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Sisu abre seleção para 228 mil vagas em universidades

A primeira edição do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) de 2016 começou nesta segunda-feira (11), com 228 mil vagas em 131 instituições públicas de educação superior. Os candidatos precisam ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2015, cujas notas foram divulgadas na sexta-feira (8), para poder fazer a inscrição.

Desde a semana passada, os interessados em se candidatar na primeira edição do Sisu de 2016 já podiam consultar as vagas disponíveis, com a distribuição por cursos e instituições, na página do programa (http://sisu.mec.gov.br/).

As inscrições no Sisu vão até as 23h59 (horário de Brasília) do dia 14 de janeiro. As notas de corte serão divulgadas nos dias 12, 13 e 14 de janeiro a partir de 9h.

O que é o Sisu

SISUPara disputar as vagas os candidatos precisam, necessariamente, ter participado da edição de 2015 do Enem e ter obtido nota na prova de redação que não seja zero.

O Sisu é um sistema eletrônico gerenciado pelo MEC que seleciona os alunos, de acordo com o desempenho no Enem. O estudante pode se inscrever em até duas opções de vagas.

Durante o período de inscrição, é possível verificar a nota de corte de cada curso e mudar a candidatura, otimizando as chances de aprovação.

O resultado da chamada regular será divulgado no dia 18 de janeiro na página do Sisu e nas instituições de ensino superior.

As matrículas ocorrem nos dias 22, 25 e 26 de janeiro. Assim como na edição anterior, só haverá uma chamada.

Entre os dias 18 de janeiro e 29 de janeiro os candidatos que não foram convocados para sua primeira opção podem entrar na lista de espera. Caso sobrem vagas, as instituições poderão convocar os alunos dessa lista.

Pelo Sisu, os candidatos que fizeram o Enem disputam vagas em instituições públicas de ensino superior de todo o país.

Com informações do G1

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PESQUISA QUAEST: 70% acham que governo Lula terá mais conflitos com o Congresso

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REVIRAVOLTA: Cartão de memória perdido com centenas votos é achado e vira votação na Geórgia a favor de candidato do partido de Trump

Foto: Reprodução/earlycountynews

Um cartão de memória que armazenava centenas de votos e não havia sido contabilizado foi encontrado após a eleição na Geórgia, nos Estados Unidos. A inclusão destes votos no sistema mudou o resultado da disputa legislativa e colocou à frente o republicano Gerald Greene, candidato à reeleição pelo partido de Donald Trump.

Antes da inclusão dos votos no sistema, o deputado estadual republicano Gerald Greene estava atrás do democrata Harry James por menos de 100 votos. Com a atualização, Greene passou a liderar por 262 votos. O resultado deve ser certificado pelos funcionários eleitorais do Condado de Seminole até segunda-feira (9).

Investigação vai apurar sumiço de cartão de memória

O secretário de Estado, Brad Raffensperger, abriu uma investigação para apurar por que centenas de votos armazenados em um cartão de memória não foram incluídos inicialmente na apuração.

Raffensperger classificou a falha como inaceitável e afirmou que a investigação pretende esclarecer como o cartão deixou de ser carregado no sistema eleitoral em 3 de novembro. A descoberta ocorreu após autoridades identificarem uma divergência entre o número de eleitores registrados nos locais de votação e o total de votos contabilizados.

O secretário de Estado Brad Raffensperger ganhou projeção nacional em 2020, quando rejeitou a pressão de Donald Trump para alterar o resultado da eleição presidencial na Geórgia. Na ocasião, o então presidente pediu que Raffensperger encontrasse 11.780 votos para reverter a vitória de Joe Biden no estado.

Com informações de Exame

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ENEM 2026: “A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal”, é o tema da redação

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O tema da redação do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) de 2026 é: “A valorização do Sistema Único de Saúde (SUS) como direito universal”. A informação foi revelada pelo ministro da Educação, Leonardo Barchini, neste domingo (8), dia da primeira etapa de aplicação da prova.

