Saúde

ALERTA: Em clima de segredo, um fungo fatal resistente a medicamentos se espalha pelo mundo

Dr. Shawn Lockhart, especialista em doenças fúngicas, segura uma lâmina com Candida auris coletada de um paciente americano Foto: Melissa Golden/The New York Times

Em maio do ano passado, um homem idoso foi internado no Hospital Mount Sinai, no Brooklyn, em Nova York, para uma cirurgia abdominal. Um exame de sangue revelou que ele estava infectado com um germe recém-descoberto e tão mortal quanto misterioso. Os médicos o isolaram rapidamente na unidade de terapia intensiva.

O germe, um fungo chamado Candida auris , ataca pessoas com sistema imunológico enfraquecido e vem se espalhando silenciosamente pelo mundo. Nos últimos cinco anos, atingiu uma unidade neonatal na Venezuela, varreu um hospital na Espanha, forçou um conceituado centro médico britânico a fechar sua unidade de tratamento intensivo e fincou raízes na Índia, no Paquistão e na África do Sul. E não há tratamento efetivo conhecido.

Recentemente, o C. auris chegou a Nova York, Nova Jersey e Illinois, fazendo com que os Centros Federais de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) o incluíssem na lista de germes considerados “ameaças urgentes”.

O homem internado no Hospital Mount Sinai morreu depois de 90 dias no hospital, mas o C. auris não. Testes mostraram que o fungo estava em toda parte em seu quarto e de uma forma tão invasiva que o hospital precisou de equipamentos de limpeza especiais e teve que arrancar parte dos pisos para erradicá-lo.

— As paredes, a cama, as portas, as cortinas, os telefones, a pia, o quadro branco…. Tudo foi infectado — disse Scott Lorin, presidente do hospital — O colchão, os trilhos da cama, os buracos da caixa, as persianas da janela, o teto…Tudo na sala deu positivo para o fungo.

Há risco de atingir população mais saudável

O C. auris é tão resistente, em parte, porque é impermeável aos principais medicamentos antifúngicos, tornando-se um novo exemplo de uma das ameaças à saúde mais intratáveis do mundo: o surgimento de infecções resistentes aos medicamentos.

Durante décadas, especialistas em saúde pública alertaram que o uso excessivo de antibióticos estava reduzindo a eficácia de drogas que prolongariam a expectativa de vida ao curar infecções bacterianas, uma vez que elas são fatais. Mas ultimamente, também houve uma explosão de fungos resistentes, acrescentando uma nova e assustadora dimensão a um fenômeno que está minando um pilar da medicina moderna.

— É um senhor problema — disse Matthew Fisher, professor de epidemiologia fúngica do Imperial College London, que foi co-autor de uma recente pesquisa científica sobre o surgimento de fungos resistentes — Dependemos de poder tratar esses pacientes com antifúngicos.

Simplificando, os fungos, assim como as bactérias, estão evoluindo para sobreviver aos medicamentos modernos.

Os líderes mundiais de saúde já pediram mais moderação na prescrição de medicamentos antimicrobianos para combater bactérias e fungos. Em 2016, o assunto foi discutido na Assembleia Geral da ONU. No entanto, o uso excessivo deles em hospitais, clínicas e na agricultura continuou.

Em uma comunidade queniana pobre, antibióticos baratos alimentaram infecções mortais e resistentes a drogas. Os germes resistentes são frequentemente chamados de “superbactérias”, mas isso é simplista porque eles não matam todos. Em vez disso, são mais letais em pessoas com sistemas imunológicos imaturos ou comprometidos, incluindo recém-nascidos e idosos, fumantes, diabéticos e pessoas com distúrbios autoimunes que tomam esteróides que suprimem as defesas do corpo.

A médica Johanna Rhodes, especialista em doenças infecciosas do Imperial College London Foto: Tom Jamieson/The New York Times

Os cientistas dizem que, a menos que novos medicamentos mais eficazes sejam desenvolvidos e o uso desnecessário de drogas antimicrobianas seja drasticamente reduzido, o risco se espalhará para populações mais saudáveis. Um estudo do governo britânico financiou projetos para mostrar que se as políticas não forem postas em prática para retardar a ascensão da resistência às drogas, 10 milhões de pessoas poderiam morrer no mundo de todas essas infecções em 2050, ofuscando os oito milhões que morreriam devido ao câncer.

— Estamos conduzindo isso com o uso de antifungicidas nas plantações — disse Johanna Rhodes, especialista em doenças infecciosas do Imperial College London.

