A ACIRN (Assoc. Ciclistas do RN) e vários outros grupos de ciclistas que usam a Rota do Sol denunciam vários postes queimados em plena alta estação.
Está perigoso para os ciclistas, motoristas e turistas, pois é grande o risco de assaltos na região.
A ACIRN (Assoc. Ciclistas do RN) e vários outros grupos de ciclistas que usam a Rota do Sol denunciam vários postes queimados em plena alta estação.
Está perigoso para os ciclistas, motoristas e turistas, pois é grande o risco de assaltos na região.
Foto: Reprodução
A mistura de etanol na gasolina vai subir para 32% ainda no primeiro semestre no país, segundo anunciou o governo federal. A medida tem o objetivo de reduzir a dependência externa do combustível e ampliar o uso de biocombustíveis no país.
O anúncio foi feito pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, durante evento no Rio de Janeiro. Atualmente, a proporção de etanol na gasolina é de 30%, e o aumento coloca o Brasil à frente em termos de independência energética.
Dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) mostram que o país importa cerca de 15% da gasolina consumida. Após o início do conflito entre Estados Unidos e Irã, o preço internacional do combustível subiu cerca de 65%, com repasse de aproximadamente 8% nos preços médios dos postos brasileiros.
O ministro também disse que o governo vai investir na produção de diesel, que hoje tem 30% de importação, e em medidas para reduzir a dependência do gás de cozinha (GLP). Silveira afirmou que a estratégia faz parte do esforço do governo federal para diminuir a influência do mercado internacional nos preços dos combustíveis.
Foto: Divulgação/STF
O ministro do STF André Mendonça negou, nesta quarta-feira (8), o pedido da CPI do Crime Organizado do Senado para acessar informações das investigações sobre a morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, conhecido como “sicário” de Daniel Vorcaro. Segundo o ministro, as apurações ainda estão em andamento e, por isso, os dados não podem ser compartilhados neste momento.
De acordo com a decisão, Mendonça respondeu a dois requerimentos aprovados pela comissão que solicitavam o envio de informações sobre a morte de Mourão dentro da prisão e também documentos relacionados ao chamado caso Master, que está sob investigação.
Na manifestação enviada à CPI, o ministro afirmou que ainda existem diligências pendentes nas investigações. Segundo ele, enquanto as apurações não forem concluídas, não é possível liberar os elementos informativos solicitados pelos parlamentares.
Mendonça também indicou que o pedido poderá ser reavaliado futuramente, após o encerramento das medidas investigativas em curso. No entanto, segundo o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, a CPI do Crime Organizado deve encerrar os trabalhos na próxima terça-feira (14) e não deverá ter o prazo prorrogado.
Foto: Reprodução
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O Banco Master declarou à Receita Federal pagamentos de ao menos R$ 41,7 milhões a escritórios ligados a políticos e ex-autoridades em 2025. As informações constam em documentação apresentada pelo próprio banco e foram reveladas pelo jornal O Globo.
Segundo a publicação, entre os beneficiários está o escritório do ex-presidente Michel Temer, que recebeu R$ 10 milhões por serviços prestados no ano passado. Em entrevista ao programa Roda Viva, da TV Cultura, Temer afirmou que foi contratado para emitir pareceres e atuar em mediações durante negociações envolvendo a tentativa de venda do Banco Master ao BRB.
De acordo com o documento citado por O Globo, o ex-ministro da Fazenda Guido Mantega recebeu R$ 8 milhões em 2025 por meio de uma empresa de consultoria. O ex-presidente do Banco Central Henrique Meirelles também teria recebido R$ 8 milhões por serviços prestados.
Já o escritório ligado ao ex-ministro do STF Ricardo Lewandowski aparece com R$ 2,3 milhões em contratos de consultoria institucional firmados anteriormente. Ainda segundo a declaração mencionada pelo jornal, outros pagamentos incluem R$ 3,8 milhões ao ex-chefe da Secom da Presidência Fábio Wajngarten e R$ 1 milhão ao presidente do União Brasil, Antonio Rueda.
