Em manifestação enviada ao STF (Supremo Tribunal Federal), a defesa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou a 24ª fase da Operação Lava Jato deflagrada sexta (4) contra o petista e pessoas próximas e voltou a pedir a suspensão das investigações.
Os advogados classificaram a condução coercitiva do ex-presidente, que foi levado para prestar depoimento à Polícia Federal no aeroporto de Congonhas (SP), de “desnecessária”. Para a defesa, a ação da PF é o “último movimento do concerto executado por uma orquestra bem afinada”.
“O sucitante [Lula] já prestou um depoimento à Polícia Federal quando notificado a fazê-lo em inquérito policial que corre em Brasília, em 6 de janeiro deste ano, conforme documento anexo. Portanto, não há nenhuma base para presumir que, regularmente notificado, não iria repetir um ato de cuja realização não relutara”.
A defesa aponta que os procuradores da Lava Jato agiram com “desafio à autoridade” do Supremo ao realizar nova fase antes de o Supremo tomar uma decisão sobre a competência para investigar Lula. Os advogados questionam o fato dele ser alvo do Ministério Público de São Paulo e da força-tarefa da Lava Jato que apuram se ele foi beneficiado por empreiteiras envolvidas no esquema de corrupção da Petrobras.
Para os defensores, há um conflito de atribuições e Lula não deveria ser alvo da Lava Jato. “O ritmo acelerado dos acontecimentos, justamente no momento em que o requerimento do suscitante encontrava-se concluso à vossa excelência, é mesmo sugestivo de uma concertação. Por que a execução dessas diligências não poderia aguardar 10 dias?”, afirma a defesa.
Os advogados citam o vazamento da delação do senador Delcídio do Amaral (PT-MS), que foi “desprovida de qualquer base probatória e por vezes delirante”, e o fato de que Leo Pinheiro, dono da OAS, teria indicado disposição para fechar uma colaboração premiada, como movimento para desgastar o petista.
Ao STF, procuradores da força-tarefa defenderam a manutenção das investigações afirmando que há suspeita de que o petista teria recebido vantagens indevidas de empreiteiras durante seu mandato. Os promotores afirmaram que uma análise preliminar das provas indica que imóveis ligados ao ex-presidente teria suspeita de operação de lavagem de dinheiro.
O Ministério Público de SP apura a situação do tríplex no condomínio Solaris, em Guarujá (SP), e suspeitas de irregularidades na transferência para a empreiteira OAS de obras inacabadas da Bancoop. O MP de São Paulo avalia a possível ocultação de patrimônio por parte do ex-presidente no caso de um triplex suspeitas de irregularidades envolvendo a OAS.
A força-tarefa da Lava Jato passou a investigar a participação da empreiteira Odebrecht em reforma de sítio em Atibaia (SP) frequentado pelo petista e seus familiares. Há suspeita de lavagem de dinheiro.
Folha Press

Vamos ver se a alma mais pura e honesta do Brasil vai conseguir se livrar dessa situação.
Eu quero saber eh sobre os escândalos da ALRN…apenas exonerar não traz dignidade àquela casa….tem que punir os Deputados que nomearam seus respectivos fantasmas e tb devolver ao erário todo esse montante…O Presidente da Casa da Mãe Joana (ALRN) faz uma declaração apenas para inglês ver…vamos exonerar…ISSO NÃO BASTA….TEM QUE DEVOLVER TODO O DINHEIRO!!!!
E ele esta acima da lei acima de tudo e de todos ?