O Governo do Estado por meio do Detran/RN encerra as ações educativas de trânsito realizadas durante o mês de fevereiro com uma blitz educativa programada para acontecer neste sábado (27), das 8h às 12h, no posto de Polícia Rodoviária Estadual, situado na comunidade de Pium, no litoral Sul do Rio Grande do Norte. A blitz de conscientização de condutores vai reunir 15 técnicos do setor de Educação de Trânsito do Órgão, que vão priorizar informações sobre os perigos da união álcool e direção.
A intenção do Detran/RN é alertar sobre aspectos da Lei Seca ainda no deslocamento dos motoristas com destino as praias. Nesse sentido, a ideia fazer com que os condutores que consumam bebida alcoólica não tentem conduzir seus veículos na volta para casa, já que blitzen de fiscalização devem ser montadas na volta dos condutores, no intuito de inibir possíveis desobediências ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB), principalmente as relacionadas à Lei Seca.
Os motoristas vão ser informados ainda sobre conceitos preventivos relacionados a evitar acidentes de trânsito e o perigo do uso do celular enquanto dirige, como também sobre a proibição de trafegar na faixa de areia de praia com automóvel não autorizado. Vão ser distribuídos folders informativos com dicas e posturas corretas no trânsito e será efetivada a adesivação de veículos com a logomarca das campanhas educativas do Detran/RN.
Falta só o governo do estado fazer blitz educativa para dizer aos marginais que proibido roubar, furtar, matar, praticar estelionato, etc.
A partir do momento que o estado entrega a carteira de habilitação ao condutor de veículos, este último já fica obrigado a ter ciência, obedecer e cumprir as normas de trânsito e, portanto, o estado já deve aplicar a multa cabível a quem desrespeitar o Código Nacional de Trânsito.
Não fazendo isso, o cidadão fica com a sensação de que o estado patrocina a impunidade no trânsito.
Por outro lado, ninguém vê notícia de que o Detran tenha realizado alguma fiscalização nas auto-escolas, para verificar se o ensino está condizente com as melhores práticas de direção e se a escola possui algum simulador.
Foto: Bruno Peres/Agência Brasil e EFE/EPA/JEENAH MOON / POOL
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, voltou a ser criticado internacionalmente após declarações do conselheiro político do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, Jason Miller.
Em mensagem publicada nas redes sociais, Miller afirmou: “Moraes ficará ótimo com uma tornozeleira eletrônica e em prisão domiciliar”, comentário que rapidamente ganhou repercussão.
A fala veio acompanhada de uma publicação com imagem gerada por Inteligência Artificial (IA), onde o magistrado aparece triste e usando uma tornozeleira.
“Uh-oh, @STF_oficial @Alexandre de Moraes! As paredes estão se fechando!!! Talvez não tenha sido uma ideia tão boa banir o Trump Media e o Rumble no Brasil???”, diz Miller em um trecho da postagem, em referência a decisões judiciais brasileiras envolvendo plataformas digitais.
As declarações de Miller ocorrem após ele divulgar que a Justiça Federal da Flórida autorizou o prosseguimento de uma ação movida pelo Trump Media e pelo Rumble contra Moraes.
As empresas alegam decisões do ministro brasileiro que teriam impactado suas operações e levantam acusações de censura e de “coerção extraterritorial”.
Segundo o contexto, a Justiça americana permitiu que a citação ao ministro fosse feita por e-mail.
Caso não haja resposta dentro do prazo estabelecido, as empresas poderão solicitar uma decisão à revelia — o que, na prática, significa avançar sem a manifestação da parte citada.
Registros públicos apontam atraso na entrega de insulina ao SUS em um dos principais contratos do Ministério da Saúde. Segundo informações divulgadas pela coluna do jornalista Tácio Lorran, do Metrópoles, mais de 1,57 milhão de doses ainda não foram entregues, o equivalente a cerca de 20% do total contratado.
O acordo, firmado em 2025 entre o Ministério da Saúde e a Fundação Ezequiel Dias, prevê fornecimento de pouco mais de 8 milhões de doses de insulina ao SUS, no valor de R$ 142,1 milhões.
