O doleiro Alberto Youssef, personagem central da Operação Lava Jato, disse em depoimento na Justiça Federal no Paraná nesta quarta feira, 29, que arrecadou em propinas sobre contratos fraudados da Petrobrás “em torno de R$ 180 milhões”.
Ele disse que “esse valor é bruto, não foi lucro dele”. “Líquido? Em torno de uns 7 ou 8 milhões de reais que tenham ficado para mim”, declarou o doleiro.
“A propina era sistemática”, disse Youssef, ao ser questionado por um advogado na audiência relativa aos processos criminais contra os empreiteiros da Lava Jato que nesta quarta feira, 29, foram transferidos para prisão domiciliar.
Todas as histórias que envolvem o doleiro Alberto Youssef e seus advogados desembocam em escândalos tucanos: Banestado, caixa 2 de campanhas demotucanas na década de 90, desvios em Maringá, trensalão.
Quem é Alberto Youssef?
Preso pela Operação Lava-Jato, da PF, ele surge no centro de uma trama entre políticos.
Um rápido sobrevoo revela o boom imobiliário de Londrina, cidade paranaense de 485 mil habitantes. Graças à denúncia de um empresário do setor, lesado em um empreendimento, a Polícia Federal descobriu uma das maiores operações de lavagem de dinheiro do país. De quebra, a investigação revelou casos de corrupção na Petrobras e as relações incestuosas entre um doleiro e integrantes de diferentes partidos.
Com receio de novas descobertas, muita gente em Brasília dorme mal. O personagem do pesadelo é o doleiro Alberto Youssef, 47 anos. O menino que vendia salgados pelas ruas de Londrina agora é apontado como o responsável por lavar R$ 10 bilhões.
Os tempos de pasteleiro ficaram para trás assim que, ainda adolescente, Youssef vislumbrou novo mercado contrabandeando eletrônicos do Paraguai. Foi detido cinco vezes com muamba. Logo, Youssef descobriu um negócio mais vantajoso.
Com apoio de políticos corruptos, há duas décadas ele se envolve em casos de desvio de dinheiro público. Fez fortuna colecionando amigos poderosos, envolveu-se em escândalos como o do Banestado, no qual bilhões foram enviados para paraísos fiscais, e teve o nome ligado a réus do mensalão.
— O Banestado foi a catapulta para Youssef se firmar como o maior doleiro do país. Ele saiu praticamente quebrado e se recuperou rapidamente. Hoje, todos os doleiros giram ao redor dele — afirma o então promotor Luiz Fernando Delazari, um dos primeiros a denunciá-lo, 10 anos atrás.
A mídia escondeu a verdeira história do doleiro.
Alberto Youssef foi condenado em 2004, pelo mesmo juiz Sergio Moro, do Paraná, por corrupção.
Segundo a Ação Penal movida contra Youssef, ele obteve um empréstimo de US$ 1,5 milhão, em 1998, numa agência do Banestado, banco público do Paraná, nas Ilhas Cayman.
No processo de delação premiada da época, Youssef confessou que internou o dinheiro no Brasil de forma ilegal, ao invés de fazê-lo via Banco Central.
Mas negou que tenha pago propina a um executivo do Banestado. Segundo o doleiro, a condição imposta para o Banestado liberar o dinheiro para sua empresa, a Jabur Toyopar, era fazer uma doação para a campanha de Jaime Lerner, do então PFL (hoje DEM), aliado do PSDB, para o governo do Paraná.
Doação “não-contabilizada”. Caixa 2.
A mídia nunca deu destaque a essa informação.
Alberto Youssef operava para tucanos e demos do Paraná desde a primeira eleição de Jaime Lerner, em 1994. Assim como operou também para FHC e Serra em 1994 e 1998.
O Banestado, um dos bancos mais sólidos do sistema financeiro do país, foi saqueado pelos tucanos na década de 90. Após devastarem as finanças da instituição, o PSDB, que governava o país, iniciou um processo de privatização cheio de fraudes.