Alerta para uso desenfreado de fungicidas

Nos Estados Unidos, dois milhões de pessoas contraem infecções resistentes anualmente e 23 mil morrem por causa delas, de acordo com a estimativa oficial do Centro de Controle e Prevenção de Doença americano, o CDC, baseada em números de 2010. Estimativas mais recentes de pesquisadores da Escola de Medicina de Washington apontam o número de mortos em 162 mil. Mortes em todo o mundo causadas por infecções resistentes são estimadas em 700 mil.

Antibióticos e antifúngicos são essenciais para combater infecções em pessoas, mas os antibióticos também são usados amplamente para prevenir doenças em animais de fazenda, e os antifúngicos também são aplicados para impedir que plantas agrícolas apodreçam. Alguns cientistas citam evidências de que o uso desenfreado de fungicidas nas plantações está contribuindo para o surgimento de fungos resistentes a medicamentos e que infectam seres humanos.

C. auris é uma infecção fúngica misteriosa e perigosa que está entre um número crescente de germes que desenvolveram defesas contra medicamentos comuns. No entanto, à medida que o problema cresce, ele é pouco compreendido pelo público — em parte porque a própria existência de infecções resistentes é muitas vezes encoberta pelo sigilo.

Com bactérias e fungos, hospitais e governos locais estão relutantes em divulgar surtos por medo de serem vistos como centros de infecção. Mesmo o CDC, sob o seu acordo com os estados, não tem permissão para tornar pública a localização ou o nome dos hospitais envolvidos em surtos. Em muitos casos, os governos estaduais se recusam a compartilhar publicamente informações, além de reconhecer que tiveram casos.

Enquanto isso, os germes são facilmente espalhados — transportados em mãos e equipamentos dentro dos hospitais; transportados através das fronteiras pelos viajantes e nas exportações e importações; e transferido por pacientes idosos para o hospital e para asilos.

Outras cepas proeminentes do fungo Candida — uma das causas mais comuns de infecções da corrente sanguínea em hospitais —- não desenvolveram resistência significativa a drogas, mas mais de 90% das infecções por C. auris são resistentes a pelo menos uma droga e 30% são resistente a dois ou mais medicamentos, disse o CDC.

Lynn Sosa, epidemiologista de Connecticut, disse que agora vê o C. auris como a principal ameaça entre as infecções resistentes.

— É praticamente imbatível e difícil de identificar — disse ela.

Quase metade dos pacientes que contraem o C. auris morre dentro de 90 dias, de acordo com o CDC. No entanto, especialistas do mundo ainda não descobriram de onde vieram.

— É uma criatura da lagoa negra. Borbulhou e agora está em toda parte — disse Tom Chiller, que lidera o estudo de fungos no CDC e que está comandando um esforço global para encontrar tratamentos e impedir a propagação.

Fungo silencioso se espalha feito ‘incêndio’

O primeiro grande surto na Europa envolveu 72 casos em um hospital de Londres, em 2015/2016. Já o primeiro documentado nas Américas foi em 2012/2013, em um centro médico na Venezuela. Cinco dos 18 pacientes infectados morreram. Uma cepa geneticamente distinta de Candida auris na África do Sul infectou pelo menos 451 pacientes entre 2012 e 2016.

No final de 2015, a doutora Johanna Rhodes, especialista em doenças infecciosas do Imperial College London, recebeu uma ligação do Royal Brompton Hospital, um centro médico britânico em Londres. O C. auris havia se enraizado lá, e o hospital não conseguiu combatê-lo.

— Não temos ideia de onde está vindo. Nós nunca ouvimos falar disso. Está se espalhando como um incêndio — disse Rhodes, que concordou em ajudar o hospital a identificar o perfil genético do fungo e limpá-lo dos quartos.

Sob sua direção, os funcionários do hospital usaram um dispositivo especial para pulverizar peróxido de hidrogênio em aerossol em torno de uma sala usada por um paciente com C. auris . A teoria é que o vapor iria vasculhar cada canto. Eles deixaram o aparelho por uma semana.

O fungo estava se espalhando, mas a notícia não se espalhou. O hospital, um centro especializado em pulmões e coração e que atrai pacientes ricos do Oriente Médio e da Europa, alertou o governo britânico e informou aos pacientes infectados, mas não fez nenhum anúncio público.

— Não houve necessidade de lançar um comunicado de imprensa durante o surto — disse Oliver Wilkinson, porta-voz do hospital.

Esse pânico silencioso está ocorrendo em hospitais de todo o mundo. Instituições individuais e governos, em níveis nacionais, estaduais e municipais, têm relutado em divulgar surtos de infecções resistentes, argumentando que não há motivo para assustar pacientes.

De alguma forma, o fungo deu um salto e pareceu se espalhar. É resistente a drogas, o que é realmente incompreensível — disse a médica Snigdha Vallabhaneni, especialista em fungos e epidemiologista do CDC.

