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A misteriosa história do brasileiro que fundou o Facebook

Por interino

O encontro foi rápido. Nada ali saía do script usual do fotógrafo Ravi Ramchandani. O retratado do dia: um aluno de Harvard, onde Ravi também estudava. A história: um bando de geninhos que começavam a ficar famosos com a empresa que criaram no campus. Tudo comum para as páginas do Harvard Crimson, o diário de Harvard em que Ravi trabalhava. Por isso, ele levou poucos minutos para bater o retrato que você vê aí à esquerda, num apartamento próximo à universidade, na cidade americana de Cambridge, Massachusetts.

Era 20 de fevereiro de 2005. O moleque sorridente na foto, dono do apartamento, estava prestes a completar 23 anos. Seu nome: Eduardo Saverin. Brasileiro, ele cursava o último ano de economia em Harvard. E um ano antes havia fundado o site que viria a se chamar Facebook.

Peraí. Facebook? Como você nunca soube desse cara antes? Até pouco tempo atrás, a história estava mesmo esquecida. O Facebook nasceu em 2004 num dormitório de Harvard. Virou a maior rede social do planeta. Ultrapassou os 250 milhões de usuários, o que o tornaria o 4º maior país no mundo. Em um ponto dessa trajetória, Eduardo desapareceu dos anais do Facebook. Desentendeu-se com Mark Zuckerberg, o nerd fundador oficial da rede. Perdeu um amigo. E a chance de levar uma bolada – Mark está bilionário.

O que tirou Eduardo do limbo foi o livro The Accidental Billionaires: The Founding of Facebook – A Tale of Sex, Money, Genius and Betrayal (algo como “Bilionários por Acidente: A Criação do Facebook – Uma História de Sexo, Dinheiro, Genialidade e Traição”). Lançado em julho nos EUA, o livro conta os bastidores do Facebook com base em depoimentos do brasileiro. Mas a obra fez muita gente torcer o nariz – como o próprio Mark Zuckerberg: “Pelo que ouvi, há coisas ridículas. É um livro ficcional”, disse em entrevistas. Ele pode ter razão. O próprio autor da obra, o americano Ben Mezrich, assume que costuma acrescentar um temperinho (traduzindo: exagerar) para que suas tramas fiquem mais interessantes.

Talvez por isso Eduardo esteja fugindo de entrevistas sobre o assunto. Ou talvez por causa da batalha judicial que ele travou contra os ex-companheiros. Seja como for, a SUPER foi atrás da história para descobrir quem é o brasileiro chutado por Mark Zuckerberg – e qual o verdadeiro papel dele no Facebook.

A era pré-Harvard

Hoje um rapaz de 27 anos, Eduardo já tinha vivido seus dias de estrelato antes de virar fonte de livro. No fim da adolescência, foi finalista e chegou a vencer concursos de ciência e tecnologia nos EUA. Ganhou, inclusive, uma bolsa de US$ 14 mil para a faculdade, patrocinada pela empresa de cartões Visa.

Morava em Miami com os pais. A mãe é psicoterapeuta. O pai, empresário, dono de uma importadora e exportadora de medicamentos. A família se mudou para lá no meio dos anos 90. Segundo o livro de Mezrich, a riqueza dos Saverins havia colocado o nome de Eduardo entre os de sequestrados em potencial. Por isso teriam abandonado São Paulo, onde até meados dos anos 80 tinham sido donos da fábrica de roupas infantis Tip Top. Foi o fim das temporadas de Eduardo no NR, um acampamento perto de Campos do Jordão, em São Paulo, frequentado por crianças judias como ele. Parece que a mudança deixou saudades – pelo menos foi o que Eduardo declarou a uma revista da Universidade de Miami quanto tinha 19 anos. “Não sinto nenhuma ligação com os EUA que vá além do mero uso dos recursos que o país oferece”, disse, segundo a reportagem. E ele aproveitou mesmo esses recursos – usou a bolsa de estudos que conseguiu para se tornar aluno de uma das mais prestigiadas universidades do país: Harvard.