O Banestado foi então vendido para o Itaú, pela bagatela de R$ 1,6 bilhão.
Existem acusações de que a privatização do Banestado gerou prejuízo de R$ 42 bilhões aos cofres públicos.
Mas tucanos podem tudo.
Depois de tanta roubalheira, o único condenado foi o mordomo, o doleiro Alberto Youssef, um homem de origem simples que ficou milionário operando para a elite tucana.
Mas a elite tucana é magnânima, e o juiz Sérgio Moro absolve o doleiro após um ridículo acordo de delação premiada, que não resultou em nada.
Este é o Sérgio Moro que a mídia chama de “duro”.
Em agosto deste ano, Youssef é preso outra vez e Moro cancela o acordo anterior de delação premiada do doleiro.
O juiz e a elite tucana tinham outros planos para o doleiro. Ele poderia ser útil numa operação midiática para derrotar Dilma nas eleições de 2014.
O advogado do doleiro, Antônio Augusto Figueiredo Basto, tem profundas conexões com o PSDB. Foi membro do conselho da Sanepar, estatal paranaense que cuida do saneamento do estado, e foi também advogado de doleiros tucanos envolvidos no trensalão.
Os escândalos de corrupção no PSDB paranaense envolvem mais nomes. Em 2001, a Procuradoria de Maringá acusou o prefeito tucano Jairo Gianoto de desvios superiores a R$ 100 milhões, feitos durante o período de 1997 a 2000. Em valores atualizados, esse montante aproxima-se de R$ 1 bilhão.
E quem aparece nesse escândalo, mais uma vez?
Ele mesmo: Alberto Youssef.
A Polícia Federal localizou e apreendeu em Assunção, no Paraguai, uma aeronave avaliada em R$ 120 milhões e ligada ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro, no âmbito da operação Compliance Zero. A informação foi confirmada pela CNN Brasil.
O avião retornou ao Brasil na tarde deste domingo (16), com apoio da adidância da PF no Paraguai e da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad/PY), e ficará no Aeroporto Internacional de Brasília para as medidas judiciais cabíveis.
A PF também realiza cooperação internacional para localizar outros bens de Vorcaro no exterior. Um iate e uma mansão, avaliados em cerca de R$ 500 milhões, já foram identificados.
O ABC está de volta à Série C do Campeonato Brasileiro em 2027! O Alvinegro venceu novamente o Nacional-AM e garantiu o acesso. O Mais Querido já havia vencido o jogo de ida em Manaus.
A vitória alvinegra por 1 a 0 na Arena das Dunas neste domingo (16) veio com gol do ídolo Wallyson, em cobrança de pênalti, aos 33 minutos do primeiro tempo. Além da vaga na Série C 2027, o ABC também avançou às semifinais da Série D, e disputará contra o Uberlândia-MG uma vaga na final.
Recorde de público
Além do acesso conquistado a torcida do ABC quebrou o recorde de público da Arena das Dunas com 31.059 presentes, superando os 30.575 espectadores de América x Flamengo, em 2014.
Primeiro round kkkk, as PAQUITAS VERMELHINHAS vão voltar a comer a D, agora esperem….essa foi a primeira derrota dos vermelhos, em outubro vem outra derrota.
A Frasqueira quebrou o recorde de público da Arena das Dunas neste domingo (16), na partida contra o Nacional-AM pelas quartas de final da Série D do Campeonato Brasileiro.
O público total presente foi de 31.059 torcedores, superando os 30.575 espectadores de América-RN x Flamengo em 2014.
O público pagante registrado também foi recorde, 30.125, já o público não pagante foi 934. O público pagante superou o antigo recorde que também pertencia ao confronto entre América e Flamengo, 27.831 torcedores.
