As entrevistas com Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) no “Jornal Nacional”, previstas para ocorrer na próxima semana, foram canceladas após impasse entre a Globo e as campanhas.
PT e PSDB reclamavam do tempo de duração da entrevista e de quanto seria, de fato, destinado para que os candidatos pudessem responder.
Segundo a reportagem apurou, caso algum ponto não fosse suficientemente explicado, a avaliação é de que faltaria tempo hábil para réplicas no decorrer da semana, já que a campanha entra na reta final.
Assim, como a Globo não aceitou que fosse estabelecido um tempo mínimo, as entrevistas foram canceladas.
Ontem, a petista e o tucano participaram do primeiro debate do segundo turno, na TV Bandeirantes. Amanhã, o encontro será no estúdio do SBT, num evento que conta ainda com o UOL e a rádio Jovem Pan entre os organizadores. No domingo (19) será a vez do debate da TV Record. E na antevéspera do pleito, dia 24, o debate da TV Globo.
O governador eleito do Rio Grande do Norte, Cadu Xavier, pretende anunciar todos os integrantes do primeiro escalão da próxima gestão até o dia 20 de novembro. A previsão foi apresentada nesta sexta-feira (6), pelo secretário de Comunicação Daniel Cabral, durante a primeira reunião da comissão mista de transição de governo.
O encontro contou com a participação da governadora Fátima Bezerra, da vice-governadora eleita Larissa Rosado e dos demais integrantes da comissão, formada por representantes da atual gestão e da equipe indicada por Cadu.
O colegiado ficará responsável por conduzir o processo de transição e organizar as informações sobre a administração estadual para a próxima gestão.
Composição da comissão mista
A comissão reúne representantes do atual Governo do Estado e da equipe indicada pelo governador eleito, representantes do setor produtivo, sociedade civil organizado e partidos políticos. Confira a lista.
Representantes do Governo do Estado em exercício:
1. Luciana Daltro de Castro Pádua, Controladora-Geral do Estado;
2. Antenor Roberto Soares de Medeiros, Procurador-Geral do Estado;
3. Álvaro Luiz Bezerra, secretário de Estado da Fazenda;
4. Alexandre de Oliveira Lima, secretário de Estado do Planejamento, do Orçamento e Gestão;
5. Jane Carmen Carneiro e Araújo, secretária de Estado da Administração;
6. Maria Virgínia Ferreira Lopes, secretária-chefe do Gabinete Civil.
Representantes do governador eleito:
1. Carlos Eduardo Xavier, engenheiro da computação e governador eleito;
2. Larissa Daniela da Escóssia Rosado, administradora e vice-governadora eleita;
3. Fernando Wanderley Vargas da Silva, biólogo e ex-parlamentar;
4. Augusto César Macêdo Brandão de Araújo, advogado;
5. Ceres Virgínia da Costa Dantas, engenheira civil;
6. João Ricardo dos Reis Cavalcante Cerqueira, advogado;
7. Natália de Sena Alves, advogada;
8. Odon Oliveira de Souza Junior, administrador;
9. Pedro Augusto Filgueira Albuquerque, advogado;
10. Ana Adalgisa Dias Paulino, engenheira civil;
11. Rivaldo Fernandes Pereira, analista de sistemas;
12. Fernando Antônio Bezerra, advogado;
13. Laumir Barreto, administrador;
14. Francisco Irailson Nunes Costa, líder sindical;
15. Fátima Maria de Oliveira Viana, advogada.
Aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) defendem que ele busque uma saída jurídica para reduzir o tempo de prisão de Jair Bolsonaro. A avaliação é que a iniciativa poderia encerrar o debate sobre anistia no Congresso e evitar novos conflitos entre o Legislativo e o Supremo Tribunal Federal (STF), segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo.
Entre as alternativas estão a concessão de graça, indulto ou comutação da pena. Lula não pode conceder anistia, prerrogativa exclusiva do Congresso, mas pode adotar medidas que reduzam ou extingam a punição.
Outra possibilidade seria apresentar ao STF uma ação para defender a constitucionalidade da lei da dosimetria, aprovada pelo Congresso. Se aplicada, a norma poderia reduzir para cerca de mais um ano o período de Bolsonaro em regime fechado.
A lei, no entanto, está suspensa por decisão do ministro Alexandre de Moraes, que relata uma ação contra a mudança nas penas. Qualquer iniciativa de Lula exigiria diálogo com o Supremo, onde o tema ainda aguarda julgamento.
