Os deputados que querem sair do PSL e migrar para o Aliança pelo Brasil, a sigla que Bolsonaro trabalha para criar, montaram uma frente informal intitulada “Brasil Acima de Tudo” para organizar a coleta das assinaturas que são exigidas para a fundação da legenda.
Aliado do presidente, o deputado Luiz Philippe de Orleans e Bragança (PSL-SP) diz que a estratégia é, primeiro, esgotar todas as possibilidades de tentar emplacar a validação da coleta de assinaturas digitais. Se isso falhar, o grupo vai investir na coleta manual.
Pessoas que auxiliam o presidente estimam que, só com o impulso de suas redes sociais, ele levante rapidamente cerca de 2 milhões de apoiamentos. O problema para tirar o partido do papel a tempo das eleições de 2020 seria a incapacidade das varas eleitorais de processar todo o material.
Painel/Folha de S.Paulo

"Deus e armas" na mesma frase, só Al-Qaeda tem essa idéia de extremismo religioso e armas no mesmo pacote, só não conseguiram colocar cartuchos de armas na bandeira…isso o Bozo foi mais brilhante…e haja gado.
A brilhante ideia da criação de MAIS um partido político – câncer desse país – não poderia partir de outro cérebro senão da anta fascista.
E haja sigla, com um monte de inúteis atrás agitando bandeirinhas !!
O problema maior é que NÓS, contribuintes brasileiros, é que temos que sustentar esse parasitas profissionais da esquerda e da direita. Chega de alimentar esse bilionário fundo partidário e sustentar político profissional !
"Deus, armas e oposição ao comunismo." Deus e armas na mesma frase? Que onda. Deve ser a novo bíblia segundo Malafaia e Edir Macedo. Ô Glória!
– O problema para tirar o partido do papel a tempo das eleições de 2020 seria a incapacidade das varas eleitorais de processar todo o material.
O último período deste post, transcrito acima, resgata um clássico dilema do Brasil de todos os tempos: alguém de bom senso é capaz de justificar o absurdo que é a "Justiça" Eleitoral, essa velha e indefensável jabuticaba brasileira?