Bolsonaro anuncia acordo com Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein

O Mercosul e a Associação Europeia de Livre-Comércio (EFTA, na sigla em inglês) – formada por SuíçaNoruegaIslândia e Liechtenstein – fecharam nesta sexta-feira, 23, em Buenos Aires, um acordo de livre-comércio. Integrantes da equipe econômica consideram que o tratado é mais abrangente e ambicioso do que o firmado com a União Europeia no fim de junho.

Do ponto de vista político, o fim das negociações com países europeus trouxe uma conquista para o presidente Jair Bolsonaro em meio à troca de farpas com alguns líderes do bloco.

O secretário especial de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Marcos Troyjo, disse que as negociações para o acordo entre o Mercosul e a EFTA foram “bastante abrangentes” e envolvem desde redução de tarifas a facilitação de serviços e investimentos. Uma nota com os detalhes do acordo deve ser divulgada neste sábado pelo Itamaraty.

“É mais um passo decisivo no processo de inserção econômica internacional do Brasil e de abertura comercial. Isso não apenas expande os nossos mercados de destino como ajuda na recepção de investimentos de qualidade”, afirmou Troyjo.

De acordo com o secretário, o Brasil será beneficiado, principalmente, com o acesso privilegiado a exportações de carne bovina, frango, milho, café, frutas e suco de frutas para os países do bloco.

Para o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, o acordo firmado entre o Mercosul e a EFTA é “mais ambicioso” do que o assinado em julho com a União Europeia. O acordo cobre 98% do comércio bilateral e envolve bens agrícolas e industriais, serviços, investimentos, compras governamentais, facilitação de comércio e barreiras regulatórias.

O compromisso é que o EFTA zere imediatamente as tarifas de importação cobradas hoje de produtos exportados pelo Mercosul para a região. Já o bloco sulamericano vai levar 15 anos para chegar às tarifas zero, sendo 85% das taxas retiradas nos primeiros 10 anos.

Produtos como café, frutas e soja terão tarifas zeradas imediatamente. Para alguns produtos, foram estabelecidas cotas para exportação sem tarifas, que serão adicionadas aos volumes vendidos hoje. No caso da carne bovina, a cota adicional será de 25,5 mil toneladas. Para frango, será de 78 mil toneladas e, para milho, de 77 mil toneladas.

Conclusão

As negociações com o EFTA começaram em janeiro de 2017 e chegaram a uma conclusão na décima rodada de negociações, em Buenos Aires, na sexta-feira. Ferraz ressaltou que a região do EFTA tem o maior PIB per capita do mundo e tem um PIB conjunto de US$ 1,1 trilhão, duas vezes o PIB da Argentina, que é um dos principais parceiros do Brasil.

A corrente de comércio do Brasil com o EFTA foi de US$ 8,5 bilhões, entre bens e serviços. As principais exportações brasileiras para o bloco são produtos químicos, ouro, soja, café e aviões, enquanto as compras são de farmacêuticos, químicos e máquinas e equipamentos.

Mercosul continua negociando outros acordos com diferentes países. Os processos de negociação mais avançados envolvem a Coreia do Sul, Cingapura e Canadá. Ontem, o presidente Donald Trump saiu em defesa do presidente Jair Bolsonaro e disse que está animado com as perspectivas de futuros acordos entre eles.

Do lado político, Bolsonaro celebrou o resultado nas redes sociais. “Mais uma grande vitória de nossa diplomacia de abertura comercial”, escreveu no Twitter.

Em nota, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) afirmou que o acordo é “um passo importante na estratégia de abertura comercial do Brasil e na maior inserção internacional da indústria”. Também destacou que as exportações brasileiras para os países do EFTA estão no menor nível da última década e que o acordo deve “reverter esse cenário”.

ESTADÃO CONTEÚDO

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Fábio disse:

    Mais um golaço do nosso presidente. Vida longa (e governo longo) ao nosso presidente. E que os incomodados se mudem.

  2. Maria disse:

    Isso antes do fogo…. só quero ver a partir desse final de semana depois da reunião do G7. O Brasil vai pagar caro, infelizmente.

  3. Observador disse:

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
    Noruega é? Aquele país q saiu do fundo amazonia? Precisa ser confirmado pelo congresso desse país é? Kkklkkklkkkkkkkkkk

PF rastreia contas de R$ 15 milhões no BTG que Palocci atribui a Lula

Ao pedir buscas e apreensões na 64ª fase da Operação Lava Jato, a Polícia Federal afirmou que, entre os objetivos das diligências, estão a ‘eventual manutenção de recursos espúrios dentro da estrutura’ do BTG Pactual para o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, seu instituto, sua empresa de palestras, e familiares, decorrente de ‘relacionamento mantido entre a autoridade pública, o Partido dos Trabalhadores e o Governo Federal e a instituição financeira’.

O pedido tem como base declarações do ex-ministro delator Antonio Palocci, que embasam as investigações. O ex-ministro citou uma suposta conta na instituição financeira de R$ 15 milhões a Lula. Ainda disse que o petista teria confirmado sua existência e dito que ela serviria só para seus interesses pessoais, e não deveriam abastecer campanhas do partido.

Ele diz ter se reunido para falar sobre o assunto em 2011, com o o dono do banco, André Esteves.

De acordo com Palocci, o banqueiro teria dito que se reuniu com o então ministro da Fazenda Guido Mantega e com o ex-presidente. No encontro, eles teriam combinado que Esteves seria ‘o responsável por cuidar das finanças de LULA e do PT’.

Palocci diz que ‘concordou com o modo de atuação de André Esteves, apenas estranhando que o banqueiro faria aquilo no próprio banco’, e que o Esteves ‘confirmou que constituiria duas contas para Lula, uma para que ele fizesse política
outro para seus interesses pessoais e familiares’.

