Política

A rachadinha de R$ 2 milhões de Davi Alcolumbre; senador ficou com boa parte dos salários de seis assessoras de seu gabinete

Foto: Aloisio Mauricio / Fotoarena

Marina, Lilian, Erica, Larissa, Jessyca e Adriana são moradoras da periferia do Distrito Federal, pobres, desempregadas e personagens de uma ignóbil trapaça. As seis foram contratadas como assessoras do senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) em Brasília, mas nunca trabalharam. As seis tinham vencimentos que variavam de 4 000 a 14 000 reais por mês, mas não recebiam esse dinheiro de forma integral. As seis revelam uma história que, na melhor das hipóteses, vai constranger o Congresso Nacional como um todo e o parlamentar amapaense em particular. Até o início deste ano, Alcolumbre presidiu o Senado e atualmente comanda a poderosa Comissão de Constituição e Justiça. Durante muito tempo, ele empregou em seu gabinete mulheres, cuja única função era servir como instrumento de um conhecido mecanismo de desvio de recursos públicos. Admitidas, elas abriam uma conta no banco, entregavam o cartão e a senha a uma pessoa da confiança do senador e, em troca, ganhavam uma pequena gratificação. Salários, benefícios e verbas rescisórias a que elas teriam direito não ficavam com elas. Valor da fraude? Pelo menos 2 milhões de reais.

“O senador me disse assim: ‘Eu te ajudo e você me ajuda’. Estava desempregada. Meu salário era mais de 14 000, mas topei receber apenas 1 350 reais. A única orientação era para que eu não dissesse para ninguém que tinha sido contratada no Senado”. Marina Ramos Brito dos Santos, 33 anos, diarista.

O esquema começou em janeiro de 2016 e funcionou até março deste ano. Sabe-se que cada senador tem direito a uma verba de 280 000 reais por mês para contratar auxiliares. Há pouca ou quase nenhuma fiscalização sobre o uso desse dinheiro. Essas mulheres que agora admitem a prática foram empregadas como assessoras parlamentares, mas nenhuma delas tinha curso superior nem qualquer tipo de experiência legislativa. Eram todas pessoas humildes, que mal sabiam onde ficava o Congresso, atraídas pela proposta de ganhar um dinheiro sem precisar trabalhar. Bastava às candidatas emprestar o nome, o CPF, a carteira de trabalho e atender a uma exigência: manter tudo sob o mais absoluto sigilo. A diarista Marina Ramos Brito conta que ouviu essa proposta indecorosa da boca do próprio Davi Alcolumbre. Até fevereiro do ano passado, ela ocupou o cargo de “auxiliar sênior” do senador. Além do salário fixo de 4 700 reais, acumulava benefícios, como auxílio-alimentação, auxílio-pré-escolar e até uma curiosa gratificação por desempenho. Somando tudo, os vencimentos passavam de 14 000 reais. Marina, porém, recebia menos de 10% disso.

“Meu salário era acima dos 14 000 reais, mas eu só recebia 900 reais. Eles ficavam até com a gratificação natalina. Na época, eu precisava muito desse dinheiro. Hoje tenho vergonha disso”. Erica Almeida Castro, 31 anos, estudante.

“Eu ficava com apenas 1 350 reais”, conta a ex-assessora a VEJA. “Foi esse o acordo que fiz com o senador”, ressalta. Marina foi contratada em janeiro de 2016. Soube, através de um parente, que poderia ganhar algum dinheiro sem precisar trabalhar. Passando por dificuldades financeiras, não pensou duas vezes. Fez tudo que orientaram, mais o que foi combinado diretamente com o próprio Alcolumbre. A diarista compareceu ao Congresso, apresentou os documentos necessários e abriu duas contas bancárias — uma funcional, para receber o salário, na agência do Banco do Brasil da Câmara dos Deputados, e outra pessoal, na Caixa Econômica Federal, em Luziânia (GO), a cidade onde mora. O cartão e a senha da conta funcional foram entregues a um funcionário do gabinete. Era uma troca de favores. “O senador me falou que eu não era capacitada para o emprego, que não tinha curso superior, mas que iria me ajudar. Ele disse assim: ‘Eu te ajudo e você me ajuda’ ”, lembra Marina. Essa parceria se estendeu por quatro anos.

