Bem produzida, Amanda Gurgel voltou, em cadeia nacional, no programa do PSTU, para protestar contra os descasos pelos quais ficou conhecida.
Falou, a propósito, sobre o vídeo que protagoniza, afirmando que é uma realidade não só em Natal, mas em todo o País a questão do “descaso com os professores”.
Ela entrou no mérito do caso do Corpo de Bombeiros do RJ. “Não podemos perder a capacidade de indignação. Fiquei indignado quando eles foram presos por quererem um salário maior que R$ 950,00.
Amanda voltou em uma segunda parte do programa convocando a todos para participarem do twittaço com a hashtag #indignados.
“Os jovens da Europa ocupam as praças porque não se sentem representados pelos políticos de lá”, disse à guisa de convocação.
No Twitter, a repercussão do assunto é variada. Dois pontos chamam atenção.
Primeiro: o texto de Amanda Gurgel foi destroçado pelo marqueteiro do PSTU. O original, o dela mesmo, é imensamente melhor.
O outro ponto é pitoresco: perguntam no twitter de onde ela tirou dinheiro para colocar aparelho ortodôntico transparente. Para quem ganha R$ 930,00 ela certamente deve ter conseguido outra receita, porque o aparelho não é barato.
Outro ponto, que esse blog levanta: ao participar do programa nacional do PSTU, Amanda tem interesse nas eleições que se avizinham? A conferir.
De um modo geral, mesmo tão incisiva, esperava mais da indignada Amanda Gurgel.
Vamos deixar de lado sim bruno, principalmente o olhar especifico sobre o aparelho já que devemos ver o lado sócio-político e não o lado da moda ou você virou Ronaldo Esper?
eu queria parabeniza-la por sua atitude,assistir seu video fiquei emocionada com sua garra e coragem pra enfrentar os parlamentares como vc fez.fiquei feliz por vc defender os professores, uma classe que sofre com o descaso.sabe estou me formando em pedagogia e vou me espelhar a vc com toda essa coragem e lutar por um salario melhor.esses politicos nao fazem nada pelo pais só roubam que pais é esse.a educação é prioridade com a saúde tambem.por isso minha indignação são com esses politicos ladroes que existe nesse pais.
Bem, a respeito do aparelho ortodôntico, para os leigos, hoje em dia não é mais caro colocar aparelhos transparentes. Realmente as pessoas não tem o que colocar em pauta! Admiro a postura de amanda, são poucos quem tem a coragem de lutar contra essa burguesia medíocre.
Concordo com vc Bruno! Minha mãe é dentista e um aparelho de resina custa em torno de 3,000 a 6,000 mil reais. O sistema é beeeem diferente, porque com o aparelho ''normal'' se faz qualquer promoção, exemplo, paciente paga 150,00 a entrada e paga parcelado, mas o de resina TODOS os dentistas cobram A VISTA. Como que uma pessoa que chora pitangas por não ter dinheiro, etc, etc… paga uma futilidade dessas???? porque ela não continuou com o antigo aparelho??? ou a VAIDADE pitoresca da classe ''BURGUESA'' já invadiu a mente da Amanda? A questionar…
de qualquer forma, ela nao tem culpa de ter saído em nome de um partido de extrema esquerda, uma vez que os de direita nao a apoiariam, sendo assim, jamais teria condiçao de pagar 30 segundas de uma propaganda em cadeia nacional. Caso ela tenha interesse político, será muito bem vinda, entretanto, o povo tem que entender que para ser candidato se faz necessário a filiaçao em um partido político!!!
Para mim no momento que deixa de existir o envolvimento de classe e passe a ter o envolvimento politico, perde-se a credibilidade. Como ela mesmo disse os jovens na Europa não querem envolvimento politico, porque ela então envolvida com um partido?
Todos esses pontos têm que ser analisados mesmo. Porém, não se pode perder o foco da discussão principal que Amanda começou no Brasil todo.
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Temos é que aproveitar esse momento de indignação e cobrar uma educação melhor e mais estruturada. Parar de investir em construção de estrada, em Copa do Mundo que a gente nem sequer vai poder assistir aos jogos e começar a pensar na educação como meio de manter o país e, principalmente, seus habitantes, em um bom rumo social e econômico.
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Deixemos a política de lado por um tempo e vamos pensar como um país só que sofre com o descaso para com a educação.
Abraços.
