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Vídeo: Reprodução/Instagram
Um episódio de violência marcou o feriado de fim de ano em Porto de Galinhas, no litoral de Pernambuco. Os turistas Johnny Andrade Barbosa e Claiton Zanatta, moradores de Cuiabá (MT), afirmam ter sido agredidos por trabalhadores de barracas da praia no último sábado (27), após um desentendimento envolvendo a cobrança de serviços na orla.
Em vídeo, Johnny relatou que o conflito começou quando o valor combinado inicialmente foi alterado de forma repentina, quase dobrando o preço. Ao se recusar a pagar a quantia reajustada, ele diz que foi atacado com uma cadeira, caiu no chão e passou a ser agredido por várias pessoas. “Quando percebi, tinha mais de dez pessoas batendo em mim”, afirmou.
Segundo o casal, Claiton conseguiu escapar e correu em busca de ajuda, acionando um salva-vidas que chamou o Corpo de Bombeiros. Johnny afirma que, durante as agressões, não houve intervenção de outros comerciantes da praia, apesar dos pedidos de socorro. As agressões só cessaram após a chegada do resgate.
Os turistas informaram que já buscaram apoio jurídico e pretendem entrar com ações contra a Prefeitura de Ipojuca e o Governo de Pernambuco. Eles também criticaram a ausência de policiamento e a falta de organização na orla, afirmando que o destino turístico não oferece estrutura adequada para receber visitantes com segurança.
Foto: Reprodução
Em Ponta Negra, A exploração é gritante ! Os órgãos públicos têm que intervir.
As praias do RN estão na mesma situação.
Questione um ambulante e ele não vai chamar a polícia , vai chamar os amigos pra te bater. Eu diria que essa é a realidade do turismo nacional: o amadorismo, falta de regulação e a violência. Proteção zero para o turista.
Conheço, lá na praia quem comanda são as facções, polícia não são liberados para ter acesso.
Porto de Galinhas está dominada por um turismo predatório e por comerciantes inescrupulosos, verdadeiros golpistas que vivem aplicando golpes nos turistas, com a conivência das autoridades locais. Uma vergonha. Uma verdadeira formação de quadrilha.