Em manifestações públicas, os citados afirmaram que os serviços prestados são atividades profissionais regulares, contratadas dentro da legislação e devidamente declaradas, conforme notas e entrevistas divulgadas à imprensa.
Foto: Elpídio Júnior/CMNAT
A Comissão Especial de Inquérito (CEI) da energia solar da Câmara Municipal de Natal aprovou, nesta terça-feira (8), o cronograma oficial de atividades que vai nortear a investigação sobre possíveis irregularidades nas cobranças de energia elétrica.
Presidida pelo vereador Kleber Fernandes (Republicanos), a comissão terá prazo inicial de até 120 dias, podendo ser prorrogado, para apurar denúncias envolvendo consumidores, especialmente aqueles que possuem sistemas de micro e minigeração distribuída (energia solar).
O cronograma aprovado organiza os trabalhos em quatro fases principais, garantindo uma sequência técnica e jurídica para a produção de provas, oitivas e elaboração do relatório final.
A primeira fase será dedicada à coleta de documentos e diligências junto a órgãos reguladores e de controle, além da intimação do grupo econômico responsável pela concessionária Neoenergia Cosern para apresentação de esclarecimentos técnicos e envio de documentos internos.
Na segunda etapa, a CEI irá ouvir instituições como Procon, Ministério Público e Defensoria Pública, além de especialistas e representantes do setor de energia, com o objetivo de dimensionar os impactos das denúncias e analisar possíveis falhas na prestação do serviço.
A terceira fase será voltada às oitivas dos representantes da concessionária e do grupo econômico, incluindo responsáveis técnicos e dirigentes, que serão convocados para prestar esclarecimentos e confrontar informações já coletadas pela comissão.
Por fim, na quarta etapa, será elaborado e votado o relatório final, que poderá apontar responsabilidades e sugerir encaminhamentos a órgãos como Ministério Público, tribunais de contas e agências reguladoras.
De acordo com Kleber, a comissão terá rigor na análise das provas. “Nosso compromisso é com a verdade dos fatos. Vamos reunir documentos, ouvir especialistas, convocar responsáveis e, ao final, apresentar um relatório consistente que traga respostas concretas para a sociedade”, completou.
Ainda no encontro de hoje, o parlamentar citou que a Comissão intimou representantes da Cosern e do grupo Iberdrola, empresa espanhola do setor elétrico e controladora da Neoenergia Cosern, para a realização de uma oitiva para o próximo dia 6 de maio. “Neste mesmo documento de intimação dos representantes das empresas apresentamos, também, alguns questionamentos a serem respondidos no prazo máximo de 15 dias”, citou.
Com a aprovação do cronograma, a expectativa é que as primeiras diligências e notificações sejam iniciadas imediatamente, dando início à fase prática da investigação parlamentar.
Parabéns senhor vereador.
A quantidade de gente que está sendo prejudicada, pra não dizer outra coisa, é grade.
VÍDEO: “UNIÃO”: Nikolas encontra Flávio Bolsonaro após atritos no PL e diz: “Somos o mesmo time”https://t.co/SAGOjLDUrq pic.twitter.com/ozIMZbtAWF
— BLOGDOBG (@BlogdoBG) April 8, 2026
Imagens: Reprodução/Instagram/Nikolas Ferreira
O deputado federal Nikolas Ferreira se encontrou nesta quarta-feira (8) com o senador Flávio Bolsonaro em evento político do PL em Brasília, e afirmou que as candidaturas do partido em Minas Gerais estarão alinhadas ao projeto político de Flávio. O mineiro destacou a necessidade de união dentro do partido e disse que todos estão do mesmo lado na disputa política nacional.
“Somos o mesmo time, com posições diferentes, mas contra o mesmo inimigo”, afirmou Nikolas, segundo registro divulgado pelo próprio deputado nas redes sociais.
O encontro ocorreu dias depois de atritos públicos envolvendo Nikolas e o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Eduardo havia criticado o parlamentar mineiro e o acusado de colocar Flávio em uma “espiral do silêncio”, questionando o nível de apoio ao senador dentro do grupo político.