A contratação realizada pela gestão do prefeito de Mossoró, Alysson Bezerra, para a construção do novo Estádio Nogueirão e do Centro Administrativo Municipal foi suspensa pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RN) após identificação de indícios graves de irregularidades no processo licitatório.
A decisão ocorre após auditoria da Diretoria de Controle de Infraestrutura e Meio Ambiente (DIA), que apontou falhas que vão desde o descumprimento de exigências legais até a inviabilidade econômica do modelo proposto. Diante dos achados, a equipe técnica recomendou medida cautelar para suspensão imediata da licitação.
Entre as principais irregularidades identificadas está o não envio da documentação ao TCE com antecedência mínima de 120 dias, prazo obrigatório para análise prévia de legalidade. A auditoria também constatou a ausência de uma Matriz de Alocação de Riscos no edital — item exigido pela nova Lei de Licitações — o que compromete a segurança jurídica do processo e afasta potenciais investidores.
Outro ponto considerado crítico é a falta de fundamentação dos valores apresentados. Segundo o TCE, não há memória de cálculo nem pesquisa de mercado que justifique os preços e avaliações imobiliárias utilizados na modelagem do projeto.
A análise financeira do contrato acendeu ainda mais o alerta da Corte de Contas. Os cálculos indicam que seriam necessários 333 meses — quase 28 anos — apenas para amortizar o investimento inicial, sem qualquer pagamento de outorga ao município nesse período. Considerando uma taxa de retorno de 8%, o modelo projetado geraria prejuízo estimado de R$ 12 milhões ao investidor.
“O empreendimento se mostra completamente inviável”, aponta o relatório técnico, destacando que o contratado teria como resultado um prejuízo significativo ao longo da execução.
O contrato prevê uma concessão de 35 anos à iniciativa privada, com investimento estimado em R$ 40,9 milhões. Em contrapartida, parte de um terreno público seria permutada para viabilizar a construção do Centro Administrativo de Mossoró — operação que também entrou no radar do TCE pela falta de justificativas técnicas consistentes.
Além disso, o Tribunal alertou que a ausência de documentos inviabilizou o acompanhamento adequado do processo, configurando risco à legalidade da contratação e possibilidade de danos ao erário.
Com a decisão, o processo licitatório fica suspenso até nova deliberação do TCE, aumentando a pressão sobre a gestão municipal e colocando sob questionamento um dos principais projetos estruturantes da administração Alysson Bezerra.
Autoridades do Irã indicaram que não há disposição para reabrir o Estreito de Ormuz em troca de um cessar-fogo temporário no conflito em andamento na região.
Segundo um alto funcionário iraniano, o país avalia que os Estados Unidos ainda não demonstraram compromisso com um acordo definitivo, o que dificulta qualquer avanço nas negociações imediatas.
Uma proposta apresentada pelo Paquistão prevê um acordo em duas etapas, com um cessar-fogo inicial seguido por um entendimento mais amplo em até 20 dias. O plano, no entanto, ainda está sendo analisado por Teerã, que resiste a pressões externas e prazos considerados rígidos.
A tensão aumentou após ameaças do presidente Donald Trump, que condicionou novos ataques à reabertura da passagem estratégica, essencial para o fluxo global de petróleo e gás.
Enquanto as negociações avançam lentamente, a região segue sob instabilidade, com novos bombardeios registrados e impactos diretos no mercado energético mundial, já que o bloqueio do estreito afeta uma das principais rotas comerciais do planeta.
Movimentações nos bastidores indicam que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva busca reverter no Supremo Tribunal Federal a decisão que autorizou a quebra de sigilo do filho, Fábio Luís Lula da Silva, no âmbito das investigações relacionadas ao caso do INSS.
A medida foi determinada pelo ministro André Mendonça, a partir de pedido da Polícia Federal do Brasil, e envolve dados bancários, fiscais e telemáticos. Interlocutores apontam que há pressão para que a decisão seja revista dentro da própria Corte.
Nos bastidores políticos, aliados do governo também comemoraram o enfraquecimento da comissão parlamentar que tratava do tema, após a desarticulação da CPMI do INSS e a não prorrogação dos trabalhos. A movimentação foi interpretada como uma vitória estratégica para o Planalto.
Relatos indicam ainda que o presidente acompanhou de perto as articulações políticas nas últimas semanas, cobrando atuação de parlamentares do PT para barrar o avanço das investigações no Congresso.