“Eles pegaram meu cartão do banco e a senha. Uma pessoa sacava o dinheiro e dava minha parte na mão. Cheguei a ter um salário de 11 000 reais, mas recebia apenas 800 por mês”. Lilian Alves Pereira Braga, 29 anos, dona de casa.

No mesmo dia em que o pagamento dos funcionários do Congresso era creditado, a conta pessoal da diarista em Luziânia recebia a “ajuda” prometida pelo senador — um depósito em dinheiro, que começou com 800 e terminou em 1 350 reais, como mostram extratos bancários a que VEJA teve acesso. Simultaneamente, alguém usava o cartão e a senha da conta funcional para sacar todo o salário da funcionária. A diarista conta que, na conversa com o senador, a única exigência feita foi que ela não comentasse com ninguém os detalhes sobre o novo emprego: “Ele disse para não contar a ninguém em Luziânia que eu tinha sido contratada no Senado”. Tempos depois, Marina lembra que recebeu um pedido para arregimentar cinco mulheres que estivessem desempregadas, precisando de dinheiro e dispostas a fazer o mesmo acordo — de preferência, que tivessem filhos pequenos. Explica-se: o Senado paga um auxílio de 830 reais para cada filho em idade pré-escolar. Ou seja, os vencimentos embolsados ficariam ainda mais gordos quanto mais filhos a servidora fantasma tivesse.

“Eu retirava o pagamento no banco e entregava a parte deles, para pessoas que o chefe de gabinete do senador indicava. Tinha medo de denunciar isso, mas agora tomei coragem”. Jessyca Priscylla de Vasconcelos Pires, 29 anos, dona de casa.

Mãe de cinco filhos e beneficiária do programa Bolsa Família, a dona de casa Adriana Souza de Almeida topou a oferta e foi contratada como “ajudante júnior” de maio de 2017 a fevereiro deste ano. O holerite mostra que os vencimentos dela somavam 4 000 reais. “Mas eu só recebia 800 reais por mês”, revela. Ela é empregada de uma fazenda, onde mora com o companheiro e os filhos, diz que esteve no Senado “umas quatro vezes” para levar os documentos, não tem a mínima ideia do cargo que exercia e nem sabe direito por que foi demitida. “Nunca prestei nenhum tipo de serviço para o senador, e também nunca vi ele”, confirma. Adriana foi convidada pela amiga Marina, aceitou a proposta e seguiu à risca as orientações — abriu uma conta-salário na Caixa Econômica do Senado, repassou o cartão e a senha para um funcionário do gabinete de Alcolumbre e nunca disse nada a ninguém. Os extratos a que VEJA teve acesso mostram, de novo, que tão logo o salário era creditado na conta alguém imediatamente sacava todo o dinheiro. Das seis funcionárias fantasmas, aliás, apenas uma, Jessyca Priscylla Pires, se recusou a entregar o cartão e a senha do banco. Todos os meses, ela sacava o dinheiro na boca do caixa, retirava sua parte, 800 reais, e entregava o restante, cerca de 5 000 reais, a uma pessoa indicada por Paulo Boudens, chefe de gabinete do senador. Desempregada até hoje, Jessyca sobrevive com 253 reais do Bolsa Família. “Tinha medo de denunciar isso, mas agora tomei coragem”, diz ela.

“O combinado era que eu não precisava aparecer lá. Eles tinham a senha da conta, o cartão do banco, tinham tudo. O meu salário era de uns 3 000 e poucos reais por mês, mas eu só recebia 800 reais. Para quem estava na pior…”. Larissa Alves Pereira Braga, 25 anos, desempregada.

