Esporte

Pulse completa 7 anos e celebra trajetória que deu título de melhor do mundo

Foto: Divulgação

Pessoas que cuidam de pessoas. A frase resume a trajetória da Pulse ao longo dos seus sete anos de existência no mercado potiguar, completados nesta quarta-feira (21). Eleita melhor do mundo em 2018, a academia celebra o crescimento mesmo em meio a uma pandemia e planeja voos ainda maiores.

“Temos uma filosofia de que precisamos cuidar de nós mesmos para poder cuidar melhor do outro”, afirma Horácio Oliveira, diretor da Pulse. “É isso que fazemos diariamente com os nossos mais de 70 colaboradores, porque quando o clima da empresa vai bem, nossos clientes sentem”.

A Pulse ganhou o título de melhor experiência de academia do mundo em 2018 pelo MXM Medallia, que rankeia mais de 500 academias pela métrica do Net Promoter Score (NPS). “É uma nota que o cliente atribui a sua experiência dentro da empresa e à probabilidade, de 1 a 10, de indicá-la a um amigo”, explica Horácio. A Pulse alcançou a nota 9,67.

Atravessando uma pandemia e alguns períodos de fechamento das academias por medida de segurança dos órgãos competentes, a Pulse descobriu as habilidades de agilidade e adaptação. “Foi novo para todo mundo, então lemos, estudamos, testamos, erramos, aprendemos e, principalmente, não desistimos”, avalia o diretor.

“Trouxemos um novo produto, que, até hoje, tem grande aceitação, o Pulse Home”, cita. “As pessoas continuam também fazendo seus treinos em casa, e nós entendemos que precisamos ter este diferencial para nossos membros”.

Sobre o futuro, Horácio vê a expansão da “cultura Pulse” para outras pessoas que precisam de atenção. “Elas buscam cada vez mais o cuidado, a atenção plena e a experiência de aulas coletivas”, avalia Horácio. “Nossos planos são de aperfeiçoar ainda mais a nossa gestão, sempre aproximando os clientes das nossas decisões”, completa.

Celebração

Mesmo com as medidas de distanciamento, a Pulse celebrou os sete anos com programação especial, seguindo os protocolos de segurança já aplicados na academia. Durante toda a quarta-feira, o cantor Pedro Luccas e o DJ Alvarez animaram os treinos, e os membros receberam kits comemorativos.

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Saúde

Mundo está entrando em nova onda de covid-19, alerta OMS

Foto: AFP

O mundo está entrando em uma nova onda de infecções e mortes por covid-19, advertiu Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS). Ele falou aos integrantes do Comitê Olímpico Internacional em Tóquio nesta quarta-feira (21).

“Dezenove meses após o início da pandemia e sete meses desde que as primeiras vacinas foram aprovadas, estamos agora nos estágios iniciais de outra onda de infecções e mortes”, alertou.

Ghebreyesus afirmou que a falha global em compartilhar vacinas, testes e tratamentos está alimentando uma “pandemia de duas vias”. Países com recursos adequados estão se abrindo, enquanto outros estão fechando em uma tentativa de retardar a transmissão do coronavírus. A desigualdade de vacinas em todo o mundo está mascarando uma “injustiça terrível”, disse.

“Isso não é apenas um ultraje moral, é também epidemiológica e economicamente autodestrutivo”, afirmou. Quanto mais a pandemia se arrastar, mais turbulência socioeconômica ela trará, conforme o diretor da entidade. “A pandemia é um teste e o mundo está falhando”, disse. A ameaça da covid-19 continuará até que todos os países tenham controle sobre a doença, de acordo com Ghebreyesus.

Os Jogos de Tóquio estão marcados para começar na sexta-feira (23), após terem sido adiados em 2020 devido ao coronavírus. Contudo, casos crescentes da doença na capital do Japão ofuscaram as Olimpíadas, que baniram todos os espectadores depois que o país declarou estado de emergência.

Valor Investe

 

Opinião dos leitores

  1. O mundo entrou na pandemia por causa da (OMS) – Organização Mundial da Saúde (OMS), dirigida pelo incompetente Sr. Tedros Adhanom Ghebreyesus, pois se a OMS tivessem decretado o estado de pandemia em dezembro/2019 e fechado as portas e portos da China, nada teria acontecido, e se tivesse ocorrido algo, seria principalmente restrito ao país oriental.
    A OMS não sabe de nada.

  2. O governo do Bozo deu no que estamos vendo: 540 mil mortes por covid-19, boa parte delas evitável, graças à combinação de burrice, teorias da conspiração, negação da ciência, defesa de tratamentos sem eficácia nenhuma e suspeitas em série de corrupção na compra de vacinas…

  3. José tomaz, Bolsovirus, Japiense e Manoel F, estão preparando as bandeiras para quando o molusco vier ao estado, haja papel higiênico, goma e palito de coqueiro, vão fica 5 anos e meio fazendo isso e escrevendo besteira.

    1. Eu não tenho político corrupto de estimação, diferentemente de vc que apoia o MINTO das rachadinhas… Lulaladrão e MINTO são bostas do mesmo saco de estrume… Reduz a ração de capim cloroquinado para sair dessa bolha bovina… KKK

  4. Meu amiiiigo ninguém aguenta mais essas bexigas dessas noticias n !! Num ja tem vacina, alcquinho na mao, máscara de papel na cara e distanciamento, querem mais o q ?? Todo mês vai ter uma cepa nova. Melhor voltar logo ao normal e tocar a vida c essa doença circulando msm e pronto. Ja ta bom

  5. Já podem começar a bota a culpa no Bolsonaro.
    Tá liberado viu petezada.
    Fora GD genocida.
    CPI urgente, pra cima dela.

