é presidente de honra do PL. Tornou-se réu sob a acusação de liderar trama golpista no final de seu governo.

Folhapress

Opinião dos leitores

  1. O ômi era brabo todo, queria fechar o supremo com um cabo e 2 soldados! Hj está pianinho!

  2. Se fosse ladrão não correria o risco de ser preso…veja o caso da maior quadrilha de ladrões liderada pir Luladrão…bandido defende bandido

  3. “Espero que o mandato dela acabe hoje, infartada ou com câncer, ou de qualquer maneira”.
    Jair Bolsonaro, 2015.
    Que Deus te dê em dobro, Jair..🙏

  4. É só reclamar aos Direitos Humanos e esperar pelas “saidinhas”. Partiu, Papuda 🚓🚓🚓

  5. Lamento muito a oportunidade perdida por Bolsonaro de ter encerrado a carreira política de Lula, por consequência, Lula está fazendo com ele. Bolsonaro foi eleito na efervescência da operação “LAVA JATO” e colheu tributos, quando nomeou Sérgio Moro seu ministro da justiça. Perdeu tudo e comprometeu seu governo, quando matou a lava jato e demitiu Moro.

    1. O indicado dele, SEM MEDO, assume a presidência em 2026, ai o joho vira e o seu partido e toda a corja vao comer palito de dentes.

    2. Infeliz é quem vota em EX-PRESIDIÁRIO, condenado por CORRUPÇÃO, que foi para a cadeia por desviar os recursos públicos, o dinheiro do povo.
      Infeliz é quem vota no atraso, em quem defende um Estado ineficiente, que só retira dinheiro do contribuinte sem dar o devido retorno em serviços públicos.
      Infeliz é quem vota em quem defende manter a população na miséria vivendo de bolsas que sequer matam a fome.

  6. Ôôô veião macho!!
    Tô com o sr, não vir o senhor quebrar nada nem tão pouco roubar os brasileiros.
    Vir o sr fazer um governo totalmente voltado para as pessoas e o nosso País.
    O sr foi o único na historia do Brasil a baixar impostos.
    Vou votar em quem vc mandar votar, mesmo estando preso, confio na vossa força e ná sua honestidade.
    Errar, faz parte do jogo e da vida das pessoas.
    Vez por outra, até o Messias Bolsonaro erra.
    Tmj!!!

  7. Lula era mais velho e enfrentou de cabeça erguida a prisão injusta decretada pelo juiz parcial Sérgio Moro. Agora essa criminoso chorão vem com esse mimimi. Bandido e frouxo!! Prepare-se para a prisão canalha! Na hora de cometer crimes e planejar golpe de estado era jovem.

    1. E por conta de gente que pensa como você que o Brasil está nessa m…, o problema é que você se ferra e leva os outros juntos.
      O Lula não foi condenado só pelo Moro não, recorreu e suas penas foram aumentadas nas estâncias superiores.
      Como pode dar certo tirar
      um corrupto da cadeia e
      colocar na presidência do
      pais?

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Luto

Morre em Natal a jornalista Valéria Araújo, aos 40 anos

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A jornalista Valéria Araújo morreu nesta terça-feira (27), em Natal, aos 40 anos, após enfrentar uma nova fase da luta contra o câncer. Ela completaria 41 anos em 20 de dezembro.

Valéria havia passado por tratamento e conseguido controlar a doença, mas, recentemente, o câncer retornou de forma agressiva. Na carreira, trabalhou com a jornalista e colunista Liege Barbalho, foi assessora de imprensa da vereadora Nina Souza e, mais recentemente, coordenava a comunicação do Conselho Regional de Educação Física da 16ª Região (CREF16/RN).

Ela deixa uma filha adolescente, Eduarda. A notícia comove colegas e amigos que acompanharam sua trajetória profissional e pessoal.

O local e o horário do velório ainda serão divulgados pela família.

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Mundo

Ideólogo do movimento conservador nos EUA defende que Trump pressione o Brasil até que eleição seja anulada

Reprodução

O ex-estrategista da Casa Branca e ideólogo do movimento conservador norte-americano, Steve Bannon, fez declarações contundentes defendendo que o presidente Donald Trump pressione o governo brasileiro até que o resultado das eleições do último domingo seja anulado. Sem apresentar qualquer prova que sustente a acusação de fraude, Bannon afirmou publicamente que o senador Flávio Bolsonaro foi o verdadeiro vencedor do pleito e projetou uma ofensiva de Washington para isolar o que chamou de regime marxista no Brasil.

Em tom inflamado, Bannon declarou que o parlamentar brasileiro assumirá a Presidência e disputará a reeleição em 2030, enquanto o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva terminará na prisão.