Após a repercussão do episódio, Flávio Bolsonaro também comentou o tema e afirmou que o confronto público não ajuda o campo político que integra. Segundo ele, o momento exige que divergências internas sejam deixadas de lado para priorizar objetivos políticos comuns.
A CIA utilizou uma tecnologia inédita para localizar e resgatar um piloto americano abatido no sul do Irã, segundo o New York Post.
Batizado de “Ghost Murmur”, o sistema combina magnetometria quântica e inteligência artificial para detectar batimentos cardíacos à distância, identificando sinais humanos mesmo em ambientes remotos.
O aviador, chamado de “Cara 44 Bravo”, sobreviveu por dois dias escondido após seu caça F-15 ser abatido. A tecnologia foi decisiva para confirmar sua localização em uma área de baixa interferência no deserto.
Desenvolvido pela Lockheed Martin, o sistema teria sido testado em helicópteros Black Hawk e pode ser adaptado para caças F-35.
A operação mobilizou centenas de militares e múltiplas aeronaves. Apesar de perdas materiais, não houve baixas americanas.
Autoridades dos EUA confirmaram apenas que conseguiram identificar que o piloto estava vivo e escondido. Detalhes técnicos e operacionais seguem sob sigilo.
O presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou nesta quarta-feira (8) que auditorias e sindicâncias internas não identificaram qualquer responsabilidade do ex-presidente Roberto Campos Neto no caso do Banco Master.
A declaração foi dada durante audiência na CPI do Crime Organizado, que investiga o maior escândalo bancário do país. O fundador do banco, Daniel Vorcaro, está preso e é investigado por corrupção, lavagem de dinheiro e invasão de sistemas.
O caso envolve um rombo de cerca de R$ 52 bilhões no Fundo Garantidor de Créditos. Segundo Galípolo, as irregularidades começaram a ser identificadas em 2025, durante a tentativa de compra do Master pelo Banco de Brasília.
O Banco Central comunicou autoridades como a Polícia Federal e o Ministério Público após constatar indícios de falta de lastro nas carteiras de crédito. O Master foi liquidado em novembro de 2025.
As investigações seguem em duas frentes: administrativa, pela Controladoria-Geral da União, e criminal, pela Polícia Federal. Há suspeitas de envolvimento de servidores do BC, já afastados.
Galípolo também confirmou que participou de reunião fora da agenda, em 2024, com Vorcaro e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, sem informar previamente Campos Neto.
Investigado pelo Carf, Gabriel Campelo é sócio de Kevin Marques, filho de ministro do STF Kassio Nunes Marques – Foto: Reprodução/CRCP
O contador Gabriel Campelo de Carvalho, conselheiro do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais, o Carf, votou a favor da JBS em julgamento do órgão após uma empresa de consultoria de seu pai receber 11 milhões de reais da empresa dos irmãos Batista. Gabriel Campelo entrou no Carf em agosto do ano passado. Em julho, segundo o Conselho de Controle das Atividades Financeiras, o Coaf, a JBS havia depositado a última de 12 parcelas na conta da Consult Inteligência Tributária, empresa de Francisco Craveiro de Carvalho Júnior, pai de Gabriel. O voto dele favorável à JBS ocorreu quatro meses depois.
Ligado ao Ministério da Fazenda, o Carf é um tribunal que julga disputas tributárias entre grandes contribuintes e a Receita Federal. Examina questões de milhões e até bilhões de reais. De acordo com suas regras, conselheiros devem se declarar impedidos de atuar em processos nos quais tenham interesse econômico-financeiro, incluindo situações em que tenham prestado serviços como consultores.
Gabriel Campelo é pouco conhecido em Brasília. Mais conhecido é seu sócio, Kevin Nunes Marques, filho do ministro do Supremo Tribunal Federal Kássio Nunes. Kevin virou notícia em março, quando o Estadão revelou que ele recebeu 281 mil reais de uma empresa de consultoria piauiense que, por sua vez, recebeu 18 milhões de reais da JBS e do Banco Master. A empresa de consultoria é a Consult Inteligência Tributária, registrada formalmente em nome do pai de Gabriel, que passou a concentrar a quase totalidade das cotas e a administração da empresa na nona alteração contratual, feita em 6 de março deste ano, mantendo como sócio minoritário Antonio Ronaldo Madeira de Carvalho.