A produção é feita pela farmacêutica Biomm em parceria com o laboratório indiano Wockhardt, dentro de uma Parceria para Desenvolvimento Produtivo (PDP).
Diante do atraso, o Ministério da Saúde notificou a Biomm para prestar esclarecimentos. A farmacêutica afirmou que o problema ocorreu por causa de conflitos na região do Golfo e restrições internacionais na cadeia global de fornecimento. Segundo a empresa, restam apenas 3% do volume contratado para entrega.
O Ministério da Saúde declarou que não há desabastecimento de insulina no SUS e afirmou que mantém distribuição regular aos estados. A pasta também destacou contratos emergenciais e acordos internacionais para evitar crise no abastecimento.
O caso ocorre em meio a dificuldades no fornecimento de insulina ao SUS, levando o governo a firmar contratos emergenciais com fornecedores chineses. Segundo o ministério, a parceria com Funed, Biomm e Wockhardt marcou a retomada da produção nacional de insulina após mais de 20 anos.
Fotos: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil – Andressa Anholete/Agência Senado
Após a revelação dos diálogos e negócios de Flávio Bolsonaro com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, muitos anunciaram a morte súbita da candidatura do Zero Um. O conjunto de mentiras, fatos mal explicados e a postura tatibitate do senador diante das revelações alimentaram essas previsões. As últimas pesquisas, especialmente o Datafolha divulgado na sexta, 23, no entanto, mostram que uma análise mais apressada a respeito da derrocada do senador do PL estava contaminada por torcida, especialmente de vozes ligadas ao PT e à campanha de Lula.
O Datafolha mostra que, na simulação do segundo turno, Lula venceria por 47% a 43%. Na comparação com o levantamento anterior, o presidente avançou 2 pontos, enquanto o senador recuou 2. É inegável o arranhão de imagem no Zero Um, mas o estrago parece menor diante da avalanche de notícias negativas que soterrou Flávio nos últimos dias. Segundo o Datafolha, a pancadaria não produziu o nocaute.
Caso não ocorra uma nova escalada relacionada ao escândalo Flávio-Vorcaro, o Zero Um tem chances de administrar o prejuízo. Terá dificuldades para recuperar a confiança com a cúpula do PL, com agentes importantes da Faria Lima e com o eleitorado mais independente. A tentativa de virar a página começou com os posts nas redes mostrando fotos de Lula ao lado da influencer Deolane Bezerra, presa por conexões com o crime organizado. As mensagens aproveitam para vender a plataforma eleitoral da oposição de classificar PCC e outras facções como terroristas, medida que o governo atual critica.
Lula pode comemorar alguns aspectos do recente Datafolha, que mostram uma certa recuperação de fôlego do presidente, além de apontarem para a interrupção do crescimento de Flávio. Por outro lado, como mostra o mesmo levantamento, a rejeição ao presidente continua em patamar muito alto, mesmo em meio à crise de seu principal oponente. A multiplicação de medidas eleitoreiras do governo tampouco produziu até agora um efeito na popularidade do presidente. Claro que a experiência e o carisma de Lula, aliados ao peso da máquina pública, ainda são elementos que podem pesar no resultado final.
O problema para o presidente é que o antipetismo vem se consolidando como um dos fatores que podem definir a vitória. Flávio, mesmo com a imagem arranhada, segue se beneficiando disso. Candidatos de oposição com baixa pontuação nas pesquisas de primeiro turno surgem como alternativas competitivas no segundo turno em confronto direto com Lula. Se não bastasse, os escândalos do Master e do INSS podem produzir estragos no governo. Vorcaro, como se sabe, não fez negócios e distribuiu dinheiro apenas para Flávio Bolsonaro e aliados dele do Centrão. No caso do INSS, a investigação da PF parece avançar de forma consistente na revelação das relações entre o Careca do INSS e Lulinha, o primogênito do presidente, conforme noticiou a mais recente edição da coluna Radar, de VEJA.
Na política brasileira, o tempo de cinco meses para as eleições representa um eternidade. Vence quem errar menos daqui para frente — e quem sobreviver à avalanche de lama que vem por aí.
