Está no Blog Vermelho de Paixão. O técnico Francisco Diá assumiu a equipe do América contando com 36 jogadores no elenco. É bem verdade que alguns estão fora de combate, como são os casos do zagueiro Gustavo (suspenso preventivamente por conta de doping), do meia João Gabriel, que sofreu uma séria contusão e só retorna no próximo ano. O levantamento ainda destacada os jogadores que estão em tratamento no departamento médico: Rômulo, Tiago Dutra e Daivison. O grupo ainda tem três atletas da categoria Sub-19: o goleiro Weverton, o meia Anthony e o atacante Denilson.
03 – Goleiros: Camilo, Daniel e Weverton (Sub-19);
04 – Laterais: Everton, David, Laércio e Gleidson;
06 – Zagueiros: Gustavo, Richardson, Maracás, João Paulo, Cléber e Lucas Bahia;
08 – Volantes: Felipe Macena, Tiago Dutra, Pedro Ivo, Memo, Bruno Formigoni, Arez, Diego Silva e Dedé;
05 – Meias: João Gabriel, Raphael Toledo, Elias, Ítalo Melo e Anthony (Sub-19);
10 – Atacantes: Reis, Thiago Potiguar, Luiz Eduardo, Brendo, Rômulo, Daivison, Romão, Júnior Mandacaru, Raul e Denilson (Sub-19 ).
Estreante na política, o empresário Raimundo Nogueira, candidato a primeiro suplente na chapa do irmão Ciro Nogueira (PP-PI) ao Senado Federal, declarou ao Tribunal Superior Eleitoral patrimônio de R$ 19.206.729,59.
Raimundo é investigado pela Polícia Federal no âmbito da Operação Compliance Zero, que apura supostas irregularidades envolvendo o Banco Master.
Segundo investigadores, ele administra a CNLF Empreendimentos Imobiliários Ltda., empresa que teria sido utilizada para receber suposta mesada do banqueiro Daniel Vorcaro.
A declaração de bens apresentada ao TSE inclui participações societárias, aplicações financeiras, imóveis rurais e urbanos, veículos, dinheiro em espécie e ações.
Entre os principais ativos informados estão ações avaliadas em R$ 5 milhões, uma participação societária de R$ 3,9 milhões, quotas empresariais que somam mais de R$ 3,3 milhões e aplicações de renda fixa superiores a R$ 3 milhões.
O patrimônio também reúne dezenas de terrenos, parte deles recebidos por herança , uma propriedade rural, dois veículos, valores em reais, dólares e euros, depósitos bancários, consórcio de automóvel e outros investimentos financeiros.
O que diz a PF
Segundo a PF, a CNLF adquiriu 30% de participação societária na Green Investimentos S.A., empresa que os investigadores apontam como controlada por Felipe Cançado Vorcaro, primo de Daniel Vorcaro.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a criticar o avião presidencial. As reclamações foram publicadas pelo jornal O Globo. Os comentários sobre a aeronave da Força Aérea Brasileira (FAB) ocorreram em reunião com a cúpula militar na semana passada. Na ocasião, o petista citou três episódios de risco enfrentados no atual mandato.
O modelo atual é um Airbus ACJ-319, comprado em 2005 no primeiro mandato de Lula. A aquisição gerou polêmica na época. A oposição usou o apelido “Aerolula” de forma pejorativa.
A aeronave custou US$ 56,7 milhões na época. O valor correspondia a R$ 167 milhões no câmbio do período. O avião também transportou Dilma Rousseff (PT), Michel Temer (MDB) e Jair Bolsonaro (PL).
A insatisfação de Lula e da primeira-dama do país, Janja da Silva, com o modelo é antiga. O presidente deseja um equipamento com maior autonomia para voos internacionais. Ele também quer mais espaço para reuniões, área VIP e um quarto maior.
Apesar da cobrança, o governo considera inviável a troca da aeronave no momento. A aquisição de um novo avião exigirá cerca de R$ 2 bilhões. Além disso, a compra geraria desgaste político em pleno ano eleitoral. O presidente já indicou em outras ocasiões que sua queixa não provocará mudanças imediatas.
Antes do Airbus, o transporte presidencial cabia ao Boeing 707, apelidado de “Sucatão”. O modelo foi adquirido em 1986 no governo José Sarney. Ele acabou aposentado pelo alto custo de manutenção e consumo elevado.
