O diretor de Relações Institucionais e Governamentais da BRF, Roney Nogueira dos Santos, foi preso na madrugada deste sábado (18) pela Polícia Federal ao chegar ao Aeroporto de Guarulhos, informou a assessoria da BRF. Ele estava na África. A assessoria da BRF não informou para onde ele foi levado ao ser detido. A PF ainda não se pronunciou sobre a prisão.
Roney é alvo de prisão preventiva e teve o mandado expedido nesta sexta-feira (17) pela Operação Carne Fraca. Ele é acusado de atuar para influenciar nas decisões dos fiscais do ministério da Agricultura.
O operação investiga fraudes em vendas de carne. Segundo a PF, fiscais do Ministério da Agricultura recebiam propina para liberar licenças sem realizar a fiscalização adequada nos frigoríficos.
Segundo a investigação, eram usados produtos químicos para maquiar carne vencida, e água era injetada nos produtos para aumentar o peso. As carnes irregulares eram vendidas no Brasil e no exterior. Há também casos de papelão em lotes de frango e carne de cabeça de porco em linguiças.
Ao todo, 22 empresas são investigadas na operação, das gigantes JSB e BRF – que controlam marcas como Seara, Perdigão e Friboi – a frigoríficos menores como Master Carnes, Souza Ramos e Peccin. As autoridades não detalharam quais cometeram as irregularidades citadas. As empresas afirmam que estão colaborando com as investigações e negam adulteração em seus produtos.
BRF
Em fato relevante divulgado à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), a BRF também disse que está colaborando com a operação. A companhia destacou que cumpre normas e regulamentações na produção e venda de seus produtos, possui processos de controle rigorosos e não compactua com práticas ilícitas.
“A BRF assegura a qualidade e a segurança de seus produtos e garante que não há nenhum risco para seus consumidores, seja no Brasil ou nos mais de 150 países em que atua”, disse.
Além de Roney dos Santos, o diretor da BRF André Luis Baldissera também á alvo de prisão preventiva.
Um membro da alta cúpula da BRF teve mandado de condução coercitiva e de busca e apreensão aprovados pelo juiz. José Roberto Pernomian Rodrigues é diretor vice-presidente Legal e de Relações da BRF e um dos oito membros da diretoria executiva.
G1

E os donos não vão pro xilindró?
Só quem fica preso no Brasil é preto e pobre. Não viu o STJ condenando o rapaz por 11 anos por repassar 0,02 gramas de maconha pro amigo? Enquanto os PTistas/PMDBistas/Empresários da Lava-Jato jajá tão saindo depois de roubar milhões…
E os políticos envolvidos sempre ficam de fora…E o ministro que acobertava ….Será preso? Ou o supremo conivente irá deixá-lo solto…
Dificil permanecer preso! Com certeza já existem habeas corpus no STF e com certeza cairá nas mãos daqueles MINISTROS que os liberam imediatamente com aquelas costumeiras decisões ( NÃO CAUSAM PERIGO À SOCIEDADE) mesmo causando sérios problemas de saúde a população!! Minha gente onde dinheiro aqui no BRASIL não resolver os problemas é porque foi POUCO!! E dinheiro eles tem muito!!
Injetar água já deixo muita gente rica e muitos falando sozinho !!!!! O Brasil nunca vai ser um país sério .