Silke Schelenz, especialista em doenças infecciosas da Royal Brompton, considerou a falta de urgência do governo e do hospital nos estágios iniciais do surto “muito, muito frustrante”.

— Eles, obviamente, não queriam perder a boa reputação — disse Schelenz.

Até o final de junho de 2016, um artigo científico relatou um surto atual de 50 casos de C.auris no Royal Brompton, e o hospital deu um passo importante: fechou sua UTI por 11 dias, levando pacientes de cuidados intensivos para outro andar, novamente sem anúncio.

Dias depois, o hospital finalmente reconheceu a um jornal o problema. Uma manchete no The Daily Telegraph avisou: “Unidade de terapia intensiva fechada após o novo fungo emergir no Reino Unido” (Mais tarde, pesquisas disseram que houve 72 casos no total, embora alguns pacientes fossem apenas portadores e não tivessem infectados pelo fungo).

No entanto, a questão permaneceu pouco conhecida internacionalmente, enquanto um surto ainda maior havia começado em Valência, na Espanha, no Hospital Universitárioei Politécnico La Fe, com 992 leitos. Lá, sem o conhecimento do público ou de pacientes não afetados, 372 pessoas foram colonizadas — o que significa que tinham o germe em seu corpo, mas não estavam doentes — e 85 desenvolveram infecções na corrente sanguínea. Um artigo publicado na revista Mycoses relatou que 41% dos pacientes infectados morreram em 30 dias.

Uma declaração do hospital disse que não foi necessariamente o C. auris que os matou. “É muito difícil discernir se os pacientes morrem do patógeno ou com ele, já que são pacientes com muitas doenças subjacentes e em estado geral muito grave”, disse o comunicado.

Assim como o Royal Brompton, o hospital na Espanha não fez nenhum anúncio público. O autor do artigo na revista Mycoses, um médico do hospital, disse em um e-mail que o hospital não queria que ele falasse com jornalistas porque “havia a preocupação com a imagem pública do hospital”.

O sigilo enfurece os defensores dos pacientes, que dizem que as pessoas têm o direito de saber se há um surto, para que possam decidir se vão a um hospital, particularmente quando lidam com uma questão não urgente, como uma cirurgia eletiva.

Kevin Kavanagh, médico em Kentucky e presidente do Health Watch USA, um grupo de defesa de pacientes sem fins lucrativos, questiona:

— Por que diabos estamos lendo sobre um surto quase um ano e meio depois? E não temos notícias de primeira página no dia seguinte? Você não toleraria isso em um restaurante com um surto de intoxicação alimentar.

Autoridades de saúde alegam que a divulgação de surtos assusta os pacientes sobre uma situação na qual eles não podem fazer nada, particularmente quando os riscos não são claros. Em Londres, autoridades alertaram o CDC para o surto de Royal Brompton enquanto estava ocorrendo. E o CDC percebeu que precisava informar os hospitais americanos. Em 24 de junho de 2016, o CDC divulgou um alerta nacional para hospitais e grupos médicos e criou um endereço de e-mail ([email protected]) para consultas de campo. O médica Snigdha Vallabhaneni, membro-chave da equipe de fungos, deveria receber uma gota, ou seja, talvez uma mensagem a cada mês.

Em vez disso, em poucas semanas, sua caixa de entrada explodiu. Nos Estados Unidos, foram registrados 587 casos de pessoas que contraíram C. auris , sendo 309 em Nova York, 104 em Nova Jersey e 144 em Illinois, de acordo com o CDC. Os sintomas — febre, dores e fadiga — são aparentemente comuns, mas quando uma pessoa é infectada, particularmente alguém que não é saudável, esses sintomas comuns podem ser fatais.

O caso mais antigo conhecido nos Estados Unidos envolveu uma mulher que chegou a um hospital de Nova York em 6 de maio de 2013, em busca de atendimento para insuficiência respiratória. Ela tinha 61 anos e vinha dos Emirados Árabes Unidos. A paciente morreu uma semana depois, após o teste para o fungo dar positivo. Na época, o hospital não tinha pensado muito nisso, mas três anos depois enviou o caso ao CDC depois de ler o comunicado da agência, em junho de 2016.

Esta mulher provavelmente não foi a primeira paciente de C. auris da América. Ela carregava uma história diferente de outra paciente do sul da Ásia. O fungo matou uma americana de 56 anos que viajou para a Índia em março de 2017 para uma cirurgia abdominal eletiva, contraiu C. auris e foi levada de volta para um hospital em Connecticut que as autoridades não identificaram. Mais tarde, ela foi transferida para um hospital do Texas, onde morreu.