Entre fevereiro de 2019 e janeiro de 2021, Davi Alcolumbre presidiu o Congresso. É um dos cargos mais importantes da República, o terceiro na linha sucessória de poder. Nesse período, chegou a assumir interinamente a Presidência da República por três dias, despachou no Palácio do Planalto e comemorou o fato de ser “o primeiro filho do Amapá” a assumir o posto, mesmo que interinamente. A estudante Erica Almeida Castro já “trabalhava” com o senador durante esse período. Contratada como assessora sênior, com salário que chegava a 14 000 reais, ela recebia apenas 900 reais. O esquema era o mesmo: duas contas, cartão bancário confiscado, depósito em dinheiro no dia do pagamento. Estudante de contabilidade, Erica é a mais instruída das funcionárias fantasmas de Alcolumbre. Ela tem noção do que se envolveu, diz que não se orgulha, mas topou entrar no esquema por pura necessidade. “Me arrependo amargamente de ter me envolvido nisso. Na época, eu precisava muito desse dinheiro, mas hoje tenho vergonha”, diz. O contrato da ex-assessora foi encerrado em dezembro do ano passado. Oficialmente, o Senado creditou 11 079 reais na conta dela, referente às verbas rescisórias, mas ela não viu um único tostão dessa bolada. Quem ficou com o dinheiro? “Imagino que foram eles, que administravam a conta, tinham o cartão e a senha”, diz a estudante. “Eles ficavam até com a gratificação natalina”, informa a estudante.

“Nunca prestei nenhum tipo de serviço, nunca vi o senador e nem sei quanto eu ganhava. Me pediram para abrir uma conta. Dei a eles a senha, o cartão do banco e recebia 800 reais por isso”. Adriana Souza de Almeida, 36 anos, dona de casa.

Em muitos lugares do país, a contratação de fantasmas e a rachadinha (quando o funcionário devolve parte do salário) não chegam a ser uma novidade. O caso do senador Flávio Bolsonaro, acusado da prática quando era deputado estadual no Rio, ocupa há três anos a cobertura política nacional. No Congresso, porém, é uma embaraçosa novidade, especialmente se levado em consideração a importância do artífice da fraude. A dona de casa Larissa Alves Braga está processando Davi Alcolumbre. Em 2019, ela foi contratada como “auxiliar júnior”. Como suas colegas, os vencimentos somavam quase 5 000 reais, mas ela só recebia 800. Em outubro do ano passado, seu contrato de trabalho foi encerrado sem nenhum aviso prévio. Detalhe: ela estava grávida. “Estou pedindo indenização na Justiça, porque fui exonerada com sete meses de gravidez”, diz.

Situação similar à de outras duas ex-funcionárias. Lilian Alves Braga, irmã de Larissa, foi “assessora júnior” do gabinete de Alcolumbre até março deste ano. Ela também admite que nunca trabalhou. Somadas as gratificações e benefícios, os vencimentos dela chegavam a 11 900 reais. “Fui demitida com oito meses de gravidez”, conta ela, que também cobra uma indenização do senador por não ter recebido os direitos trabalhistas. No processo que tramita na Justiça, as irmãs e a diarista Marina Brito, que também teve o contrato encerrado quando esperava um filho, anexaram documentos para provar a relação funcional que tiveram com o senador. Entre os papéis, há extratos bancários que comprovam que alguém zerava as contas das ex-funcionárias a partir do instante em que o pagamento era creditado. Os saques eram feitos num caixa eletrônico que fica a 200 metros do gabinete do senador. Procurado, o senador disse que se concentra nas atividades legislativas e que questões administrativas, como a contratação de funcionários, ficavam a cargo de seu então chefe de gabinete, Paulo Boudens. Alcolumbre afirma que não se lembra das ex-funcionárias citadas na reportagem e garante que ninguém estava autorizado a ficar com os salários das servidoras. Boudens foi exonerado em 2020. Ele não foi localizado até o fechamento desta edição.

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O ÚLTIMO QUE SAIR APAGUE A LUZ: Vice-prefeita de Cruzeta e grupo de vereadores abandonam Samanda e passam apoiar Zenaide

A última semana antes das eleições de 4 de outubro começa com novos apoios à candidatura de reeleição da senadora Zenaide Maia (PSD). Durante passagem por Cruzeta, a vice-prefeita Elismária Catarina anunciou a adesão à campanha de Zenaide ao lado de um grupo de lideranças que anteriormente apoiava Samanda Alves. Essa migração é um movimento que tem aumentado nos últimos dias.