Ao ser questionado sobre o recuo do grupo político do senador, Bannon manteve os ataques e utilizou a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal — que determinou a entrega dos passaportes do parlamentar no âmbito de investigações sobre lavagem de dinheiro —, como evidência do acirramento institucional no país.

Com informações de O Antagonista

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Brasil

DEBANDADA: Escritórios recebem mais de 1,3 mil consultas de brasileiros sobre mudança para os EUA após vitória de Lula

Foto: Marco Bello / Reuters

A procura de brasileiros interessados em emigrar legalmente para os Estados Unidos disparou após a reeleição do presidente Lula (PT). Dois escritórios de advocacia da Flórida receberam, juntos, 1.343 consultas somente na segunda-feira (26), dia seguinte ao segundo turno.

A Piquet Law Firm, de Miami, registrou 700 contatos em um único dia. Normalmente, o escritório recebe entre 500 e 600 consultas durante um mês inteiro. Já a Bicalho Legal Consulting, de Orlando, contabilizou 643 avaliações, diante de uma média diária de apenas 20.

Os advogados afirmam que movimentos semelhantes ocorreram depois das eleições de 2014 e 2022, mas nunca com essa intensidade. Entre as justificativas relatadas pelas famílias estão a discordância com o projeto político escolhido nas urnas e a insatisfação com a atuação do Supremo Tribunal Federal.

A maior procura é por vistos destinados a investidores e profissionais altamente qualificados. Um deles é o EB-5, que exige investimento mínimo de US$ 800 mil, cerca de R$ 4,2 milhões. Também aparecem o EB-1A e o EB-2 NIW, voltados a pessoas com habilidades profissionais consideradas extraordinárias ou excepcionais.

Os números representam consultas iniciais e não significam que todos os interessados efetivamente deixarão o Brasil. Dos 700 contatos recebidos pela Piquet, por exemplo, 150 foram considerados potenciais candidatos a vistos.

Com informações da Folha de São Paulo

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Brasil

[VÍDEO] Em festa de aniversário, Lula classifica viagem de Flávio como fuga vergonhosa e nega perseguição da PF


Durante a comemoração do seu aniversário de 81 no Palácio da Alvorada, o presidente Lula aproveitou o discurso para comentar a confirmação do desembarque do parlamentar nos Estados Unidos. O petista classificou a atitude do rival como um ato vergonhoso e afirmou que quem é inocente permanece no país para provar a falsidade das acusações.

Ao relembrar o período em que foi investigado pela Justiça Eleitoral e pela Polícia Federal, o presidente declarou que cumpriu todas as determinações e entregou seus documentos, desafiando a família Bolsonaro a fazer o mesmo em vez de buscar refúgio em solo americano.

O presidente afirmou ainda que a atuação da Polícia Federal ao prever o risco de viagem do parlamentar foi correta, acusando Flávio de falta de compromisso com a verdade e de desrespeito à população.

Com informações do Metrópoles

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Brasil

Governo Lula admite tensão com saída de Flávio Bolsonaro, mas prevê relação pragmática e negócios mantidos com Trump

Andrew Harnik/Getty Images

A confirmação da chegada do senador Flávio Bolsonaro nos os Estados Unidos com o suporte de alas ligadas a Donald Trump gerou desconforto diplomático, mas a avaliação interna no Palácio do Planalto é de que o episódio não impedirá uma relação pragmática entre o governo brasileiro e a Casa Branca. Auxiliares do presidente Luiz Inácio Lula da Silva tratam a situação com cautela e relembram que os Estados Unidos já serviram de abrigo para outras figuras da oposição, como o deputado cassado Eduardo Bolsonaro, sem que isso rompesse os canais oficiais de diálogo institucional entre os dois países.

Apesar do acirramento de narrativas nas redes sociais e do mal-estar criado com as restrições impostas pelo Supremo Tribunal Federal, o entendimento na cúpula do governo é que os interesses estratégicos e comerciais entre Brasil e Estados Unidos estão acima da disputa partidária.

Com informaçoes do Metrópoles

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Brasil

[VÍDEO] Comentarista político Paulo Mathias diz que STF e PF miram em Flávio e ignoram filho de Lula


O apresentador e comentarista político Paulo Mathias fez duras críticas à atuação do Judiciário e da Polícia Federal ao abordar a assimetria no tratamento de investigações no Brasil. Durante análise no canal mathiastv, o jornalista defendeu que o filho do presidente Lula, conhecido como Lulinha, deveria ser alvo das mesmas medidas rigorosas impostas a opositoras como o senador Flávio Bolsonaro, afirmando que já passou da hora de haver um pedido de prisão preventiva contra ele.