O germe se espalhou em instalações de cuidados de longo prazo. Em Chicago, 50% dos residentes em algumas casas de repouso tiveram resultados positivos, segundo o CDC. O fungo pode crescer em linhas intravenosas e ventiladores. Trabalhadores que cuidam de pacientes infectados com C. auris se preocupam com sua própria segurança. Matthew McCarthy, que tratou vários pacientes de C. auris no Centro Médico Weill Cornell, em Nova York, descreveu um medo incomum ao tratar um homem de 30 anos.

— Eu me encontrei não querendo tocar o cara. Houve uma sensação esmagadora de estar com medo de acidentalmente pegá-lo em uma meia ou gravata ou vestido — disse o Dr. Mattew.

A primeira vez que os médicos encontraram o C. auris foi no ouvido de uma mulher no Japão, em 2009 (em latim, auris é ouvido). Parecia inócuo na época, um primo de infecções fúngicas comuns e de fácil tratamento. Três anos depois, ele apareceu em um teste incomum no laboratório do Dr. Jacques Meis, microbiologista em Nijmegen, na Holanda, que estava analisando uma infecção na corrente sanguínea de 18 pacientes de quatro hospitais na Índia. Logo, novos aglomerados de C. auris pareciam emergir a cada mês em diferentes partes do mundo.

Tom Chiller, médico que lidera o estudo de fungos no CDC e que está comandando um esforço global para encontrar tratamentos e impedir a propagação Foto: Melissa Golden/The New York Times

Os investigadores do CDC teorizaram que o C. auris começou na Ásia e se espalhou pelo mundo. Mas quando a agência comparou todo o genoma de amostras de auris da Índia e Paquistão, Venezuela, África do Sul e Japão, descobriu que sua origem não era um único lugar, e não havia uma única variedade de auris.

Nos Estados Unidos, dois milhões de pessoas contraem infecções resistentes a cada ano, e 23 mil morrem delas, de acordo com a estimativa oficial do CDC. O sequenciamento do genoma mostrou que havia quatro versões distintas do fungo, com diferenças tão profundas que sugeriram que essas linhagens divergiram há milhares de anos e emergiram como patógenos resistentes de cepas ambientais inofensivas em quatro lugares diferentes ao mesmo tempo.

O doutor Meis, pesquisador holandês, ficou intrigado com fungos resistentes quando ouviu falar do caso de um paciente de 63 anos na Holanda que morreu em 2005 de um fungo chamado Aspergillus. Ele se mostrou resistente a um tratamento antifúngico de primeira linha chamado itraconazol. Essa droga é uma cópia virtual dos pesticidas azólicos que são usados para pulverizar colheitas em todo o mundo e respondem por mais de um terço de todas as vendas de fungicidas

Um artigo de 2013 da Plos Pathogens disse que não parecia coincidência que o Aspergillus resistente a drogas estivesse aparecendo no ambiente onde os fungicidas azóis eram usados. O fungo apareceu em 12% das amostras de solo holandês, por exemplo, mas também em “canteiros de flores, composto por folhas, sementes de plantas, amostras de solo de jardins de chá, arrozais, ambiente hospitalar e amostras aéreas de hospitais”.

Meis visitou o CDC no verão passado para compartilhar pesquisas e teorizar que a mesma coisa está acontecendo com o C. auris , que também é encontrado no solo: os azóis criaram um ambiente tão hostil que os fungos estão evoluindo, com sobreviventes resistentes.

Isto é semelhante às preocupações de que as bactérias resistentes estão crescendo por causa do uso excessivo de antibióticos no gado para a promoção da saúde e do crescimento. Tal como acontece com os antibióticos em animais de fazenda, os azóis são amplamente utilizados nas lavouras.

— Em tudo, de batatas, feijões, trigo, qualquer coisa que você possa imaginar, tomates, cebolas — disse Rhodes, especialista em doenças infecciosas que trabalhou no surto de Londres. — Estamos dirigindo isso com o uso de antifungicidas nas plantações.

O doutor Chiller também teoriza que o C. auris pode ter se beneficiado pelo uso pesado de fungicidas. Sua ideia é que o C. auris existe há milhares de anos, escondido nas fendas do mundo, em um inseto não particularmente agressivo. Mas, à medida que os azóis começaram a destruir fungos mais prevalentes, chegou a oportunidade de o C. auris entrar na brecha, um germe que tinha a capacidade de resistir prontamente a fungicidas agora adequados para um mundo no qual fungos menos capazes de resistir estão sob ataque.

O mistério do surgimento de C. auris permanece sem solução, e sua origem parece, no momento, menos importante do que impedir sua disseminação. Por enquanto, a incerteza em torno do C. auris levou a um clima de medo e, às vezes, negação.