O delator afirma que também ‘autorizou que os 10 milhões restantes, daqueles 15 prometidos por André, fossem depositados nessas contas que ele constituiria’ e que André ‘também desejava gerir os 300 milhões de reais que a Odebrecht havia prometido a Lula’

Palocci afirmou ter tentado ‘desconversar, explicando acreditar que não havia disponibilidade daquele valor, que seria uma espécie de conta para saques’. Segundo ele, Esteves ‘ainda indagou se não gostaria que passassem a sua administração as contas que eventualmente eram mantidas no exterior para o PT e geridas por Palocci.

No entanto, ele afirma ter informado ‘que não geria contas no exterior para o PT’.

Palocci afirmou então que ‘indagou a Lula se não era verídica a informação de que André Esteves havia disponibilizado dentro de seus fundos no BTG espécie de contas que serviriam aos interesses do PT e de Lula e familiares e que ‘confirmou a informação, mas advertiu Palocci de que aqueles recursos eram do próprio Lula e de seus familiares’.

O inquérito da Polícia Federal em Curitiba que desencadeou a Pentiti – fase 64 da Lava Jato de Curitiba – não tem Lula como um dos
indiciados, mas documentos e revelações de delatores apontam o ex-presidente diretamente ligado aos dois negócios sob suspeita.
A compra de 50% dos poços de exploração de petróleo na África em 2013, por valor supostamente subvalorizado em favor do BTG Pactual, e a formação da Sete Brasil – que tem o banco como sócio – criada para contratar a construção das sondas necessárias para exploração do pré-sal e fornecer à Petrobrás.

Lula foi intimado a depor em abril no inquérito, conduzido pelo delegado Filipe Hille Pace. O ex-presidente, que está preso em
Curitiba desde abril de 2018, se manteve calado.

Segundo Palocci, Lula teria confirmado a ele a existência das contas controladas por Esteves.

Palocci narra em um dos termos de sua colaboração premiada fechada coma  PF em 2018 – e que foi essencial para deflagração da nova fase da Lava Jato – suposto acerto com André Esteves em 2010, durante a campanha presidencial de Dilma Rousseff. Os $ 15 milhões seriam para que ele se tornasse “o banqueiro do PT” nos negócios do pré-sal – que envolvia a construção de sondas de exploração marítima, negócios de US$ 22 bilhões.

O ex-ministro, que diz ter acertado com Esteves em seu escritório da empresa Projeto, em São Paulo, diz ter ouvido que duas contas seria mantidas em favor de Lula, uma para uso político e outro para uso pessoal. O delator diz não ter visto documento das contas, mas que Esteves foi “específico” e Lula posteriormente confirmou o fato.

“André Esteves havia informando que tinha tido uma conversa prévia com Guido Mantega e que deseja a concordância do colaborador (Palocci) para que o BTG assumisse o controle total das contas de Lula e do PT, que para tanto abriria contas no seu banco e cuidaria disso para o futuro”, registra o termo de delação 7 de Palocci.

Palocci diz não ter visto documentos das contas e que “acredita que as contas não existam fisicamente”. “Existindo apenas registros contábeis dos valores.” Narra ainda acreditar que “os valores estejam distribuídos em diversos lugares e sejam controlados pelo próprio
André”.

“André Esteves não só foi específico em afirmar que abriria as duas contas, como, em episódio posterior, o próprio Lula confirmou junto ao colaborador (Palocci) tais fatos.”

ESTADÃO CONTEÚDO

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Ems disse:

    "Homi", isso é tudo mentira do Palocci !!! Lula só queria saber de cuidar dos pobres, tanto é que acabou com a fome no Brasil. Ele será o próximo "santo" canonizado pelo Papa argentino.

  2. Bento disse:

    Acho que os pernambucanos estão decepcionados com lula.
    Um ex presidente desonesto, isto é muito ruim para o Estado.
    Manchou a istória deste Estado.
    Que pena, lamentável

  3. Zanoni disse:

    Que história cabulosa. Lula livre nunca!

  4. Marcos disse:

    É mentir e espalhar mentira isso é normal dos esquerdopatas,,, brasileiros contra seu próprio país, só aqui no Brasil que tem esses gêneros,, o país precisa de ajuda não de traidores da pátria.

Raimundinho Duarte está no programa Cara a Cara com BG

Personagem folclórico no município de Lucrécia, Rio Grande do Norte, Raimundinho Duarte, ex-vice-prefeito da cidade, é o convidado deste sábado do programa Cara a Cara com BG.

Cara a Cara com BG, sábado, às 8h30, na TV Ponta Negra.

Acompanhe o programa através dos canais: Cabo Telecom 120 (sinal digital) e 805 (HD); NET 13 (sinal digital) e
513 (HD); Sky HD 313.1.

Bolsonaro promete ‘tolerância zero’ com crime ambiental em fala na TV sobre Amazônia

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (23) em pronunciamento em rede nacional de rádio e TV que o governo tem “tolerância zero” com a criminalidade e que na área ambiental “não será diferente”.

O pronunciamento foi motivado pelas queimadas na Amazônia, que ganharam repercussão internacional, com protestos e manifestações de líderes mundiais.

Bolsonaro também ofereceu ajuda aos governos estaduais da Amazônia Legal que solicitarem o emprego das Forças Armadas para conter as queimadas e disse que o govenro “vai atuar fortemente” para controlar incêndios na Amazônia.

“Somos um governo de tolerância zero com a criminalidade, e na área ambiental não será diferente. Por essa razão, oferecemos ajuda a todos os estados da Amazônia Legal. Com relação àqueles que a aceitarem, autorizarei operação de Garantia da Lei e da Ordem, uma verdadeira GLO ambiental”, declarou.

Segundo o presidente, “o emprego de pessoal e equipamentos das Forças Armadas, auxiliares e outras agências permitirão não apenas combater as atividades ilegais como também conter o avanço de queimadas na região”.

Bolsonaro disse que a proteção da Amazônia não depende somente de ações de fiscalização, mas que é necessário “dinamismo econômico” para proporcional oportunidades de desenvolvimento para a população da região.