O caso segue em disputa tanto no campo político quanto jurídico, com expectativa de novos desdobramentos envolvendo decisões do STF e possíveis recursos relacionados à quebra de sigilo.
Uma verdadeira vergonha,sinceramente esse país está sem rumo,o que me admira é assistir pessoas instruídas apoiar esse governo,os analfabetos eu até que relevo,os que tem maiores nível de sabedoria passa a ser piores que os demais.
O ex-deputado Eduardo Bolsonaro avaliou positivamente a atuação da Polícia Federal do Brasil nas investigações envolvendo o Banco Master e o INSS, mas criticou o governo do presidente Lula, afirmando que não há mérito da atual gestão no avanço das apurações.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. Na avaliação do ex-parlamentar, o trabalho recente da PF contribui para recuperar a credibilidade da instituição, que, segundo ele, teria sido afetada por decisões ligadas ao Supremo Tribunal Federal, especialmente sob relatoria do ministro Alexandre de Moraes.
Eduardo também contestou a autonomia da corporação no cenário atual, defendendo que, durante o governo de Jair Bolsonaro, a Polícia Federal teria atuado com mais independência. Para ele, hoje haveria influência política nas investigações.
Ao comentar a quebra de sigilo do empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, o ex-deputado afirmou que a medida só ocorreu por pressão da CPI e da opinião pública, e não por iniciativa do governo federal.
As declarações foram feitas em meio ao embate político sobre a condução das investigações, que também envolve críticas de aliados do governo e discussões sobre a independência das instituições no país.
O Laguna iniciou sua caminhada na Série D do Campeonato Brasileiro com empate em 1 a 1 diante do Central Sport Club, em duelo disputado na tarde deste domingo (5), pelo Grupo 8 da competição.
A equipe pernambucana saiu na frente ainda no primeiro tempo. Aos 12 minutos, o atacante Luiz Paulo aproveitou cruzamento de Jackson, se antecipou à marcação e abriu o placar para o time de Caruaru.
Na volta do intervalo, o Laguna conseguiu reagir rapidamente. Em lance dentro da área, o goleiro Milton Raphael se chocou com o atacante Natanael, e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, Erivélton bateu com tranquilidade para deixar tudo igual.
Com o resultado, o time potiguar soma seu primeiro ponto na competição nacional e aparece na quarta colocação do grupo após a rodada inicial.
O próximo compromisso será no domingo (12), às 16h, contra o ABC Futebol Clube, no Estádio Frasqueirão, em Natal.
Levantamento com base em registros de cartório aponta que o ministro do STF Alexandre de Moraes e sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, ampliaram de forma significativa o patrimônio imobiliário nos últimos anos.
Atualmente, o casal possui 17 imóveis avaliados em cerca de R$ 31,5 milhões. Desde 2017, quando Moraes assumiu uma cadeira no Supremo Tribunal Federal, o crescimento patrimonial chega a 266%, considerando que, à época, os bens somavam R$ 8,6 milhões distribuídos em 12 propriedades.
A maior parte da expansão ocorreu nos últimos cinco anos, período em que foram investidos R$ 23,4 milhões na aquisição de imóveis em cidades como Brasília e São Paulo, com pagamentos realizados à vista, segundo os documentos.
Os dados também indicam que, ao longo de quase três décadas, o casal realizou compras que totalizam R$ 34,8 milhões em 27 imóveis, embora parte deles tenha sido vendida posteriormente. Isso explica a diferença em relação ao patrimônio atual.
Boa parte das aquisições recentes foi feita por meio do Lex Instituto de Estudos Jurídicos, empresa utilizada para administração dos bens da família. A sociedade é formada por Viviane e os filhos do casal, enquanto Moraes não aparece formalmente como sócio, embora o regime de comunhão parcial de bens inclua o patrimônio no conjunto familiar.
Entre os negócios mais relevantes estão a compra de uma mansão no Lago Sul, em Brasília, por R$ 12 milhões, e imóveis de alto padrão em São Paulo e Campos do Jordão. As transações incluem pagamentos elevados feitos por transferência bancária e PIX.
Além da evolução patrimonial, também houve crescimento na atuação profissional do escritório Barci de Moraes Advogados, comandado por Viviane. O volume de processos em tribunais superiores aumentou nos últimos anos, assim como contratos firmados com instituições financeiras.
Procurados, Moraes e Viviane não se manifestaram sobre os dados até o momento.
Funcionário público federal nomeado e uma advogada sem muita relevância.