Além da redação, o primeiro dia do Enem conta com 90 questões, sendo metade de linguagens (língua portuguesa, literatura, língua estrangeira, artes, educação física e tecnologias da informação e comunicação) e metade de ciências humanas (história, geografia, filosofia e sociologia).

No total, os candidatos têm 5h30 para completar o exame.

O segundo dia, que será no próximo domingo (16), também é composto por 90 questões, das quais metade são de ciências da natureza (química, física e biologia) e metade de matemática. Os candidatos terão 5h para resolver a prova.

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NEC Pinguinho de Gente celebra 55 anos com espetáculo musical no Teatro Riachuelo

São 55 anos formando gerações em Natal, e o NEC Pinguinho de Gente escolheu uma forma especial de comemorar essa história: subindo ao palco. Nesta quinta-feira, 12 de novembro, às 18h30, os alunos da escola apresentam o espetáculo musical “Tia Aparecida e uma escola de gente feliz”, no Teatro Riachuelo.

A montagem tem um significado ainda mais especial: o roteiro é assinado por Victor Ferreira e a direção artística por Afra Brengartner, ambos ex-alunos da escola. Quem cresceu nos corredores do NEC Pinguinho de Gente agora volta para contar, ao lado das crianças de hoje, a trajetória de uma instituição que atravessou mais de cinco décadas mantendo viva a mesma essência: educar com afeto.

Com música, emoção e muitas lembranças, o espetáculo promete reunir famílias, ex-alunos e todos que fazem parte dessa história.

📍 Teatro Riachuelo
📅 Quinta-feira, 12/11, às 18h30
🎟️ Últimos ingressos à venda na bilheteria e no site do teatro (@teatroriachuelonatal)

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Governadores aliados de Flávio Bolsonaro pregam relação pragmática e institucional com governo Lula

Os governadores eleitos do Rio Grande do Sul, Luciano Zucco (PL), do Paraná, Sergio Moro (PL), de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL) | Fotos: Bruno Spada/Câmara dos Deputados, Jefferson Rudy/Agência Senado, Leandro Chemalle/Estadão Conteúdo e Reginaldo Pimenta/Estadão Conteúdo

Governadores eleitos ou reeleitos com apoio de Flávio Bolsonaro (PL) defendem uma relação pragmática e institucional com o governo do presidente Lula (PT), apesar da derrota do senador na disputa presidencial. A posição é motivada, principalmente, pela necessidade de garantir investimentos federais e enfrentar dificuldades fiscais nos estados.

Nenhum dos 15 governadores que apoiaram sua candidatura endossou a carta divulgada pelo senador, na qual se apresenta como “líder do Brasil” e questiona o resultado das eleições.

Em São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos) defendeu o respeito ao resultado das urnas e afirmou que é preciso “olhar para a frente”. Outros governadores também têm evitado manifestações sobre Flávio e concentrado suas publicações em assuntos administrativos.

No Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL) afirmou que pretende manter um “relacionamento institucional produtivo” com o governo federal para garantir investimentos em obras e políticas sociais. Luciano Zucco (PL), eleito no Rio Grande do Sul, também defendeu o diálogo, destacando que os interesses do estado devem estar acima das diferenças partidárias.

No Paraná, Sergio Moro (PL) afirmou que a eleição passou e que seu foco será fazer um bom governo. Ele, no entanto, ressaltou que manterá uma postura de oposição ao governo Lula, com cooperação em pautas consideradas positivas.

Em Minas Gerais, Cleitinho (Republicanos) tem defendido o fim da polarização, enquanto enfrenta o desafio de negociar uma dívida estadual de R$ 180 bilhões com a União e um déficit orçamentário previsto em R$ 10 bilhões para 2027.

No Distrito Federal, Celina Leão (PP) também precisará buscar alternativas para a situação financeira do Banco de Brasília (BRB), que enfrenta uma crise após a tentativa de compra do Banco Master. A governadora já declarou estar disposta a dialogar com Lula quando necessário.