O governador eleito do RN Cadu Xavier falou nesta sexta-feira (6) sobre o encontro em Brasília, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A agenda teve como pauta projetos estruturantes para o Rio Grande do Norte, incluindo a duplicação da BR-304, o Hospital Metropolitano, as adutoras do Agreste e do Seridó e a construção da terceira ponte sobre o Rio Potengi, em Natal.
“A gente teve essas reuniões com o presidente Lula para garantir obras estruturantes que estão acontecendo no estado, como a duplicação da BR-304, o Hospital Metropolitano, a Adutora do Agreste e a Adutora do Seridó. A gente volta com as melhores notícias, entre elas a garantia de que teremos, até o fim do ano, mais 7 km da duplicação da BR-304”, afirmou.
Outro projeto discutido foi a construção da quarta ponte sobre o Rio Potengi, em Natal. De acordo com o governador eleito, a expectativa é que os trabalhos sejam iniciados ainda durante a atual gestão estadual
O presidente Lula (PT) deve anunciar ainda neste ano um novo nome para ocupar uma vaga no Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo aliados do governo, a expectativa é que a indicação ocorra após o retorno da viagem presidencial à Turquia e às Filipinas, previsto para 16 de novembro.
Lula embarca na próxima segunda-feira (9), acompanhado dos presidentes da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), e do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP).
Aliados avaliam que o presidente poderá aproveitar a presença de Alcolumbre na viagem para negociar um acordo em torno do novo indicado ao Supremo.
A articulação ocorre após a rejeição, pelo Senado, do nome do advogado-geral da União, Jorge Messias, indicado por Lula no ano passado para a vaga deixada pelo ministro Luís Roberto Barroso. A indicação foi rejeitada em maio deste ano, após articulação de Alcolumbre.
Além da escolha para o STF, a expectativa no governo é que Lula também retome as decisões sobre a composição da equipe ministerial somente depois de retornar ao Brasil.
Mensagens recuperadas do celular de Daniel Vorcaro indicam que o ministro Alexandre de Moraes, do STF, teria ido ao encontro do banqueiro em 14 de novembro de 2025, apenas três dias antes de sua primeira prisão. A informação foi divulgada nesta sexta-feira (6) pelo jornalista Mario Sabino, do Metrópoles.
Em um dos diálogos, Moraes teria escrito: “Me avise quando pousar”. Vorcaro respondeu “Ok” e, posteriormente, “Em voo”. O ministro então perguntou: “Chegou?”. Após o banqueiro informar “Agora pousei”, Moraes teria respondido: “A caminho então”.
Segundo a reportagem, o encontro começou a ser articulado dias antes. Em 11 de novembro, Vorcaro perguntou ao ministro sobre a possibilidade de se encontrarem na noite seguinte. Na manhã do dia 12, voltou a escrever: “Não quero atrapalhar programa família! Podemos falar outro dia!”. As mensagens sugerem que os dois teriam se encontrado no dia 14, embora não haja confirmação independente da realização da reunião.
A revelação é um novo desdobramento da análise do celular do banqueiro, que identificou 316 interações atribuídas a conversas com Moraes nos dois meses anteriores à prisão de Vorcaro. O conteúdo foi recuperado a partir de dados secundários do aparelho, apesar de mensagens terem sido apagadas pelo WhatsApp.
Nos dias seguintes ao possível encontro, Vorcaro enviou outras mensagens ao ministro, incluindo uma em que perguntou se ele achava que já deveria estar fora do país na segunda-feira.
[VÍDEO] A HISTÓRIA SE REPETE, MAIS UM COVARDE: Lutador espanca mulher dentro de elevador no RJ; caso lembra agressão a Juliana Garcia em Natal. https://t.co/2DbSybxsl3 https://t.co/tz4aoG9wNJ
As imagens de uma mulher sendo brutalmente espancada dentro de um elevador no Rio de Janeiro trazem à memória o caso de Juliana Garcia, vítima de 61 socos desferidos pelo então namorado em um condomínio de Natal, em julho de 2025. Desta vez, o agressor é um lutador de jiu-jítsu, identificado como Lucas Portela Fontana Gomes, de 32 anos, preso pela Polícia Civil do Rio de Janeiro.
O crime aconteceu na quinta-feira (5), em um condomínio na Avenida Maracanã, na Tijuca, Zona Norte do Rio. A vítima foi atingida com socos, chutes e golpes de estrangulamento durante vários minutos. A violência deixou diversas lesões pelo corpo da mulher e o elevador coberto de sangue.
