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Vítima de um suposto caso de racismo durante corrida por aplicativo na cidade de Belém, no estado do Pará, o professor de artes Carlos Vera Cruz se posicionou sobre a situação nesta última quarta-feira (4/12).
O assunto repercutiu após as imagens do veículo mostrarem que o educador teria forjado as agressões. Em vídeo publicado no perfil das redes sociais, Carlos alegou que as imagens foram tiradas do contexto e que a “agressão” teria ocorrido antes da câmera iniciar a gravação.
“Quando o motorista começa a gravar ele já tinha feito a agressão a minha pessoa, a agressão, no caso, é o racismo.”, explicou. O professor disse que o conflito começou após perceber que o caminho do GPS ser diferente do trajeto desejado, e solicitou o motorista a ir por outra rota.
Após o pedido, o motorista teria, segundo Carlos, entendido que o educador queria “assaltá-lo ou algo desse jeito”, iniciando a reação vista nos vídeos da câmera de segurança do veículo.
Fonte: Metrópoles

Esse é o esquerdista tradicional. Aquele que segue a cartilha do Lenin.
Lacrador safado e mentiroso, ele está inventando uma história que não bate com o gravado, querendo se tornar vítima. O que um sujeito como esse tem a dar? Típico dos petistas.
Essa história tá mal contada… tem que ser esclarecida…
Conjecturas? Contestação dos atos filmados? Imaginação fértil? Piti? Esse cidadão mala está querendo aparecer e espalhar culpa para os outros. educador não age assim… Péssimo exemplo.
Educador? Imagina os valores morais que esse cidadão transmite para seus alunos.
Quem diria que el* iria usar a “carta do racismo” para se defender da falsa acusação de agressão? O motorista deve ter a gravação na integra, só entregar pra polícia e investigar que ofendeu quem. Pode haver aí até uma situação de Etarismo por parte do professor