O presidente atribuiu às condições climáticas a ocorrência de queimadas.

“Estamos numa estação tradicionalmente quente, seca e de ventos fortes em que todos os anos, infelizmente, ocorrem queimadas na região amazônica. Nos anos mais chuvosos, as queimadas são menos intensas. Em anos mais quentes, como neste, 2019, elas ocorrem com maior frequência”, afirmou.

Ele também disse que incêndios na Amazônia não justificam eventuais sanções de outros países.

“Incêndios florestais existem em todo o mundo e isso não pode servir de pretexto para possíveis sanções internacionais. O Brasil continuará sendo, como foi até hoje, um país amigo de todos e responsável pela proteção de sua floresta amazônica”, afirmou.

Leia a íntegra do pronunciamento do presidente Jair Bolsonaro na TV:

Dirijo-me a todos para tratar da nossa Amazônia, que nas últimas semanas tem atraído crescente atenção do Brasil e do Mundo. Floresta Amazônia é parte essencial da nossa história, do nosso território e de tudo que nos faz sentir ser brasileiros.

Nossas riquezas são incalculáveis, tanto em matéria de biodiversidade quanto de recursos naturais.

Devido à minha formação militar e a minha trajetória como homem público, tenho profundo amor e respeito pela Amazônia. A proteção da floresta é nosso dever. Estamos cientes disso e atuando para combater o desmatamento ilegal e quaisquer outras atividades criminosas que coloquem nossa Amazônia em risco.

É preciso lembrar que naquela região vivem mais de 20 milhões de brasileiros que há anos aguardam dinamismo econômico proporcional às riquezas ali existentes.

Para proteger a Amazônia não bastam operações de fiscalização, comando e controle. É preciso dar oportunidade a toda essa população para que se desenvolva junto com o restante do país. É nesse sentido que trabalham todos os órgãos do governo.

Somos um governo de tolerância zero com a criminalidade e na área ambiental não será diferente.

Por essa razão, oferecemos ajuda a todos os estados da Amazônia Legal. Com relação àqueles que a aceitarem, autorizarei operação de Garantia da Lei e da Ordem, uma verdadeira GLO ambiental.

O emprego de pessoal e equipamentos das Forças Armadas, auxiliares e outras agências permitirão não apenas combater as atividades ilegais como também conter o avanço de queimadas na região.

Estamos numa estação tradicionalmente quente, seca e de ventos fortes em que todos os anos, infelizmente, ocorrem queimadas na região Amazônica.

Nos anos mais chuvosos, as queimadas são menos intensas, em anos mais quentes, como neste, 2019, elas ocorrem com maior frequência.

De todo modo, mesmo que as queimadas deste ano não estejam fora da média dos últimos 15 anos, não estamos satisfeitos com o que estamos assistindo.

Vamos atuar fortemente para controlar os incêndios na Amazônia. É preciso, por outro, lado ter serenidade ao tratar dessa matéria. Espalhar dados e mensagens infundadas dentro ou fora do Brasil não contribui para resolver o problema. E se prestam apenas ao uso político e à desinformação.

O Brasil é exemplo de sustentabilidade, conserva mais de 60% de sua vegetação nativa, possui uma lei ambiental moderna e um código florestal que deveria servir de modelo para o mundo.

Temos uma matriz energética limpa, renovável e com ela estamos dando importante contribuição ao planeta. Diversos países desenvolvidos, por outro lado, ainda não conseguiram avançar com seus compromissos no âmbito do acordo de Paris.

Seguimos como sempre abertos ao diálogo, com base no respeito, na verdade e cientes da nossa soberania.

Outros países se solidarizaram com o Brasil, ofereceram meios para combater as queimadas, bem como se prontificaram levar a posição brasileira junto ao G7.

Incêndios florestais existem em todo o mundo e isso não pode servir de pretexto para possíveis sanções internacionais. O Brasil continuará sendo, como foi até hoje, um país amigo de todos e responsável pela proteção de sua floresta amazônica.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Observador disse:

    Mito, quando vai mandar fechar o Ibama, q te multou por pesca ilegal? Kkkkkkkkkkkk. To ate vendo, voltarem a vender peba e avoetes nas estradas. Kklkklkkkkkk

  2. PTnão disse:

    Ainda prefiro um doido a um ladrão! quem é que tá preso? O LADRÃO!

  3. Xicu disse:

    Pouco a pouco os ratos abandonarão o navio. Elegeram agora aguentem até o final e sem bater panelas.

  4. CADEIA para BOLSOTRALHAS disse:

    Malandro, quer parecer do bem, esse otário é um Pelé, dando uma de bom moço conquista quem
    Acredita nas suas falcatruas, VAGABUNDO….analfabeto…..esta acabando com o nosso país

  5. Antonio disse:

    Quem tem cu tem medo

Anitta diz que leva outras pessoas para sexo com Pedro Scooby

Anitta, 26, fez uma série de revelações durante a estreia do programa Anitta Entrou no Grupo, no qual recebeu a visita de convidados como David Brazil e Nicole Bahls. Em determinado momento, a cantora foi desafiada a mostrar como é o seu “Gemidão do Zap”.

Ela respondeu: “Depende, se estou fazendo amor, ou se estou fazendo o agressivo”, disse Anitta, que em seguida, imitou o som que faria durante as relações sexuais.

David Brazil, que entrevistava a artista, perguntou como era quando ela estava junto ao namorado, Pedro Scooby. “Depende do que a gente está fazendo. Se estamos na selvageria ou se é só um amorzinho, só nós dois, eu vou mais romântica”, disse.

“Ué, mas tem mais gente?”, questionou o apresentador. “Às vezes tem”, respondeu.