A economista Daniella Marques, integrante da equipe econômica da campanha presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), afirmou que considera injusta a tentativa de vincular o senador ao chamado Caso Master.
Durante entrevista ao podcast Market Makers, ela declarou que o banqueiro Daniel Vorcaro mantinha relações amplas com agentes do mercado financeiro e que o ambiente da Faria Lima também teve participação na distribuição de produtos ligados ao Banco Master.
Segundo Daniella Marques, o crescimento do Banco Master ocorreu com a participação de grandes bancos e corretoras na distribuição de certificados de depósito bancário (CDBs).
Ela afirmou que Vorcaro promovia eventos de grande porte frequentados por empresários, integrantes do Judiciário, parlamentares e representantes do mercado financeiro, argumentando que a proximidade do banqueiro com esses setores era pública e conhecida.
Durante a entrevista, Flávio Bolsonaro ressaltou que nunca participou desses encontros promovidos por Vorcaro.
Daniella confirmou a declaração e afirmou que jamais viu o senador nos eventos, acrescentando que diversas outras pessoas do mercado financeiro mantinham contato com o empresário.
Na avaliação da economista, concentrar as críticas exclusivamente sobre Flávio ignora o relacionamento que Vorcaro possuía com diversos agentes do setor financeiro.
O nome de Flávio Bolsonaro passou a ser citado no caso após reportagens informarem que ele intermediou contatos com Daniel Vorcaro para buscar financiamento privado para o filme Dark Horse, produção em homenagem ao ex-presidente Jair Bolsonaro.
O senador afirmou posteriormente que esse foi o único objetivo da relação mantida com o banqueiro e negou qualquer outro vínculo com os fatos investigados.
Questionado sobre a possibilidade de surgirem novas revelações relacionadas ao Caso Master, Flávio Bolsonaro reiterou que não praticou qualquer irregularidade e declarou que não existe outro elo entre ele e Daniel Vorcaro além das tratativas envolvendo o financiamento do longa-metragem.
O senador também afirmou que entrou na disputa pela Presidência deixando sua “zona de conforto” e disse confiar que os fatos demonstrarão a inexistência de condutas ilegais de sua parte.
Em evento que comemorou os 65 anos do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), em São José dos Campos (SP), nesta sexta-feira (7), o presidente Lula (PT) voltou a criticar o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio.
“O Márcio [ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços] se reuniu umas quatro ou cinco vezes com o secretário de comércio dos Estados Unidos, mas ele tem um cidadão que não gosta do Brasil, que não gosta da América Latina e que é um bolsonarista”, disse.
“É o Marco Rubio. Eu disse pro Trump: ‘Esse moço não gosta do Brasil’. Não gosta, ele é um anti-latino-americano. Ou um latino-americano frustrado, porque ele foi embora de Cuba, o avô dele, o bisavô de lá, ele nunca morou em Cuba. Mas ele foi embora, ele é um descendente de cubano de Miami. Então ele odeia. Odeia Cuba, odeia a Colômbia, odeia o Brasil.”
Durante os discursos, foi divulgada a queda nos números dos alertas de desmatamento, assunto utilizado pelos Estados Unidos ao justificar a determinação do novo tarifaço. Segundo o relatório do USTR (Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos), o Brasil tem se beneficiado da destruição da Floresta Amazônica.
O candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, fez críticas ao Judiciário nesta sexta-feira (7/8), durante um encontro com empresários e autoridades de São Caetano do Sul (SP).
Em uma churrascaria da cidade, o senador afirmou que há um movimento para impedir que ele seja eleito ao Palácio do Planalto. Durante o discurso, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar decisões judiciais.
Segundo participantes do encontro, Flávio Bolsonaro disse que tem denunciado a “roubalheira” na administração pública e que acredita que “eles vão ultrapassar o limite da maldade” para barrar sua possível eleição.
O encontro reuniu cerca de 50 empresários e comerciantes de São Caetano do Sul. Entre os participantes estavam o prefeito da cidade, Tite Campanella (Republicanos), secretários, vereadores e o deputado estadual Thiago Auricchio (PL-SP).
Flávio diz não temer novas acusações
Em sua fala, Flávio também disse que teve a sua vida vasculhada e que não conseguiram provar qualquer ilícito cometido por ele.
O candidato do PL também disse não temer novas acusações. “Não fiz nada de errado. Não tem o que aparecer”, afirmou o senador, em um trecho da fala compartilhado com o Metrópoles.
O senador fluminense também aproveitou o encontro para apresentar propostas para a área econômica de um eventual governo.