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Geral

Pandemia levou 118 milhões de pessoas pelo mundo a passar fome em 2020, diz relatório da FAO

FOTO: GETTY IMAGES

A pandemia de covid-19 contribuiu para o agravamento da fome em todo o mundo. É o que aponta o relatório anual O Estado da Segurança Alimentar e Nutrição no Mundo, divulgado hoje (12) pela Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO). De acordo com o estudo, em 2020, entre 720 milhões e 811 milhões de pessoas passaram fome em todo o mundo. Segundo o documento, desse total, mais de 118 milhões de pessoas começaram a passar fome no ano passado em razão da pandemia.

O relatório informa que, entre as pessoas que começaram a passar fome no ano passado, 14 milhões vivem na América Latina e no Caribe. Na África, o número dos que começaram a passar fome aumentou em 46 milhões em relação ao observado em 2019. Na Ásia, foram 57 milhões de pessoas a mais em comparação com o apurado em 2019.

O combate à desnutrição e à má nutrição, em todas as suas formas, continua sendo um desafio, diz o estudo da FAO, ao informar que, em todo o mundo, cerca de 30% das mulheres de 15 a 49 anos padecem de anemia e que a maioria das crianças desnutridas com menos de 5 anos vive na África e na Ásia. Essas regiões são o lar de nove em cada 10 crianças com atraso de crescimento, nove em cada 10 com peso abaixo do previsto para a idade e de sete em cada 10 com excesso de peso. A maioria das crianças desnutridas vive em países afetados por múltiplos fatores, como conflitos internos, desastres ambientais, crises econômicas, destaca o relatório.

O estudo da FAO ressalta ainda que o número de pessoas subalimentadas está aumentando, o progresso em relação ao atraso do crescimento infantil diminuiu e o sobrepeso e a obesidade em adultos aumentaram tanto nos países ricos quanto nos países pobres. O documento diz também que a situação poderia ter sido pior se diversos países não tivessem adotado medidas de proteção social, como o pagamento de auxílio emergencial.

“O efeito da pandemia covid-19 em 2020 ainda não pode ser totalmente quantificado, mas estamos preocupados que muitos milhões de crianças menores de 5 anos tenham sido afetadas por nanismo (149,2 milhões), definhamento (45,4 milhões) ou acima de peso (38,9 milhões). A desnutrição infantil continua a ser um problema, especialmente na África e na Ásia. A obesidade em adultos continua a aumentar, sem sinais de mudança de tendência global ou regional”, diz o documento da FAO. De acordo com o relatório, o esforço para erradicar a desnutrição em todas as suas formas foi prejudicado, inclusive em razão dos efeitos negativos sobre os hábitos alimentares durante a pandemia.

“Em termos de saúde, a interação entre a pandemia, a obesidade e as doenças não transmissíveis relacionadas à alimentação mostrou que é urgente garantir o acesso a dietas saudáveis e acessíveis para todos”, diz o relatório.

Elaborado em conjunto com o Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (FIDA), Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Programa Alimentar Mundial (PAM) e a Organização Mundial da Saúde (OMS), o documento alerta ainda para o fato de que, com base na tendência atual, o mundo não deve cumprir a meta de acabar com a fome até 2030. De acordo o relatório, a fome mundial diminuirá lentamente para menos de 660 milhões em 2030. O número, entretanto, é superior em 30 milhões a mais de pessoas do que o esperado até 2030, o que aponta para a existência de efeitos duradouros da pandemia na segurança alimentar do mundo.

Para combater esse cenário, a FAO diz que os governos devem, entre outros pontos, fortalecer a capacidade econômica das populações mais vulneráveis; promover intervenções ao longo das cadeias de abastecimento de alimentos para reduzir o custo de alimentos nutritivos; combater a pobreza e as desigualdades estruturais; fortalecer os ambientes alimentares e promover mudanças no comportamento do consumidor para a promoção de hábitos alimentares com efeitos positivos na saúde humana e no meio ambiente; além de investir na integração de políticas humanitárias, de desenvolvimento e construção da paz em áreas afetadas por conflitos.

Agência Brasil

 

Opinião dos leitores

    1. Deixe de conversar bosta, um assunto seríssimo desse e o máximo que você consegue é fazer uma chacota. Comedor de capim!!!

    2. O choro é livre ricardinho.
      Kkkkkkkkkkkk
      Kkkkkkkk
      Pegue pêia, pegue pêia até 2026.

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Saúde

Variante delta será ‘em breve’ predominante no mundo, diz OMS

Foto: Christopher Black/OMS/Reuters

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, disse nesta segunda-feira (12) que a variante delta do coronavírus será predominante no mundo “em breve”.

Ao menos 104 países já registram casos de infecção por esta variante do coronavírus, mais transmissível, segundo levantamento da agência de saúde das Nações Unidas.

“A variante delta está agora em mais de 104 países e esperamos que em breve seja a cepa da Covid-19 dominante em circulação mundial”, disse o chefe da OMS em entrevista coletiva.

“O mundo está assistindo em tempo real enquanto o vírus da Covid-19 continua a mudar e a se tornar mais transmissível”, afirmou o cientista.

Ghebreyesus reforçou o que vem dizendo publicamente de que enquanto países ricos pensam em doses de reforço, países pobres seguem sem proteger profissionais de saúde na linha de frente.

O diretor-executivo de emergências da OMS, Mike Ryan, reforçou a importância de vacinar a população mais vulnerável e afirmou que “os números são claros, são eles que estão morrendo, desprotegidos”.

Variante delta

Em meados de junho, a cientista-chefe da OMS, Soumya Swaminathan, alertou que a variante delta do coronavírus vinha se tornando dominante no mundo por conta de sua “maior transmissibilidade”.

Uma variante é resultado de modificações genéticas que o vírus sofre durante seu processo de replicação. Um único vírus pode ter inúmeras variantes.

Quanto mais circula (transmitido de uma pessoa para outra), mais ele faz replicações – e maior é a probabilidade de ocorrência de modificações no seu material genético.

Mas isso não significa que ela seja resistente às vacinas. A chefe do programa de emergências da OMS, Maria van Kerkhove, afirmou que as vacinas conseguem reduzir casos graves de Covid-19.

