Economia

ABSURDO: Contribuições do patronato ao SEBRAE, SENAC, SESI e SENAI acabam incluídas no custo dos produtos para os consumidores

Brasília Capital *

As onze instituições do Sistema S, entre elas o Senai, Senac, Sesc e Sesi, violam a Constituição, desobedecem recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU) e contribuem para aumentar a carga de impostos no país. Uma síntese dos problemas foi publicada no Relatório de Acompanhamento Fiscal do Instituto Fiscal Independente do Senado neste mês de agosto. O IFI fez um box à parte para tratar do “Sistema S e a Questão Fiscal”.
De acordo com o relatório, as contribuições do patronato às instituições acabam incluídas no custo dos produtos que chegam para os consumidores, cidadãos que são duplamente prejudicados devido ao uso de dinheiro do contribuinte. Por receberem recursos públicos, as instituições teriam de prestar contas à sociedade sobre o uso dessas verbas, que acabam onerando o preço dos produtos. Ao fazer um longo relatório depois de realizar auditoria, o TCU encontrou “vários problemas” e fez recomendações para que a situação fosse regularizada.

Como publica o IFI no site do Senado, as considerações do tribunal, feitas em 2015, são relembradas neste mês: “O relatório é longo, mas uma síntese dos problemas pode ser encontrada nas páginas 57 a 67. Vale destacar alguns”. O IFI enumera o que considera os oito principais pontos, num orçamento global de aproximadamente R$ 30 bilhões em 2017, de acordo com projeções do presidente da Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor do Senado, Ataídes Oliveira (PSDB-TO).

Analisando os números do instituto, o senador faz uma projeção aquém da realidade. O IFI divulga que somente cinco das 11 instituições movimentaram no ano passado R$ 25,6 bilhões.

“Falta de detalhamento dos orçamentos divulgados, que apresentam receitas e despesas em elevado grau de abrangência; maior parte das entidades não publica as demonstrações contábeis nas respectivas páginas eletrônicas; a metade não certifica as demonstrações por auditoria externa independente; muito poucas informações divulgadas sobre licitações e contratos; falta de informações sobre transferências para confederações e federações; dados sobre estrutura remuneratória na maioria das vezes inútil para qualquer análise de remuneração; problemas de atendimento ao cidadão, principalmente nos estados menos favorecidos; e deficiente divulgação dos cursos gratuitos”, enumera o IFI.

Efeitos negativos

Na auditoria do TCU, há recomendações para que os problemas sejam sanados em todas as 11 instituições do Sistema S, conforme o Acórdão nº 699/2016, aprovado pelo plenário do tribunal em 30 de março do ano passado e relembrado pelo IFI. O tribunal “recomendou ainda o uso pelas entidades da contabilidade aplicada ao setor público, a adoção de controles internos e a melhoria do atendimento ao público”, destaca o instituto do Senado.

Nos dois parágrafos finais, em seis páginas de considerações sobre as instituições do Sistema S, o IFI registra: “Como as recomendações foram feitas há quase um ano e meio, caberia avaliar em que medida elas foram efetivamente atendidas. Mas mesmo que tenham sido, ainda não seriam suficientes para avaliar adequadamente a atuação das entidades do Sistema S.

Seriam necessárias também informações detalhadas sobre os serviços oferecidos, a exemplo da quantidade ofertada de cada serviço, adequadamente aferida, e individualização dos custos correspondentes. Essas informações permitiriam avaliar os custos desses serviços, verificar a eventual redundância ou complementariedade em relação aos serviços disponibilizados pelo Estado, e analisar o retorno que o uso das contribuições gera para a sociedade”.

“Enfim, as entidades privadas do Sistema S recebem considerável montante de contribuições compulsórias da sociedade para financiar os serviços sociais e de aperfeiçoamento profissional. Assim como outras contribuições e impostos, a incidência causa efeitos negativos sobre a atividade econômica, notadamente em países como o Brasil, nos quais a carga tributária já é elevada. Espera-se das entidades do Sistema S que sejam o mais transparente possível, disponibilizando as informações necessárias para avaliar a sua atuação”, finaliza.

Forma de manter o “buraco negro”

O que permite ao Sistema S burlar a Constituição, desobedecer o TCU e ajudar a aumentar a carga tributária do país, de acordo com o Instituto Fiscal Independente (IFI) do Senado, está na forma de organização das 11 instituições, sem citar o poderoso lobby delas tanto no governo quanto no Congresso Nacional. “Saber ao certo o montante de receitas das entidades não é trivial. Um dos meios seriam os orçamentos aprovados ou as demonstrações contábeis”, aponta o IFI.