A renda do trabalhador, por mais que tenha subido após a pandemia, ainda não retomou o patamar anterior à Covid-19, quando se compara a participação dos salários no Produto Interno Bruto (PIB), ou seja, na economia.
É mais um indicador que reflete o baixo entusiasmo dos brasileiros com a queda do número de desocupados, que se deve principalmente à geração de vagas de baixos salários e mascara uma distribuição desigual da alta da renda, que nem sempre representa aumento de poder de compra para algumas faixas de trabalhadores.
Segundo cálculos do economista-chefe da corretora Tullett Prebon Brasil, Fernando Montero, a massa de renda do trabalho representava 34,75% do PIB em dezembro de 2019 e, mesmo com todo o crescimento dos salários desde então, ainda estava em 34,48% em março deste ano, dado mais recente, tomando por base a soma dos ganhos dos trabalhadores captados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, do IBGE.
Já a renda total das famílias, que engloba salários, aposentadorias e benefícios, superou o patamar pré-Covid, chegando a 55,84% frente a 53,74% em 2019.
— Os rendimentos do trabalho quase voltaram ao que eram antes da pandemia em relação ao PIB. É uma volta expressiva, tinham caído muito, mas as ocupações são de baixa remuneração — diz Montero.
O pesquisador do FGV Ibre, Fernando de Holanda Barbosa Filho, em estudo recente, mostrou que a alta de 8,6% no rendimento médio do trabalhador desde 2019, atingindo nível recorde, está mais relacionada à composição do mercado de profissionais, hoje mais escolarizado e mais velho, do que a uma melhoria disseminada entre todos os trabalhadores.
Ou seja, para parte da população, não houve aumento do poder de compra. Em alguns casos, houve até queda.
— Na hora em que se compara o mesmo tipo de pessoa, em 2019 e hoje, o salário ainda não recuperou o nível anterior. A pessoa vai no supermercado e compra menos hoje do que comprava em 2019. Ou precisa gastar mais. Não importa que a taxa de desemprego seja a menor da história se meu padrão de vida não está melhorando — diz Barbosa.
Na conta do pesquisador, que fez o estudo juntamente com Janaína Feijó e Paulo Peruchetti, ao isolar esses efeitos da mudança estrutural do mercado de trabalho, o rendimento do trabalhador caiu 0,4% frente a 2019.
Depoimento: ‘Dinheiro não é suficiente para cobrir tudo’, diz Helder Luiz, eletricitário
“Eu consegui alugar um carro e comecei a rodar no Uber em 2021, com o objetivo de complementar a minha renda familiar. Antes da pandemia, eu trabalhava apenas como CLT e não fazia nenhum trabalho extra. Hoje, mudei de empresa, mas continuo trabalhando de carteira assinada. Sou assistente técnico de uma distribuidora de energia e faço renda extra dirigindo no aplicativo, porque só o salário fixo não é suficiente para arcar com todos os custos da minha casa. Sou casado, tenho quatro filhos, moro de aluguel, e as despesas são muitas.
Minha renda era mais estável antes da pandemia, mas eu não ganhava mais do que ganho hoje. Mesmo trabalhando muito, o dinheiro não é suficiente para cobrir tudo. Depois que comecei a rodar no Uber mais tarde da noite, minha renda aumentou, mas ainda assim não é o bastante para viver com tranquilidade. Os meus maiores gastos são a prestação do carro, essencial para eu conseguir trabalhar no Uber, e o cartão de crédito. Infelizmente, já precisei pegar empréstimos várias vezes para conseguir pagar as dívidas mensais e colocar as contas em dia. Mesmo trabalhando em duas ocupações, ainda é difícil manter o equilíbrio financeiro e dar conta de todas as despesas da família.”
Subutilização agrava mal-estar
João Saboia, professor emérito do Instituto de Economia da UFRJ e especialista em mercado de trabalho, lembra que, apesar do baixo desemprego, há um contingente de ocupados subutilizados, que trabalham menos horas do que gostariam e até desistiram de procurar uma vaga, saindo da força de trabalho.