A renda total do duelo entre ABC e Nacional-AM foi de R$ 876.004,00
O governo dos Estados Unidos avalia voltar a aplicar sanções ao ministro Alexandre de Moraes, do STF, segundo o Financial Times. A possibilidade ocorre em meio à deterioração das relações diplomáticas entre o Brasil e os EUA. Outro fator considerado é o caso de quebra de sigilo de fonte contra um jornalista no Maranhão que havia feito denúnicas contra o ministro Flávio Dino.
De acordo com fontes ouvidas pelo jornal, a reaplicação de medidas previstas na Lei Magnitsky está “sob consideração”, mas ainda não há definição sobre quais seriam aplicadas.
A discussão teria sido reacendida após Moraes autorizar buscas contra um ex-secretário do governo do Maranhão apontado como fonte de um jornalista que publicou informações sobre o uso de carros oficiais pela família do ministro Flávio Dino. Moraes afirmou que os dados foram obtidos e divulgados ilegalmente e poderiam colocar em risco a segurança de sua família.
Os EUA já haviam sancionado Moraes em agosto de 2025, sob acusações de censura, detenções arbitrárias e processos politizados. Caso sejam novamente aplicadas, as sanções podem congelar ativos nos EUA e impedir negócios com empresas e cidadãos americanos.
Assim como fez Flávio Bolsonaro, o deputado federal e candidato a vice-presidente Alfredo Gaspar (PL-AL) também não poupou críticas ao presidente Lula.
Gaspar afirmou neste domingo (16), durante o primeiro ato oficial de campanha na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, que o “barbudo”, em referência a Lula, “tem o STF, o dinheiro da corrupção, os presídios lotados batendo palma para ele, mas o povo de bem do Brasil tem Flávio Bolsonaro”.
O envelhecimento da população brasileira já reflete no perfil do eleitorado. Entre 2010 e 2026, a participação dos eleitores de 16 a 24 anos caiu 22%, segundo levantamento do Instituto Nexus, com base em dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em números absolutos, o grupo perdeu 5,5 milhões de eleitores, caindo de 24,7 milhões para 19,2 milhões.
No mesmo período, o eleitorado total cresceu 17%, de 135,8 milhões para 158,8 milhões, fazendo a participação dos jovens cair de 18,2% para 12,5%.
Já o número de eleitores com 60 anos ou mais aumentou cerca de 74% desde 2010 e já supera 36,8 milhões.
O levantamento também mostra que a participação dos jovens nas urnas permanece alta. Nas últimas eleições, 78,5% dos eleitores de 18 a 24 anos compareceram ao primeiro turno. Entre os jovens de 16 e 17 anos, o índice chegou a 82,9%, acima da média nacional que foi de 79,1%.
O disurso de abertura da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, foi interrompido neste domingo (16) após duas crianças sofrerem um princípio de afogamento no mar.
A dificuldade dos menores na água agitada foi percebida por apoiadores, que alertaram a organização. Flávio interrompeu o discurso e pediu, pelo sistema de som do trio elétrico, ajuda urgente aos bombeiros e surfistas.
Os guarda-vidas retiraram as crianças com segurança e prestaram os primeiros atendimentos na areia. Ambas passam bem.
Flávio Bolsonaro chamou Lula de “caloteiro da esperança” do povo brasileiro em discurso de lançamento da campanha neste domingo (16), na Praia de Copacabana, no Rio de Janeiro. O candidato citou como exemplo a dificuldade da população em honrar prestações.
“E as pessoas da classe média que acreditaram no PT e hoje estão devendo, não conseguem pagar a prestação de um celular, não conseguem pagar a prestação de uma moto, de um carro. Para a classe média que acreditou nesse governo, a esperança virou dívida. O Lula é o caloteiro da esperança!”, disse Flávio.
Os principais candidatos ao Senado pelo Rio Grande do Norte deram a largada oficial na campanha neste domingo (16), mostrando as primeiras estratégias para conquistar uma das duas vagas em disputa. Atos de rua, adesivaços e publicações nas redes sociais marcaram o início da corrida eleitoral.