Aqui entra o que parece ser a estratégia do Sistema, embora o Instituto não a cite abertamente: “uma estrutura descentralizada que se desdobra até as federações sindicais, na órbita dos estados”. Isso envolveria a análise, separadamente, de orçamentos nacional e de 27 unidades da federação. Mesmo assim, de acordo com o instituto, as divulgações não são às claras.

“As respectivas receitas e demais dados que retratam a situação financeira” são divulgados em “28 unidades na forma de imagem, em vez de apresentá-los de modo a facilitar complicação e análise”, aponta o IFI. Como vem publicando o Brasília Capital, esta situação constatada pelo instituto permite desvios como nepotismo, altos salários e montagem de uma burocracia que lucra muito com o Sistema S.

A resposta das 11 instituições é unificada. Alegam que agem dentro da legislação e não cometem nenhum tipo de irregularidade, mesmo com as auditorias do TCU mostrando exatamente o contrário. E agora, com a abordagem do IFI.

* Reportagem publicada no site Brasília Capital.

Opinião dos leitores

  1. Sem falar nas estruturas faustosas e de compadrio.
    Empresários falidos dirigindo sindicatos fantasmas e ganhando salarios de 30 mil reais na Fiern e congêneres, foras as mordomias.
    Abram os números se tiverem coragem!

  2. Parece me óbvio que quaisquer custos extraordinários, inerentes da atividade fim, são e devem ser repassados para o produto. O sistema S presta relevantes serviços a sociedade e as empresas. Quem denigre este serviço é o próprio Estado que não cumpre os compromissos assumidos, diga-se Pronatec, pior exemplo é o próprio Senado. Enfim, está fiscalização compete ao TCU.

  3. Estas entidades movimentam 30 bi e promovem ações sociais e educativas que o governo não conseguiria realizar metade. Pergunto, ao invés de retratar uma afirmação de um deputado que por interesses próprios denigre a imagem destas entidades não seria mais interessante falar sobre os 56 bi que a previdência gasta com fraudes e erros? Só de erro é muito mais que as entidades usam para se manterem.

  4. O Sistema S é uma das poucas instituições que funcionam no Brasil. Fui aprendiz do SENAI e nunca fiquei desempregado por ter aprendido uma profissão.
    O que não presta são as instituições políticas no Brasil, e estas sim tem que ser mudadas. Acorda Brasil vamos acabar com estes parasitas insaciáveis que acabam com o nosso país e ainda querem interferir nas únicas coisas que funcionam.

  5. Falta credibilidade ao TCU, esse tal IFI, nunca ouvi ou li algo sobre ele, mas se é algo que vem do SENADO, não deve ser assim tão isento. Temos um estoque infinito de caixas pretas a serem abertas mas o real interesse é condicionado ao interesse do momento político. Por que não fazer com que sindicatos publiquem balanços financeiro? Por que não divulgar a folha de pagamento dos dirigentes e assessoria sindical? Tudo o que se gasta nesse Brasil varonil é repassado do consumidor final. Então que tal mostrar quem é quanto custa manter esse tal IFI? E o TCU? E tantos outros institutos e fundações públicas? Há real interesse interesse público.
    Menos é mais….

  6. Espero que se faça mesmo uma auditoria nesses sistemas S. Assim será esclarecido muitas dúvidas.

    Parabéns ao MP

  7. Só descobriram isso AGORA!!! No Brasil falta, Ética, Moral e Falta CONTROLE!!! O PATRONADO embute todos os seus custos nos preços!!! Patronado não paga impostos quem paga somos nós!!! O imposto cobrado sob o lucro dos patrões é inferior ao da renda dos trabalhadores, seja qual for o salário!!!Desigualdade cuja reforma trabalhista e previdenciária aumenta de forma descarada!! É nenhuma dessas reformas aumentam o controle!!! Se houvesse aumento no controle é uma reforma tributária, possivelmente não precisaríamos da previdenciária!!!

  8. A contribuicao sindical obrigatoria dos empregados para os sindicatos acabou.(Por enquanto. Vem aí uma MP). MAS nao acabaram com a contribuicao obrigatoria do patronato ao sistema S. Dois pesos e duas medidas. Mas ta sendo assim. Bolsa familia pode nao, somente bolsa empresario.

