A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) autorizou na última sexta-feira (16) o aumento das tarifas de pedágio das rodovias BR-381, que liga Minas Gerais a São Paulo (Fernão Dias), e BR-116, que liga São Paulo ao Paraná (Régis Bittencourt). De acordo com a agência, as revisões nos preços têm o objetivo de manter o equilíbrio econômico-financeiro dos contratos firmados entre a ANTT e as concessionárias.
Na Fernão Dias, rodovia administrada pela Autopista Fernão Dias, o aumento começou a valer hoje (19). Para a categoria 1 (automóvel, caminhonete e furgão), a tarifa passou de R$ 1,80 para R$ 2,10 em todas as praças. Já na Régis Bittencourt, rodovia administrada pela concessionária Autopista Régis Bittencourt, os novos valores de pedágio começarão a ser cobrados a partir do dia 29. Para a categoria 1, a tarifa passa de R$ 2,50 para R$ 3,00 em todas as praças.
Para consultar outros valores basta acessar o site da ANTT.
A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) resgatou declarações antigas de Geraldo Alckmin (PSB) contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em uma propaganda eleitoral divulgada nesta terça-feira (13), a 12 dias do segundo turno da eleição presidencial.
O comercial reúne falas de Alckmin feitas em 2006, 2016 e 2017, nas quais o atual vice-presidente critica Lula por corrupção e questiona a atuação dos governos petistas.
Em um dos trechos, Alckmin afirma que Lula queria “voltar à cena do crime” depois de “ter quebrado o Brasil”. Em outra declaração, acusa o PT de envolvimento em corrupção e de não ter compromisso com a ética. O então adversário também classificou a gestão petista como um “governo tartaruga”.
A propaganda contrapõe as declarações à aliança formada posteriormente entre os dois. Após deixar o PSDB e se aproximar do PT, Alckmin integrou como vice a chapa de Lula, eleita em 2022.
A estratégia repete uma iniciativa usada por Jair Bolsonaro (PL) na campanha presidencial de 2022, quando também divulgou vídeos com críticas antigas de Alckmin ao petista.
Na ocasião, Alckmin reagiu e afirmou que as declarações estavam sendo usadas para “confundir o povo”. Ele também citou decisões judiciais que anularam condenações de Lula relacionadas à Lava Jato.
Show acontece no dia 20 de dezembro, dentro do Projeto MPB84 – Edição Pro Rock, com repertório de hits que marcaram gerações; ingressos já estão à venda a partir de R$ 150
Os grandes sucessos que marcaram a história do Skank e a trajetória de Samuel Rosa vão embalar uma noite especial em Natal. No dia 20 de dezembro, às 22h, o cantor, compositor e guitarrista sobe ao palco do Teatro Riachuelo para um espetáculo que promete reunir clássicos inesquecíveis do rock nacional e celebrar mais de três décadas de uma das carreiras mais importantes da música brasileira. A apresentação integra o Projeto MPB84 – Edição Pro Rock, com realização da FF Entretenimento e Viva Entretenimento. Os ingressos já estão à venda, com valores a partir de R$ 150, em até 12 vezes.
Para quem cresceu ouvindo Skank ou tem alguma lembrança especial embalada pelas músicas da banda, o show será uma oportunidade de reviver grandes momentos. Samuel Rosa apresenta um repertório que percorre diferentes fases de sua trajetória, reunindo canções que conquistaram o público brasileiro e continuam presentes na memória afetiva de diferentes gerações.
Entre os sucessos que marcaram sua carreira estão “Vou Deixar”, “Garota Nacional”, “Sutilmente”, “Resposta”, “Dois Rios”, “Ainda Gosto Dela”, “É Uma Partida de Futebol”, “Acima do Sol” e “Vamos Fugir”. São músicas que ajudaram a transformar o Skank em um dos maiores fenômenos do pop rock brasileiro e que seguem conquistando públicos de diferentes idades.
A apresentação faz parte da Samuel Rosa Tour, que celebra a trajetória musical do artista e sua conexão com o público. Mais do que apresentar uma nova fase, o espetáculo propõe uma viagem pelos grandes momentos de sua carreira, combinando a força dos sucessos consagrados com a identidade musical que Samuel continua construindo nos palcos.