Zenaide Maia (PSD), que disputa a reeleição, começou a campanha ainda na virada do sábado para o domingo. Ao lado de Allyson Bezerra, Hermano Morais e Tércio Tinoco, participou de um adesivaço e apostou no discurso de uma campanha baseada em propostas e na prestação de contas do mandato.
Tércio Tinoco (União Brasil) escolheu a própria história como principal mensagem da largada. Em vídeo produzido com Inteligência Artificial, apresentou diferentes fases de sua vida e destacou a superação após o acidente que o deixou cadeirante, associando a candidatura às bandeiras da inclusão e da acessibilidade.
Styvenson Valentim (Podemos), candidato à reeleição, até o início da tarde deste domingo não havia feito publicação nas redes sociais sobre agenda para marcar a abertura oficial de sua campanha ao Senado.
Coronel Hélio (PL) abriu a campanha reforçando a identificação com a direita e a aliança com Álvaro Dias. A largada foi marcada por adesivaços simultâneos em Natal e Parnamirim, mobilizando apoiadores em três pontos.
Samanda Alves (PT) iniciou a campanha à meia-noite, no comitê, e seguiu neste domingo com adesivaço, participação no Piseiro com o Time de Lula, em Natal, e carreata à tarde em Mossoró.
Rafael Motta (PDT) também escolheu um adesivaço para abrir oficialmente a campanha. Nas redes sociais, o candidato reforçou a aproximação com Lula e convocou apoiadores para a mobilização realizada em Capim Macio, na Zona Sul de Natal.
Na primeira caminhada da campanha pela reeleição ao Senado, Zenaide Maia percorreu quase 8 quilômetros pelas ruas das Rocas, na zona leste de Natal. A caminhada se estendeu por cerca de cinco horas diante da quantidade de moradores que fizeram questão de parar a senadora para conversar, tirar fotos e adesivar casas e veículos com o número 555.
Em diversos pontos do bairro, Zenaide foi chamada por moradores que a reconheceram da época em que atuava como médica da família na região. A caminhada se transformou em um reencontro com antigos pacientes e pessoas que acompanharam de perto sua trajetória na saúde pública.
Um deles foi o catador Wilson Viana, atendido por Zenaide no Hospital Universitário Onofre Lopes. “Uma ótima médica, uma pessoa maravilhosa e minha senadora”, afirmou. O encontro resume a relação construída pela senadora com as comunidades da zona leste de Natal antes mesmo de sua trajetória política.
Ao agradecer a recepção dos moradores das Rocas, Zenaide destacou que os reencontros reforçam uma das principais bandeiras de sua atuação no Senado. “Encontrei centenas de amigos pacientes e vê-los me motiva a continuar a defender mais financiamento e modernização do SUS”, afirmou.
Por que não fez esse percurso antes da eleição? Candidata que só aparece em período eleitoral. A partir do próximo ano cai ter tempo para se dedicar a medicina…
Todas as histórias que envolvem o doleiro Alberto Youssef e seus advogados desembocam em escândalos tucanos: Banestado, caixa 2 de campanhas demotucanas na década de 90, desvios em Maringá, trensalão.
Quem é Alberto Youssef?
Preso pela Operação Lava-Jato, da PF, ele surge no centro de uma trama entre políticos.
Um rápido sobrevoo revela o boom imobiliário de Londrina, cidade paranaense de 485 mil habitantes. Graças à denúncia de um empresário do setor, lesado em um empreendimento, a Polícia Federal descobriu uma das maiores operações de lavagem de dinheiro do país. De quebra, a investigação revelou casos de corrupção na Petrobras e as relações incestuosas entre um doleiro e integrantes de diferentes partidos.
Com receio de novas descobertas, muita gente em Brasília dorme mal. O personagem do pesadelo é o doleiro Alberto Youssef, 47 anos. O menino que vendia salgados pelas ruas de Londrina agora é apontado como o responsável por lavar R$ 10 bilhões.