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Economia

Dívida pública atinge R$ 11,1 trilhões no governo Lula e alcança o pior patamar desde 2021

Foto: Calito Canhadas/ Pixabay

A dívida bruta do setor público consolidado do Brasil manteve a tendência de alta e fechou o mês de setembro atingindo o montante de R$ 11,1 trilhões, o equivalente a 82,9% do Produto Interno Bruto, segundo dados do Banco Central. O indicador, que serve como o principal termômetro da capacidade do país de honrar seus compromissos financeiros, atingiu o seu pior patamar desde março de 2021 e acumula uma alta expressiva de 11,2 pontos percentuais desde o início do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando o índice marcava 71,7% do PIB ao final da gestão anterior.

O avanço contínuo do endividamento reflete o descompasso das contas públicas, puxado pelo aumento das despesas do governo e pelos déficits acumulados no setor público. Apenas no acumulado do ano, a dívida bruta subiu mais de 6 pontos percentuais em relação ao PIB, enquanto a dívida líquida do setor público saltou para 70% da riqueza produzida no país. O resultado fiscal de setembro reforçou a pressão sobre as finanças do Estado ao registrar um déficit primário de R$ 5,5 bilhões, evidenciando o desafio permanente do país para equilibrar arrecadação e gastos estruturais.

Com informações da Revista Oeste 

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Brasil

CGU aponta superfaturamento de R$ 49 milhões em obras de terminal portuário para a COP30

Reprodução

Um relatório publicado pela Controladoria-Geral da União apontou R$ 49 milhões em sobrepreço e inconsistências orçamentárias nas obras de adequação do Terminal Portuário de Outeiro, em Belém. O projeto foi contratado pela Companhia Docas do Pará por R$ 233,8 milhões, sob modalidade de dispensa de licitação, para adequar o local ao recebimento de navios de cruzeiro durante a conferência COP30. Segundo o órgão de controle, o montante contratado superou em 29% o orçamento inicial previsto no plano de trabalho, que era de R$ 181,3 milhões, sem alteração no escopo dos serviços.

A principal irregularidade apontada foi a cobrança duplicada de serviços de içamento e cravação de estruturas metálicas, no valor de R$ 22,7 milhões. A auditoria também identificou preços acima das referências de mercado, acréscimos indevidos na quantidade de aço e outras despesas questionadas.

A Companhia Docas do Pará reconheceu R$ 10,54 milhões dos valores questionados e contestou os R$ 38,53 milhões restantes. A CGU também apontou falhas na supervisão, já que a mesma empresa participou da elaboração do projeto e do orçamento e depois assumiu a fiscalização da obra.

Com informações do Metrópoles 

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Brasil

Perícia encomendada por Vorcaro aponta arquivos alterados em celular após apreensão da PF e defesa pede anulação de provas

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Um laudo pericial encomendado pela defesa de Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master, identificou inconsistências nos registros extraídos do celular do empresário. O documento técnico apontou que centenas de arquivos sofreram modificações e criações de dados após a data da prisão de Vorcaro, incluindo quase mil registros alterados posteriormente.

Segundo o laudo, 657 arquivos tiveram registros de modificação em 18 de novembro de 2025, dia da prisão de Vorcaro. Outros 999 arquivos teriam sido alterados em datas posteriores, incluindo 340 registros de maio de 2026.

A perícia também identificou 207 ativações de tela, 33 acionamentos da câmera frontal e três conexões USB após a apreensão. A defesa questiona a preservação da cadeia de custódia e afirma que não recebeu os arquivos brutos necessários para verificar a integridade dos dados.

O questionamento pode afetar o uso de mensagens atribuídas a Vorcaro e ao ministro Alexandre de Moraes, cujo nome aparece no contexto da investigação sobre os contatos com o empresário e os contratos do Banco Master com o escritório de advocacia de sua esposa.

Com informações do UOL e CNN Brasil 

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Brasil

Vorcaro relata repasse de R$ 40 milhões em caixa 2 para Ministro de Minas e Energia de Lula

Fotos: Pedro França/Agência Senado e Ana Paula

Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, afirmou ter repassado R$ 40 milhões em dinheiro vivo ao ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, em operações relacionadas às eleições de 2022 e 2024.

Segundo o relato apresentado em uma tentativa de negociar colaboração premiada, R$ 20 milhões teriam sido entregues nas eleições de 2022, quando Silveira disputou o Senado, e outros R$ 20 milhões em 2024, para campanhas municipais de candidatos apoiados pelo PSD em Minas Gerais.

Vorcaro afirmou que os valores não foram declarados à Justiça Eleitoral e que os repasses ocorreram de forma fracionada, em espécie. Ele também apontou o pastor Fabiano Zettel, seu cunhado, como responsável por disponibilizar o dinheiro.