Desde 2024, Gabriel e Kevin Nunes Marques são sócios no Instituto de Pesquisa e Gestão Tributária (IPGT): Kevin é sócio majoritário, com 70%; Gabriel detém os 30% restantes. Como mostrou o Estadão, até algumas semanas atrás a empresa funcionava no mesmo endereço da Consult, em Barueri, na Grande São Paulo. Também usou o mesmo e-mail do Google em registros da Receita Federal. O contador do IPGT é o próprio Francisco Craveiro, pai do conselheiro e responsável pela consultoria que concentrou os pagamentos da JBS e do Master.
Gabriel Campelo chegou ao Carf por indicação da Confederação Nacional do Transporte. Seu nome passou por uma lista tríplice, foi analisado pelo comitê e formalizado por portaria do Ministério da Fazenda. Hoje, ele integra a Segunda Turma Ordinária da Primeira Câmara da Primeira Seção do órgão. É, portanto, um dos responsáveis por julgar as disputas bilionárias entre contribuintes e a Receita Federal.
Segundo o relatório do Coaf que informa os pagamentos, eles ocorreram entre 1º de agosto de 2024 e 31 de julho de 2025. Foram, de acordo com o Coaf, doze transferências via Pix, totalizando cerca de 11 milhões de reais, da JBS para a Consult. Os pagamentos terminaram, portanto, um mês antes dele assumir sua cadeira no Carf. A Consult declarou faturamento de apenas 25,5 mil reais entre agosto de 2024 e julho de 2025.
Três meses depois, em novembro, Gabriel participou de um julgamento no Carf em que a JBS tentava compensar créditos tributários de 1,1 milhão de reais que já haviam sido utilizados. O colegiado entendeu que o direito estava precluso, ou seja, que a empresa havia perdido o prazo para contestar a questão. Gabriel não se declarou impedido e votou a favor da JBS. Terminou vencido, junto com outro conselheiro, na decisão final do colegiado, que manteve o entendimento da Receita Federal.
Procurado pelo Bastidor na segunda-feira (6), Gabriel negou irregularidades. “A minha atuação como conselheiro não tem qualquer vinculação com interesses privados. O exercício da função segue rigorosamente critérios técnicos e pautados por padrões éticos, no que diz respeito a imparcialidade, integridade, moralidade e decoro”, afirmou, por mensagens de WhatsApp.
Gabriel afirmou que o IPGT, no qual é sócio de Kevin Nunes Marques, ainda está em fase de concepção, sem atividades operacionais ou movimentação financeira. “Não há qualquer relação operacional, contratual ou financeira entre o IPGT e a Consult Inteligência Tributária e nenhuma das empresas citadas (no caso, a JBS e o Banco Master)”, disse.
Fora de Brasília, Gabriel atua como representante do Tribunal Administrativo de Recursos Fiscais do Estado do Piauí. Foi eleito em outubro do ano passado para um mandato de dois anos. Além do IPGT, Campelo também é sócio de outras empresas, entre elas, uma administradora de imóveis e uma empresa de contabilidade e consultoria.
Após ser procurado pelo Bastidor na quinta-feira (2), o Ministério da Fazenda afirmou que o Carf abriu processo administrativo para apurar o caso – procedimento que, ressalta a pasta, pode resultar na perda de mandato do sócio do filho de Kassio. “Gabriel Campelo de Carvalho já foi cientificado do processo para que possa exercer seu direito à ampla defesa e ao contraditório”, disse, em nota, a pasta, no dia 6. (Leia a íntegra da nota abaixo.)
Questionada pela reportagem na terça-feira (7), a JBS afirmou que o pagamento realizado para a Consult Inteligência Tributária “refere-se exclusivamente a serviços de consultoria e auditoria fiscal”. Disse ainda que os serviços “foram efetivamente prestados e documentados”. A empresa disse não ter nenhuma relação com a pessoa indicada (Gabriel Campelo). Acrescentou a JBS: “Dessa forma, é leviana e infundada qualquer tentativa de associação, além de irresponsável insinuar relação entre os serviços técnicos contábeis regularmente contratados e um processo administrativo sem qualquer conexão”.