Na primavera passada, Jasmine Cutler, de 29 anos, foi visitar seu pai de 72 anos em um hospital de Nova York, onde ele havia sido internado por causa de complicações de uma cirurgia no mês anterior. Quando ela chegou ao seu quarto, descobriu que ele estava sentado por pelo menos uma hora em uma cadeira reclinável, em suas próprias fezes, porque ninguém o atendeu quando ele pediu ajuda para usar o banheiro. Cutler disse que ficou claro que a equipe estava com medo de tocá-lo porque um teste mostrou que ele estava carregando o C. auris .

— Vi médicos e enfermeiras olhando pela janela do quarto. Meu pai não é cobaia. Vocês não vão tratá-lo como uma aberração em um show — disse Jasmine.

O Globo

 

Opinião dos leitores

  1. Não existe PRAGA PIOR QUE O LULADRAO….o rato está preso e quer mandar trocarão delegado da polícia federal de Curitiba…..existe praga pior que” essa???

    1. Jão
      Você tem toda razão o Lula não é praga
      PRAGA E OS PETISTAS

    2. Rapaz, é só falar do ladrão mor que aparece logo um esquerdopata prá achar ruim. O que será que fizeram com o cérebro dessa gente? Ou melhor, será que um dia tiveram cérebro? kkkkkkk

    3. Claro, tem tudo a ver com a notícia, isso é uma alienação clássica.

    4. Qual a referência entre essa notícia e o ladrão de 9 dedos? Por isso o Bozo não desceu do palanque ainda, porque tem os Bolsominions na platéia.

  2. Nada é mais letal que esses ministros, gestores e políticos brasileiros, acabam tudo, até a ética de um povo.

    1. Só faltava esta, ética popular. Deve ser a mais desgraçada das éticas.

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Focos de incêndio no Brasil aumentam 13,2% em outubro, aponta Inpe

Foto: Reprodução/Revista Oeste/X

O número de focos de incêndio no Brasil cresceu 13,2% em outubro de 2026, na comparação com o mesmo mês do ano passado. Foram registrados 32.454 focos, contra 28.678 em outubro de 2025, segundo dados do sistema BDQueimadas, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

O Pará liderou o ranking, com 12.457 registros, o equivalente a 38,4% do total nacional. Em seguida aparecem Maranhão, com 4.225 focos; Bahia, com 3.308; e Amazonas, com 2.271.

São Paulo registrou 26 focos, enquanto o Distrito Federal teve 11 e o Rio de Janeiro, cinco. Todos os biomas brasileiros apresentaram ocorrências, com concentração na Amazônia, que somou 18.907 focos.

Apesar da alta em outubro, o acumulado de janeiro a outubro chegou a 102.804 focos, uma redução de 1,6% em relação ao mesmo período de 2025, quando foram registrados 104.423.

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Geral

“É difícil justificar em público o voto no Alcolumbre”, diz Rogério Marinho sobre estratégia de voto declarado para eleição no Senado

Foto: Carlos Moura/Agência Senado

O senador Rogério Marinho (PL-RN), líder da oposição no Senado, pretende defender que parlamentares de direita declarem publicamente seus votos na eleição para a presidência da Casa, marcada para 1º de fevereiro de 2027. A estratégia busca evitar que integrantes do grupo apoiem secretamente a reeleição de Davi Alcolumbre (União Brasil-AP).

“Vou defender. É difícil justificar em público o voto no Alcolumbre, né?”, afirmou Marinho à Folha de S.Paulo.

Os senadores do PL se reunirão nesta quarta-feira (4) para definir a estratégia e devem lançar Marinho como candidato. Parte da legenda, porém, defende negociar com Alcolumbre para garantir espaço na estrutura do Senado. Outro grupo prefere disputar a presidência, por acreditar que há votos suficientes para vencer.

A direita terá uma bancada ampliada na próxima legislatura. PL e Novo somarão 32 senadores, enquanto Republicanos, PP, Podemos e PSDB terão outros 15 parlamentares, a maioria eleita com apoio do bolsonarismo. São necessários 41 votos para vencer a eleição.

Marinho e Alcolumbre afirmam contar com 48 votos cada, mas as estimativas se sobrepõem. Como a votação é secreta, aliados do senador potiguar defendem que a exposição pública dos votos ajude a evitar deserções.

A resistência a Alcolumbre está relacionada, principalmente, à sua posição contrária à abertura de processos de impeachment contra ministros do STF e à condução das negociações sobre a anistia aos condenados pelos atos de 8 de janeiro. Bolsonaristas também o criticam por pautas apoiadas pelo governo Lula, como a proposta que acaba com a escala de trabalho 6×1.