A amizade

A vida em Harvard começou para Eduardo em 2001. A amizade com Mark, dois anos depois, em um coquetel de fraternidade. Eles tinham suas afinidades. Ambos vinham de famílias judias. E ambos eram o estereótipo do termo “nerd”.

Eduardo estudava economia e trabalhava como assistente de curso no Departamento de Matemática, uma espécie de professor-assistente, que corrige notas e passa tarefas. Mais tarde, virou presidente da Harvard Investment Association, um clube dedicado a ensinar alunos a fazer investimentos. Ele chamava a atenção entre os estudantes por ter ganho US$ 300 mil comprando e vendendo contratos de petróleo, de acordo com Mezrich. E teria passado por um ritual digno das comédias mais toscas pra ser aceito em uma fraternidade: teve a missão de cuidar de uma galinha durante alguns dias. Levava a penosa para as aulas, a alimentava e até dormia com ela. Já Mark, aluno de computação, era um gênio da programação desde o berço. Tinha criado um software chamado Synapse, que permitia a tocadores de mp3 reconhecer as preferências do usuário e criar playlists personalizadas. Foi assim que a dupla colocou seus diferentes talentos – um para os negócios, outro para a programação – no mesmo projeto.

O negócio

O thefacebook – nome inicial do Facebook – nasceu como uma rede social para alunos de Harvard. Na verdade, como versão politicamente correta de um site que deu o que falar: o Facemash, que exibia fotos das alunas de Harvard e permitia uma eleição online das mais bonitas. Mas a gritaria de meninas ofendidas obrigou Mark a deixar o site mais comportado.

Com o projeto do thefacebook na cabeça, Mark teria convidado Eduardo a participar. Com grana. O site precisava de dinheiro para os servidores e para ser publicado. “Eduardo concordou em colocar US$ 1 000 do próprio bolso como capital inicial do negócio”, afirma uma edição de fevereiro de 2004 do Harvard Crimson. “Ele e Mark avaliam que o dinheiro dará para uns dois meses de operação.” Segundo Ben Mezrich, Mark sugeriu que a empresa fosse dividida assim: 30% das ações para Eduardo e 70% para si mesmo, que era o inventor da coisa. Eduardo cuidaria dos negócios. Mark, da programação e da criação de aplicativos.

O site começou a funcionar em fevereiro de 2004. E foi um sucesso imediato. Do dia para a noite, o Facebook virou febre entre os alunos da faculdade. E ajudou a resolver um problema que tanto Eduardo quanto Mark tinham: conhecer garotas. Pelo menos é o que conta Mezrich. Em uma das passagens do livro, a dupla conheceu duas garotas durante uma palestra de Bill Gates em Harvard. “Esse seu amigo não é o cara do Facebook?”, teria perguntado uma delas para Eduardo. “Sim, o Facebook é meu e dele.” Depois da palestra, Eduardo e Mark teriam passado a noite com as garotas no banheiro masculino de um dos dormitórios da universidade (em cabines separadas, que fique claro).

A separação

O site cresceu – e virou, de vez, um negócio. Dois colegas de quarto de Mark entraram no jogo: Dustin Moskovitz, como chefe da programação, e Chris Hughes, diretor de divulgação. Atrás de investidores em potencial, Mark se mudou para a Califórnia, onde está o Vale do Silício. Levou alguns membros da equipe. Mas não Eduardo, que preferiu ficar em Harvard.

Foi quando a casa começou a cair para o brasileiro. Apesar da separação, ele continuava trabalhando para o site- até teria aberto uma conta para a empresa com US$ 18 mil do próprio bolso. Mas o resto da cúpula na Califórnia não pensava assim. “Ele só se envolveu de fato antes do grupo se mudar para a Califórnia”, diz Karel Baloun, ex-engenheiro de software do Facebook e autor do livro Inside Facebook. Era 2005, e o site já tinha 1,5 milhão de usuários. Para que crescesse mais, Mark arrumou um novo empresário: Sean Parker, um dos fundadores do Napster. E ele trabalhou bem: foi dele a sugestão de trocar o nome do site, até então thefacebook.com, para o mais comercial Facebook.