Leia abaixo o posicionamento do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais):
Há uma rígida análise sobre o currículo e os antecedentes de todos os candidatos a conselheiro do Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais). As confederações, as centrais sindicais e a Receita Federal encaminham listas tríplices que são submetidas ao Comitê de Seleção de Contribuintes (CSC), responsável por analisar os currículos, verificar o cumprimento dos requisitos e enviar tais listas para a Secretaria-Executiva do Ministério da Fazenda.
Para garantir imparcialidade, após assumir o cargo, tais conselheiros precisam se declarar impedidos nos processos em que tenham interesse econômico-financeiro, o que inclui o fato de terem atuado como advogados ou consultores, por exemplo.
No caso de Gabriel Campelo de Carvalho, que integra atualmente a turma 1102 do Carf, foi identificado processo fiscal julgado no Carf em que o conselheiro participou do julgamento que, segundo reportagem, seria de uma empresa para a qual ele já teria atuado como consultor, por intermédio de outra empresa da qual era sócio.
Logo que tomou conhecimento do caso, o Carf instaurou um processo administrativo que pode culminar com a perda do mandato do conselheiro. Gabriel Campelo de Carvalho já foi cientificado do processo para que possa exercer seu direito à ampla defesa e ao contraditório.
Veja abaixo a nota da JBS:
A JBS tem atividades produtivas e comerciais em mais de 200 municípios, em 19 estados brasileiros, e, como qualquer grande companhia que opera no ambiente tributário complexo do país, contrata consultorias especializadas para suporte técnico — entre elas, a Consult Inteligência Tributária. O pagamento realizado para esta empresa refere-se exclusivamente a serviços de consultoria e auditoria fiscal. Foram efetivamente prestados e documentados.
A JBS não tem nenhuma relação com a pessoa indicada. Dessa forma, é leviana e infundada qualquer tentativa de associação, além de irresponsável insinuar relação entre os serviços técnicos contábeis regularmente contratados e um processo administra*vo sem qualquer conexão.
Meu Deus a quanto tempo o judiciário brasileiro vem agindo de forma que beneficiem seus familiares. Isso é no Brasil todo.
Infelizmente isso é um acontecimendo em boa parte da cidade. Agora acho injusto o grupo de ciclistas conseguirem tamanha visibilidade e outras pessoas não….
Na minha rua, Orlando Lima, situada em Ponta Negra, temos inúmeros postes queimados e os poucos que ainda iluminam, são com lampadas amarelas das mais antigas. Sem falar nos buracos da rua e o mato que cresce nos canteiros…
Estamos fazendo uma cota para trocar todas as lampas e ja compramos cimento para nos mesmos taparmos os buracos da rua,,,, "remendando" os paralelepípedos…
Agora um grupo, em sua grande maioria, composto por pessoas de um poder aquisitivo de um nível razoável… que compram bicicletas de 10…20…30 mil reais conseguir um espaço deste tamanho para ter seus pleitos atendidos (assim como foi com a ciclovia – que por sinal já falam que devia ter sido dos dois lados) e os demais cidadãos não…
Vou tirar fotos da minha rua e reunir os vários condomínios que nele existem (que se brincar da mais gente que o numero de ciclistas da rota do sol – só no meu são 96 aptos) e ver se consigo uma postagem aqui….
Passei ontem a noite por lá e realmente está um breu. Na verdade isso só demonstra o caos em que se encontra a Prefeitura de Parnamirim que não tem dinheiro para nada. É muita coragem desses ciclistas que circulam por lá.
Para reclamar mais que ciclista, só os gays.
Ô povo chato da "bixiga". Compra as lâmpadas então e deixa de chororô.
Queriam uma ciclovia na Rota do Sol e depois que fizeram continuam andando no acostamento.
Aí qdo um é pego por um carro, tome reclamação… Vão jogar Xbox e deixem de perturbar.
Tem funcionários contratados na saúde que estão a 3 meses sem receber !
