Jornalismo

PF cumpre mandando em casa de empresário e sede da empresa no RN

A terceira-fase da Operação Xeque-Mate deflagrada no inicio desta manhã na Paraíba também cumpre mandados de busca e apreensão no Rio Grande do Norte.

Um dos alvos confirmados pelo BlogdoBG é a sede da empresa MB prestação de serviço do empresário Mario Sergio. A residencia dele no condomínio Bosque dos Poetas também é alvo de mandado de busca e apreensão.

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Ex-ministro de Lula apresenta projeto para limitar dívida do cartão de crédito

Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

O deputado federal Paulo Teixeira (PT-SP), ex-ministro do Desenvolvimento Agrário do governo Lula, apresentou um projeto de lei que limita ao dobro do valor original o total cobrado em operações de crédito para pessoas físicas, incluindo dívidas de cartão de crédito.

Protocolada na Câmara dos Deputados na quarta-feira (28), a proposta estabelece que, para um empréstimo de R$ 1 mil, por exemplo, o consumidor não poderá ser cobrado em mais de R$ 2 mil, somando juros, tarifas, comissões e outros encargos.

O texto também proíbe a cobrança de juros sobre juros, exceto nas situações expressamente autorizadas por lei. Pela proposta, os juros deverão ser calculados sobre o valor originalmente emprestado, sem incorporar juros vencidos ao saldo devedor para gerar novas cobranças.

A regra abrangeria bancos, empresas de crédito e outras pessoas jurídicas que ofereçam empréstimos a pessoas físicas. Em caso de descumprimento, poderão ser aplicadas sanções previstas na legislação de defesa do consumidor, além da devolução dos valores cobrados em excesso.

Na justificativa, Paulo Teixeira afirma que a falta de um limite para o custo total do crédito pode transformar pequenas dívidas em obrigações desproporcionais, comprometendo a renda e a subsistência dos consumidores.

Com informações do Metrópoles

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PF apura se empresários e políticos ajudaram Flávio Bolsonaro a deixar o Brasil

Foto: Getty Images

A Polícia Federal investiga se o senador Flávio Bolsonaro (PL), candidato derrotado à Presidência, contou com ajuda de empresários e políticos de direita para deixar o Brasil e chegar aos Estados Unidos. Segundo relatos obtidos pela CNN Brasil, os investigadores apuram quem são os proprietários dos carros e aviões usados no trajeto.

A PF não descarta pedir a quebra de sigilos telefônicos e telemáticos para esclarecer como a viagem foi organizada. Flávio seguiu inicialmente para a fronteira com a Argentina, de onde embarcou em um avião que fez escala no Equador antes de chegar aos Estados Unidos.

Segundo a CNN, o suposto esquema teria contado com o apoio do ex-presidente Jair Bolsonaro, do ex-deputado Eduardo Bolsonaro e do advogado e empresário Willer Tomaz, que estão nos Estados Unidos.

A investigação também considera a hipótese de que recursos arrecadados com o filme “Dark Horse” tenham sido enviados a fundos no exterior como parte de um plano para manter recursos fora do país. Flávio é investigado pela PF em dois inquéritos por suspeita de evasão de divisas.

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PF investiga Paulo Guedes por suspeita de crime contra o sistema financeiro

Foto: Reprodução/Flow Podcast

A Polícia Federal investiga o ex-ministro da Economia Paulo Guedes e o empresário Fábio Lino de Almeida, dono da OnilX, por suspeita de crimes contra o Sistema Financeiro Nacional. O inquérito foi aberto em fevereiro e tramita sob sigilo na Justiça Federal do Paraná.

Guedes prestou consultoria à OnilX, participou de reuniões estratégicas e de eventos com investidores. A empresa é alvo de reclamações de clientes que afirmam não conseguir resgatar valores investidos em produtos ligados a criptomoedas, com promessas de rendimento de até 2,8% ao mês.