Em entrevista recente à revista britânica Dazed, Anitta falou sobre sua bissexualidade. “Meu lance não é apenas fazer música para as pessoas se divertirem e dançarem. Eu gosto de fazer as pessoas discutirem as coisas e pensarem diferente. Eu tenho um grande público LGBT, e eu sou bissexual -mas quando você me vê, se eu não disser que sou bissexual, eu não tenho a representação física da comunidade LGBT”, disse a carioca.

A cantora está namorando Scooby há algumas semanas, desde que o surfista terminou o relacionamento com a apresentadora Luana Piovani. De lá para cá, os três tem trocado farpas. Piovani chegou a declarar sua insatisfação ao ver os filhos cantando “Onda Diferente”, hit de Anitta em parceria com Ludmilla e Snoopy Dog. Para ela, Scooby fez do novo relacionamento um “show”.

A separação do casal em junho ocorreu porque eles estariam em sintonias distintas. “Pra mantermos a harmonia que sempre tivemos em casa, resolvemos separar as ‘vontades'”, afirmou a atriz. No entanto, algumas semanas depois do término, começaram as brigas.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Carlos Bastos disse:

    Bg pelo amor de Deus, as pessoas que curtir esse blog são pessoas inteligentes por favor não publique essas besteira dessa Anita.

  2. Zé Bosta disse:

    Que lundo. Que papo enriquecedor. Que construção social. Bravo, garota. Você vai longe!!!!

FAKE: Vídeo em que indígena chora por incêndio é de julho e foi gravado em Minas Gerais e não na Amazônia

São enganosas as descrições que apontam um vídeo de uma mulher indígena chorando como se fosse relacionado a incêndios recentes na Amazônia. A gravação original foi feita durante um incêndio, de fato, mas no início de julho de 2019, na aldeia Naô Xohã, na região metropolitana de Belo Horizonte, em Minas Gerais.

A própria mulher que aparece no vídeo, Celia Ãngohó, afirmou ao Comprova que o incêndio presenciado por ela ocorreu entre os dias 6 e 7 de julho, no município mineiro de São Joaquim de Bicas. Segundo Celia, que é porta-voz e esposa do cacique da aldeia, à época havia indícios de que o incêndio foi criminoso, pois havia sido encontrada uma garrafa plástica com cheiro de combustível no local após o Corpo de Bombeiros ter controlado o fogo.

A TV Record Minas fez uma matéria sobre o ocorrido em julho. Segundo a produção da emissora, que conversou com o Comprova, o vídeo foi enviado à equipe de reportagem por um homem da aldeia, identificado como Lindomar. Celia Ãngohó também afirmou que enviou o vídeo que ela gravou a Lindomar, para que ele divulgasse à imprensa. O Comprova entrou em contato com ele por telefone, mas não teve resposta até a publicação desta verificação.

Durante o vídeo, Celia cita a mineradora Vale, responsável pela barragem da Mina do Córrego do Feijão, em Brumadinho. Isso porque a mesma aldeia mostrada no vídeo foi afetada no início do ano pelo rompimento da barragem. Uma nota da ONG Instituto Socioambiental (ISA), que acompanhou o caso, afirma que o rio usado pela comunidade foi poluído pelos rejeitos do acidente.

Esta verificação do Comprova investigou informações divulgadas pelas páginas Direita Cambé/PR, Catraca Livre e Sunrise Movement, que compartilharam o vídeo sem o contexto correto no Facebook e no Twitter entre os dias 20 e 21 de agosto.

Estadão Conteúdo

Proposta de Maia sobre R$ 2,5 bi da Lava Jato leva Alexandre a cobrar manifestação da PGR

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo, fixou prazo de 48 horas para que a Procuradoria-Geral da República, a Advocacia-Geral da União, a Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional e o Ministério da Economia se manifestem sobre o pedido do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM/RJ), para que recursos recuperados da Petrobrás pela Operação Lava Jato (R$ 2,5 bilhões) sejam destinados ao combate a incêndios na Amazônia e ao Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

A petição do presidente da Câmara foi apresentada na Reclamação (RCL) 33667, na qual ele questiona o acordo firmado entre a Petrobrás e o Ministério Público Federal no Paraná para utilizar os valores em um fundo de combate à corrupção gerido pelo MPF.

As informações estão no site do Supremo – Processo relacionado: Rcl 33667

Os efeitos deste acordo estão suspensos por decisão liminar do ministro Alexandre de Moraes na Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) 568 e na RCL 33667.

Na última quarta, 21, Maia protocolou petição requerendo que os valores repassados pela Petrobrás, em decorrência de acordo anterior celebrado entre a estatal e o Departamento de Justiça dos EUA, fosse destinado ao FNDE.

Entretanto, ‘a situação emergencial pela qual passa a principal floresta de nosso planeta’ fez com que ele reformulasse a proposta, nesta sexta-feira, 23, para repartir os recursos entre educação e o combate aos incêndios florestais.

De acordo com o presidente da Câmara, ‘o aumento do número de focos de queimada da vegetação na região amazônica pode gerar prejuízos não apenas ao meio ambiente, mas também à economia brasileira, em razão da importância crescente, em âmbito nacional e internacional, da oferta de produtos e serviços ambientalmente sustentáveis’.

Maia explica que este cenário exige que os poderes da República apresentem uma solução integral e decisiva do problema.

“A comunidade internacional de nações passou a compartilhar dessa preocupação, por meio de diversos pronunciamentos que instam à ação, para assim fazer frente ao verdadeiro estado de emergência ambiental deflagrado pelo agravamento da crise”, sustenta o deputado.

No novo pedido ao STF, Maia sugere que R$ 800 milhões sejam vinculados a rubricas orçamentárias destinadas à prevenção e combate de incêndios florestais, em duas partes iguais, uma por execução direta, outra por execução descentralizada, ‘envolvendo, para tanto, articulação entre o Ministério do Meio Ambiente e os estados-membros da região amazônica, em exercício de federalismo cooperativo’.

