608 mil trabalhadores no Rio Grande do Norte são subutilizados

O Rio Grande do Norte encerrou o ano de 2019 com o quinto maior percentual de subutilização da força de trabalho no país. Com 34,9% – o que significa que 3,5 a cada 10 trabalhadores poderiam ou gostariam de trabalhar mais horas – o Estado ficou atrás somente do Piauí (4ui2%), Bahia (39%), Maranhão (38,2%) e Alagoas (36,1) nessa categoria de medição do mercado de trabalho. Em i, são 608 mil pessoas subutilizadas no Rio Grande do Norte de um total de 1,743 milhão de pessoas que estavam na força de trabalho no quarto trimestre do ano passado.

Todas essas unidades federativas, acrescidas de outras 10, registraram taxas de subutilização da força de trabalho de outubro a dezembro do ano passado acima da média nacional, 23%, conforme dados mais recentes da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

“Isso significa dizer que um terço da força de trabalho no Rio Grande do Norte não está sendo aproveitada em sua plenitude. Nessa população contam pessoas acima dos 14 anos que estão no mercado de trabalho, mas trabalhando aquém do que gostariam ou poderiam”, explica Flávio Queiroz, supervisor de Disseminação de Informações no IBGE/RN. Uauewi

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Gilvanir disse:

    Imagina se à pesquisa tivesse sido feita no centro administrativo!

  2. LULADRÃO disse:

    Sem falar dos vagabundos do serviço público.

  3. Neco disse:

    Duro de se dizer, mas são pessoas que viram um peso para os demais trabalhadores, já que a nossa lei obriga pagar igualmente a todos. Nivela-se por baixo. E se alguém ê contra essa situação, o nome mais bonito que leva ê escravocrata. Pagar a mais, mesmo que por fora, vira uma bola de neve em termos de direitos.

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