Com informações de UOL

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Juros altos, endividamento e crise fiscal ampliam risco de recessão em 2027 no Brasil, aponta Ibre-FGV

Imagem:  Adobe Stock

O aumento dos juros, o endividamento das famílias e a indefinição sobre o ajuste fiscal ampliam o risco de recessão no Brasil em 2027, segundo análise do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Projeções de bancos e consultorias apontam crescimento próximo de 1%, mas a economia pode ficar estagnada caso as condições financeiras continuem piorando.

Estudo preliminar do instituto indica que comércio, indústria de transformação e serviços podem recuar 0,5% no próximo ano. O cenário é agravado pela perda de força da agropecuária e da indústria extrativa, que ajudaram a sustentar o crescimento nos últimos anos.

O endividamento também preocupa. Dados da Serasa mostram que o país chegou a 84,2 milhões de inadimplentes em setembro, o equivalente a 51,1% da população adulta. Com o orçamento comprometido, as famílias tendem a reduzir o consumo, pressionando ainda mais a atividade econômica.

O mercado de trabalho também pode sentir os efeitos da desaceleração. A projeção é que a taxa de desemprego avance de 5,6% em 2026 para quase 7% em 2027.

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Em pronunciamento na TV neste domingo (8), Lula vai pregar união e responsabilidade fiscal, mas sem anunciar medidas práticas

Foto: Wilton Junior/ Estadão

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva fará um pronunciamento em rede nacional de rádio e TV neste domingo (8), às 20h30, com uma mensagem em tom de reconciliação após a disputa eleitoral. No discurso, o petista deverá defender a união do país, reafirmar o compromisso com o crescimento econômico e o equilíbrio das contas públicas e criticar a atual taxa de juros. Mas sem anunciar uma medida prática sequer sobre os principais problemas enfrentados pelo Brasil atualmente, principalmente na área econômica.

Gravado na quinta-feira (5), o discurso terá 7 minutos e 44 segundos. Lula agradecerá os 64,2 milhões de votos recebidos no segundo turno e destacará a participação de diferentes grupos da população, incluindo jovens e idosos. Também deverá reforçar que a eleição terminou e que o país precisa seguir em frente.

Apesar da pressão do mercado, o presidente não anunciará medidas de ajuste fiscal.

A fala deve destacar ações de seu governo para estimular a economia e incluir críticas à taxa de juros, mantida pelo Banco Central em 13,75% ao ano.

Lula também afirmará que pretende conciliar a continuidade dos programas sociais com o equilíbrio das contas públicas. Segundo o governo, o Orçamento de 2027 foi elaborado com previsão de superávit.

As propostas para estabilizar a relação entre dívida pública e PIB ainda serão discutidas. As medidas devem ser apresentadas ao presidente na segunda quinzena de novembro, após sua viagem à Turquia e às Filipinas.

A definição da equipe econômica do quarto mandato também segue em aberto. Entre os nomes cotados para o Ministério da Fazenda estão o atual titular, Dario Durigan, o vice-presidente Geraldo Alckmin e o governador reeleito do Piauí, Rafael Fonteles. Lula deve anunciar a nova equipe em meados de dezembro.

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PESQUISA QUAEST: 62% dizem que Flávio Bolsonaro errou ao fugir para os Estados Unidos

Foto: Reuters/Eva Marie Uzcategui

A saída de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil após a derrota na eleição presidencial é reprovada por 62% dos brasileiros que souberam da viagem. É o que aponta pesquisa Quaest divulgada neste domingo (8). Cerca de 89% dos entrevistados disseram ter conhecimento de que o senador foi para os Estados Unidos após o segundo turno.

A avaliação varia de acordo com o posicionamento político dos entrevistados. Entre lulistas e eleitores da esquerda não lulista, 92% consideram que Flávio errou ao deixar o país. Entre os independentes, o índice é de 63%.

Já entre os bolsonaristas, 90% aprovam a decisão, enquanto apenas 5% a consideram errada.

O levantamento também mostra divisão entre eleitores da direita não bolsonarista: 46% avaliam que Flávio acertou ao viajar para os Estados Unidos, enquanto 45% desaprovam a atitude. Outros 9% não souberam responder.

