
As versões do procurador preso, Ângelo Goulart, e do advogado Willer Tomaz de que não receberam propina e estavam negociando a delação da JBS são fantasiosas.
Existem pelo menos três gravações feitas pela turma de Joesley Batista de encontros com os acusados e, em nenhuma delas, eles se comportam como se estivessem orientando um processo de colaboração. Ao contrário. Num áudio inédito gravado por Francisco Assis, jurídico da JBS, há um trecho em que Willer Tomaz fala abertamente sobre como repartiu 4 milhões de reais recebidos da JBS.
Na gravação, ele diz que a partilha seria assim: um terço para André Gustavo Vieira, um publicitário, um terço para para Juliano Couto, presidente da OAB-DF e o último terço para o procurador Ângelo Goulart.
Em outro momento, Assis pergunta a Willer se o procurador estava sabendo das entregas mensais de 50 000 reais. Tomaz interrompe a pergunta e responde: “Total”.
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Não há mais jeito para o Brasil, acredito que a solução por mais árdua que seja, seja a volta dos militares ao poder, os brasileiros não acreditam mais no judiciário nem tão pouco nos políticos, que se feche o congresso e o judiciário, volta ditadura para acabar com todos os tipos de roubo, tráfico e crimes do nosso Brasil
Famoso bandido de toga, como dizia Eliana calmon.
Infelizmente ja ja o STF tambem vai liberar esses bandidos pois ladrao apoia ladrao