Ainda na área ambiental, o presidente da Câmara requer que R$ 200 milhões sejam utilizados para descontingenciar o orçamento em relação a programas de proteção ao meio ambiente, no âmbito do Ministério do Meio Ambiente e demais órgãos e entidades a ele vinculados.

Segundo a proposta, os R$ 1,5 bilhão restantes devem ser destinados ao FNDE para custear despesas discricionárias relacionadas ao financiamento de universidades públicas e dos institutos federais de educação, à aquisição e distribuição de livros didáticos, bem como apoio à pesquisa.

Estadão Conteúdo

No Papo de Fogão deste sábado o empresário Manasses Máximo, da Pasteloco

No Papo de Fogão deste sábado o empresário Manasses Máximo, da Pasteloco, vai contar como, com 20 reais, abriu um negócio de sucesso.

Uma história de empreendedorismo, determinação e perseverança. E vamos ensinar a fazer a massa de pastel e na Dica Rápida o frango xadrez.

O Papo de Fogão é exibido amanhã na TV Ponta Negra/SBT, 9h, e na Band Nordeste: Alagoas, 10h; Maranhão, 10h; Piauí, 10h30.

Bolsonaro autoriza uso das Forças Armadas contra incêndios na Amazônia

Foto: Bruno Kelly/Reuters

O presidente Jair Bolsonaro assinou, na tarde desta sexta-feira (23), decreto que autoriza o emprego das Forças Armadas para ajudar no combate aos incêndios na Floresta Amazônica. O decreto de Garantia da Lei e da Ordem (GLO) vale para áreas de fronteira, terras indígenas, em unidades federais de conservação ambiental e outras áreas da Amazônia Legal.

Segundo o texto, que já foi publicado em edição extra do Diário Oficial da União, o emprego dos militares será autorizado apenas mediante requerimento do governador de cada estado da região. A Amazônia Legal é um território que abrange a totalidade dos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, de Rondônia, Roraima e parte dos estados de Mato Grosso, do Tocantins e do Maranhão.

De acordo com o decreto, o período de emprego das Forças Armadas no combate aos incêndios vai deste sábado (24) a 24 de setembro. Estão previstas ações preventivas e repressivas contra delitos ambientais e levantamento e combate de focos de incêndio. Conforme o texto, as operações deverão ocorrer em articulação com os órgãos de segurança pública e órgãos e entidades de proteção ambiental.

O governador de Roraima, Antonio Denarium, que chegou a participar da reunião ministerial que definiu o uso das Forças Armadas, disse a jornalistas, no Palácio do Planalto, que já assinou o pedido para que militares combatam incêndios no estado.

Denarium afirmou que, hoje, os estados da região não têm condições de combater sozinhos os incêndios florestais. “Por isso, estamos solicitando ajuda do governo federal, para que, em parceria com o estado, com o Corpo de Bombeiros Militar e o Corpo de Bombeiros Civil, fazer o combate aos incêndios que estão em toda a Região Norte.” Ele disse que outros governadores da região também deverão solicitar o apoio. Uma reunião entre governadores da região e o presidente da República está prevista para a próxima terça-feira (27), em Brasília, informou Denarium.

O governo não informou o número de militares que poderão ser empregados nas ações de combate aos incêndios. Pelo decreto, caberá ao ministro da Defesa, Fernando Azevedo, definir a “alocação dos meios disponíveis e os comandos que serão responsáveis pela operação”.

Pronunciamento

O presidente Jair Bolsonaro convocou para esta noite rede nacional de rádio e televisão para anunciar medidas do governo federal para conter incêndios na Floresta Amazônica.

A decisão sobre o pronunciamento, que vai ao ar às 20h30, foi confirmada pela Secretaria Especial de Comunicação da Presidência (Secom), após reunião ministerial coordenada pelo próprio presidente, durante a tarde, no Palácio do Planalto.

Agência Brasil

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. paulo disse:

    Tem que enquadrar na Lei de segurança Nacional esses marginais que estão fazendo isto.

Dólar supera R$ 4,12 e fecha no maior valor em quase um ano

Em meio ao acirramento das tensões comerciais entre Estados Unidos e China, a moeda norte-americana voltou a subir e fechou no maior nível em quase um ano. O dólar comercial encerrou esta sexta-feira (23) vendido a R$ 4,124, com alta de R$ 0,047 (1,15%). A divisa está na maior cotação desde 18 de setembro do ano passado (R$ 4,14).

O dia foi de perdas no mercado de ações. O Índice Ibovespa, da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia com queda de 2,62%, aos 97.391 pontos. O indicador está no menor nível desde 6 de junho.

O dólar e a bolsa tinham começado a sessão relativamente estáveis, mas passaram a oscilar depois que a China confirmou que sobretaxará a soja dos Estados Unidos em 5% e o trigo, o milho, o sorgo e a carne bovina e suína em 10%. A elevação representa uma retaliação à imposição de tarifas sobre produtos chineses em US$ 300 bilhões por parte do governo do presidente Donald Trump.

Hoje, o Banco Central (BC) vendeu integralmente o lote de US$ 550 milhões das reservas internacionais no mercado à vista para segurar o câmbio. A operação faz parte de uma nova estratégia de retorno do uso das reservas internacionais como instrumento de intervenção cambial.

A última vez que isso tinha ocorrido tinha sido em fevereiro de 2009, no auge da crise econômica global provocada pela quebra no mercado de subprime (crédito imobiliário de baixa qualidade) nos Estados Unidos.

Agência Brasil

Não há motivos para nos sentirmos ameaçados, diz comandante do Exército após pressão internacional

No momento em que o governo brasileiro está sob forte ataque internacional por causa das queimadas na Amazônia, o comandante do Exército, general Edson Leal Pujol, afirmou nesta sexta-feira (23) que não há motivos para o Brasil se sentir ameaçado.

A declaração acontece um dia depois de o ex-comandante do Exército e assessor do GSI (Gabinete de Segurança Institucional), general Eduardo Villas Bôas, ter identificado nas falas do presidente francês Emmanuel Macron uma ameaça de guerra.