Queria aprender essa mágica.
Em quanto isso, um caba deu 500 contos pro evento do 8 de janeiro, tá condenado a 14 anos de prisão.
Que doideira?
Brasil sil sil sil…
Levantamento com base em dados oficiais aponta que o Senado Federal do Brasil destinou cerca de R$ 2,5 milhões para custear passagens em classe executiva para parlamentares em missões internacionais ao longo de 2025.
A informação é do colunista Igor Gadelha, do portal Metrópoles. Entre os maiores gastos estão os senadores Irajá Abreu, Ciro Nogueira e Eudócia Caldas. Juntos, os três somaram aproximadamente R$ 197 mil em bilhetes nessa categoria.
Um dos casos de maior custo ocorreu em outubro, quando Irajá viajou para Moscou, na Rússia, com despesas de cerca de R$ 68 mil. Já Ciro Nogueira desembolsou R$ 67,4 mil em passagens para Nova York, onde participou de um evento internacional. No caso de Eudócia, a viagem à China, com visitas técnicas a centros de pesquisa e hospitais, custou R$ 61,5 mil.
As regras da Casa permitem que despesas com transporte aéreo, tanto no Brasil quanto no exterior, sejam custeadas pelo Senado quando se tratam de missões oficiais. A responsabilidade pela emissão e escolha das passagens é do próprio parlamentar.
Apesar de não haver uma proibição explícita quanto à classe dos bilhetes, há uma orientação para que sejam escolhidas opções consideradas mais vantajosas, levando em conta critérios como economia de recursos, conveniência parlamentar e limites orçamentários.
Documentos ligados à liquidação extrajudicial do Banco Master foram classificados como secretos pelo Banco Central do Brasil, com prazo de sigilo estabelecido em oito anos. A restrição foi confirmada em resposta a um pedido feito via Lei de Acesso à Informação (LAI).
A justificativa apresentada pela autoridade monetária aponta que a divulgação imediata poderia afetar a estabilidade financeira, econômica e monetária do país. A decisão de classificar os documentos partiu do presidente do BC, Gabriel Galípolo, ainda em novembro de 2025, o que estende o sigilo até novembro de 2033.
Além da questão econômica, o Banco Central também argumenta que o acesso público às informações poderia comprometer atividades de inteligência e investigações em andamento, especialmente aquelas relacionadas à prevenção e repressão de irregularidades no sistema financeiro.
O tema, no entanto, já entrou no radar do Tribunal de Contas da União. O ministro Jhonatan de Jesus solicitou à autoridade monetária que detalhe quais trechos realmente precisam permanecer sob sigilo ou se há possibilidade de liberação parcial dos documentos.
A liquidação do Banco Master foi decretada em novembro de 2025 após a identificação de uma grave crise de liquidez e violações às normas do Sistema Financeiro Nacional. Na ocasião, além do banco principal, outras instituições do conglomerado também foram atingidas pela medida.
Mesmo representando uma fatia pequena do sistema financeiro, o caso levantou preocupações sobre governança e fiscalização, o que mantém o tema em evidência entre órgãos de controle e no debate público.
O clima de fé do Domingo de Páscoa foi interrompido por uma situação inusitada e polêmica no município de Ouro Branco, no Seridó potiguar.
Durante a celebração na Igreja Matriz do Divino Espírito Santo, o padre Amaurilo precisou parar a missa após o barulho provocado por uma “motocada”, acompanhada de paredão de som e fogos de artifício nas proximidades do templo. A movimentação fazia parte de um ato político em apoio à chapa formada por Fátima Araújo e Denis Rildon, que disputam a eleição suplementar marcada para 17 de maio.
Visivelmente incomodado, o sacerdote utilizou o microfone para criticar a situação e classificou o episódio como “canalhice”, destacando a falta de respeito com o momento religioso e com os fiéis presentes. A reação repercutiu rapidamente e ganhou destaque dentro e fora da cidade.
O episódio ocorre em meio a um cenário político tenso, após a cassação do ex-prefeito Samuel Souto, que levou à convocação de uma nova eleição no município.
O próprio padre já vinha alertando sobre excessos comuns em períodos eleitorais, defendendo medidas para regulamentar o uso de paredões de som e fogos de artifício na cidade, especialmente em áreas próximas a igrejas e eventos religiosos.
