Foto: José Aldenir / Agora RN
A Polícia Civil do RN emitiu uma nota de esclarecimento sobre o caso ocorrido entre a delegada Karla Viviane e a advogada Luciana Lopes Carvalho ocorrido na quinta-feira, no qual advogada chegou a dar voz de prisão para a delegada alegando abuso de autoridade. Veja a íntegra da nota abaixo:
A Polícia Civil do Rio Grande do Norte esclarece que, na quinta-feira (26), a delegada Karla Viviane, diretora do Departamento de Combate à Corrupção e Lavagem de Dinheiro (DECCOR/LD), recebeu em seu gabinete um pedido protocolado, na quarta-feira (25), pela advogada Luciana Lopes Carvalho, no qual ela solicitava acesso a autos referentes à investigação em andamento.
Na ocasião, a diretora da DECCOR despachou o documento, informando que analisaria o pedido no prazo legal, conduta amparada em lei e no Enunciando 05, da Portaria Normativa nº 001/2020-GDG/PCRN, de 14 de fevereiro de 2020, que estabelece a necessidade de fundamentação por meio de despacho nos autos e ressalta a independência funcional do delegado.
A advogada alegou violação de suas prerrogativas funcionais e suposto crime de abuso de autoridade, afirmando que a delegada estaria presa. Os fatos foram acompanhados por policiais civis e outros advogados que se fizeram presentes ao local.
Por oportuno, a PCRN esclarece que a temática do acesso de advogados a autos de inquéritos policiais é tratada em diversas leis e envolvem divergências sobre os limites da prática da advocacia, bem como a necessidade do sigilo dos autos como meio de garantir a efetividade das investigações policiais. Nessas situações, as decisões da autoridade policial envolvem formalidades que precisam ser respeitadas, demandando a análise detida, em tempo oportuno, dos fundamentos apresentados.
A instituição informa que os fatos serão investigados com a transparência e a isenção sempre adotadas, quando as condutas serão analisadas, apurando-se eventuais transgressões das partes envolvidas.
A polícia arrisca a vida para fazer seu papel de prender o meliante, daí chega um “advogado” encontra um motivo estapafúrdio para defender seu “cliente” e solta o danado!
Como se não bastasse esse tipo de absurdo que acontece CORRIQUEIRAMENTE nas delegacias por exemplo, agora o tal profissão do satanás ainda quer dar voz de prisão a polícia!!!
È prá rir?
Ou chorar,,, de rir???
Lamentavelmente algumas autoridades não têm bons olhos para o exercício da advocacia e por tal motivo procuram criar dificuldades aos advogados que não raro são confundidos com os seus clientes. Muitos policiais entendem que advogados atrapalham deliberadamente i trabalho da polícia. Daí essa antiga rixa. Uma pena.
Agora lascou tudo, é o poste mijando no cachorro. Se todo advogado se achar na autoridade de dar voz de prisão as pessoas, pode alugar galpão para fazer presídio. A advocacia é uma profissão como qualquer outra, não possui poder de polícia, sendo assim qualquer cidadão pode dar voz de prisão a uma autoridade policial!!!
Azedo, a delegada em questão já tem histórico de atuação desfavorável ao cargo que ocupa, segundo informações anteriores postadas nas redes sociais.