Eduardo não gostou da história. Segundo Mezrich, ele enviou uma carta furiosa para Mark, reclamando sobre o bedelho de Sean Parker em seu trabalho. Também teria congelado a conta bancária que mantinha o escritório do Facebook na Califórnia.A resposta de Mark foi imediata: os advogados do Facebook convocaram Eduardo a assinar alguns papéis sobre a estrutura acionária da empresa. Eduardo aceitou, mesmo sem entender direito o que os papéis diziam. Mas descobriu mais tarde que aquela era a forma de Mark diluir sua participação no Facebook. O brasileiro não apitava mais nada na empresa que havia fundado.

A vingança

Era o fim da parceria. E o começo de uma guerra na Justiça. Eduardo alegou ter sido “induzido de forma fraudulenta a assinar um acordo sobre sua participação no Facebook”, diz um relatório da Compass Lexecon, consultoria econômica americana que ajudou na defesa do Facebook no caso. O processo acabou em acordo. O nome de Eduardo finalmente apareceu no site do Facebook entre os dos fundadores da empresa. E ele ganhou uma quantia não revelada.

Hoje Eduardo tocou o barco. Em 2008, fundou com outro veterano de Harvard a Firefly Health, uma rede social para pessoas com doenças crônicas em busca de especialistas. Se é que o Facebook deixou algum trauma, Eduardo não perdeu o espírito empreendedor. E nem a chance de fincar a bandeira brasileira num dos maiores fenômenos da internet.

Os outros fundadores

Mark Zuckerberg
O empreendedor mais jovem do mundo a ficar bilionário, segundo a revista americana Forbes. Pouco antes de seus 24 anos, já tinha acumulado US$ 1,5 bilhão. Vendeu ações do Facebook para a Microsoft e fundos de investimento, mas mantém o controle sobre o site.

Chris Hughes
Primeiro relações-públicas do Facebook, virou mais tarde o cara por trás da estratégia de internet da campanha de Obama para a Presidência. Hoje é um caçador de empresas promissoras na General Catalyst, uma companhia de investimentos americana.

Dustin Moskovitz
Vice-presidente de engenharia do Facebook até 2008, quando resolveu criar sua própria empresa de software. Abandonou Harvard junto com Mark Zuckerberg, e ainda não se formou. “Meu sangue será sempre o azul do Facebook”, declarou ao sair da empresa.

Para saber mais

The Accidental Billionaires
Ben Mezrich, Heinemann, 2009.

Inside Facebook
Karel Baloun, Trafford Publishing, 2007.

Super Interessante

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CRISE NA PGR: Nikolas Ferreira pede ao STF afastamento do Procurador-Geral Paulo Gonet após foto e mensagens com Daniel Vorcaro


Foto: Reprodução

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) enviou um ofício ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, neste sábado (19), solicitando o afastamento cautelar de Paulo Gonet do cargo de procurador-geral da República. A representação ocorre após a divulgação de uma fotografia e de mensagens encontradas pela Polícia Federal (PF) no celular de Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master.

A imagem, localizada pela PF durante as investigações do caso Banco Master, mostra Gonet com um charuto nas mãos ao lado de Vorcaro, em uma mesa com copos de uísque. O registro foi feito em 25 de abril de 2024, em uma degustação no George Club, em Londres.

A representação aponta que o registro e os novos diálogos colocam em dúvida a declaração feita por Gonet ao STF na última terça-feira (15/9), quando afirmou não ter tido relação de proximidade com o ex-banqueiro e que o único encontro havia ocorrido na presença de várias autoridades. A PGR confirmou a veracidade da foto de 2024, mas reiterou que o evento contou com a participação de outras autoridades, contando com o respaldo de declarações anteriores do ministro André Mendonça sobre a ausência de irregularidades.

