O advogado Fahad Mohammed envia para o BG artigo escrito e publicado em seu Facebook. Vale no minimo uma reflexão.
Segue:
A esquizofrênica Fábrica de Mentiras
Um dos maiores riscos que se corre ao tentar influenciar a opinião pública é o de se dar um tiro no pé subestimando a inteligência das pessoas. Achar que a sociedade não tem discernimento entre a mentira e a verdade, que não lê nas entrelinhas as intenções do que é feito.
E é subestimando a sociedade potiguar que vem atuando diariamente a Fábrica de Mentiras compostas por pessoas pagas com dinheiro público com o objetivo claro de denegrir a imagem do Rio Grande do Norte.
Para esse grupo da Fábrica de Mentiras, vale criar ou “aumentar” qualquer notícia ruim com o intuito de prejudicar o Estado, o turismo, o comércio do RN, os empresários, pessoas de bem, contanto que na história contada se possa atingir, de forma negativa, o atual governo.
A Fábrica de Mentiras parte de um princípio de que um político pode ser corrupto, pode ter seu nome envolvido em escândalos nacionais, pode ter dinheiro injustificado no exterior, pode estar na lama. Tudo normal. Contanto que atinja sorrateiramente seus adversários, vale mentir, aumentar, atingir a quem quer que seja. O importante é sujar o limpo e disfarçar sua própria sujeira.
A Fábrica de Mentiras morre de medo de perder o parco poder que lhe resta. Qualquer pratica política que engaje a sociedade e seja diferente do “toma lá, dá cá” é uma ameaça. Se tiver Boas notícias pro RN, a fábrica corre para desmanchar. Melhor é sujar com mentiras o nome do RN do que correr o risco de se conseguir benefícios para o Estado que não possam ser atribuídos aos seus integrantes.
Se a Fábrica de Mentiras identifica qualquer ação governamental que possa engajar a opinião pública, logo corre pro ataque.
Tendo em seus quadros uma socialite deslumbrada, um blogueiro fantoche, um humorista sem carreira, uma moça de rico berço frustrada, entre outros componentes de um exército mantido por dinheiro público, a Fábrica de Mentiras subestima qualquer possibilidade de investigação policial e medidas judiciais que interrompam sua produção industrial de ataques.
Acham que estão acima do bem e do mal. Livres de investigação. Livres de culpa. Livres da Justiça dos homens. Livres da execração pública. Na esquizofrenia de atacar a qualquer custo, julgam normais os expedientes mais rasteiros. Celebram a cada escândalo quem se envolvem. Vibram com notícias nacionais que envergonham os potiguares.
Mas a Fábrica de Mentiras está sendo desmascarada. Está produzindo, ela mesma seu fim. Mergulhada na arrogância, se destrói dia a dia por deixar claras pistas e evidências de sua ação fora da lei. E como todo o mal, por si só, se destruirá.

A liberdade de imprensa deve ser sempre levada a sério, assim como as pessoas são livres prá ler aquilo que lhes interessa. Para os excessos, sempre há o recurso à Justiça. Qualquer limite à emissão de opinião deve ser chamado pelo nome: censura. E isso é coisa típica de ditadores.
Perfeito o posicionamento do Sr. Fahad.
O que há de blogs tendenciosos e pagos no RN é realmente um quadro de assustar. E, como bem diz o autor, aqui se mente, se distorce e se cria versões eivadas de interesses escusos completamente livres do alcance da justiça.
O artigo é muito oportuno para que os blogueiros e seus blogs possam refletir e, pelo menos, desconfiar que nem todos são bobos e conseguem ler intenções e interesses maquiados de informação.
Parabéns ao Sr, Fahad e que reflitam os que entenderam a mensagem.
Essas "fábricas de mentiras" vêm sustentando as mesmas oligarquias há décadas no poder, enriquecendo seus integrantes e puxa-sacos , enquanto o Estado empobrece cada vez mais.
Concordo com vc. Achei ótima a expressão "blogueiro fantoche". KKKKKKKKK
Gostou do termo "fantoche", Sr. Frasqueirino? Também gostei, ainda mais quando se confere o significado para palavra.
Fantoche: Boneco movido com fios. (Figurado) Pessoa que fala e procede conforme vontade alheia; autômato, títere. E por aqui, os fios que movem os bonecos são cifras e outros incentivos.