Durante a conversa, empresários demonstraram preocupação com os possíveis efeitos da reforma tributária sobre as empresas da região e sobre a arrecadação de São Caetano do Sul.
Flávio e o coordenador de sua campanha, senador Rogério Marinho (PL-RN), têm criticado a reforma aprovada pelo Congresso no fim de 2023. O candidato já sinalizou que pretende paralisar a implementação do novo modelo e reavaliar as regras durante um eventual mandato.
No encontro, segundo participantes, Flávio também fez críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O senador afirmou que Lula já teve três mandatos para tentar melhorar os índices do país e que não conseguiria fazer isso em um quarto governo.
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro também disse que pretende fazer um governo “moderno” e voltado para o futuro. A fala segue o discurso adotado pela campanha, que apresenta Flávio como candidato a presidente do “Brasil do futuro”.
Candidata à reeleição, a deputada federal Erika Hilton (PSOL) declarou à Justiça Eleitoral ter 15.975,73 reais em bens, divididos entre uma conta corrente na Caixa Econômica Federal e três aplicações de renda fixa no Nubank.
Os dados constam no portal de Divulgação de Candidaturas e Contas Eleitorais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Em 2022, quando concorreu pela primeira vez ao cargo, ela declarou um patrimônio de 19.989,96 reais.
O valor estava dividido entre uma conta corrente, na qual ela tinha 4,51 reais, e uma aplicação de renda fixa, com 19.985,45 reais.
Conhecida por ostentar bolsas e roupas de alto luxo nas redes sociais, Erika Hilton chamou a atenção das redes sociais pelo patrimônio declarado.
O filho homem mais novo do ex-presidente Jair Bolsonaro vai usar o nome de urna do pai para disputar uma cadeira na Câmara dos Deputados este ano. Jair Renan, que hoje é vereador na cidade de Balneário Camboriú (SC), declarou à Justiça Eleitoral, no seu registro de candidatura, ser dono de um patrimônio de R$ 187.366,28, composto por um automóvel Volkswagen Jetta e dinheiro dividido em duas contas bancárias.
Em 2024 Jair Renan já havia repetido esse mesmo feito: ele usou o nome do pai na urna, omitindo o seu nome do meio (Renan) e seu outro sobrenome (Valle). Quando se candidatou à Câmara de Balneário, ele declarou ser dono de um patrimônio de R$ 42.069,79, vindo unicamente de dinheiro em contas bancárias. Eleito, ele recebe um salário bruto de R$ 13.664,13 do legislativo do município catarinense — que fica em pouco mais de R$ 10 mil líquidos.
Com exceção de Eduardo Bolsonaro, que está nos Estados Unidos e teve o mandato como deputado federal cassado por faltas, os outros filhos de Jair Bolsonaro sairão candidatos. Laura, a mais nova, ainda é adolescente. Além de Jair Renan, que vai tentar ser deputado federal, seu irmão mais velho, Flávio Bolsonaro é candidato a presidente da República.
Carlos Bolsonaro, que foi vereador no Rio de Janeiro por vários mandatos consecutivos, mudou seu domicílio eleitoral para Santa Catarina e sairá candidato ao Senado por lá, ao lado da deputada federal Carol de Toni. Os nomes dos dois foram aprovados na convenção do partido, mas ainda não houve registro na Justiça Eleitoral.
Os partidos têm até o dia 15 de agosto, sábado da outra semana, para formalizarem o registro. Ele dá origem a um processo, no qual a Justiça analisa a regularidade do registro para permitir ou não a candidatura. No entanto, finalizada a convenção partidária, já é permitido se apresentar publicamente como candidato.
O choque de um gavião contra componentes da rede elétrica provocou um curto-circuito e interrompeu o fornecimento de energia no início da noite desta sexta-feira (7) em bairros da Zona Oeste e Zona Sul de Natal. A informação é do Blog Gustavo Negreiros.
Segundo a Neoenergia Cosern, a ocorrência foi registrada às 17h46 e atingiu consumidores de Lagoa Nova, Candelária, Nossa Senhora de Nazaré, Cidade da Esperança e Bom Pastor.
A distribuidora informou que, logo após a ocorrência, realizou manobras no sistema que permitiram o restabelecimento do serviço para parte dos clientes. Equipes técnicas seguem trabalhando no local para concluir os reparos, com previsão inicial de normalização total do fornecimento até as 20h30.