Ela reafirmou, no entanto, que as duas doses da vacina – quando a aplicação é feita em duas doses – são importantes para garantir a proteção completa.

Kerkhove também e alertou para o surgimento de uma “constelação de variantes” no futuro que pode se tornar um problema para a imunização se ela não for acelerada.

“A boa notícia é que até agora as vacinas funcionam contra a delta”, disse a cientista. “Mas pode haver um momento em que surja uma ‘constelação de mutações’ e tenha uma contra a qual elas percam sua potência. É isso que queremos evitar o máximo que pudermos.”

G1

Opinião dos leitores

  1. Eu ainda estou pra ver essa “ORGANIZAÇÃO” trazer uma boa noticia ao mundo só anuncia coisa ruim vai pra lá com essas coisas.

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Economia

Venezuela: 96,2% da população vive na pobreza e 79,3% estão em situação extrema

Foto: Javier Campos/NurPhoto via Getty Images

Cada vez mais isolada em termos políticos e econômicos, e consequentemente entrando no seu oitavo ano consecutivo de recessão, a Venezuela tem 96,2% de sua população vivendo na pobreza e 79,3% estão em situação extrema. Segundo o Banco Mundial, situação de extrema pobreza significa viver com menos de US$ 1,90 por dia.

Os dados são da Pesquisa Nacional de Condições de Vida (Encovi) 2019-2020, realizada pelo Instituto de Investigações Econômicas e Sociais da Faculdade de Ciências Sociais da Universidade Católica Andrés Bello (IIES-UCAB).

O estudo aponta que, para chegar a este quadro, uma série de fatores foram se deteriorando no país vizinho durante os últimos anos. O PIB, por exemplo, caiu 70% entre 2013 e 2019. Já a inflação subiu assustadores 3.365% entre março de 2019 e 2020, fechando o ano passado com impacto de 2.959,8% nos preços.

Com isso, o salário mínimo, frequentemente ajustado pelo governo, não é suficiente para garantir a subsistência da população. Em maio, o rendimento mínimo saltou 300%, para 10 milhões de bolívares venezuelanos.

Isso dá pouco mais de US$ 3, o que, segundo o Cenda (Centro de Documentação e Análise para os Trabalhadores), não cobre 1% dos gastos com uma cesta básica. Muito por conta disso, 79,3% da população não consegue arcar com o cabaz.

A pesquisa mostra ainda que, entre os mais pobres, apenas 12% têm acesso à internet, 13% utilizam telefonia fixa, 17% têm computadores à disposição e 44% possuem máquina de lavar roupa.

Os programas de transferência de renda do governo, que buscam atenuar o problema, representam 25% da renda das famílias venezuelanas. Mesmo assim, só conseguiram reduzir a pobreza extrema em 1,5%.

No mundo

De acordo com pesquisa do Banco Mundial, divulgada em outubro do ano passado, até 2021, 150 milhões de pessoas devem cair na extrema pobreza devido à Covid-19, recessão, conflitos e mudanças climáticas. Isso representa cerca de 1,4% da população mundial.

Nesse sentido, a extrema pobreza global deverá aumentar pela primeira vez em mais de duas décadas. Extrema pobreza significa viver com menos de US$ 1,90 por dia.

O levantamento aponta que economias de médio rendimento terão 82% dos novos pobres do mundo.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. Votem na esquerda bando de lesados, lá gasolina é barata, más o cidadão não pode comprar nem uma motinha, que adianta.

  2. O presidente Bolsonaro é o ÚNICO obstáculo que nos separa do caos já vivido na Venezuela e que já está destruindo a Argentina.

  3. Agora está todo mundo vivendo a utopia da “igualdade”. Muito triste. O comunismo é a mentira mais assassina e devastadora da história.

  4. BANDO DE ALIENADOS! GADO IDOLATRA! A GASOLINA AUMENTANDO E VCS APLAUDINDO O MITO QUE ATÉ AGORA NÃO FEZ NADA QUE MELHORASSE A VIDA DO TRABALHADOR, O BRASIL AINDA VAI VIRAR UMA VENEZUELA NÃO PELO PT MAS PELO MINTO QUE ENGANOU A TODOS..

    1. Nos tamos cagando pra vc.
      Primeiro turno viu??
      Vcs querem deixar o nosso Brasil assim igual a riquíssima Venezuela.
      Canalhas.

    2. Um dos motivos pq o Brasil não está virando a Venezuela é que os preços não estão sendo pautados por decsões políticas. Lá, até há pouco, vc comprova a produção nacional de gasolina diária pelo preço de um celular. Isso quebrou a PDVSA……ALIENADO.

  5. Estatize, exproprie, nacionalize a indústria de base, bancos, hotéis, comunicações… bote grupos armados a para fiscalizar preços, câmbio, contratatos, proíba demissões e despejos, bote a ‘zelite’ de empreendedores para correr do país… quando o resultado vier, bote culpa nos americanos. Pelo menos a petralhada não esconde a sua simpatia pelo chavismo. Quem vota em Lula sabe o que tá contratando.

  6. Quando é pesquisa pra detonar a esquerda o gado todo aplaude e acredita..só não acredita quando é mostrando o bozo derretendo igual a pixe no pingo do meio dia de Mossoró.
    Entenderam como eles são honestos?

  7. O ex presidente Lula ainda defende o Maduro, presidente da Venezuela, um doido defendendo outro, triste querer transformar nosso país em uma Venezuela é só votar no PT.

    1. Lembrando que o Bozo também já defendeu o “pai” do Maduro: Hugo Chavez

  8. Bem que o falso mesias disse que o Brasil ia virar uma venezuela kkkk. Mas pelo menos lá a gasolina é mais barata… aqui nem isso!!

    1. pra que gasolina barata se não conseguem nem comer um ovo? quando mais andar de carro rsrs

    2. Você tá desatualizado. Lá nem tem. Estão levando do Brasil e vendendo a 10 reais. O chato é que todo esquerdistas é desinformado, por isso é esquerdista kkk. Ou é ladrão ou desinformado.