“A França é um país de tradição de liberdade e de democracia. Certamente não há motivo para nós nos sentirmos ameaçados”, disse Pujol, após participar de sessão solene na Câmara.

Macron disse nesta quinta (22) que os incêndios na floresta geraram uma “crise internacional”. Em uma rede social, o presidente francês se referiu à Amazônia como “nossa casa” e disse que discutirá o caso no G7 (grupo que reúne Alemanha, Canadá, França, Estados Unidos, Itália, Japão e Reino Unido).

“Para que um país entre em um conflito armado tem que haver uma razão muito forte e tem que ter aceitação da sociedade, do Congresso. A sociedade tem que ver alguma razão para chegarmos a esse extremo de um conflito armado”, afirmou Pujol. “Não basta um mandatário de uma nação querer.”

Mais cedo, no entanto, o comandante do Exército afirmou que os soldados brasileiros estão prontos para repelir qualquer tipo de ameaça.

“Aos incautos que insistem em tutelar os desígnios da brasileira Amazônia, não se enganem. Os soldados do Exército de Caxias estarão sempre atentos e vigilantes, prontos para defender e repelir qualquer tipo de ameaça”, disse durante cerimônia do Dia do Soldado.

Na Câmara, Pujol disse que o papel das Forças Armadas é “defender a integridade territorial, a soberania, a nossa liberdade, a nossa democracia”. “Qualquer Forças Armadas do mundo existem para isso.”

“A gente pode passar cem anos sem haver a necessidade do emprego das Forças Armadas, mas a gente não pode se descuidar disso. É como se fosse a nossa casa. Não imaginamos que a nossa casa vai ser assaltada todo dia, mas certamente a gente toma alguma medida”, disse.

Pujol também afirmou que “o Exército sempre está pronto para atender o chamado da sociedade brasileira”. Segundo ele, porém, uma eventual missão na Amazônia precisa “de um marco legal” para amparar a atuação dos militares.

“Se nós viermos a receber qualquer outra missão do governo de qualquer ordem, para apoiar outras agências, ministérios ou acudir população brasileira, certamente, nós teremos de receber amparo legal e recursos necessários.”

O presidente Jair Bolsonaro assinou na tarde desta sexta um decreto autorizando o emprego das Forças Armadas para realizar a Garantia da Lei e da Ordem (GLO) na Amazônia , no levantamento e combate a focos de incêndio. O ato foi publicado em edição extra do Diário Oficial.

Folhapress

Empresa que captou investidores no RN é acusada de praticar pirâmide financeira no Maranhão

A empresa AdInvest, que captou investidores no Rio Grande do Norte, para atuar no mercado de investimentos em um projeto ligado ao Google foi acusada de aplicar golpes e de montar uma pirâmide financeira no Maranhão.

Segundo reportagem do portal Maranhão de Verdade, Rafael Shimuk Gauxinho, que atuava como agente de investimentos nessas operações financeiras, era uma espécie de ‘braço direito’ da AdInvest no Maranhão e teria sumido com mais de R$ 10 milhões captados com milhares de investidores maranhenses. Ainda segundo a reportagem, ele é conhecido por atuar como uma espécie de líder de várias pirâmides financeiras.

Pirâmide Financeira é como são chamados os esquemas empresariais que tem como principal receita a remuneração pela indicação de novos membros, feita por meio de uma taxa de entrada no negócio. É um esquema fraudulento e insustentável que atrai pequenos investidores com a promessa de ganhos rápidos e retornos altos, mas que nunca são pagos por médio prazo. A prática é considerada um crime contra a economia popular punível com prisão. Nesses casos, cabe investigação da Polícia Civil e do Ministério Público.

No Rio Grande do Norte, os investidores ainda não receberam os ganhos dos últimos contratos e os antigos contratos relatam atrasos. Os investidores potiguares acreditam que os valores aplicados superem R$ 10 milhões e temem que o caso seja uma pirâmide e que fiquem no prejuízo, vítimas de um golpe.

No que foi divulgado pela AdInvest, o grupo era uma Channel Partner do Google, que trabalhava com ganhos financeiros atrelados ao sistema de publicidade AdSense do Google Inc, só que várias das contas de ganhos da AdInvest já foram bloqueadas e a empresa enfrenta dificuldades para pagar os investidores. No último comunicado oficial para os potiguares, a AdInvest garantiu que os investidores iriam receber.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Anônimo disse:

    Especulação por parte do BG sem provas e sem saber de fato dos bastidores.

  2. Juca disse:

    Fala com o pessoal do Telexfree que eles resolvem. É só entrar com R$ 600,00 e chamar uns 10 para entrar que todo mundo recebe kkkkk

Neymar exige mais de R$ 150 milhões em salário por temporada

Neymar terá o futuro definido até o dia 2 de setembro (fechamento da janela). Foto: Franck Fife/AFP

Neymar segue como principal nome na janela de transferências de Europa e a novela ganhou mais um capítulo nesta sexta-feira, quando o PSG impôs uma data limite ao Barcelona para realizar nova oferta. No entanto, não é só o clube francês que está ambicioso. De acordo com o programa ‘Chiringuito de Jugones’, o brasileiro quer uma alta quantia em salários na próxima temporada.

Conforme informado pela TV espanhola, Neymar teria pedido um salario de R$ 156 milhões por ano e um contrato de cinco temporadas. Barcelona e Real Madrid são os clubes que ainda brigam pela contratação do atacante de 27 anos, que já deixou claro o desejo de deixar o Paris Saint-Germain. A Juventus chegou a demonstrar o interesse pelo atleta, mas parece ter desistido do negócio.

Nesta sexta, a rádio espanhola ‘RAC1’, informou que Neymar teria feito uma reclamação com os jogadores do Barcelona pelo preço baixo oferecido pelos catalães aos franceses. A janela de transferências na Europa se encerra no próximo dia 2 de setembro e a possibilidade de Neymar seguir no PSG ainda não é descartada pela mídia internacional.