Com informações de Folha de S. Paulo

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Governo Lula prevê aumento de 34% nos recursos para gastos livres da EBC em 2027, acima da alta geral do Orçamento

Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

A Empresa Brasil de Comunicação (EBC) poderá receber R$ 207,9 milhões em recursos discricionários em 2027, valor 34% superior aos R$ 155 milhões previstos para 2026. O aumento consta no Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) enviado pelo governo Lula ao Congresso e ainda depende de aprovação.

A verba é destinada a despesas não obrigatórias, como investimentos, contratação de serviços e aquisição de tecnologia, e não inclui gastos com salários. O crescimento previsto é mais de três vezes superior à alta geral de aproximadamente 10% nas despesas do Orçamento da União para 2027, já descontada a inflação.

No orçamento total, que inclui a folha de pagamento, a EBC deverá contar com R$ 1,1 bilhão. O valor representa uma redução nominal de 1,4% em relação a 2026, mas mantém a estatal próxima do maior patamar de recursos de sua série histórica.

A verba discricionária, apesar do aumento previsto, ainda ficará abaixo dos R$ 703 milhões registrados em 2010, em valores corrigidos pela inflação. Naquele ano, esse tipo de despesa representava 65,17% do orçamento total da empresa. Para 2027, a participação deverá cair para 18,12%.

Em resposta ao Poder360, a EBC atribuiu a mudança à conclusão da fase inicial de estruturação da empresa e à realização de concursos públicos em 2011 e 2013, que substituíram trabalhadores temporários e terceirizados por funcionários concursados.

Em dezembro de 2025, a estatal tinha 1.902 funcionários próprios e 46 servidores de outros órgãos cedidos à empresa. Outros 193 empregados da EBC estavam cedidos a instituições públicas.

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Mais de 25 mil visitantes movimentam celebrações do Dia da Lembrança nos cemitérios Morada da Paz no RN

Programação realizada nesta segunda-feira (2) contou com celebrações religiosas e ações dedicadas à memória de entes queridos

O Dia da Lembrança foi marcado por homenagens, celebrações religiosas e reencontros com memórias familiares nas unidades do Morada da Paz, no Rio Grande do Norte, nesta segunda-feira (2). Ao longo do dia, visitantes reservaram momentos para prestar homenagens a entes queridos e recordar histórias que continuam presentes em suas vidas. A programação integrou a campanha “Eternos”, do Grupo Morada, que neste ano propõe uma reflexão sobre os vínculos, os valores e os ensinamentos que permanecem mesmo depois da despedida.

Mais de 25 mil pessoas visitaram os cemitérios Morada da Paz Emaús e Mipibu, além do Morada da Paz Essencial Zona Norte durante o feriadão. As unidades contaram com celebrações de diferentes religiões na programação.

Entre as pessoas que reservaram a data para homenagear familiares estavam as amigas Maria Emília e Maria Lúcia. Para elas, visitar o cemitério no Dia da Lembrança é uma tradição que permite dedicar um tempo especial às lembranças de pais, irmãos e avós. Mais do que recordar a ausência, o momento representa uma oportunidade de celebrar as histórias compartilhadas.

“Eu lembro deles todos os dias, mas em 2 de novembro essa lembrança fica mais aguçada”, contou Maria Emília. Para Maria Lúcia, a data também é um momento de reconhecer o legado deixado por quem partiu. “É celebrar nossos entes queridos, a história deles, como eles foram com a gente e o que fizeram”, afirma.

Eternos

Neste ano, a campanha “Eternos” trouxe para o Dia da Lembrança a proposta de reconhecer as diferentes maneiras pelas quais uma pessoa continua presente na vida de quem fica. Gestos, costumes, conselhos, receitas de família e valores transmitidos entre gerações são exemplos de vínculos que ultrapassam a ausência física.

Como parte dessa proposta, a programação em Emaús incluiu uma ação em que os visitantes foram convidados a registrar memórias em papel e caneta, compondo uma instalação visual coletiva. A atividade buscou dar espaço às lembranças pessoais e transformar diferentes histórias em uma homenagem compartilhada.

Outra iniciativa vinculada à campanha foi o jogo de cartas “Conversas que Importam”, desenvolvido para incentivar diálogos entre familiares e amigos sobre histórias, valores, desejos e lembranças. A proposta é estimular a troca de experiências e a preservação de memórias enquanto ainda existe a oportunidade de conversar e ouvir.

O jogo “Conversas que Importam” segue disponível gratuitamente em https://bit.ly/conversas-que-importam.

Sobre o Morada da Paz

O Morada da Paz é referência no Nordeste em acolhimento e serviços funerários, com unidades no Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba. O Grupo Morada reúne as marcas Morada da Paz, Morada da Paz Essencial e Morada da Paz Pet, e atua com o propósito de oferecer cuidado, respeito e continuidade às famílias em todos os momentos do ciclo da vida.