Prezado Bruno, quero agradecer em nome de meu grp dos "Ciclistas da Rota do Sol" e também em nome da ACIRN (Assoc. Ciclistas do RN) ter atendido ao meu pedido pra divulgar a escuridão a partir da Barreira do Inferno (sentido Natal-Pium). Sua gratuita e gentil ajuda nessa divulgação é extremamente relevante, pois todas as vezes que o BlogdoBG e seu programa denuncia a escuridão na Rota do Sol, rapidamente os Órgãos resolvem o problema. Esperamos que a Pref. de Parnamirim resolva este problema, pois pagamos nossos impostos! Já está perigoso com luz, imagine "Sem iluminação"…
Esses ciclistas enchem o saco …quinta feira passada eu está vindo pela manhã ,em direção PIRANGI X NATAL e notei diversos ..leram bem ? Diversos ciclistas fora da ciclovia,me deu NOJO ,se NÃO EXISTE RECLAMAM …se existe NÃO ANDAM
Também sou ciclista e moro em Pium, uso Diariamente a Ciclovia tanto pra ir quanto pra voltar…Realmente o sr tá certo…os ciclistas devem usar a ciclovia na ida e na volta…Talvez pelo fato dela ainda não tá finalizada e nem Sinalizada Horizontalmente com as setas indicando o fluxo e contrafluxo…devem deixar os ciclistas confusos e a maioria pensa q a ciclovia é só de ida…pois era pra ter no sentido pium-natal também…os ciclistas pra ir de pium p natal…precisam fazer uma contramão da blitz do CPRE e até a área do alplhavile, ou então irempor cima do mato e da grama do Alphavile (px. ao muro) já que Não há ciclovia do Alphavile até o CPRE…
MAS quero lembrar ao sr. que o Código de Trânsito prevê que o ciclista em cima da bicicleta…pode ocupar um lugar de um automóvel na rua…e os carros devem respeita-los e passar a 1,5m do ciclista. A bicicleta c o ciclista podem andar em qualquer rua ou avenida..mas os ciclistas Devem respeitar tb as leis de trânsito!
Interessante seu pensamento. Mostra o quanto se pensa em mobilidade. Um motorista preocupado em não poder cortar o transito pelo acostamento. Vc, com certeza deve ser um daqueles que fazem isso, alem de furar a fila, atravessando na frente de todo mundo. Brasileiro não….Lei de Gerson sim.
Que imbecil!
O que a reposição das lâmpadas queimadas – obrigação do Poder Público, que a princípio nem precisaria de solicitações da população – tem a ver com o fato de ciclistas eventualmente não utilizarem a ciclovia?
Não desconfia que isso decorre do risco presente de assaltos na Rota? A ciclovia é uma trincheira sem chances de escapatória para quem vai de bike, local aonde os bandidos executam tocaias, razão pela qual alguns ciclistas tentam diblar essa realidade, seguindo no acostamento da própria via, pois ele possibilita alguma chance de fuga nessa situação de risco.
Além do mais, a ciclovia não foi concluída ainda. Inacabada no trajeto, ainda sem sinalização, não tem ainda ligação com o outro lado da via, para quem vem no sentido Pium/Natal.
Enfim, esse cidadão considera que solicitar a iluminação "enche o saco" de alguém. Deve ser servidor do quadro da Prefeitura, porisso essa reação sem qualquer relação com o assunto tratado na reportagem.
E se prefere conduzir o seu veículo no escuro, parabéns! Os "manos" gostam muito mais de carros…
Moro em Pium e acompanho diariamente o desrespeito dos ciclistas que se acham verdadeiros donos da via. Tanto fizeram reclamações quanto à inexistência de ciclovia e quando a tem, simplesmente alegam que são competidores e não poderão utilizar a ciclovia junto com "amadores".
Ciclistas sem sinalização noturna, andando na contramão, em zigue-zague… Colocam as suas vidas e de outros em risco e quando acontece alguma fatalidade, apontam logo o dedo na cara dos veículos. Irresponsáveis!
Não são as lâmpadas que estão queimadas?
É só comprar as lâmpadas.