Fundador do Skank, banda criada em Belo Horizonte, em 1991, Samuel Rosa ajudou a construir uma das histórias mais bem-sucedidas da música brasileira. Ao longo de mais de 30 anos, o grupo conquistou multidões, lançou álbuns de enorme repercussão e emplacou sucessos que atravessaram gerações. Após o encerramento das atividades do Skank, Samuel Rosa iniciou oficialmente sua carreira solo com o lançamento do álbum ROSA, em 2024. O trabalho trouxe novas composições, como “Segue o Jogo” e “Rio Dentro do Mar”, ampliando seu repertório e reafirmando sua identidade como compositor e intérprete.
Em Natal, essa trajetória será celebrada em um show pensado para emocionar, despertar lembranças e fazer o público cantar junto os grandes hits de Samuel Rosa e do Skank. A apresentação de Samuel Rosa será o grande destaque do Projeto MPB84 – Edição Pro Rock, que reforça a proposta de valorizar a música brasileira e promover encontros entre artistas consagrados e novos talentos.
A abertura da noite ficará por conta de Guilherme Mendez e Coletivo 3×4, vencedores do Festival MPB84 de 2026. O grupo conquistou o primeiro lugar na competição e terá a oportunidade de apresentar seu trabalho ao público antes do show de Samuel Rosa. A participação reforça um dos principais objetivos do MPB84: criar oportunidades para artistas em ascensão, ampliando sua visibilidade e proporcionando experiências em grandes palcos.
Em 2026, o projeto também passou a adotar uma nova organização. O Festival MPB84 identifica o concurso musical voltado à descoberta de talentos, enquanto o Projeto MPB84 reúne os grandes espetáculos promovidos pela marca. Com Samuel Rosa como atração principal, a Edição Pro Rock promete encerrar o ano com uma celebração da música brasileira, reunindo nostalgia, energia e sucessos que fazem parte da história de diferentes gerações.
Os ingressos para o espetáculo estão disponíveis a partir de R$ 150, com possibilidade de parcelamento em até 12 vezes. As vendas acontecem pela plataforma Uhuu e na bilheteria do Teatro Riachuelo, que funciona de terça-feira a sábado, das 14h às 20h, exceto feriados. O público pode consultar os valores por setor, descontos e demais condições diretamente nos canais oficiais de venda.
SERVIÇO:
Projeto MPB84 – Edição Pro Rock
Atração principal: Samuel Rosa – Samuel Rosa Tour
Abertura: Guilherme Mendez e Coletivo 3×4, vencedores do Festival MPB84
Data: 20 de dezembro de 2026 (domingo)
Horário: 22h
Local: Teatro Riachuelo – Natal/RN
Ingressos: a partir de R$ 150, com parcelamento em até 12 vezes
Vendas: Uhuu e bilheteria do Teatro Riachuelo
Bilheteria: terça a sábado, das 14h às 20h, exceto feriados
Classificação indicativa: 16 anos. Menores de idade devem estar acompanhados dos pais ou responsável autorizado.
Realização: FF Entretenimento e Viva Entretenimento
Mais informações: @festivalmpb84, @ffentretenimento e @vivaaentretenimento
Uma proposta de delação do banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, aponta um suposto plano para captar até R$ 10 bilhões de fundos de pensão de estatais e pagar R$ 1 bilhão em propina.
Reportagem da revista Veja publicada neste fim de semana, mostra registros de acesso ao Palácio do Planalto mostram que Vorcaro esteve no local em duas ocasiões acompanhado de Júlio Cezar Miranda Avelino, apontado pelo banqueiro como operador do esquema.
O registro do Palácio do Planalto com a entrada de Vorcaro e o operador Júlio no dia 1º de março (./Divulgação)
De acordo com a publicação, os dois entraram juntos no Planalto em 1º de março e em 3 de abril de 2024. Na proposta de delação, Vorcaro afirma que participou de uma reunião com o ministro Alexandre Padilha e outros interlocutores. Segundo o banqueiro, Padilha teria dito que os assuntos tratados com o então assessor Olavo Noleto seriam equivalentes aos tratados diretamente com o ministro.