O ex-ministro da Economia de Jair Bolsonaro prestou consultoria à empresa e era usado por funcionários para transmitir legitimidade ao negócio. A empresa deu calote em dezenas de pessoas e entrou na mira da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

A CVM determinou, em janeiro, a suspensão de ofertas públicas de serviços de intermediação de valores mobiliários pelo grupo. Em abril, a autarquia manteve a medida, esclarecendo que ela não abrangia a simples intermediação de criptoativos sem promessa de rendimento ou contrato de investimento.

O Metrópoles identificou 108 ações judiciais contra o grupo em um período analisado entre junho e setembro. Investidores relatam prejuízos e dificuldades para recuperar recursos. A OnilX nega irregularidades e afirma atuar regularmente no mercado de ativos virtuais.

O inquérito está sob responsabilidade da PF no Paraná, com participação do Ministério Público Federal. A defesa de Guedes e Lino não respondeu aos contatos do veículo até a publicação da reportagem.

Com informações do Metrópoles

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Flávio Bolsonaro pedirá ao STF que Moraes deixe investigação sobre Willer Tomaz

Fotos: Alejandro Zambrana/STF e Edilson Rodrigues/Agência Senado

Flávio Bolsonaro (PL) deverá pedir ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, que retire o ministro Alexandre de Moraes da relatoria da investigação sobre sua relação com o advogado Willer Tomaz. A informação é do jornalista Caio Junqueira, da CNN Brasil.

Segundo a publicação, a defesa prepara dois pedidos. Um questionará a competência de Moraes para conduzir o caso, argumentando que a relatoria deveria ser do ministro André Mendonça, responsável por investigação relacionada a fraudes no INSS.

O segundo alegará suspeição de Moraes. A defesa pretende apontar que um relatório da Polícia Federal menciona uma empresa que detinha participação na mesma aeronave utilizada pelo ministro, relacionada a um contrato do escritório de sua esposa com o banqueiro Daniel Vorcaro.

A investigação teve origem em um inquérito sobre empresas intermediadoras de pagamentos de casas de apostas. Entre os elementos analisados está um e-mail de uma funcionária de Tomaz ao Banco Santander solicitando a desvinculação de Flávio da conta da empresa Alcazar Holding.

Aliados do senador afirmam que um documento enviado pelo Santander a Moraes indicaria que Flávio nunca teve a conta. Os pedidos ainda deverão ser apresentados ao STF.

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Segundo assessor de parlamentares do PSOL é preso em operação contra exploração sexual de adolescentes

Fotos: Reprodução/TV Globo

O chefe de gabinete da deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ), Carlos Alberto Lúcio Bittencourt Filho, foi preso na quarta-feira (28) durante uma operação da Polícia Civil do Rio de Janeiro contra um grupo investigado por exploração sexual de jovens e adolescentes e produção de vídeos pornográficos envolvendo menores de idade.

É o segundo assessor ligado ao PSOL preso neste ano em casos de violência sexual. Em julho, Matheus Rodrigues Gonçalves, assessor do vereador de Niterói Professor Túlio, foi preso sob acusação de estuprar uma adolescente de 16 anos.

Carlos trabalhava no gabinete de Talíria desde 2019 e recebia salário mensal de R$ 18,2 mil. Após tomar conhecimento da operação, a deputada determinou seu afastamento e anunciou a exoneração enquanto os fatos são apurados.

A operação, batizada de “NXIVM”, cumpriu oito mandados de prisão. Entre os presos também está um terceiro-sargento da Polícia Militar. A investigação começou em julho, após a prisão do outro assessor, e avançou a partir de vídeos encontrados no celular da adolescente.

Em nota, Talíria afirmou ter sido surpreendida pela operação, declarou solidariedade à vítima e à família e defendeu que as investigações sejam conduzidas com rigor, transparência e respeito ao devido processo legal.

Com informações do Metrópoles

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Câmara quer regras para campanhas nas redes sociais após polêmica com Meta

Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), anunciou a criação de um grupo de trabalho para elaborar regras para campanhas eleitorais nas redes sociais. A proposta deve alterar o Código Eleitoral e surge após acusações de tratamento desigual pela Meta durante a disputa presidencial de 2026.