Ao se somarem aos 6,6 milhões de desempregados, há 16,3 milhões nessa condição desfavorável.
— Há uma parcela no mercado que está mal, ganhando pouco, no desespero, o que fez o endividamento explodir. A melhora nos últimos anos é impressionante, mas não dá conta. E quem está entrando é com salário baixo — diz Saboia.
Ele observa que o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho, que acompanha os registros de criação de postos com carteira assinada, mostrou que, em março, mais de 90% das mais de 200 mil vagas geradas foram de até 1,5 salário mínimo, cerca de R$ 2,4 mil. Para Saboia, isso explica em parte os problemas de avaliação do governo Lula, apesar do desemprego baixo:
— Não é suficiente para garantir bem-estar. Ninguém vive de taxa de desemprego.
A Polícia Civil de São Paulo abriu investigação para apurar a morte do atleta de fisiculturismo Gabriel Ganley, de 22 anos. O jovem foi localizado sem vida neste sábado (23), dentro de um apartamento na zona leste da capital paulista. O caso foi registrado como “morte suspeita”.
Segundo o boletim emitido pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), o corpo do atleta foi encontrado caído no chão da cozinha por um amigo que dividia o espaço.
A testemunha relatou à PM que encontrou Ganley já sem apresentar sinais vitais e acionou imediatamente o socorro médico. Uma equipe do Samu compareceu ao endereço e constatou o óbito no local.
A perícia técnica inicial informou que o corpo e o apartamento não apresentavam marcas aparentes de violência ou arrombamento. Relatos médicos preliminares apontam para a suspeita de um quadro grave de hipoglicemia.
A conclusão da Adutora do Seridó, considerada uma das principais obras de segurança hídrica do interior potiguar, foi adiada para 2027, conforme o novo cronograma confirmado pelo Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR).
Iniciado em 2022, o empreendimento tem investimento previsto de R$ 326,5 milhões e alcançou, até o momento, 51% de execução física. Segundo o governo federal, o cronograma passou por readequação após entraves financeiros e técnicos envolvendo a Codevasf e a empresa responsável pela obra.
Como medida parcial, o ministério prevê entregar o chamado Trecho Norte até o fim do segundo semestre deste ano, com início de testes previsto para agosto, segundo informações da Tribuna do Norte.
A etapa deverá transportar água da Barragem Engenheiro Armando Ribeiro Gonçalves, em Assú, para reforçar o abastecimento em Currais Novos, Acari e Cruzeta.
Situação dos reservatórios no RN
✅ 10 reservatórios seguem em volume morto ou nível crítico, segundo o Igarn ✅ Açude Itans (Caicó): 0,74% da capacidade ✅ Passagem das Traíras: 0,14% da capacidade ✅ Região enfrenta cenário de estiagem
Dados do Instituto de Gestão das Águas do RN (Igarn) mostram que parte dos reservatórios do estado permanece em situação crítica, aumentando a preocupação com o abastecimento hídrico em municípios do Seridó.
A partir deste domingo (24), os moradores da Zona Norte de Natal passam a contar com uma nova linha de ônibus para facilitar a vida. Segundo a STTU, as linhas N-15 e N-64 passam a operar de forma unificada na nova linha N-80 (Soledade/Praia do Meio, via Petrópolis).
De acordo com a STTU, a medida reorganiza a operação e amplia a oferta de viagens entre a Zona Norte, Centro, Alecrim, Cidade Alta, Ribeira e a região da Praia do Meio.
O que muda com a nova linha N-80
✅ N-15 e N-64 viram uma única linha: N-80 ✅ Mais viagens para a Praia do Meio: de 13 para 25 por dia ✅ Ônibus com intervalos médios de 30 minutos ✅ Operação diária das 5h45 às 21h15 ✅ Ampliação do horário de acesso à orla urbana
Segundo a STTU, um dos principais impactos será no atendimento à Praia do Meio. A nova operação aumenta a quantidade de viagens e estende a faixa horária para usuários da Zona Norte.
A operação começará às 5h45, com saída do Terminal de Soledade. Após o encerramento das viagens com destino à Praia do Meio, os demais atendimentos seguirão em direção à Ribeira.