Mensagens e Contatos em 2025

Para o deputado Nikolas Ferreira, os registros extraídos do celular de Vorcaro demonstram contatos adicionais intermediados pelo advogado Ciro Soares ao longo de 2025. Entre os episódios citados na representação estão: encontros e ligações de março de 2025, quando Ciro Soares enviou a Vorcaro uma foto ao lado de Gonet com os dizeres “Liga aqui” e “Ele quer falar com você”, seguidas por quatro chamadas telefônicas e uma viagem a Londres, também planejada em março do mesmo ano, com discussões a respeito do custeio das despesas do filho do procurador-geral, Pedro Gonet, por parte de Vorcaro.

Apesar das tratativas detalhadas no documento, a assessoria de Ciro Soares afirmou que não houve irregularidade nas conversas e ressaltou que o evento planejado para 2025 acabou não ocorrendo. Diante dos fatos revelados pela PF, o deputado pede que Fachin encaminhe a representação ao órgão competente do STF para a devida análise do afastamento cautelar do procurador-geral da República.

Com informações do Estado de Minas

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[VÍDEO] Flávio Bolsonaro rebate Lula em SC e diz que presidente é ameaça ao agro


Vídeo: Reprodução/Metrópoles

O senador  e candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro (PL) fez duras críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), durante evento político em Santa Catarina, onde acusou o chefe do Executivo federal de perder completamente o senso de realidade e de representar um “perigo” para a economia e, em especial para o setor agropecuário do país.

O tom inflamado da fala ocorreu após declarações de Lula em solo catarinense envolvendo o setor. De acordo com Flávio, o petista teria sugerido que o agronegócio brasileiro “deveria se ajoelhar aos seus pés”. O parlamentar classificou a postura como inaceitável e afirmou que o presidente atual resgatou o perfil político e sindicalista radical da década de 1990.

“Ele voltou a ser aquele Lula da década de 90, um sindicalista que fala bobagem todo dia, uma pessoa com ideias velhas e atrasadas que tem fixação por implementar um regime comunista e ditatorial no Brasil”, disparou o senador.

Flávio Bolsonaro aproveitou a oportunidade para lembrar que Lula se referiu ao estado de forma pejorativa. “Hoje ele estava aqui em Santa Catarina, ameaçando quem produz, que é o nosso agro dizendo que o agro deveria se ajoelhar aos seus pés. Isso foram palavras de uma pessoa que já havia dito que Santa Catarina é composta por nazistas”, alfinetou o senador. 

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Relatório da Abin vê nível crítico de interferência dos EUA nas eleições


Alexandre Meneghini/REUTERS

Um relatório reservado da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), enviado no fim de agosto à Presidência da República, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ao Ministério da Justiça, elevou ao “nível de criticidade” a possibilidade de interferência externa dos Estados Unidos no processo eleitoral brasileiro de 2026.

O texto vê uma “tendência de escalada de pressão sobre o Brasil” e alerta que “observa-se intensificação seletiva e reconfiguração da pressão exercida pelos EUA” sobre o país, “sem ruptura de um padrão estrutural de influência já existente”.

A Abin destaca que o Brasil virou alvo prioritário por manter um governo com autonomia estratégica e disposição para resistir às exigências de alinhamento geopolítico. Embora tenha havido episódios de recuo e distensão diplomática, a escalada se intensificou desde maio, impulsionada por dois fatores principais: classificação de organizações criminosas como terroristas pelo governo norte-americano e retaliações econômicas contra o Brasil, brasileiros e empresas com vínculos na América Latina e Europa por suposta lavagem de dinheiro ligada ao PCC.