Segundo o UOL, a campanha de Lula (PT) acusou a empresa, dona do Instagram e do Facebook, de restringir o alcance de publicações do presidente e favorecer conteúdos ligados a Flávio Bolsonaro (PL). O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) determinou que as plataformas garantissem tratamento igualitário aos candidatos.

Motta pretende apresentar uma proposta em duas semanas. Entre as ideias em discussão estão regras para a distribuição de conteúdo por algoritmos e restrições ao uso de perfis de influenciadores em campanhas eleitorais.

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Nordeste teve 14,7 milhões de menções ofensivas nas redes após vitória de Lula, aponta levantamento

Foto: Freepik

O Nordeste foi alvo de 14,7 milhões de menções ofensivas nas redes sociais após a vitória de Lula (PT) no segundo turno das eleições, realizado no domingo (25). Os dados são de um monitoramento da Ativaweb DataLab divulgado pelo colunista Carlos Madeiro, do UOL.

Entre a noite de domingo e as 16h de quarta-feira (28), foram registradas 18,5 milhões de menções relacionadas à região. Desse total, 79,3% tinham tom crítico aos nordestinos, enquanto 20,7% foram classificadas como manifestações de defesa.

Segundo o levantamento, as publicações incluíram ataques à inteligência da população, associações do Nordeste à pobreza e à dependência, comparações depreciativas e mensagens que defendiam a separação da região do restante do país.

O monitoramento considerou publicações, comentários, links e compartilhamentos no Facebook, Instagram, TikTok e X, além de comentários no YouTube e no Kwai. Os ataques partiram de usuários de diferentes regiões do Brasil, com presença expressiva de perfis do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

No primeiro turno, o levantamento havia registrado 32,8 milhões de menções relacionadas ao Nordeste, das quais cerca de 27 milhões foram classificadas como ofensivas. Somados os dois períodos, foram mais de 51,4 milhões de menções, sendo 41,7 milhões com tom crítico à região.

Entre os perfis identificados como autores das críticas após o segundo turno, 52,3% eram masculinos e 24,5% femininos. Em 23,2% dos casos, não foi possível identificar o gênero.

Opinião dos leitores

  1. Pode descer o sarrafo que aqui tem casca grossa, criado com cuscuz e caldo de mocotó. Aqui não tem playboy fujão não.

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Wall Street Journal acusa Justiça brasileira de “vingança política” contra Flávio Bolsonaro

Foto: Breno Esaki/Metrópoles

O conselho editorial do jornal americano The Wall Street Journal classificou como “vingança política” as medidas judiciais contra Flávio Bolsonaro (PL) após a reeleição de Lula. Em editorial publicado na quarta-feira (28), a publicação criticou a atuação do ministro Alexandre de Moraes e questionou a imparcialidade do Supremo Tribunal Federal (STF).

O texto destaca a proximidade entre o resultado eleitoral e a determinação para que Flávio entregasse seus passaportes. O jornal relata que o senador deixou o Brasil com a família, passou pela Argentina e chegou a Miami, nos Estados Unidos.

O editorial também menciona uma declaração atribuída a Lula durante a campanha, na qual o presidente teria associado a perda da imunidade parlamentar de Flávio à abertura de investigações. Para o jornal, a fala indicaria que o senador teria sido escolhido previamente como alvo. Essa interpretação é uma avaliação editorial, não uma conclusão judicial.

A publicação critica ainda a condenação de Jair Bolsonaro por tentativa de golpe de Estado e destaca o voto divergente do ministro Luiz Fux, com questionamentos sobre competência do STF, provas e devido processo legal.

Ao final, o jornal alerta para a possibilidade de novas indicações de Lula ao Supremo e atribui ao Senado a responsabilidade de defender a independência do Judiciário e o equilíbrio entre os Poderes.

Com informações da Jovem Pan

Opinião dos leitores

  1. Precisa um jornal estrangeiro independente alertar sobre o que acontece aqui, porque a nossa “imprensa”, na sua maioria, é alienada ideologicamente ou é comprada.