Foram ouvidas 2.004 pessoas entre os dias 30 de outubro e 2 de novembro. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

Opinião dos leitores

  1. Desse ser muito legal ser julgado pelos seus inimigos! E o Lulinha ? E o irmão do Lulis que roubou os aposentados? Nada ainda ?

  2. Como assim, seu adversário já tinha falado que iria preso, a ordem de recolher o passaporte foi 7 minutos após o resultado das eleições. Esse pesquisa foi feita só com PeTralhas.

  3. não era essas pesquisas que apontavam Flávio como presidente ? pra quer danado servem essas pesquisas se no final quem manda é a ditadura petralha

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Fachin encerra oito investigações e avança para arquivar inquérito das fake news

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O inquérito das fake news, aberto em 2019 e conduzido por mais de sete anos pelo ministro Alexandre de Moraes, caminha para o encerramento definitivo no Supremo Tribunal Federal (STF).

Após o presidente da Corte, Edson Fachin, iniciar uma revisão dos procedimentos relacionados à investigação já foram arquivadas ou encerradas pelo menos oito apurações.

A Presidência do STF identificou 104 procedimentos vinculados ao inquérito. A intenção é verificar quais ainda dependem de diligências da Polícia Federal ou manifestações da Procuradoria-Geral da República (PGR) e quais podem ser encerrados.

Entre os casos arquivados estão investigações envolvendo o pastor Silas Malafaia, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro, o jornalista Guilherme Fiuza, o ex-ministro Gilson Machado e o presidente do PCO, Rui Costa Pimenta.

As decisões foram tomadas após pareceres da PGR que apontaram falta de provas, prescrição dos crimes ou ausência de elementos para sustentar as acusações. Fachin também revogou medidas cautelares em alguns casos, como restrições de viagem e bloqueios.

A relatoria passou para Fachin em setembro, quando ele retirou o caso de Moraes. Em outubro, o presidente do STF já havia anunciado a intenção de concluir a análise dos procedimentos pendentes e, depois de cumpridas as etapas processuais, promover o arquivamento definitivo. Ainda não há prazo para o encerramento.

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“Eu quero, em apenas quatro anos, tirar o Brasil do estágio de país em desenvolvimento e colocá-lo no estágio de país desenvolvido”, diz Lula

Foto: Ricardo Stuckert/ PR

Transformar o Brasil em um país desenvolvido nos próximos quatro anos é uma das metas anunciadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita nesta sexta-feira (6), durante reunião do Conselho Nacional de Política Energética (CNPE). “Eu quero, em apenas quatro anos, tirar o Brasil do estágio de país em desenvolvimento e colocá-lo no estágio de país desenvolvido”, afirmou o presidente.

Lula destacou o potencial brasileiro para atrair investimentos em setores como energias renováveis, minerais críticos e terras raras. Segundo o presidente, a exploração desses recursos pode estimular novos projetos e ampliar o crescimento econômico.

Ele também defendeu o avanço da transição energética e citou medidas de combate ao desmatamento. Outro tema abordado foi a expansão dos data centers no país. Lula afirmou que empresas interessadas em instalar essas estruturas deverão investir na própria geração de energia, sem comprometer o abastecimento da população. “Quem vier investir construa a sua própria energia. Não vai ser a energia do povo que vai ser utilizada para data center”, declarou.

Opinião dos leitores

  1. Esse larápio pode ficar 100 anos que o Brasil nunca vai crescer. Agora torrar dinheiro do povo ele tem doutorado

  2. Será lula, que só no seu 4 mandato, que vc descobriu que o Brasil ainda continua nesta mesma situação. ” Do mesmo jeito que vc não sabia que não tinha tido aumento do bolsa família” me poupe de tanta ingenuidade.

  3. Não fez em 20 anos, vai fazer em 4 anos? Como o povo ainda acredita nessas promessas? Está óbvio que ele utiliza a promessa como meio eleitoreiro.

  4. Porque será que o país não se desenvolveu nos últimos 20 anos? Quem estava governando a nação nesse período?

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