Também aderiram ao projeto as vereadoras Gaby do Hospital e Kátia do Sindicato e os vereadores Bebeto Diniz, Cypriano Pinheiro, Itan Lobo e Walfredo de Cosme, além de secretários do município.

“Todos viemos se juntar ao projeto de Zenaide Maia. E dia 4 de outubro, não se esqueça: é 555”, afirmou Elismária ao se referir a Zenaide, que é seridoense e que tem serviços prestados a Cruzeta.

A nova adesão reforça a mobilização de Zenaide na reta final da campanha. A senadora conta com o apoio de 115 dos 167 prefeitos do Rio Grande do Norte, além de lideranças políticas presentes em municípios de diferentes regiões do estado. Em Cruzeta, por exemplo, já contava com o apoio da oposição, através do ex-prefeito Sally Araújo, de Sally Júnior e do vereador Patrício de Porfírio.

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Thabatta Pimenta incomoda, vira alvo da própria esquerda e sofre assassinato de reputação a uma semana das eleições

Foto: Elpídio Júnior

Nas redes sociais a esquerda diz que ninguém solta a mão de ninguém, diz defender as chamadas minorias sociais e prega o combate ao machismo, ao racismo e à LGBTfobia, mas, na prática, a realidade é bem diferente do discurso. Prova disso é a tentativa de assassinato de reputação que setores do PT estão promovendo contra a vereadora e candidata a deputada federal Thabatta Pimenta (PV).

Desde que começou a aparecer nas pesquisas como uma das favoritas para conquistar uma vaga na bancada potiguar na Câmara dos Deputados, com a possibilidade inclusive de ser mais votada do que a estrela petista Natália Bonavides, Thabatta virou alvo de ataques na reta final da campanha que visam desgastar sua candidatura.

Nas últimas 48 horas, esses ataques se intensificaram. De repente, a vereadora que tinha sua atuação elogiada, sem nunca ser alvo de nenhuma denúncia, começou a ser alvo da artilharia pesada da “companheirada” da esquerda. O vale tudo é tão evidente que estão usando o depoimento de um ex-assessor da candidata que apareceu na última semana da eleição fazendo denúncias sem explicar por que não procurou antes os órgãos competentes para investigar as supostas irregularidades.

Nos bastidores, pessoas ligadas a Natália Bonavides e a Fernando Mineiro, por motivos diferentes, estimulam a desconstrução da candidatura de Thabatta Pimenta. O motivo dos ataques é duplo: a vereadora ameaça destronar Natália do posto de mais votada e, ao mesmo tempo, tirar a vaga de Mineiro, que tende a ficar sem mandato a partir de 2027. Na hora da disputa de verdade, a esquerda joga sujo e passa por cima de qualquer um, incluível dos próprios aliados, para ganhar o jogo.

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[VÍDEO] Empresário que relatou agressão de segurança do casamento do filho de Moraes diz que “se o ministro não for impichado e preso”, cidadãos poderão ser presos por crimes que não cometeram

O empresário Gabriel Kanner, que relatou ter sido agredido por um segurança durante a movimentação nas proximidades do casamento do filho do ministro Alexandre de Moraes, afirmou que, se o magistrado “não for impichado e preso”, cidadãos brasileiros poderão ser presos “por crimes que não cometemos”.

Kanner relatou em vídeo nas redes sociais que havia parado o carro para filmar a movimentação policial nas proximidades do evento, realizado neste sábado (26), em São Paulo. Um segurança atingiu seu celular e, posteriormente, o empurrou pelas costas. O empresário deixou o local após ser orientado a retirar o veículo.

No final do vídeo, Kanner fez acusações contra Moraes. Ele afirmou que o ministro deveria ser responsabilizado por ter supostamente “vendido o Supremo Tribunal Federal por duzentos milhões de reais para o Daniel Vorcaro”.

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[VÍDEO] FUGA OUSADA: Preso por violência doméstica escapa de cela ao passar por vão estreito de grades em Florianópolis (SC)

Uma fuga ousada e inusitada ocorrida em Florianópolis (SC) chamou a atenção e acabou viralizando nas redes sociais. Preso por violência doméstica, um homem conseguiu escapar da Central de Plantão Policial (CPP) ao passar pelo estreito vão entre as barras de ferro da cela.