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SIC apresenta solução tecnológica para modernizar a gestão das cooperativas durante o WCM 2026

Foto: Divulgação

Apresentado durante um dos principais eventos do cooperativismo na América Latina, o Sistema Integrado de Cooperativas aposta na tecnologia para simplificar processos, reduzir a burocracia e ampliar a eficiência operacional do setor.

O SIC – Sistema Integrado de Cooperativas foi apresentado durante o WCM 2026, realizado em Belo Horizonte (MG), um dos principais eventos de liderança, gestão e estratégia do cooperativismo na América Latina. Desenvolvida para atender às necessidades operacionais das cooperativas, a plataforma reúne soluções tecnológicas que buscam modernizar a gestão, automatizar processos e simplificar as rotinas administrativas do setor.

A iniciativa, fomentada pela Cooperativa de Trabalho dos Profissionais da Educação (Coopedu), ganhou destaque durante o Cooptech Summit, com a participação do presidente da cooperativa, Alexandre Soares Gomes, que apresentou o SIC como uma solução desenvolvida a partir da experiência prática e do conhecimento sobre os desafios enfrentados diariamente pelas cooperativas.

“O SIC nasce com o propósito de proporcionar mais eficiência operacional às cooperativas, modernizando processos e simplificando rotinas que ainda dependem de muito trabalho manual. É uma tecnologia desenvolvida por quem conhece de perto os desafios do cooperativismo e entende que a inovação precisa resolver problemas reais do dia a dia”, destacou Alexandre.

A plataforma integra funcionalidades essenciais à administração das cooperativas, como gestão de cooperados, contratos, folha de pagamento, emissão de notas fiscais, pagamentos e automatização de obrigações trabalhistas e fiscais, incluindo o envio de informações ao eSocial.

Com a proposta de centralizar essas operações em um único ambiente, o SIC busca reduzir a dependência de planilhas, sistemas isolados e processos manuais, diminuindo o retrabalho, a duplicidade de informações e os riscos de erros operacionais. A integração entre as funcionalidades também permite maior controle, rastreabilidade e agilidade na execução das atividades administrativas.

Além da apresentação no palco, o SIC contou com um espaço de demonstração no evento, em um estande realizado em parceria com o Sistema OCERN, reforçando o apoio institucional à iniciativa e sua conexão com as necessidades do cooperativismo.

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Governo Lula orienta ministros a silenciar sobre fuga de Flávio Bolsonaro aos EUA para conter narrativa de perseguição


Foto:  Joe Raedle/Getty Images

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) emitiu uma orientação expressa a ministros e auxiliares para que evitem subir o tom de declarações sobre a saída do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) do Brasil. A ordem na gestão petista é conter potenciais desgastes e tratar o episódio do desembarque do parlamentar nos Estados Unidos estritamente como uma pendência a ser resolvida no âmbito do Judiciário.

A estratégia busca afastar o Palácio do Planalto da controvérsia e neutralizar o discurso de aliados do clã Bolsonaro, que tentam construir uma narrativa de que a família estaria sofrendo perseguição política por parte do atual governo brasileiro. O alinhamento oficial prevê reforçar publicamente que os desdobramentos sobre a situação de Flávio cabem exclusivamente às instâncias da Justiça e ao trabalho de investigação da Polícia Federal (PF).

A diretriz de recuo teria sido transmitida pelo ministro da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom), Sidônio Palmeira.

Mudança de tom após fala de Lula

O movimento para esfriar a crise ocorre logo após declarações do próprio presidente Lula criticando a conduta do adversário político. Durante a celebração de seu aniversário de 81 anos no Palácio da Alvorada, o petista classificou a ida do senador para o exterior após o resultado das urnas como “vergonhosa” e afirmou que a família Bolsonaro “lambe botas” do governo americano.

Com informações do Metrópoles

Opinião dos leitores

  1. Por favor, evitar dizer que o cara fugiu.
    Termo gourmet – resignou-se em partir e assistir à distância.

    1. A direita só existe por conta de Jair Bolsonaro. Se não, estaríamos até hoje iludidos com políticos se passando de opositores da esquerda.

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