    3. E botar a gasolina aonde??
      Ninguém tem poder econômico pra comprar carro.

  9. Sério? Não acredito! Esse não é o modelo maravilhoso que os PTRALHAS e seus jumentos seguidores tanto desejam implantar aqui no Brasil? Meu país jamais será vermelho!

  10. Se continuarmos com esse Hugo Chávez da extrema direita na cadeira da presidência é capaz de chegarrmos a patamares piores num curto espaço de tempo.

  11. Cadê os Zumbis do Maduro?
    Cadê os Chavistas?
    Ainda bem que elegemos o Véio Bolsonaro. Se não estaríamos no mesmo nível.
    Esquerda nunca mais.

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Educação

Com metodologia canadense, escola de Natal oferece ensino reconhecido ao redor do mundo para crianças a partir dos primeiros anos de vida

Foto: Divulgação

Umas das primeiras preocupações de quem decide ser pai ou mãe é oferecer ao filho uma educação de qualidade. E isso começa já nos primeiros anos de vida, com o ingresso no ensino infantil. A escolha de uma metodologia de ensino diferenciada, desde já, faz toda a diferença para o desenvolvimento da criança. É nessa fase que elas começam a construir o conhecimento e a personalidade. Nesse quesito, a Maple Bear Natal larga na frente.

O método canadense, utilizado pela escola e reconhecido como um dos melhores ao redor do mundo, prioriza o desenvolvimento social e intelectual dos pequenos. No Early Toddler, a primeira etapa do ensino infantil, que vai até os 2 anos de idade, o ensino funciona com imersão 100% inglês. Segundo especialistas, o mergulho em uma segunda língua logo nos primeiros anos de vida auxilia as crianças a aproveitaram melhor as janelas de aprendizagens próprias da faixa etária.

As atividades de ensino e aprendizagem acontecem de forma leve e espontânea, por meio de experiências e brincadeiras relacionadas ao cotidiano, sem deixar de lado lições sobre disciplina, cidadania e organização. Com isso, a metodologia da Maple Bear cumpre o seu objetivo de desenvolver atitudes saudáveis em relação ao aprendizado, ao interesse pelo ambiente escolar e ao estímulo à relação familiar.

Ambiente diferenciado

No Early Toodler, as crianças contam com uma professora titular e até três professoras auxiliares em cada sala de aula, compostas de no máximo 12 alunos. Elas acompanham de perto a convivência, o desenvolvimento e as necessidades de cada aluno.

Outro diferencial são as instalações físicas exclusivas, com salas de aula totalmente equipadas como centros de aprendizagem, além de três áreas externas para recreação e sala de estimulação motora. O espaço físico dos pequenos fica em um prédio separado, o que garante exclusividade de acesso, que é feito individualmente, para evitar aglomerações e contatos externos.

A escola segue todos os protocolos de higiene e distanciamento necessários para o funcionamento das atividades escolares. O acesso ainda é controlado por meio do aplicativo “School Guardian”, que permite aos pais avisarem quando estão a caminho para deixar ou pegar a criança.

 

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Esporte

Pesquisa revela salários dos jogadores mais bem pagos do mundo

Foto: Reprodução/CBF, Cupom Válido, Ernst&Young, Statista

Uma pesquisa divulgada pela plataforma CupomValido.com.br que reuniu dados da CBF, Statista e Ernst & Young sobre o esporte no Brasil, revela os salários dos melhores jogadores.

Segundo a pesquisa, Neymar é o brasileiro com o maior salário, com R$405 milhões por ano. Ao considerar ganhos com publicidade e patrocínios, o valor sobe para R$501 milhões.

Ao comparar com o cenário mundial, o atleta brasileiro fica atrás somente do Cristiano Ronaldo com R$610 milhões, e do jogador mais bem pago do mundo, Lionel Messi com R$657 milhões.

Porque alguns jogadores tem um salário tão alto?

A resposta pode ser explicada pela oferta e demanda. Quanto mais difícil de ser substituído, maior será o salário de um jogador.

Além disso, os melhores jogadores são muito bem pagos, por serem protagonistas de um espetáculo que gira cada vez mais dinheiro.

Só no Brasil, o futebol é um esporte que movimenta R$52 bilhões. A receita dos maiores clubes, crescem a cada ano com o aumento de publicidade e da popularidade do esporte. Quanto mais os clubes ganham em receita, maior é disponibilidade para oferecerem salários melhores. Consequentemente, como muitos times disputam os poucos jogadores mais visados, isso faz com que os salários destes poucos jogadores aumentem exponencialmente.

Segundo a pesquisa, no Brasil, 80% do valor total dos salários está concentrado em apenas 7% dos atletas.

VEJA MAIS: No Brasil, 55% dos jogadores de futebol ganham 1 salário mínimo; pesquisa releva a média salarial dos atletas no Brasil

Opinião dos leitores

  1. trouxa é quem assiste e dá dinheiro a eles. Sempre tive nojo de futebol. Ficar endeusando gente semianalfabeta é coisa de gente mais burra ainda.

  2. Para fazerem nada mais que chutarem uma bola. Ser jogador de futebol não é profissão, é hobby!

    1. As pessoas sempre se preoculpam com a vida pessoal do atleta Neymar especialmente jornalistas e radialistas e comentaristas esportivos notamente mal remunerados puramente por ciume,inveja com o sucesso do futebolista Neymar,o homem tem P.. para B…..,pode fazer o quiser nas suas fortes e belas mansões na cidade e no campo e nas baladas,o homem manda e desmanda nas suas reuniones festivas particulares e também dentro das casas noturnas.