Câmeras de segurança registraram na madrugada de sábado (26) o momento em que ele coloca os braços e a cabeça pelo espaço da grade e, em seguida, consegue passar o restante do corpo até deixar a cela. Ele havia sido preso horas antes, em flagrante, em uma oficina no bairro Pantanal.

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São Gonçalo alcança 1º lugar no RN em sustentabilidade fiscal e avança na gestão responsável dos recursos públicos

São Gonçalo do Amarante alcançou um novo resultado de destaque na gestão das contas públicas. No Ranking de Competitividade dos Municípios 2026, elaborado pelo Centro de Liderança Pública (CLP), o município aparece em 1º lugar no Rio Grande do Norte e 6º lugar em toda a Região Nordeste no pilar Sustentabilidade Fiscal. No cenário nacional, ocupa a 56ª posição entre os municípios avaliados.

O levantamento considera 423 municípios brasileiros e utiliza dados de 2025 do Sistema de Informações Contábeis e Fiscais do Setor Público Brasileiro (Siconfi), do Tesouro Nacional. Conforme as informações divulgadas pelo CLP, o pilar de Sustentabilidade Fiscal analisa quatro indicadores: dependência fiscal, taxa de investimento, despesa com pessoal e endividamento.

O resultado, segundo o secretário municipal de Finanças, Luis Henrique Nóbrega, deve ser compreendido principalmente como demonstração de responsabilidade e organização das contas públicas. “Uma boa colocação em sustentabilidade fiscal não significa que existam recursos financeiros “sobrando” nos cofres municipais. Ela indica a capacidade da administração de manter equilíbrio entre receitas, despesas, investimentos e obrigações, observando os limites e metas fiscais e realizando adequadamente a prestação de contas”, resume o secretário.

A mudança representa um avanço importante na condição fiscal do Município e acompanha o desempenho, agora, registrado pelo Ranking de Competitividade.

Para Luis Henrique, os resultados refletem o trabalho desenvolvido pela gestão do prefeito Jaime Calado desde o início de 2025. “São Gonçalo saiu de uma situação fiscal negativa e hoje está cumprindo seus índices e metas. O mais importante é entender que responsabilidade fiscal não é deixar de investir. É utilizar o dinheiro público com planejamento, dentro da legalidade, honrando os compromissos e criando condições para que o Município possa continuar investindo”, acrescenta o secretário.

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Dino derruba decisão de Mendonça que mandou apagar post de Antônio Tabet sobre Nossa Senhora

Fotos: Gustavo Moreno/STF / Ton Molina/STF

Uma decisão do ministro do STF Flávio Dino determinou neste domingo (27) o restabelecimento de publicações que haviam sido removidas das redes sociais após uma decisão do ministro André Mendonça. Entre os conteúdos está uma postagem do humorista Antonio Tabet sobre Nossa Senhora Aparecida.

O post de Tabet dizia que “a família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida”. A publicação não citava nominalmente Flávio Bolsonaro ou outros integrantes da família.

Mendonça havia determinado a remoção do conteúdo após ação apresentada pela defesa de Flávio Bolsonaro, além de proibir publicações semelhantes e estabelecer multa de R$ 30 mil em caso de descumprimento.

Ao analisar o recurso de Tabet, Dino considerou que a retirada exigiria presumir que a expressão “família miliciana” se referia a um candidato específico. O ministro também afirmou que a liberdade de expressão deve receber proteção especial durante o período eleitoral.

A decisão de Dino determinou que o TSE e as plataformas digitais sejam notificados para restabelecer os conteúdos removidos, sem impedir eventual responsabilização por abusos após o devido processo legal.

Dino destacou que candidatos e apoiadores podem defender mudanças na legislação relacionada ao título de Nossa Senhora Aparecida, mas também estão sujeitos a críticas. Para o ministro, não havia elementos suficientes para concluir, naquele momento, que a publicação de Tabet era ilícita.

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[VÍDEO] Flávio Bolsonaro faz “chá revelação”, mostra “DNA” e diz que Lula é “pai do Tigrinho”.