Com informações da Folha de São Paulo

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Presidente do PT cobra nome de Lula em materiais de campanha e ameaça pedir devolução do fundo eleitoral a candidatos a deputado

Foto: Ricardo Stuckert

O presidente nacional do PT, Edinho Silva, determinou que candidatos a deputado pelo partido incluam Lula e os demais candidatos majoritários apoiados pela legenda em seus materiais de campanha. Em caso de descumprimento, ele defendeu até ações por infidelidade partidária e a devolução de recursos do fundo eleitoral.

Edinho tomou conhecimento da circulação em grupos petistas de materiais de campanha sem o nome ou o número de Lula e, em alguns casos, sem candidatos a governador e ao Senado apoiados pelo partido.

Em áudio enviado à Executiva Nacional, Edinho afirmou que a eleição de Lula deve ser prioridade e que os materiais precisam refletir as decisões coletivas do PT. A Executiva aprovou resolução orientando que as candidaturas proporcionais incluam Lula e os candidatos majoritários nas peças impressas e digitais, além de ações de rua e redes sociais.

“Se a nossa militância informar a direção do PT sobre a existência de materiais que não traduzam a nossa tática eleitoral, eu penso que temos […] que encaminhar ações por infidelidade partidária, pedindo a devolução do Fundo Eleitoral”, afirmou Edinho.

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Mendonça diz à PF que não conseguiu acessar celular de Vorcaro e pede suporte técnico

Foto: Rosinei Coutinho/STF

O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu neste sábado (19) auxílio técnico à Polícia Federal para conseguir acessar o conteúdo de um dos celulares de Daniel Vorcaro apreendidos pela corporação.

Em ofício enviado ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, Mendonça afirmou que seu gabinete não conseguiu acessar os dados armazenados no material entregue pela polícia.

O ministro do Supremo atribui o problema a possíveis dificuldades técnicas ou até a algum defeito no material fornecido pela corporação.

“Até o presente momento, seja por dificuldades de ordem técnica operacional, seja por algum tipo de defeito contido na mídia entregue, este Gabinete não logrou êxito em obter acesso efetivo ao material ali contido, permanecendo os respectivos dados e informações indisponíveis ao exame e análise deste juízo”, diz Mendonça no ofício.

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[VÍDEO] Estudante de medicina é flagrada praticando furto em loja de luxo em Natal

Uma estudante de medicina de uma universidade particular foi flagrada por câmeras de segurança praticando furto em uma loja de alto padrão no bairro de Lagoa Nova, em Natal.

O item levado sem a efetuação do pagamento foi um conjunto fitness. A peça, de uma marca premium, teria valor aproximado de R$ 1 mil.

As imagens registraram a movimentação da estudante dentro do estabelecimento e o momento em que ela saiu com a mercadoria.

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[VÍDEO] ”ESSE PREFEITO É UM LADRÃO”: Vídeo gravado pela PF dentro da Dismed revela conversa sobre gestão de Allyson

Um vídeo gravado pela Polícia Federal dentro da Dismed Distribuidora de Medicamentos, em Mossoró, divulgado pelo Blog do Dina, revela diálogos que integram a investigação da Operação Mederi.

A gravação, feita em maio de 2025, mostra uma conversa entre Oseas Monthalggan Fernandes Costa, sócio da Dismed, com um interlocutor identificado nos autos como “Nenen”. Em um dos trechos, Oseas faz uma comparação hipotética: “se eu fosse prefeito […] esse prefeito é ladrão, quem rouba é ele, pode falar, não me importa não”. Na sequência, contrapõe a situação ao comportamento atribuído ao então prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra, mencionando o cuidado para que “ninguém” soubesse.

Em outro momento, “Nenen” orienta Oseas sobre como abordar Poliana Rezende Dantas, então diretora financeira da Secretaria Municipal de Saúde, para discutir o volume de compras de medicamentos. Ele compara Mossoró com José da Penha: “José da Penha consome cem mil por mês […] como é que Mossoró em um mês só consome trezentos mil?”. Em seguida, a conversa aponta que o volume mensal de Mossoró poderia chegar a pelo menos R$ 500 mil.