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STF discute impactos da proibição das bets em audiência pública na terça-feira (3)

Foto: Alejandro Zambrana/STF

O futuro das apostas esportivas no Brasil será debatido nesta terça-feira (3), em audiência pública no Supremo Tribunal Federal (STF). Convocado pelo ministro Luiz Fux, o encontro vai discutir os impactos da Medida Provisória assinada pelo presidente Lula, que proibiu a exploração das chamadas bets no país e prevê o encerramento das autorizações concedidas às empresas do setor.

A audiência começa às 10h, na sala de sessões da Segunda Turma, com transmissão pela TV e Rádio Justiça e pelo canal do STF no YouTube.

Ao todo, 34 entidades, órgãos e associações participarão do debate, com dez minutos cada para apresentar suas considerações.

Entre os participantes estão clubes como Flamengo, Fluminense, Botafogo, Cruzeiro, São Paulo e Corinthians, além da CBF, do Comitê Olímpico do Brasil e de representantes dos ministérios da Saúde e da Justiça. Também foram incluídos órgãos públicos, entidades esportivas e representantes dos setores empresarial e industrial.

O debate ocorre no âmbito da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 8027), apresentada pela Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL), que questiona a constitucionalidade da medida provisória e pede a suspensão de seus efeitos. A mesma MP é alvo de outras três ações no STF.

Relator dos processos, Fux também conduz ações que questionam a Lei das Bets, de 2023. Em novembro de 2024, o Supremo já havia realizado uma audiência pública sobre a regulamentação do setor, com a participação de mais de 50 especialistas e representantes da sociedade civil.

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[VÍDEO] Ativistas de esquerda espalham cartazes de “procurado” com foto de Flávio Bolsonaro nos EUA

Ativistas de esquerda passaram a divulgar cartazes com a foto do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e a inscrição “procurado” após sua saída do Brasil com destino aos Estados Unidos. Um dos vídeos é gravado por uma brasileira mascarada.

Nos cartazes, os ativistas associam o senador a crimes como tentativa de golpe de Estado, organização criminosa, lavagem de dinheiro e corrupção.

A Polícia Federal esclareceu que Flávio não é considerado foragido. A corporação investiga as circunstâncias do descumprimento da decisão judicial relacionada à entrega dos passaportes.

As acusações dos cartazes não representam condenações. Flávio é alvo de investigações em andamento no STF. Uma delas apura suspeitas de lavagem de dinheiro e evasão de divisas envolvendo plataformas de apostas. Outra, conduzida pelo ministro André Mendonça, investiga possíveis irregularidades no financiamento do filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro, incluindo suspeitas de corrupção e lavagem de dinheiro. Flávio nega qualquer irregularidade.

Flávio deixou o país na terça-feira (27), dois dias depois de perder o segundo turno presidencial para Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A viagem ocorreu apesar de uma determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que ordenou a apreensão dos passaportes do senador e o proibiu de deixar o território nacional.

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Brasil registra 945 mil casos de violência doméstica entre janeiro e setembro de 2026 e supera números de anos anteriores

Foto: ISD

O Brasil registrou 945.015 casos de violência doméstica entre janeiro e setembro de 2026, número que já supera os totais anuais de 2020 a 2023. Os dados são do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), com base no painel de violência contra a mulher do DataJud.

O volume representa um recorde para os primeiros nove meses do ano. Em 2025, foram registrados 842.927 casos no mesmo período. Em 2024, o total havia sido de 755.126.

Na série histórica, os registros passaram de 597.824 em 2020 para 692.620 em 2021, 755.098 em 2022, 916.790 em 2023, 1.014.792 em 2024 e 1.133.894 em 2025.

Os dados incluem ocorrências de violência física e psicológica, lesões cometidas em razão da condição de mulher e crimes previstos na Lei Maria da Penha. Os casos de feminicídio são contabilizados separadamente e não entram nesse levantamento.

São Paulo lidera o ranking estadual, com 158.178 registros até 30 de setembro. Na sequência aparecem Paraná, com 94.690 casos, e Minas Gerais, com 83.762.

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Geral

Copilota de 20 anos, morta em queda de jato na Flórida, tinha família brasileira e pilotava desde os 17 anos

Foto: Reprodução/Threads/@ tsnatfilg

Aos 20 anos, Nathalia Gadelha Filgueiras já acumulava mais de 1.300 horas de voo e trabalhava profissionalmente como copilota. A jovem, que tinha família brasileira e morava nos Estados Unidos, foi identificada pelos familiares como uma das nove vítimas da queda de um jato particular na Flórida, no domingo (1º).