VÍDEO: Camila Xavier

O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) fez um “chá revelação” para ironizar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e acusá-lo de ser o “pai do Tigrinho”, durante comício realizado em Aracaju (SE), no sábado (26).

Flávio afirmou que Lula acionou a Justiça Eleitoral para retirar um vídeo em que fazia a associação. Em seguida, disse ter anexado um “exame de DNA” ao processo e retirou de um envelope o “resultado”, em tom de crítica ao presidente.

“Vou anexar no processo que ele entrou contra mim, um exame de DNA para saber quem é o pai do tigrinho”, disse. “Lula, é o pai do Tigrinho! Lula, é o pai do Trigrinho!”, disse Flávio em referência ao jogo de cassino online.

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Decisão do STF sobre investigação contra Moraes por diálogos com Vorcaro pode ficar para depois do Carnaval de 2027

Foto: Brenno Carvalho/ O Globo

O pedido de vista do ministro Flávio Dino, que interrompeu no último dia 15 a análise sobre uma eventual investigação de Alexandre de Moraes por diálogos com o banqueiro Daniel Vorcaro, pode levar a decisão para depois do Carnaval de 2027.

O motivo é matemático. Dino tem até 90 dias para devolver o processo ao plenário. Como o STF entra em recesso em dezembro, o prazo reduz o tempo disponível para que o presidente da Corte, Edson Fachin, paute novamente o caso ainda em 2026.

O motivo também é político. Parte dos ministros avalia que decisões mais sensíveis relacionadas à crise do STF deveriam ocorrer após as eleições. O primeiro marco seria 4 de outubro, quando serão definidos os novos senadores, responsáveis por analisar eventuais pedidos de impeachment de ministros da Corte.

O segundo marco seria a eleição presidencial. Segundo a análise, uma eventual vitória de Lula ou de Flávio Bolsonaro poderia alterar o ambiente político em torno de uma possível investigação de Moraes e de processos de impeachment no Congresso.

Opinião dos leitores

  1. Resumindo, Dino é Lula, Moraes é Lula. Quem sairia prejudicado com a exposição de quem o colocou na cadeira de presidente da república e o ajudou a “governar” até hoje? Simples assim. Vou pedir vista, pois eu posso, depois veremos.

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Campanha de Flávio Bolsonaro aponta perfil “Dilma Bolada” como origem de fake news sobre Nossa Senhora Aparecida

Foto: Reprodução/Facebook

Um monitoramento realizado pela campanha de Flávio Bolsonaro (PL) aponta uma publicação do influenciador Jeferson de Oliveira Monteiro, criador do perfil “Dilma Bolada”, como o primeiro conteúdo a associar o candidato à Presidência à falsa informação de que ele pretendia retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.

A postagem foi publicada às 21h50 da quarta-feira (23) e dizia: “Católico não vota em nenhum Bolsonaro e nem em nenhum candidato que queira retirar o título de Nossa Senhora Aparecida de Padroeira e Rainha do Brasil. Tudo com Jesus. Nada sem Maria. E Bolsonaro na cadeia!”.

Segundo o levantamento da campanha, seis minutos depois outro perfil publicou conteúdo relacionando Flávio à suposta pressão de grupos para retirar o título da santa. A narrativa ganhou força nas redes no dia seguinte e passou a ser reproduzida por outros perfis.

A campanha afirma que uma das publicações alcançou mais de 2 milhões de visualizações em menos de 24 horas. Outro post, que dizia que Flávio pretendia retirar o título de Nossa Senhora Aparecida, teria superado 2,4 milhões de visualizações.

A desinformação também foi relacionada a um projeto apresentado em 2007 pelo então deputado Victório Galli, arquivado em 2008 e sem participação de Flávio Bolsonaro.

O ministro André Mendonça, do TSE, determinou na sexta-feira (25) que as plataformas removam publicações que apresentem como verdadeira a informação sobre uma suposta intenção de Flávio ou de sua família de retirar o título de Padroeira do Brasil. Na decisão, o ministro classificou a afirmação como “notoriamente inverídica”.

Reportagem da CNN tentou contato com o influenciador Jeferson de Oliveira Monteiro, mas não obteve retorno.