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Geral

Sites de veículos de imprensa, governo e de serviços ficaram fora do ar pelo mundo na manhã desta terça-feira

Foto: Reprodução

Sites de veículos de imprensa, de governo, e de outros serviços de web ficaram fora do ar na manhã desta terça-feira (8) em diversos lugares do mundo. No Reino Unido, o portal governamental (- Gov.uk -) chegou a ser afetado. A queda teve relação com uma interrupção no Fastly (FSLY), um provedor de serviços americanos em nuvem. A empresa confirmou ter tido problemas e providenciou as correções.

Após o início da correção do problema pela Fastly, os sites retornaram.

“O problema foi identificado e uma correção foi aplicada”, afirmou a Fastly em sua página. “Os clientes podem experimentar um aumento na carga conforme os serviços globais retornam”.

As páginas da CNN, do Financial Times, do New York Times e da Bloomberg chegaram a ficar fora do ar. Esses portais utilizam serviços do Fastly como provedor. O Fastly também fornece entrega de conteúdo para Twitch, Pinterest, HBO Max, Hulu, Reddit, Spotify e outros serviços.

O site do jornal britânico The Guardian também chegou a ser afetado pelo problema. O site de varejo da Amazon.com foi outro que enfrentou a paralisação.

CNN Brasil

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Saúde

Covid-19: Peru revisa número de mortes e situação do país passa para pior do mundo em relação ao tamanho de sua população

Foto: Reuters

O governo peruano quase triplicou seu número oficial de mortos pela covid-19 nessa segunda-feira (31), para 180.764, após fazer uma revisão, transformando a situação do país na pior do mundo em relação ao tamanho de sua população. Os dados são da Universidade Johns Hopkins.

O Peru está entre os países latino-americanos mais atingidos pela pandemia de covid-19, com hospitais superlotados e a demanda por oxigênio superando a disponibilidade. Há muito tempo, especialistas avisavam que o verdadeiro número de mortos estava sub-representado nas estatísticas oficiais do país.

O governo afirmou que agora vai atualizar o total de mortos, que estava em 69.342 no domingo (30), em parte por causa da falta de testes, que tornou difícil a confirmação da causa de óbito de muitos pacientes.

De acordo com dados da Johns Hopkins, a Hungria tinha o pior número per capita de mortos pela covid-19, que era de 300 para cada 100 mil habitantes. Com a atualização, o Peru agora tem mais de 500 mortes pela doença para cada 100 mil pessoas.

“Acreditamos que é nosso dever tornar pública essa informação atualizada”, disse a primeira-ministra do Peru, Violeta Bermúdez, em entrevista coletiva anunciando o resultado da revisão.

Na América Latina, o Brasil tem o maior número total de mortos, com mais de 460 mil vidas perdidas por causa da pandemia. Em relação à sua população, no entanto, o número de mortos no Peru é mais que o dobro do brasileiro, de acordo com os dados.

Agência Brasil, com Reuters

Opinião dos leitores

  1. Dr. Roberta disse na 96, que o Perú era exemplo de eficiência, por ter adotado a ivermectina. O quê mudou?

    1. Vão dizer que foi pq tomaram o placebo errado ora! Deixe de tumultuar e fazer pergunta difícil KKKK

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Saúde

Pelo menos 10% da população de cada país precisa estar vacinada contra a Covid-19 até setembro e 30% até o fim do ano, diz diretor da OMS

Foto: LAURENT GILLIERON / AFP

O diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom Ghebreyesus, pediu nesta segunda-feira um esforço global para garantir que 10% da população de cada país tenha sido vacinada contra a Covid-19 até setembro.

Em discurso inaugural na Assembleia Mundial da Saúde, em Genebra, Ghebreyesus afirmou que a pandemia está sendo perpetuada por uma “escandalosa desigualdade” na distribuição de vacinas.

Ele pediu que os países doem imunizantes, “um impulso em massa para vacinar pelo menos 10% da população de cada país de hoje até setembro” e 30% até o final do ano.

O Brasil está próximo dos 20% da população vacinada com a primeia dose contra a Covid-19, segundo dados do consórcio formado por veículos da imprensa. A segunda dose de imunizante, por sua vez, foi aplicada em 9,76% da população nacional.

Ghebreyesus também pediu aos fabricantes de vacinas que dessem à Covax o primeiro direito de recusa em novos lotes de imunizantes, ou que comprometam 50% de seus volumes este ano com o programa, que busca garantir suprimentos para os países mais pobres.

O Globo

Opinião dos leitores

  1. O Brasil já vacinou 20% da população, distribuiu 100 milhões de doses, comprou mais de 500 milhões e é o 4° país que mais vacina no mundo (atrás apenas de EUA, China e Índia, que são fabricantes). As narrativas mentirosas vão caindo.

    1. Fique em casa, não saia, não compre por “delivery”, cuide da sua vida.

    1. A pessoa que se esconde atrás de um apelido e ainda por cima não trás verdades, não merece ao menos respeito, quanto mais ser notado…

    2. Esse jumento chamado José é um daqueles cumpanheros que viviam mamando nas tetas do estado, vizinho a sua cidade, se ele é de de Japi, tem um prefeito que sabe fazer o dever de casa, Santa Cruz é outra cidade, ademais, ainda bem que ele usou o verbo “perecer” e vcs que leem prontamente corrigiram.

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Saúde

Trabalhar ‘demais’ mata 745 mil pessoas por ano no mundo, revela estudo

Foto: GETTY IMAGES via BBC

Jornadas de trabalho excessivas estão matando milhares de pessoas por ano, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde).

O primeiro estudo global do tipo revela que 745 mil pessoas morreram em 2016 de derrame e doenças cardíacas relacionadas a longas horas de trabalho.

O relatório mostra que as pessoas que vivem no Sudeste Asiático e na região do Pacífico Ocidental são as mais afetadas.

E a OMS avalia que a tendência pode piorar devido à pandemia do coronavírus.

O Brasil está na faixa de países que têm até 4% da população exposta a longas jornadas de trabalho (55 horas ou mais por semana).

Isso coloca o país entre os menos afetados por jornadas exaustivas do mundo – nos países onde o problema é mais grave, esse percentual chega a atingir mais de 33% da população.