A confirmação foi feita pela mãe, Camila, e pelo padrasto ao jornal americano New York Post. A família é brasileira, mas mora da Flórida, onde Nathalia nasceu. O acidente envolveu um Learjet 60 que havia decolado do Texas com destino às Bahamas e caiu no condado de Palm Beach.

Licença aos 17 anos

Nathalia conquistou a licença de piloto privado em 2023, aos 17 anos, quando ainda cursava o ensino médio na West Boca Raton High School, na Flórida. Na época, chamou a atenção da imprensa local por saber pilotar aeronaves antes mesmo de tirar a carteira de motorista.

Em entrevista à CBS12, ela brincou sobre a conquista: “As pessoas dizem: ‘Ah, você não sabe dirigir’, e eu respondo: ‘Sim, mas eu sei voar’”.

O interesse pela aviação começou ainda na infância, durante passeios de avião com o pai, que também pilotava como hobby. Aos 12 anos, Nathalia já dizia que queria seguir a profissão.

Sua formação foi custeada pelo Distrito Escolar do Condado de Palm Beach, por meio de uma academia de aviação. Posteriormente, também estudou na escola American Flyers, com unidades no Texas e na Flórida.

Nas redes sociais, a jovem compartilhava registros de seus voos e experiências profissionais. Seu objetivo era se tornar piloto de uma companhia aérea comercial ou comandar jatos particulares.

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Geral

Governo Lula vê violência e preconceito em desenhos bíblicos da Record e classifica produção como imprópria para menores de 12 anos

Imagem: Reprodução

Uma decisão do Ministério da Justiça do governo Lula retirou a classificação livre do programa Record Kids: Desenhos Bíblicos, exibido nas manhãs de domingo pela Record. A atração passou a ser considerada não recomendada para menores de 12 anos, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União publicada 4 dias após a reeleição do presidente Lula.

Para justificar a mudança, o governo apontou a presença de conteúdos relacionados a atos criminosos, drogas lícitas, violência e estigma ou preconceito nas animações. Com a nova classificação, a recomendação é que o programa seja exibido a partir das 20h na televisão aberta.

Imagem: Reprodução

A decisão foi assinada por Eduardo de Araújo Nepomuceno, coordenador-geral de Políticas de Classificação Indicativa. O programa, produzido pela Record, estreou em 2003 e reúne animações inspiradas em histórias bíblicas. Atualmente, vai ao ar aos domingos, das 9h às 10h30.

A mudança não representa uma proibição de exibição pela manhã nem impede que crianças menores de 12 anos assistam à atração. A classificação indicativa funciona como orientação para pais e responsáveis sobre o conteúdo transmitido.

Opinião dos leitores

  1. Comunista não se mistura com cristianismo, simples assim. Pesquise se nos regimes ditatoriais as pessoas podem assumir a sua religião?

  2. BBB e Carnaval do Rio sem problemas.
    Desenhos bíblicos não.
    Parabéns aos “evangélicos” petistas..

  3. Mateus 19:14 – Então disse Jesus: “Deixem vir a mim as crianças e não as impeçam; pois o Reino dos céus pertence aos que são semelhantes a elas”

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Geral

Vorcaro alega violações de direitos humanos e aciona Comissão Interamericana contra o Brasil para deixar prisão

Foto: Reprodução/PF

A defesa de Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, recorreu à Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) para denunciar supostas violações de direitos humanos no Brasil e pedir ajuda para obter a liberdade do banqueiro, preso desde março. A informação é da coluna da jornalista Manoela Alcântara, do Metrópoles.

Os advogados alegam que o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não analisou um pedido de soltura apresentado em 18 de setembro. Também afirmam que a prisão preventiva não foi reavaliada a cada 90 dias, como determina a legislação, e que a Procuradoria-Geral da República (PGR) ainda não apresentou denúncia contra Vorcaro.

“Até hoje não há denúncia nem ação penal. O indiciamento lançado nesta semana em relatório parcial da Polícia Federal não é acusação formal”, argumentou a defesa, que também questiona a integridade das provas reunidas na investigação.

O pedido de liberdade continua pendente no STF. O caso, que estava sob relatoria do ministro André Mendonça, passou a ser conduzido pelo presidente da Corte, ministro Edson Fachin. Os advogados pediram a Fachin que autorize Mendonça a analisar o pedido de soltura do banqueiro.

Opinião dos leitores

  1. Esse rapaz é um santo. Kkkk
    Tem que procurar os direitos humanos, o Papa,Buda, Maomé….. soltem essa cria de LULADRAO, os dois só querem o bem para o Brasil, que são alguns bilhões que essa dupla roubou? Nada, vamos transforma-los em santos, que ta tudo resolvido. Kkkkkk

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