 

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Campanha de Robson Carvalho ganha força na reta final e candidato aparece entre os cinco mais citados em pesquisas para deputado estadual

Levantamentos divulgados nos últimos dias colocam Robson Carvalho entre os nomes de maior percentual na disputa por uma vaga na Assembleia Legislativa do RN.

A campanha de Robson Carvalho (União Brasil) chega à reta final ganhando força e ampliando sua presença no cenário estadual. Pesquisas divulgadas nos últimos dias colocam o candidato entre os cinco nomes com maiores percentuais de citações espontâneas para deputado estadual no Rio Grande do Norte.

Na pesquisa Qualittá/Blog do Cyrillo, Robson aparece com 2,9% e como o terceiro nome mais citado entre os dez destacados pelo levantamento. Já na pesquisa do Instituto Media, divulgada neste sábado (26), o candidato registra novamente 2,9%, figurando entre os cinco maiores percentuais da pesquisa espontânea para deputado estadual.

Os resultados se somam a outros levantamentos divulgados ao longo de setembro que vêm colocando Robson entre os nomes de destaque na disputa. Em rodada anterior do Instituto Media, realizada entre 12 e 17 de setembro, ele havia registrado 3% das citações espontâneas.

“O nosso trabalho pelas pessoas e pelos animais está ecoando em todo o Rio Grande do Norte, e fico muito feliz em ver esse reconhecimento também nas pesquisas. Recebo esses resultados com muita gratidão, mas com os pés no chão, porque não tem nada ganho. Vamos continuar trabalhando, percorrendo o estado, conversando com as pessoas e levando a nossa mensagem até o último minuto”, afirmou Robson Carvalho.

Vereador mais votado de Natal em 2024, Robson intensifica nesta reta final as agendas em Natal e no interior, apresentando sua atuação e as bandeiras que pretende levar para a Assembleia Legislativa, especialmente a defesa das pessoas e dos animais e a criação de oportunidades para os jovens.

A causa animal está muito próxima de ter um legítimo representante que, de fato, já entregou resultados concretos como vereador de Natal. Já existe o primeiro hospital público veterinário, que atendeu mais de 30 mil animais, ou seja, atendeu milhares de pessoas que não tinham acesso à saúde animal, além de milhares de castrações realizadas pelo Castramóvel. Leis que realmente garantem direitos aos animais e seus tutores, como a lei que permite a circulação dos pets em condomínios, a que proíbe a contratação para cargos públicos de pessoas condenadas por crimes de maus-tratos e, recentemente, a que cria o cadastro dos protetores e ONGs da causa animal para que possam receber ração e mantimentos do Banco de Ração do município, dando dignidade aos protetores, protetoras, pessoas que amam os animais e ONGs de proteção animal.

É importante ressaltar que, muito em breve, por meio de uma articulação do candidato a Deputado Estadual Robson Carvalho com o Deputado Federal General Girão, está muito próxima a implantação do segundo hospital, que será na Zona Norte de Natal, com mais serviços e fichas de atendimento.

É necessária a união, o empenho e a conscientização das pessoas que amam os animais, protetores, ONGs da causa animal e simpatizantes, para fazer o trabalho de Robson Carvalho ecoar por todo o RN, para que as políticas públicas voltadas à causa animal sejam efetivadas em todas as regiões do estado. Como hospitais públicos veterinários, castrações, proteção e defesa dos animais e leis mais rígidas.

Dados das pesquisas:

Qualittá/Blog do Cyrillo: levantamento realizado em 30 municípios do Rio Grande do Norte, com 1.200 entrevistas, entre os dias 20 e 25 de setembro de 2026. Margem de erro de ±2,8 pontos percentuais, nível de confiança de 95% e registro RN-09441/2026.

Instituto Media/Potengi Comunicação: levantamento realizado com 2.000 entrevistas, entre os dias 21 e 25 de setembro de 2026. Margem de erro de ±2,2 pontos percentuais, nível de confiança de 95%, contratante Potengi Comunicação Ltda. e registro RN-05948/2026.

Opinião dos leitores

  1. Fico me perguntando como pode ter tanta gente idiota para votar em uma criatura dessa.
    Minha alegria é saber que esse vereador quando morrer vai para o quinto dos infernos

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