A pesquisa descobriu que trabalhar 55 horas ou mais por semana está associado a um risco 35% maior de AVC (acidente vascular cerebral) e 17% maior de morrer de doença cardíaca, em comparação com uma semana de 35 a 40 horas de trabalho.

O estudo, realizado em parceria com a OIT (Organização Internacional do Trabalho), também mostrou que quase três quartos dos que morreram em consequência de longas jornadas de trabalho eram homens de meia-idade ou mais velhos.

Frequentemente, as mortes ocorreram muito mais tarde na vida, às vezes décadas depois, do que o período em que foram realizadas as longas horas de trabalho.

‘Não vou mais passar o dia todo no Zoom’

Semanas atrás, um post no LinkedIn de Jonathan Frostick, de 45 anos, ganhou ampla repercussão. Ele descreveu como teve uma revelação quanto ao problema das longas jornadas.

O gerente de regulação no banco britânico HSBC havia acabado de se sentar numa tarde de domingo para se preparar para a semana de trabalho à frente, quando sentiu um aperto no peito, uma palpitação na garganta, mandíbula e braço, além de dificuldade para respirar.

“Fui para o quarto para me deitar e chamei a atenção da minha esposa, que ligou para o 999 [equivalente no Reino Unido ao 192 brasileiro, número que deve ser chamado para emergências médicas]”, disse ele.

Enquanto se recuperava de um ataque cardíaco, Frostick decidiu mudar sua relação com o trabalho. “Não estou mais passando o dia todo no Zoom”, diz ele.

A postagem chegou a centenas de leitores, que compartilharam suas experiências de excesso de trabalho e o impacto disso em sua saúde.

Frostick não culpa seu empregador pelas longas horas de trabalho, mas uma das pessoas que respondeu ao seu post escreveu: “As empresas continuam a levar as pessoas ao limite, sem se preocupar com seu bem-estar pessoal.”

O HSBC disse que todos no banco desejam a Frostick uma recuperação plena e rápida.

“Reconhecemos a importância da saúde e do bem-estar pessoal e de um bom equilíbrio entre a vida pessoal e profissional. No último ano, redobramos nossos esforços em saúde e bem-estar”, afirmou o banco.

“As respostas a essa postagem mostram o quanto o assunto preocupa as pessoas e estamos encorajando todos a fazerem de sua saúde e bem-estar uma prioridade máxima.”

Embora o estudo da OMS não cubra o período da pandemia, especialistas da organização afirmam que o recente avanço do trabalho remoto e a desaceleração econômica podem ter aumentado os riscos associados às longas jornadas de trabalho.

Andrew Falls diz que ser enviado para trabalhos longe de casa com pouca antecedência aumentou a pressão de seu trabalho — Foto: Natalie Falls

“Temos algumas evidências que mostram que, quando os países entram em lockdown nacional, o número de horas trabalhadas aumenta em cerca de 10%”, diz o técnico da OMS, Frank Pega.

Segundo o relatório, calcula-se que as longas jornadas sejam responsáveis por cerca de um terço de todas as doenças relacionadas ao trabalho, representando o maior peso entre as doenças ocupacionais.

Os pesquisadores afirmam que há duas maneiras pelas quais as longas jornadas de trabalho levam a piores resultados de saúde. Primeiro, por meio das respostas fisiológicas diretas ao estresse. E segundo, porque jornadas mais longas resultam em que os trabalhadores se tornem mais propensos a adotar comportamentos prejudiciais à saúde, como uso de tabaco e álcool, menos horas de sono e exercício, e uma dieta pouco saudável.

Andrew Falls, de 32 anos e engenheiro de campo em Leeds, na Inglaterra, afirma que as longas horas de trabalho em seu emprego anterior afetaram sua saúde mental e física.

“Cinquenta a 55 horas por semana eram a regra. Eu também ficava fora de casa por semanas a fio.”

“Estresse, depressão, ansiedade”, relata. “Eu estava num estado constante de abatimento.”

Depois de cinco anos, ele deixou o emprego para recomeçar como engenheiro de software.

O número de pessoas trabalhando longas jornadas estava aumentando antes da chegada da pandemia, de acordo com a OMS, e era de cerca de 9% da população global total.

No Reino Unido, o Instituto Nacional de Estatísticas Britânico (ONS, na sigla em inglês) mostrou que as pessoas que estavam trabalhando em casa durante a pandemia fazem uma média de seis horas extras não remuneradas por semana.

As pessoas que não trabalhavam em casa fazem em média 3,6 horas extras semanais, segundo o ONS.

G1, com BBC

Opinião dos leitores

    1. Pessoa muito popular! Até quando a matéria não nada haver com ele, as pessoas se lembram dele.

    2. Os PTralhas jamais irão morrer desse MAL, Natália benevides nunca trabalhou , Fátima professora sem ter alunos …se escondem atrás de um partido , mas nunca fizeram as 8h diárias de LABUTA

    1. Vá lá assumir o lugar dele e não arregue o pé nem ponha atestado médico.

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Saúde

Painel da OMS: Pandemia ‘poderia ter sido evitada’ se mundo tivesse agido antes

Foto: Reuters

A pandemia de Covid-19 “poderia ter sido evitada” se o mundo tivesse agido mais cedo, apurou na quarta-feira (12) um painel independente nomeado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) e liderado pela ex-primeira-ministra da Nova Zelândia Helen Clark e ex-presidente liberiana Ellen Johnson Sirleaf.

Em entrevista coletiva, Sirleaf disse: “Este é um desastre contínuo que acreditamos que poderia ter sido evitado. A evidência mostra que um surto se tornou uma pandemia devido a falhas, lacunas e atrasos na preparação e resposta. Isso se deveu em parte a uma falha em aprender com o passado.”

O painel concluiu que a OMS deveria ter declarado uma emergência mais cedo e que agora são necessárias ações urgentes para prevenir outra pandemia. O relatório também disse que os atuais sistemas nacionais e internacionais em vigor “não eram adequados para proteger as pessoas da Covid-19” e que fevereiro de 2020 foi “um mês perdido”.