Segundo o Blog do Dina, a Polícia Federal registrou que o diálogo demonstraria “familiaridade” com a então diretora e confiança de que ela seria receptiva aos argumentos apresentados.

A Operação Mederi segue em investigação.

Com informações do Blog do Dina

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[VÍDEO] Recém-inaugurado, Mirante do Mar vira novo point de Natal e recebe famílias e turistas no fim de tarde

O primeiro sábado após a inauguração do Mirante do Mar, na Avenida Getúlio Vargas em Natal, já mostrou o potencial do novo espaço como ponto de encontro da cidade. Ao longo do fim de tarde, crianças, famílias, moradores e turistas ocuparam o espaço para apreciar a bela vista do litoral natalense e o clima agradável.

Inaugurado na sexta-feira (18) pelo prefeito Paulinho Freire, o Mirante do Mar passa a integrar o roteiro turístico da capital potiguar. O espaço oferece vista para as praias centrais e a Ponte Newton Navarro, além de estrutura acessível para receber natalenses e turistas.

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[VÍDEO] Em Santa Catarina, Lula diz que agro deveria “se ajoelhar” a ele

Durante agenda em Florianópolis neste sábado (19), o presidente Lula (PT), candidato à reeleição, afirmou que o agronegócio deveria “se ajoelhar” diante dos recursos destinados pelo governo ao setor. No palanque, Lula chamou Gelson Merísio (PSB), candidato ao governo de Santa Catarina, e sugeriu que ele reúna “o pessoal do agronegócio” no estado para perguntar “por que eles não gostam” deles.

“Por que eles [agro] não gostam de nós? Porque o problema contra nós, acho que é uma questão de pele, porque sou nordestino ou porque eu sou pobre. Porque se dependesse de dinheiro do governo, eles tinham que não só votar, mas se ajoelhar para mim, porque nunca houve tanto dinheiro para a agricultura como agora”, disse o petista.

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Não é só Mossoró: Cabo Deyvison atrai multidão em Apodi e Assú e confirma tendência de fenômeno eleitoral

ApodiApodi

Assú

O crescimento da candidatura de Cabo Deyvison à Câmara Federal já ultrapassa os limites de Mossoró. Nos dois últimos eventos realizados pelo candidato, em Apodi na quinta-feira (16) e Assú nesta sexta-feira (17), uma multidão saiu às ruas para acompanhar as mobilizações, reforçando a força de uma candidatura que vem ganhando espaço em diferentes regiões do Rio Grande do Norte.

Em Apodi, Cabo Deyvison foi recebido por uma grande quantidade de pessoas e participou de uma mobilização que movimentou a cidade. O cenário se repetiu em Assú, onde uma nova multidão acompanhou o candidato pelas ruas, demonstrando que o nome do vereador mossoroense vem conquistando espaço para além de sua principal base eleitoral.

A sequência de eventos fortalece a percepção de que Cabo Deyvison deixou de ser uma candidatura concentrada em Mossoró e passou a construir uma presença estadual.

“Eu fico muito feliz em chegar às cidades e encontrar as pessoas nas ruas. Isso mostra que a nossa mensagem está chegando. Não estamos fazendo uma campanha apenas por uma eleição, mas por um projeto para representar o Rio Grande do Norte e defender quem trabalha, quem produz e quem quer viver em paz”, afirmou Cabo Deyvison.

O desempenho nas ruas acontece paralelamente ao crescimento do candidato nas pesquisas de intenção de voto. Cabo Deyvison vem aparecendo entre os nomes mais citados nos levantamentos divulgados no Estado, aumentando a expectativa em torno de uma votação expressiva.

A segurança pública permanece como uma das principais bandeiras da candidatura. Cabo Deyvison ganhou projeção ainda maior após sobreviver a um atentado praticado por criminosos que, segundo a investigação policial, tinham o próprio vereador como alvo. Na ação, seu amigo e profissional da comunicação Alyson Diego foi assassinado.

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