Com informações da Revista Oeste 

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Mundo

WASHINGTON POST: Jornal americano critica atuação do STF e aponta “perseguição” em fuga de Flávio

Reuters/Eva Marie Uzcategui

O jornal norte-americano The Washington Post publicou um editorial nesta quarta-feira (28) no qual critica a atuação do Judiciário brasileiro no caso de Flávio Bolsonaro (PL). O texto fala em “perseguição” à família Bolsonaro e questiona a concentração de poderes no Supremo Tribunal Federal (STF).

Com o título “Quando juízes se tornam promotores”, o editorial afirma que investigações contra Flávio podem ser legítimas, mas alerta para possíveis excessos na atuação da Corte, especialmente do ministro Alexandre de Moraes.

O jornal também critica a possibilidade de juízes acumularem funções de investigadores, acusadores e julgadores. Ao mesmo tempo, faz ressalvas à postura de Flávio, afirmando que ele deveria se preparar para liderar a oposição, em vez de se instalar no sul da Flórida.

O editorial conclui que uma democracia saudável depende tanto de adversários que aceitem o resultado das urnas quanto de um sistema de Justiça no qual possam confiar.

Com informações do Poder 360

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Geral

Assessor de Trump confirma que articulou jato para fuga de Flávio

Joe Raedle/Getty Images

O assessor de comunicação da Casa Branca, Jason Miller, confirmou ao Metrópoles que atuou diretamente na organização do jato particular que transportou o senador Flávio Bolsonaro e sua família da Argentina para os Estados Unidos.

A operação logística, realizada a bordo de uma aeronave executiva Gulfstream G400, viabilizou o deslocamento do parlamentar após o encerramento do processo eleitoral, em um plano articulado nos bastidores da diplomacia americana.

A entrada do senador em solo norte-americano foi formalizada sob o mecanismo de admissão condicional por razões humanitárias, que concede visto temporário para permanência no país.

Reprodução/Baires Fly

Com informações do Metrópoles 

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Mundo

Governo Lula tenta blindar relações de comércio com os EUA após chegada de Flávio no país

Reprodução

O governo brasileiro está lutando para não prejudicar as negociações comerciais com os Estados Unidos. A ordem no Palácio do Planalto e no Itamaraty é não esticar a corda nem transformar a ida do senador Flávio Bolsonaro para Miami em um incidente diplomático com a gestão de Donald Trump, mantendo as conversas econômicas e os acordos bilaterais em ritmo normal.

A avaliação de diplomatas e técnicos da área econômica é de que o episódio envolvendo o parlamentar é um assunto estritamente judicial e não deve interferir na pauta de exportações e investimentos do país. O próprio ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, cumpre agenda nos Estados Unidos para encontros de trabalho, sinalizando que a prioridade do Brasil é garantir a estabilidade do comércio exterior e o canal aberto com Washington.

Com informações da Folha de Sâo Paulo 

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Mundo

Grupo terrorista Hezbollah parabeniza Lula por reeleição e exalta posturas do petista no Oriente Médio

Reuters

O grupo terrorista libanês Hezbollah, financiado pelo regime do Irã, divulgou nesta quinta-feira (29) um comunicado oficial para parabenizar o presidente Lula pela reeleição no segundo turno das eleições presidenciais. A mensagem de felicitação foi veiculada pelo portal Al-Manar, braço oficial de comunicação e propaganda da organização extremista, enviando saudações ao petista pelo resultado das urnas e por aquilo que classificaram como uma renovação da confiança do eleitorado no governo.

No manifesto publicado no Líbano, o grupo extremista fez questão de rasgar elogios às diretrizes diplomáticas adotadas por Lula em relação ao conflito no Oriente Médio, destacando de forma especial suas declarações em defesa da causa palestina e as pesadas críticas proferidas contra as operações militares de Israel na Faixa de Gaza. A organização terrorista concluiu a nota celebrando a postura de oposição do presidente brasileiro à influência histórica dos Estados Unidos na política e na geopolítica internacional.

Com informações da Revista oeste 

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Brasil

Comissão internacional de Bispos questiona vitória de Lula nas eleições

REUTERS – Brian Snyder

Uma comissão internacional de bispos vinculada ao movimento religioso Apostolic Confluence Movement divulgou uma declaração oficial em que afirma não reconhecer a vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva no segundo turno das eleições e levanta suspeitas sobre a legitimidade do pleito brasileiro. O documento, foi assinado na segunda-feira (26) e divulgado nas redes sociais pelo bispo Leo Assis.

Embora o texto intitule a manifestação como uma denúncia sobre possível fraude eleitoral, o grupo não apresentou qualquer dado técnico, auditagem ou prova concreta que sustente as alegações de inconsistência no processo de votação.

Com informações do Poder 360

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