Um documento elaborado pelo Comitê Judiciário da Câmara dos Estados Unidos aponta que o ministro Alexandre de Moraes teria adotado medidas de censura direcionadas a adversários políticos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tanto no Brasil quanto no exterior.
A informação é do colunista Paulo Cappelli, do portal Metrópoles. De acordo com o relatório, controlado por parlamentares do Partido Republicano, há indícios de que decisões judiciais teriam como alvo opositores do atual governo. O texto afirma que Moraes estaria tentando silenciar críticos e restringir manifestações políticas contrárias ao presidente.
Entre os casos citados, o comitê menciona ações envolvendo Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o documento, entre setembro de 2025 e fevereiro de 2026, o ministro teria expedido ordens contra o ex-parlamentar, que atualmente reside nos Estados Unidos e defende sanções contra Moraes.
A análise também ressalta que Eduardo Bolsonaro tem atuado internacionalmente para pressionar autoridades norte-americanas a adotarem medidas contra o ministro do Supremo. O tema ganhou repercussão dentro do Congresso dos EUA e passou a integrar discussões sobre liberdade de expressão e regulação de plataformas digitais.
Além disso, decisões recentes do magistrado voltaram a colocar o caso em evidência. Moraes determinou que Eduardo prestasse esclarecimentos sobre um vídeo gravado com apoiadores no exterior, que, segundo o próprio ex-deputado, seria exibido ao pai durante o período em que ele cumpre prisão domiciliar e está impedido de utilizar redes sociais.
Vamos deixar de lado sim bruno, principalmente o olhar especifico sobre o aparelho já que devemos ver o lado sócio-político e não o lado da moda ou você virou Ronaldo Esper?
eu queria parabeniza-la por sua atitude,assistir seu video fiquei emocionada com sua garra e coragem pra enfrentar os parlamentares como vc fez.fiquei feliz por vc defender os professores, uma classe que sofre com o descaso.sabe estou me formando em pedagogia e vou me espelhar a vc com toda essa coragem e lutar por um salario melhor.esses politicos nao fazem nada pelo pais só roubam que pais é esse.a educação é prioridade com a saúde tambem.por isso minha indignação são com esses politicos ladroes que existe nesse pais.
Bem, a respeito do aparelho ortodôntico, para os leigos, hoje em dia não é mais caro colocar aparelhos transparentes. Realmente as pessoas não tem o que colocar em pauta! Admiro a postura de amanda, são poucos quem tem a coragem de lutar contra essa burguesia medíocre.
Concordo com vc Bruno! Minha mãe é dentista e um aparelho de resina custa em torno de 3,000 a 6,000 mil reais. O sistema é beeeem diferente, porque com o aparelho ''normal'' se faz qualquer promoção, exemplo, paciente paga 150,00 a entrada e paga parcelado, mas o de resina TODOS os dentistas cobram A VISTA. Como que uma pessoa que chora pitangas por não ter dinheiro, etc, etc… paga uma futilidade dessas???? porque ela não continuou com o antigo aparelho??? ou a VAIDADE pitoresca da classe ''BURGUESA'' já invadiu a mente da Amanda? A questionar…
de qualquer forma, ela nao tem culpa de ter saído em nome de um partido de extrema esquerda, uma vez que os de direita nao a apoiariam, sendo assim, jamais teria condiçao de pagar 30 segundas de uma propaganda em cadeia nacional. Caso ela tenha interesse político, será muito bem vinda, entretanto, o povo tem que entender que para ser candidato se faz necessário a filiaçao em um partido político!!!
Para mim no momento que deixa de existir o envolvimento de classe e passe a ter o envolvimento politico, perde-se a credibilidade. Como ela mesmo disse os jovens na Europa não querem envolvimento politico, porque ela então envolvida com um partido?
É no minimo ridicula essa observação sobre 0 aparelho dentário da Amanda……
a direita quando não tem argumentos…se utiliza de qualquer argumento…….
Todos esses pontos têm que ser analisados mesmo. Porém, não se pode perder o foco da discussão principal que Amanda começou no Brasil todo.
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Temos é que aproveitar esse momento de indignação e cobrar uma educação melhor e mais estruturada. Parar de investir em construção de estrada, em Copa do Mundo que a gente nem sequer vai poder assistir aos jogos e começar a pensar na educação como meio de manter o país e, principalmente, seus habitantes, em um bom rumo social e econômico.
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Deixemos a política de lado por um tempo e vamos pensar como um país só que sofre com o descaso para com a educação.
Abraços.