Os tempos de pasteleiro ficaram para trás assim que, ainda adolescente, Youssef vislumbrou novo mercado contrabandeando eletrônicos do Paraguai. Foi detido cinco vezes com muamba. Logo, Youssef descobriu um negócio mais vantajoso.
Com apoio de políticos corruptos, há duas décadas ele se envolve em casos de desvio de dinheiro público. Fez fortuna colecionando amigos poderosos, envolveu-se em escândalos como o do Banestado, no qual bilhões foram enviados para paraísos fiscais, e teve o nome ligado a réus do mensalão.
— O Banestado foi a catapulta para Youssef se firmar como o maior doleiro do país. Ele saiu praticamente quebrado e se recuperou rapidamente. Hoje, todos os doleiros giram ao redor dele — afirma o então promotor Luiz Fernando Delazari, um dos primeiros a denunciá-lo, 10 anos atrás.
A mídia escondeu a verdeira história do doleiro.
Alberto Youssef foi condenado em 2004, pelo mesmo juiz Sergio Moro, do Paraná, por corrupção.
Segundo a Ação Penal movida contra Youssef, ele obteve um empréstimo de US$ 1,5 milhão, em 1998, numa agência do Banestado, banco público do Paraná, nas Ilhas Cayman.
No processo de delação premiada da época, Youssef confessou que internou o dinheiro no Brasil de forma ilegal, ao invés de fazê-lo via Banco Central.
Mas negou que tenha pago propina a um executivo do Banestado. Segundo o doleiro, a condição imposta para o Banestado liberar o dinheiro para sua empresa, a Jabur Toyopar, era fazer uma doação para a campanha de Jaime Lerner, do então PFL (hoje DEM), aliado do PSDB, para o governo do Paraná.
Doação “não-contabilizada”. Caixa 2.
A mídia nunca deu destaque a essa informação.
Alberto Youssef operava para tucanos e demos do Paraná desde a primeira eleição de Jaime Lerner, em 1994. Assim como operou também para FHC e Serra em 1994 e 1998.
O Banestado, um dos bancos mais sólidos do sistema financeiro do país, foi saqueado pelos tucanos na década de 90. Após devastarem as finanças da instituição, o PSDB, que governava o país, iniciou um processo de privatização cheio de fraudes.
O Banestado foi então vendido para o Itaú, pela bagatela de R$ 1,6 bilhão.
Existem acusações de que a privatização do Banestado gerou prejuízo de R$ 42 bilhões aos cofres públicos.
Mas tucanos podem tudo.
Depois de tanta roubalheira, o único condenado foi o mordomo, o doleiro Alberto Youssef, um homem de origem simples que ficou milionário operando para a elite tucana.
Mas a elite tucana é magnânima, e o juiz Sérgio Moro absolve o doleiro após um ridículo acordo de delação premiada, que não resultou em nada.
Este é o Sérgio Moro que a mídia chama de “duro”.
Em agosto deste ano, Youssef é preso outra vez e Moro cancela o acordo anterior de delação premiada do doleiro.
O juiz e a elite tucana tinham outros planos para o doleiro. Ele poderia ser útil numa operação midiática para derrotar Dilma nas eleições de 2014.
O advogado do doleiro, Antônio Augusto Figueiredo Basto, tem profundas conexões com o PSDB. Foi membro do conselho da Sanepar, estatal paranaense que cuida do saneamento do estado, e foi também advogado de doleiros tucanos envolvidos no trensalão.
Os escândalos de corrupção no PSDB paranaense envolvem mais nomes. Em 2001, a Procuradoria de Maringá acusou o prefeito tucano Jairo Gianoto de desvios superiores a R$ 100 milhões, feitos durante o período de 1997 a 2000. Em valores atualizados, esse montante aproxima-se de R$ 1 bilhão.
E quem aparece nesse escândalo, mais uma vez?
Ele mesmo: Alberto Youssef.