Vorcaro relata ainda que Júlio Cezar, Olavo Noleto e um familiar deste teriam apresentado uma condição para viabilizar negócios com a Previ, a Petros e o Postalis: o pagamento de propina equivalente a 10% dos recursos captados pelo banco. O plano, segundo o relato, envolveria fundos ligados a funcionários da Caixa, do Banco do Brasil, da Petrobras e dos Correios.
A proposta de delação também afirma que Júlio teria recebido um pagamento inicial de R$ 500 mil, supostamente por meio de um contrato de fachada. Vorcaro diz ter reunido conversas, registros de entrada no Planalto, e-mails e comprovantes de pagamentos como elementos de corroboração.
A reportagem aponta que, em abril de 2024, Vorcaro esteve na sede do Postalis antes de seguir para o Planalto. Mensagens encontradas em seu celular indicariam que Júlio articulava reuniões com integrantes do governo e dirigentes de fundos de pensão. O banqueiro também teria buscado investimentos para o Master em outras instituições.
Segundo a Veja, a Polícia Federal e a Procuradoria-Geral da República não aceitaram avançar na investigação com base na proposta apresentada por Vorcaro, sob a justificativa de falta de provas. O ministro Alexandre Padilha e Olavo Noleto negaram envolvimento em irregularidades. Júlio Cezar não respondeu aos contatos da revista Veja.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atribuiu à pressão popular a decisão do PL de apoiar o fim da escala de trabalho 6×1. A declaração foi feita nesta terça-feira (13), durante cerimônia no Palácio do Planalto.
“Depois da pressão da sociedade e de todas as manifestações nas ruas deste Brasil, o partido do PL resolveu votar o fim da escala 6×1”, afirmou Lula.
Flávio Bolsonaro (PL-RJ), adversário do presidente no segundo turno, anunciou que votará a favor da proposta de emenda à Constituição (PEC). Ele disse que decidiu se posicionar conforme “a vontade da maioria do povo”.
Nos últimos dias, Lula vinha cobrando publicamente uma posição do PL e de Flávio sobre a proposta. Na quinta-feira (8), o presidente afirmou que o partido e o candidato não queriam assumir o compromisso de aprovar a mudança.
Foto: Ricardo Stuckert/PR e Andressa Anholete/Agência Senado
Flávio Bolsonaro (PL) tem 50% das intenções de voto, contra 46,6% de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), na primeira pesquisa Futura Inteligência após o primeiro turno das eleições presidenciais.
A diferença é de 3,4 pontos percentuais, mas está dentro da margem de erro de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.
Na rejeição, Lula registra 48,6%, enquanto Flávio tem 45,4%. Outros 1,2% rejeitam os dois candidatos, e 3% afirmam não rejeitar nenhum deles.
A Futura/100% Cidades entrevistou 2.000 eleitores em todo o país, entre os dias 7 e 10 de outubro, por meio de entrevistas por telefone. A margem de erro do levantamento é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos, com índice de confiança de 95%. A pesquisa foi realizada com recursos do próprio instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-00650/2026.
A Meta negou ter favorecido Flávio Bolsonaro (PL) na disputa presidencial e atribuiu a uma falha técnica global os problemas na contagem de visualizações de conteúdos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Instagram.
Em resposta ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta segunda-feira (12), a empresa afirmou que o problema ocorreu em 7 de outubro, entre 15h50 e 20h49, e atingiu criadores de conteúdo em mais de cem países. Segundo a companhia, as publicações continuaram sendo distribuídas, embora as visualizações pudessem aparecer zeradas ou congeladas.
A Meta também declarou que, naquele dia, os conteúdos da conta oficial de Lula tiveram distribuição acima da média recente. A manifestação ocorreu após a campanha petista acusar a empresa de restringir o alcance das publicações do presidente e de favorecer o adversário.
A ação no TSE também questiona supostas restrições à publicidade digital da campanha e a permanência de conteúdos produzidos por inteligência artificial. O ministro Marco Aurélio Bellizze solicitou esclarecimentos à empresa.