Mathias pontuou que o cenário atual demonstra que o cumprimento de regras no país virou refém do resultado das urnas e da vontade individual de ministros do Supremo Tribunal Federal. Segundo o comentarista, o fato de criticar a seletividade e o direcionamento das operações da PF contra a oposição não significa atestar a inocência de Flávio Bolsonaro, mas sim expor que as instituições brasileiras deixaram de atuar com imparcialidade.

Na avaliação do jornalista, a falta de padronização nas investigações faz com que o debate político brasileiro se reduza a uma escolha do “corrupto preferido” por parte da população, enfraquecendo as instituições e o devido processo legal no país.

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Música

Governo dos EUA confirma concessão de vistos para Flávio Bolsonaro e família

montagem/JuriNews

O Departamento de Estado dos Estados Unidos concederá vistos ao senador Flávio Bolsonaro e à sua família, garantindo permissão formal para a entrada do parlamentar no país. A informação foi confirmada por autoridades norte-americanas à imprensa, em meio às apurações da Polícia Federal brasileira e a relatos de veículos internacionais sobre o deslocamento do senador rumo ao território americano após a derrota nas urnas.

A decisão de Washington vem à tona no momento em que a Polícia Federal investiga se o senador deixou o Brasil pela fronteira com a Argentina. Enquanto relatórios de rastreamento e informações da imprensa citam uma aeronave em Puerto Iguazú, autoridades argentinas afirmaram que não há registro formal de entrada do parlamentar no país vizinho.

Com informações do G1

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Brasil

Governador de SP quebra silêncio, reconhece resultado da eleição, mas critica interferências

Foto: Fábio Tito/g1

Após dois dias de silêncio sobre o resultado das urnas, o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), manifestou-se publicamente pela primeira vez sobre a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o aliado do senador Flávio Bolsonaro reconheceu o resultado do pleito, mas fez questão de pontuar que a aceitação do placar final não significa omitir críticas a interferências e excessos cometidos durante a campanha.

Tarcísio destacou o avanço do grupo de oposição nas esferas regionais, lembrando que a direita assumiu o comando de quinze das vinte e sete unidades da Federação, além de ter construído uma bancada robusta no Congresso Nacional. Ao analisar o cenário pós-eleitoral, o governador paulista afirmou que o país permanece profundamente dividido e defendeu que a oposição atue de forma firme e vigilante contra o aparelhamento estatal, cobrando contenção de gastos públicos e redução da carga tributária.

Com informações do UOL

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Brasil

[VÍDEO] Vereadores trocam socos após parlamentar jogar água em colega durante sessão no RS


Uma sessão ordinária da Câmara Municipal de Campos Borges, no norte do Rio Grande do Sul, terminou em agressão física e confusão generalizada na noite de segunda-feira (26). O desentendimento entre os parlamentares Ivo Tiaraju Borba (MDB) e Adriano Nogueira (PDT) começou durante um discurso de cobrança por ética e decoro e escalou para a violência após o lançamento de um copo d’água.

O episódio foi registrado ao vivo pelas câmeras da transmissão oficial do Legislativo municipal. Nas imagens, Borba discursava na tribuna criticando o uso de palavras de baixo calão e cobrando respeito à conduta parlamentar. Nogueira levantou-se e jogou o um copo d’água diretamente no rosto do colega.

A provocação iniciou uma troca de socos e empurrões entre os dois vereadores diante do plenário. Outros parlamentares intervieram para conter o conflito, e a transmissão foi interrompida logo em seguida. A mesa diretora encerrou a sessão e a Câmara emitiu nota oficial classificando os fatos como lamentáveis, informando que medidas regimentais estão em andamento para apurar as condutas e zelar pelo decoro parlamentar. Borba registrou boletim de ocorrência por lesão corporal na Polícia Civil.

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Brasil

Aliados reagem à fuga de Flávio para os EUA e acusam Moraes de usar o STF para sufocar a oposição

Reprodução

A confirmação da fuga do senador Flávio Bolsonaro (PL) para os Estados Unidos, divulgada após o fim do prazo para a entrega de seus passaportes à Polícia Federal, provocou uma onda de reações entre lideranças da direita no Congresso. Parlamentares do PL saíram em defesa de Flávio e acusaram o ministro Alexandre de Moraes de usar o STF para perseguir adversários e enfraquecer a oposição.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o ex-deputado Deltan Dallagnol afirmou que a medida imposta por Moraes tenta transformar Flávio em “refém político”. Segundo ele, a decisão também teria o objetivo de impedir as articulações no Senado pelo impeachment do ministro.

Nikolas Ferreira também reagiu. O deputado questionou as garantias democráticas do país ao afirmar que, se um candidato à Presidência que recebeu cerca de 60 milhões de votos precisa fugir do Brasil, nenhum cidadão que se oponha ao atual sistema estaria seguro. Já o deputado Sóstenes Cavalcante manifestou apoio público e irrestrito a Flávio e à família Bolsonaro.

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