Ao todo, 5 mil unidades consumidoras foram afetadas pela interrupção. Destas, 1.952 tiveram o fornecimento restabelecido logo após as manobras realizadas pela Neoenergia Cosern.
Com informações do Blog Gustavo Negreiros via Portal 96 FM
A Casa Branca publicou nesta sexta-feira (7) montagem do super-herói Homem-Aranha, personagem de quadrinhos e filmes da Marvel, acompanhada da mensagem: “Criminosos estrangeiros serão pegos e deportados”. A publicação foi compartilhada nas redes sociais oficiais do governo dos Estados Unidos. O post tinha mais de 260 mil curtidas no perfil do Instagram e ultrapassava 680 mil visualizações no X até esta publicação.
Na legenda da postagem no Instagram, a Casa Branca escreveu: “Seus agentes da ICE amigáveis do bairro”, em referência ao principal slogan do super-herói. Nos comentários, há quem aprove a publicação: “Adorei isso!”, escreveu um, e quem condene: “O Homem-Aranha não é um assassino!””. Até a última atualização desta reportagem, a Marvel não havia se pronunciado sobre o uso da imagem do personagem na publicação.
Memes da Casa Branca
Esta não é a primeira vez que a Casa Branca utiliza a imagem de um super-herói para divulgar mensagens relacionadas à política de imigração do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
Em 2025, a conta oficial da Casa Branca na rede social X publicou um meme que retratava Trump como Superman. Na ocasião, a publicação também gerou repercussão nas redes sociais.
Após a divulgação do meme, a Casa Branca afirmou: “Em nenhum lugar da Constituição diz que não podemos postar memes legais”, em resposta às críticas sobre a publicação.
Vazada por aliados de Lula nesta quinta, a conversa de ministros do governo com o ministro André Mendonça tem, na avaliação de integrantes do STF, a intenção de arrastar para a arena política — desqualificando futuras decisões — o relator das investigações do caso Master, das fraudes do INSS e do escândalo de lobby envolvendo Lulinha no STF. As informações são da coluna Radar – Veja.
Antes de Lula e seus aliados entrarem em cena, a suposta crise envolvendo Mendonça e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, era tratada na esfera técnica — até porque não há fatos a comprovar que ele atue politicamente no cargo. Havia uma constatação básica: todas as investigações na corporação andavam, menos a que envolvia o filho de Lula.
As trocas de investigadores no curso da apuração contra Lulinha, a ausência de estrutura para garantir o andamento da apuração e a relutância em atender decisões judiciais são questões objetivas e procedimentais.
Nos últimos dias, aliados de Lula criaram um verdadeiro caos em torno do tema, espalhando suspeitas sobre a atuação de Mendonça no caso Lulinha. Também lançaram novas narrativas, como a investigação de supostos vazamentos no caso do filho do presidente. E conseguiram algo raro no STF: mudar uma jurisprudência do tribunal, ao estabelecer que Lulinha seja investigado por dois relatores por um mesmo suposto esquema.
Mendonça já havia sido sorteado e era o relator prevento. Mas a multiplicação de inquéritos contra Lulinha — divididos pelos clientes desse balcão de tráfico de influência e não pela conduta supostamente criminosa do filho do chefe do Planalto –, fez com que Flávio Dino fosse também sorteado relator no STF.
Com o tumulto estabelecido nas investigações contra Lulinha, foi a vez de uma carta de superintendentes da PF lançar em cena o suposto atrito institucional. Como se a questão em discussão não fosse a série de ações incomuns nas investigações contra petistas, os ministros de Lula atraíram Mendonça para uma espécie de “conciliação” com o governo, algo raro na postura do ministro, que sempre evitou concertações políticas sobre investigações.
A reunião mediada por Jorge Messias, entre Wellington Silva e Mendonça, no TSE, serviu para alimentar rumores de “pacificação” entre Lula e o relator do caso Lulinha. Deu ao presidente ainda a narrativa de que ele é o maior interessado no andamento regular das investigações da PF.
Fosse isso verdade, Lula usaria seu poder para punir quem impede a PF de fazer seu papel e dificulta as investigações dos escândalos relatados pelo ministro Mendonça, e não o oposto.
“Também não é preciso que o ministro do Supremo receba ministros do governo para registrar que a PF deve fazer sua obrigação: atuar de forma independente, sem servir ao político de turno. Um absurdo”, diz um ministro do Supremo, sob reserva.
E o DNA americano??? Kkkkk