Lance

 

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Zé priquito disse:

    Assim como na politica, no futebol tambem jogam muito dinheiro no lixo.

Fim de semana reserva alerta de ventos de até 60 km/h em todo o litoral do RN

Foto: Ilustrativa

A Marinha do Brasil, por meio da Capitania dos Portos do Rio Grande do Norte, participa da possibilidade de ocorrer VENTO FORTE de sudeste a leste, com velocidade de até 60 km/h, em todo o litoral do RIO GRANDE DO NORTE ao MARANHÃO.

A previsão meteorológica descrita nesta Nota, poderá ocorrer no período do dia 24 a 26 do corrente mês, até 21 horas e refere-se ao Aviso de Mau Tempo, divulgado pelo Centro de Hidrografia da Marinha (CHM), de no 1075 do corrente ano.

Recomenda-se que as embarcações de pequeno porte “evitem a navegação” e que as demais embarcações redobrem a atenção quanto ao material de salvatagem, estado geral dos motores, casco, bomba de esgoto do porão, equipamentos de rádio e demais itens de segurança.

Desembargador federal Gebran Neto diz que “Vaza Jato” não cancela condenação de Lula: “É regra, é lei, é praxe. O restante é palco, cena e gritaria”

Foto: DCI

O desembargador federal João Pedro Gebran Neto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região, nega à Coluna que o vazamento de mensagens de integrantes da Lava Jato tenha fragilizado ou vai fragilizar o andamento da operação. “Nós temos uma ação criminosa que interceptou documentos privados, todos sabemos que esses documentos são inválidos e nulos”, afirmou durante evento dos delegados federais em Salvador.

O desembargador, palestrante do Simpósio Nacional de Combate à Corrupção, diz ainda que essas notícias levam à população informações que acabam vulnerando a imagem das pessoas. “Informações essas que não sabemos a origem, ou se foram editadas; da minha parte, sei que são informações ilícitas”, observa.

Para qualquer juiz, de qualquer instância, obtenção de ‘provas’ de foram ilícita não vinga no Judiciário. É regra, é lei, é praxe. O restante é palco, cena e gritaria.

Coluna Esplanada

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Edvaldo Santos disse:

    A nossas leis é do jeito que o Diabo gosta, aos aliados a brandura e aos divesarios os rigores sem dó e nem piedade .

  2. Sydnei Barone disse:

    Q desrespeito na matéria ao se referir desta forma…"VAZA JATO".
    Isso é por conta do posicionamento deste blog ?

SENTIMENTO AMBÍGUO DA POPULAÇÃO: Levantamento VEJA/FSB mostra que maioria apoia e confia em Bolsonaro, mas não gosta do excesso de propostas polêmicas e de “caneladas”

FIRME NA SELA – Na Festa do Peão, em Barretos: 30% dos entrevistados avaliam como “ótima” ou “boa” sua gestão (Marcos Corrêa/PR)

Essas facetas de Bolsonaro aparecem com clareza em um levantamento encomendado por VEJA ao Instituto FSB Pesquisa sobre a avaliação da gestão, dos principais pontos de sua agenda e do desempenho do presidente. Feito por telefone com 2 000 pessoas em todo o país entre os dias 16 e 18 deste mês, o levantamento mostra que Bolsonaro continua bem na foto junto ao eleitorado. Na pesquisa, 37% o apontaram como a liderança que serve de referência no avanço do Brasil ao responder à pergunta “quem está fazendo mais pelo país hoje?”. A avaliação do governo é positiva para 30%, e 45% acreditam que Bolsonaro encerrará bem o mandato. “Temos apenas oito meses de governo. As pessoas ainda não estão julgando resultados, mas as expectativas”, diz o analista político Alon Feuerwerker, coordenador da pesquisa. Por outro lado, o levantamento revela que, mesmo neste começo, 48% dos brasileiros desaprovam a forma como Bolsonaro governa — contra 44% que lhe conferem respaldo. E outros 68% acreditam que as falas do presidente prejudicam em algum grau o andamento do governo — para 49%, elas atrapalham muito.

Nenhum eleitor de Bolsonaro pode dizer que se surpreendeu com a saraivada de declarações desastradas que o presidente vem distribuindo nas últimas semanas sobre temas variados. Afinal, o ex-deputado do baixo clero ficou famoso justamente por, entre outras frases polêmicas, chamar o torturador da ditadura Brilhante Ustra de “herói nacional”. Havia, porém, a esperança de que, uma vez no cargo, ele reduzisse o tom. Não é o que vem acontecendo. Ainda sem mostrar consciência do tamanho da cadeira presidencial, Bolsonaro dispara os impropérios que lhe vêm à cabeça, da defesa extremada do filho Eduardo para embaixador nos Estados Unidos à afirmação, sem provas, de que ONGs e governadores promovem queimadas na Amazônia para prejudicá-lo. Nesta semana, ele divulgou um vídeo de caça às baleias para desdenhar da preocupação ambiental da Noruega, que suspendeu o repasse de dinheiro para um fundo de preservação da Floresta Amazônica — as filmagens, porém, ocorreram na Dinamarca.

Como se vê na pesquisa, o comportamento irrefreável do mandatário, repleto de ofensas, fake news e temas já superados na cena política brasileira, vem chamuscando sua imagem. Ao mesmo tempo, o levantamento revela que a maioria ainda confia em sua liderança e capacidade de fazer uma boa gestão. O que explica esse paradoxo? Por ora, o pouco tempo de duração do governo e o rescaldo dos antagonismos da campanha de 2018. “Essa foi uma eleição de hiperexposição. Muita gente se indispôs em seus grupos pessoais e familiares. Há um custo bem alto para que essas pessoas digam que o governo acabou com oito meses, embora já possam ter críticas à gestão”, afirma Jairo Nicolau, professor da UFRJ. Mesmo rejeitadas pela maioria, as caneladas verbais sustentam, em paralelo, a mobilização de sua base eleitoral — um núcleo de apoio barulhento nas redes sociais e fora delas. Para Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, o presidente age dessa forma para impedir uma reação do campo adversário. “São minibombas que Bolsonaro joga na sociedade. Assim, dificulta uma reação coordenada contra ele e fortalece a plateia a quem se dirige”, diz.