A reorganização também altera pontos de integração do sistema. Conforme a STTU, usuários das antigas linhas terão novas opções de conexão pelo Nordestão de Santa Catarina e pelo Terminal de Soledade.
A proximidade da Copa do Mundo de 2026 deve injetar cerca de R$ 1,1 bilhão na economia do RN. A estimativa é da CDL de Natal, que projeta uma movimentação superior a R$ 300 milhões apenas na capital potiguar, impulsionando os setores de comércio e serviços.
O levantamento realizado pela CNDL e pelo SPC Brasil aponta que o evento deve levar cerca de 1,8 milhão de potiguares às compras, conforme informações da Tribuna do Norte.
Entre os itens mais procurados pela população estão camisas da Seleção Brasileira, artigos de decoração verde e amarela, além de produtos para confraternizações, como carnes e bebidas.
Apesar do otimismo no comércio varejista, as entidades acendem um alerta socioeconômico. A pesquisa revela que 61% dos torcedores que planejam gastar no período possuem dívidas em atraso e, desse total, 70% estão com o nome negativado no SPC.
Outro ponto de preocupação destacado pelos economistas é o forte engajamento em plataformas de apostas online, as chamadas “bets”, que devem atrair 41% dos consumidores.
Especialistas alertam que o uso dessas plataformas para tentar quitar dívidas representa um grave risco de endividamento para as famílias.
O ex-prefeito de Mossoró e pré-candidato ao Governo do RN, Allyson Bezerra (União Brasil), virou alvo de grande polêmica nas redes sociais. As críticas ganharam força após a divulgação de suas recentes agendas políticas pelo interior do estado.
Usuários questionaram o tom “excessivamente performático” adotado por Allyson. As peças publicitárias mostram o pré-candidato em cenas aceleradas, correndo, dançando e utilizando ferramentas de inteligência artificial, o que gerou rótulos de “exagero” e “falta de seriedade”.
Em diversas postagens, internautas chegaram a traçar paralelos caricatos, comparando os gestos teatrais e o uso constante de chapéu de Allyson ao estilo do humorista Tiririca. Outros perfis também associaram as coreografias em atos públicos às táticas digitais do senador Flávio Bolsonaro (PL).
Segundo informações do perfil Mossoró Agora, os críticos alertam que o excesso de encenação pode arranhar a credibilidade necessária para a disputa do governo estadual.
O presidente Lula (PT) subiu o tom e voltou a cobrar publicamente o avanço da PEC da Segurança Pública. A matéria encontra-se travada no Senado desde março sob a condução do presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).
O petista argumentou que a União necessita de maior poder constitucional sobre a área e afirmou que, no modelo atual, os chefes dos executivos estaduais acabam se tornando “reféns” de suas próprias forças policiais.
Lula justificou a necessidade da mudança fazendo uma autocrítica sobre a Assembleia Constituinte de 1988, da qual fez parte. Segundo ele, o texto promulgado limitou o papel do governo federal na segurança, o que, em sua visão atual, “não deu muito certo”.
A aprovação da PEC é tratada pelos bastidores do Palácio do Planalto como um trunfo eleitoral prioritário.
O avanço do texto é apontado pelo governo como condição indispensável para a criação definitiva do Ministério da Segurança Pública, pasta que hoje permanece unificada ao Ministério da Justiça.
Falta só o governo do estado fazer blitz educativa para dizer aos marginais que proibido roubar, furtar, matar, praticar estelionato, etc.
A partir do momento que o estado entrega a carteira de habilitação ao condutor de veículos, este último já fica obrigado a ter ciência, obedecer e cumprir as normas de trânsito e, portanto, o estado já deve aplicar a multa cabível a quem desrespeitar o Código Nacional de Trânsito.
Não fazendo isso, o cidadão fica com a sensação de que o estado patrocina a impunidade no trânsito.
Por outro lado, ninguém vê notícia de que o Detran tenha realizado alguma fiscalização nas auto-escolas, para verificar se o ensino está condizente com as melhores práticas de direção e se a escola possui algum simulador.