“O tempo que levou desde a notificação de um grupo de casos de pneumonia de origem desconhecida em meados de dezembro de 2019 até a declaração de uma Emergência de Saúde Pública de Preocupação Internacional foi muito longo”, diz o documento.

Prevenção de novas pandemias

O painel instou a comunidade internacional a se preparar para um futuro surto e evitar que se torne uma pandemia. Recomendou reformas como:

Deve ser estabelecido um novo sistema global de vigilância baseado na transparência total.

Esse sistema daria à OMS autoridade para publicar informações sobre surtos com potencial pandêmico imediatamente, sem a necessidade de obter aprovação e enviar especialistas para investigar o mais rápido possível.

Todos os governos devem investir na preparação nacional agora, pois será tarde demais quando a próxima crise de saúde pública chegar.

CNN Brasil

Opinião dos leitores

  1. A PMS a cada dia que passa, demonstra parcialidade e interesses escusos. Vão ficar tentando remendos para justificar o injustificável. Não adiantou mandar os inspetores à China. E agora, faz um teatrinho desse?! Pq não deram importância às denúncias dos médicos e cientistas chineses, que foram assassinados naquele troço de lugar; após terem denunciado a merda feita no laboratório de hum han.
    OMS = Organização Mundial dos Safados.

  2. Outro dia vi duas perguntas pertinentes:
    Na China não teve a segunda onda, qual a razão?
    Como o vírus não chegou as grandes metrópoles da China?

  3. Essa está sendo a pandemia da mentira e da hipocrisia. Muita coisa deveria ser “passada a limpo”.

  4. Se a própria OMS tivesse agido e isolado a China desde o início, certamente a pandemia teria sido evitada ou mitigada…

    1. Qual a razão da China não ter segunda onda? Nem Huram teve nova onda, mas o mundo vai na segunda e já fala na terceira.
      Quem sabe responder o motivo do vírus não ter chegado as grandes metrópoles chinesas, ficou apenas numa pequena cidade?

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Saúde

Puxado pela Índia, mundo registra novo recorde diário casos de Covid; EUA e Turquia em 2º e 3º

Centro de cremação em Nova Dhéli realiza cerimônia em massa para vítimas da Covid-19 em 22 de abril de 2021 — Foto: Danish Siddiqui/Reuters

Puxado pela escalada da segunda onda de Covid-19 na Índia, o mundo registrou um novo recorde de infectados nas últimas 24 horas: 899 mil novos casos, segundo o projeto “Our World in Data”.

O número superou o recorde de 889 mil infectados de quarta-feira (21) e os 880 mil registrados em 7 de janeiro, quando os Estados Unidos passavam pelo seu pior momento da pandemia.

A triste marca foi atingida devido a mais um recorde de casos confirmados na Índia (332 mil), o que torna o país responsável por 37% de todos os infectados nas últimas 24 horas no mundo.

A Índia também superou pelo segundo dia o recorde mundial de casos, que até então pertencia aos EUA, e voltou a registrar o seu maior número de mortes desde o início da pandemia (2.263).

Colapso na Índia

O sistema de saúde entrou em colapso no país, com falta de leitos, remédios e oxigênio nos hospitais. Na capital Nova Délhi, cremações em massa são feitas para dar conta do número de mortes.

O governo indiano atribui a segunda onda ao não uso de máscaras e ao desrespeito ao distanciamento social. Especialistas apontam como causas também uma nova variante e o próprio governo, que comemorou a “fase final” da pandemia em março e tem se recusado a adotar um lockdown nacional.

Nesta sexta-feira (23), um incêndio em um hospital nos arredores de Mumbai matou 13 pacientes com Covid-19. Em Ahmedabad, indianos aguardavam em ambulâncias e até em carros particulares por vagas em um hospital para Covid-19. Em Nashik, mais de 20 pacientes morreram em um hospital após uma interrupção no fornecimento de oxigênio na quarta-feira (21).

Países mais afetados do mundo atualmente:

Casos de Covid no mundo (22 de abril de 2021): 899.831 infectados

Índia: 332.921 (37% do total)
EUA: 67.257 (7,5%)
Turquia: 54.791 (6%)
Brasil: 45.178 (5%)
França: 33.445
Alemanha: 31.721
Argentina: 27.216
Irã: 24.092
Colômbia: 19.306
Ucrânia: 16.357

Índia, EUA, Turquia e Brasil, os quatro países com mais infectados nas últimas 24 horas, foram responsáveis por 55% de todos os novos casos no mundo.

A Índia também voltou a passar o Brasil e foi o país com mais mortes por Covid-19 do planeta nas últimas 24 horas.

Mortes por Covid no mundo (22 de abril de 2021): 13.712 óbitos

Índia: 2.263 (16,5% do total)
Brasil: 2.027 (15%)
EUA: 943 (7%)
Polônia: 695 (5%)
Peru: 650
Argentina: 537
México: 482
Ucrânia: 476
Irã: 453
Colômbia: 270

Índia, Brasil, EUA e Polônia, os quatro países com mais mortes nas últimas 24 horas, foram responsáveis por 43,5% de todos os novos óbitos no mundo.

G1

Opinião dos leitores

  1. todos temos que ficar atentos, observem que os EUA já vacinou grande parte da população adulta, com uma vacina de maior eficácia e continua com números crescentes de casos. Não se pode relaxar nas medidas sanitárias e nem nas medidas profiláticas

  2. Por que a China, o país mais populoso do mundo (seguido de perto pela Índia), não figura nessas estatísticas macabras?

    1. Das duas uma. Ou pq nao se pode confiar nos dados vindo da china OU lá se mandar fica em casa, usar máscara, fechar comércio nao essencial, ai de quem desrespeitar.