Manter um grupo que lhe garanta respaldo, independentemente do que entregou até agora, supre duas urgências para Bolsonaro. Uma diz respeito às ambições eleitorais para 2022 (leia a reportagem). A outra desvia o foco dos índices cambaleantes na economia. Apesar da aprovação da nova Previdência e de haver um clima propício ao encaminhamento de outras reformas importantes no Congresso, os ganhos que elas trarão para o crescimento do país visam ao longo prazo. O maior desafio de Bolsonaro, segundo a pesquisa, é justamente criar postos de trabalho: 17% dos brasileiros citaram o combate ao desemprego como a área que mais piorou desde o início do governo — outros 14% a consideram a segunda pior. Na soma geral, a questão fica atrás somente da saúde pública (38%) e está empatada tecnicamente com a educação (30%), áreas historicamente mal avaliadas. Ao serem questionados sobre o tema, só 25% dos entrevistados mostraram plena confiança que Bolsonaro conseguirá diminuir o desemprego em até um ano. “Com o passar do tempo, as pessoas vão atenuar a culpabilidade do PT sobre a crise econômica e exigirão mudanças vindas dele. Se elas se cansarem da economia, a paciência com as bobagens ditas pelo presidente poderá acabar”, diz o cientista político Alberto Almeida. No estilo comunicativo de Bolsonaro, em que até o “cocô petrificado dos índios” vira assunto presidencial, os temas relevantes, de fato, ficam ausentes de suas manifestações diárias. Poucas vezes se vê Bolsonaro falar sobre saúde e educação, muito menos sobre economia.

Os últimos dados do IBGE mostram que a taxa de desemprego continua altíssima, e o recuo ocorre em um ritmo preocupante. No segundo semestre, ela retrocedeu de 12,7% para 12%, o que corresponde a 12,8 milhões de brasileiros. Um exemplo dessa tragédia social ocorreu no último dia 16, quando centenas de pessoas formaram uma fila no centro de Niterói (RJ) depois de terem recebido um áudio no WhatsApp com informações falsas sobre a abertura de vagas. Derrubar o desemprego de forma expressiva será tarefa árdua diante dos sinais nebulosos emitidos pela economia mundial nas últimas semanas. Apesar dos desafios e da conjuntura complicada, a avaliação do ministro da Economia, Paulo Guedes, não foi afetada negativamente até agora. Muito pelo contrário. Seu trabalho é visto como ótimo por 14%, como bom por 21% e como regular por 37% — na Esplanada, ele só fica atrás do ministro Sergio Moro, da Justiça (veja o quadro). Na visão do ex-ministro Gustavo Bebianno, que conviveu intensamente com o presidente até ser demitido por desavenças com o vereador Carlos Bolsonaro, os números comprovam a existência de duas gestões paralelas. “O governo Guedes tenta acertar e possui uma diretriz. Já o governo Bolsonaro tem caráter eleitoreiro. Ele não se preocupa com o país, mas em manter sua família no poder”, critica Bebianno.

De positivo, Bolsonaro pode comemorar também o fato de ter sua gestão identificada com o combate à corrupção, embora seu filho mais velho, Flávio, esteja enrolado no caso das rachadinhas do ex-assessor Fabrício Queiroz. Quase 35% das pessoas apontaram essa área como a que mais apresentou resultados desde janeiro. É muito, levando-se em consideração que 25% dos entrevistados disseram que nenhum setor melhorou na gestão de Bolsonaro. Aqui cabe uma reflexão. Até agora, realmente não houve nenhum grande escândalo de desvio de recursos na atual administração.

Em relação à agenda, o presidente deve enfrentar alguma resistência nos próximos meses. Enquanto a redução da maioridade penal e a unificação dos impostos sobre produtos e serviços são amplamente apoiadas (84% e 67%, respectivamente), a maior dificuldade está na liberação da posse e do porte de armas. A posse é malvista por 56% dos brasileiros, ao passo que o porte é rejeitado por 78%. Já as privatizações são descartadas por 59%. Na economia, embora o governo faça um esforço de desestatização com o lançamento, no último dia 21, de um plano para se desfazer de nove estatais (leia a reportagem), a população não demonstra o mesmo entusiasmo com o tema. Na pesquisa, a maior parte dos entrevistados ainda se mostra contrária à venda de ícones do estatismo brasileiro, como a Petrobras e o Banco do Brasil. Já a volta da CPMF é rejeitada por 48%.

Em outros governos, foram necessárias graves crises econômicas para que a população se impacientasse de vez com o presidente. FHC, entre a reeleição e o início do segundo mandato, teve de lidar com a desvalorização cambial e se desgastou por completo com o apagão de 2001. Dilma Rousseff perdeu capital político nos protestos de 2013, mas desabou para valer com o ajuste fiscal fracassado do segundo mandato. “Sobre Bolsonaro, quando toda a fumaça se dispersar, a avaliação de seu governo dependerá dos resultados concretos de sua administração”, diz Feuerwerker, da FSB. Em outras palavras, “it’s the economy, stupid”, como cunhou o marqueteiro americano James Carville para explicar a improvável vitória de Bill Clinton contra George Bush pai, em 1992, graças a uma recessão. Ou seja: mesmo criticado, Bolsonaro talvez possa continuar a falar suas bobagens. A questão é que ele vai ter de entregar o que se espera — crescimento econômico e empregos.

Veja

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. CADEIA para BOLSOTRALHAS disse:

    BOLSOTRALHA a avalanche do satanás