A Meta se recusou a fornecer informações individualizadas sobre contas de terceiros citadas no processo, alegando proteção de dados, e pediu mais 48 horas para apresentar informações sobre medidas aplicadas aos perfis oficiais de Lula desde 16 de agosto.
A campanha petista contestou a resposta e afirmou que a empresa não apresentou provas de que a falha tenha atingido outros candidatos no Brasil. Para a equipe do presidente, episódios recorrentes envolvendo suas contas levantam suspeitas de interferência eleitoral.
Após a manifestação da Meta, a coligação de Lula e a Procuradoria-Geral Eleitoral terão 24 horas para se pronunciar sobre as explicações da empresa.
A campanha à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) comunicou oficialmente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta terça-feira (13), a criação do canal “Exército do Lula”, no WhatsApp. A medida ocorreu minutos após o presidente da Corte, ministro Kassio Nunes Marques, determinar a suspensão das atualizações até a regularização do cadastro.
Pela decisão, o canal só poderá voltar a publicar conteúdos e receber novos seguidores após o registro e o cumprimento do prazo de 48 horas previsto nas normas eleitorais.
Administrado pelo deputado federal André Janones (MG), o canal era utilizado na propaganda eleitoral da campanha sem a comunicação exigida pela Justiça Eleitoral. O caso chegou ao TSE por meio de uma ação do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Kassio também determinou que a Meta, responsável pelo WhatsApp, monitore publicações do canal e de outros grupos públicos de grande alcance, além de remover conteúdos que reproduzam materiais já atingidos por decisões judiciais de retirada.
A empresa terá 24 horas após a notificação para informar as providências adotadas e os mecanismos de fiscalização utilizados.
O ministro havia determinado a suspensão do canal em 11 de outubro. Após uma decisão provisória de restabelecimento pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva, Kassio reexaminou o caso e estabeleceu novas condições para o funcionamento da página.
O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (13) que votará a favor do fim da escala de trabalho 6×1, proposta defendida pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“A maioria dos trabalhadores brasileiros quer o fim da escala 6×1”, declarou Flávio após visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, em Brasília.
A proposta prevê mudanças na jornada de trabalho, atualmente organizada, nesse modelo, em seis dias de trabalho para um de descanso. O tema está em discussão no Congresso Nacional.
O senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) afirmou nesta terça-feira (13) que o ex-presidente Jair Bolsonaro está satisfeito com o resultado do 1º turno das eleições e deu orientações para a disputa contra Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A declaração foi feita após o senador visitar o pai, em Brasília.
“Eu conversei com ele, tá bem humorado, tá satisfeito com o trabalho que vem sendo feito, tá esperançoso que o Brasil vai mudar. É óbvio que ele dá algumas dicas aqui, mas não vou ficar externando, porque pode ser interpretado de forma maldosa e ser revertido contra ele”, declarou Flávio.
O encontro ocorreu após três meses de afastamento determinado pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Flávio estava impedido de visitar o pai desde 13 de julho, quando divulgou uma carta do ex-presidente com conteúdo político-eleitoral.
A restrição de 90 dias terminou no último domingo (11). Apesar da autorização para retomar as visitas, Moraes manteve a proibição de utilizar os encontros para qualquer finalidade político-eleitoral.
Antes da visita, Flávio havia criticado a decisão judicial, classificando a restrição como uma tentativa de separar pai e filho durante a campanha presidencial.
O Blog do BG e o programa “Meio Dia RN”, da 96 FM, divulgam nesta quarta-feira (14), às 12h30, a primeira pesquisa Affare sobre as disputas de segundo turno para o Governo do Estado e presidente da República.
O levantamento vai mostrar as intenções de voto dos eleitores potiguares na disputa entre os candidatos a governador Allyson Bezerra (União Brasil) e Cadu Xavier (PT) e entre os presidenciáveis Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT).
A pesquisa realizou 1.350 entrevistas telefônicas automatizadas, com coleta entre 9 e 12 de outubro. A margem de erro prevista é de 2,67 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. Os registros na Justiça Eleitoral são RN-08411/2026 (governador) e BR-05784/2026 (presidente). O cenário presidencial se refere exclusivamente ao eleitorado do RN.
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