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Economia

Brasil deve sair do ranking das 10 maiores economias do mundo

Foto: Poder 360

O Brasil deve sair do ranking das 10 maiores economias do mundo em 2020. Com a queda de 4,1% do PIB (Produto Interno Bruto) no ano passado, em comparação com 2019, o país desce da 9ª para a 12ª colocação. O levantamento foi feito pela Austin Rating.

O ranking considera o PIB nominal do país, ou seja, em valores correntes. O cálculo é feito em dólar. O Brasil deve ser ultrapassado pelo Canadá, pela Coreia do Sul e pela Rússia em 2020. Nem todos os países já divulgaram os dados oficiais da economia em 2020.

A atividade econômica brasileira teve o maior recuo desde 1996, considerando a base de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e a maior desde 1990, se levarmos em conta a série histórica do BC (Banco Central), iniciada em 1962.

De acordo com a Austin Rating, a economia brasileira teve o 21º pior resultado em termos de variação do PIB em 2020. Leia a lista completa AQUI em matéria na íntegra.

Poder 360

Opinião dos leitores

  1. Deve sair?
    Se está em 12°?
    Pra defender o mentiroso estão querendo dizer que 12 <10.
    Só ppde ser muito dinheiro passando por debaixo da ponte..
    Mas uma conquista do governo bolsonaro.
    Parabéns ao pessoal da gadolândia.

  2. E eu quase acreditei que o governo do PT foi ruim para o Brasil. Ô saudade do tempo de Lula e José de Alencar.

  3. Cadê o posto ipiranga? Parabéns, mito. Vai botar a culpa em quem? Na mídia, nos governadores, no STF, no congresso? O gado quer ver a desculpa logo.

  4. A máscara do Brasil da época do Lula e Dilma, referente a posição economica caiu. Essa foi a política esquerdista fajunta e populista, a sétima posição que o Brasil foi colocado na marra.

  5. Só lembrando quando éramos massacrados pelo PT estávamos como a 6° economia.

    Que saudades de sofrer.

    1. Só lembrando que quem saqueou e quebrou o país, foi vcs.
      Essa a verdade.

  6. O FIQUE EM CASA produzindo seus frutos.
    Não disponibilizam novos leitos, desativam leitos até que a taxa de ocupação chegue a 80% e possa ser justificado o lockdown. Por falar nisso, onde o lockdown resolveu a questão do covid?
    Qual a razão da imprensa NÃO FALAR NO MÉXICO e PERU quanto a pandemia?
    Qual a razão da imprensa não falar do exemplo do TEXAS, que o povo está vivendo normalmente, andam nas ruas sem máscaras?
    Lembrando que a Argentina foi um país que adotou o lockdown e possui um dos maiores índices de mortes e quebra da economia no mundo.

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Turismo

Brasil tem Baía dos Golfinhos, em Pipa, e Fernando de Noronha (PE), entre as melhores praias do mundo, segundo TripAdvisor

Foto: Montagem/Ministério do Turismo/Chico Baia/Júnior Santos

Viajantes de diversos países escolheram duas praias brasileiras entre as preferidas ao redor do mundo. A Baía do Sancho, localizada em Fernando de Noronha (PE), e a Baía dos Golfinhos, na Praia da Pipa em Tibau do Sul (RN), aparecem, respectivamente, na terceira e décima posição do prêmio Travellers´ Choice, o melhor dos melhores, do site de viagem TripAdvisor. Os destinos brasileiros foram selecionados com base no feedback dos usuários da plataforma.

Ganhadora de vários prêmios internacionais, a Baía do Sancho, em Noronha, encanta por sua água cristalina e areias claras, ideal para a prática de esportes aquáticos como o mergulho, natação e surf. É dona de ricos bancos de corais e diversificada fauna marinha.

A Baía dos Golfinhos, por sua vez, é sinônimo de tranquilidade e beleza, sendo considerada uma das praias mais preservadas da região de Pipa. No destino, é possível, inclusive, observar o nado de golfinhos, que costumam receber os visitantes com saltos e acrobacias.

Também constam na lista das 25 melhores praias do mundo atrações na província cubana de Villa Clara, na Flórida/EUA, Havaí, Espanha, Austrália, entre outros (confira a lista completa AQUI)

SOL E PRAIA – No Brasil, destinos no litoral são os preferidos para viagens a lazer: 34,3% dos brasileiros que rodaram o país em 2019 foram motivados por sol e praia. O dado consta no módulo Turismo da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua 2019 (PNAD Contínua), parceria entre o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Ministério do Turismo.

Com Ministério do Turismo

Opinião dos leitores

    1. Ação falta vc dizer que se a culpa não for de Fátima que não fez nada para impedir isso, é do companheiro Lula, pq ele é pernambucano…

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Saúde

Mundo registra o menor número de novos casos de covid-19 desde outubro, segundo boletim da OMS

Foto: AFP

O número de novas infecções por Covid-19 no mundo diminuiu 17% em uma semana, de acordo com o último boletim epidemiológico da Organização Mundial da Saúde (OMS). Na semana de 1 a 7 de fevereiro, mais de 3,1 milhões de novos casos foram registrados, contra cerca de 3,7 milhões na semana anterior (25 a 31 de janeiro). É a quarta semana consecutiva com redução de novos casos e o menor número semanal de novas infecções desde outubro.

“Embora ainda existam muitos países com números crescentes de casos, em nível global, essa tendência é animadora”, diz a OMS. O número de novas mortes registradas também caiu pela segunda semana consecutiva, com 88.000 novas mortes registradas, um declínio de 10% em relação à semana anterior.

Todas as regiões da OMS relataram um declínio em novos casos. A Europa e as Américas registraram as maiores quedas em números absolutos. Os novos óbitos também diminuíram em todas as regiões, exceto no Pacífico Ocidental, onde as taxas de mortalidade permaneceram semelhantes às da semana anterior.

Desde o início da pandemia, foram confirmados globalmente 105,4 milhões de casos da Covid-19 e 2,3 milhões de mortes.

Veja

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