Segundo a Polícia Civil, a confusão começou no apartamento do suspeito, com gritos e agressões. Lucas teria invadido apartamentos de vizinhos e ameaçado “matar todos do prédio”. Uma das moradoras conseguiu fugir com a família pelas escadarias, enquanto uma idosa de 65 anos foi agredida e precisou ser hospitalizada.
Uma terceira moradora ouviu os pedidos de socorro da idosa e tentou ajudá-la, mas acabou surpreendida pelo lutador ao abrir a porta do elevador. As câmeras de segurança registraram o espancamento.
O episódio lembra a violência sofrida pela natalense Juliana Garcia, agredida com 61 socos pelo então namorado, Igor Eduardo Pereira Cabral, dentro de um elevador em Ponta Negra. O caso ganhou repercussão nacional após a divulgação das imagens e deixou Juliana com múltiplas fraturas no rosto.
No Rio de Janeiro, Lucas teve a prisão temporária decretada e foi transferido para o Presídio de Benfica. A Polícia Civil investiga o caso como tentativa de feminicídio, ameaça, invasão de domicílio, lesão corporal e resistência.
O presidente Lula (PT) afirmou nesta quinta-feira (5) que o Brasil precisa de uma economia organizada para atrair investimentos. A declaração foi feita durante reunião do Conselho Nacional para Industrialização de Minerais Críticos e Estratégicos, quando o próprio chefe do Executivo destacou a necessidade de responsabilidade fiscal e segurança jurídica.
“Para a gente atrair investidores, temos que ter uma economia arrumada. Ninguém vai fazer investimento numa economia desordenada. As pessoas querem saber se nós estamos falando sério”, declarou Lula.
O presidente defendeu que a estabilidade econômica e a previsibilidade são condições fundamentais para atrair capital privado. A responsabilidade pela condução da política econômica do país cabe ao governo federal, comandado pelo próprio Lula.
Durante a reunião, o petista também afirmou que não pretende transformar o Estado no principal responsável pela exploração e industrialização de terras raras e minerais críticos. Segundo ele, o Brasil precisa estabelecer parcerias internacionais para aproveitar essas riquezas.
“Nós queremos construir parceria, precisamos aprender. Precisamos construir com outros países que queiram participar conosco do processo de transformação e exploração dessa riqueza. Se a gente quiser atrair capital, temos que ter seriedade”, afirmou.
Ao encerrar, Lula defendeu o cumprimento dos compromissos assumidos durante a campanha eleitoral e disse que o governo precisa demonstrar aos eleitores que valeu a pena apoiar seu projeto nas urnas em 25 de outubro.
A Prefeitura de Parnamirim entrou em entendimento com a Cooperativa de Transporte Coletivo de Parnamirim (COOPTRANS) para garantir a continuidade do serviço de transporte interbairros, sem deixar de cobrar melhorias na qualidade do atendimento à população.
Após analisar o pedido de reajuste apresentado pela cooperativa, o Município autorizou a tarifa de R$ 5,00, rejeitando o valor de R$ 7,08 solicitado pela categoria. A decisão foi acompanhada da cobrança por melhorias na prestação do serviço, incluindo as condições de conservação e manutenção dos ônibus e a qualidade do transporte oferecido aos passageiros.
A gestão municipal reforça que a autorização do reajuste deve ser acompanhada de melhorias efetivas na prestação do serviço. A Prefeitura exige da cooperativa avanços nas condições de conservação e manutenção dos veículos, na segurança e na qualidade do atendimento aos passageiros. O entendimento firmado não afasta as responsabilidades da operadora, que deverá assegurar um transporte em condições adequadas à população.
A tarifa de R$ 5,00 entra em vigor na próxima segunda-feira, 09/11. Enquanto isso, a Prefeitura continua a avançar nos procedimentos para a licitação definitiva do sistema de transporte público interbairros.
O INSS mudou as regras para concessão do auxílio por incapacidade temporária, antigo auxílio-doença, por meio de documentos médicos, sem necessidade de perícia presencial imediata. A partir desta sexta-feira (6), segurados que tiverem o benefício negado por parecer técnico na análise documental poderão solicitar uma reanálise em até 10 dias.
A mudança foi publicada no Diário Oficial da União e permite que o trabalhador apresente novos documentos médicos ou odontológicos para tentar reverter a negativa. A reavaliação será realizada pela Perícia Médica Federal.
O prazo de 10 dias começa a contar a partir do momento em que o segurado toma conhecimento da decisão. Quem optar por apresentar recurso diretamente durante esse período perderá o direito de solicitar a reanálise. Já quem pedir a nova avaliação terá o prazo para recorrer contado a partir da decisão sobre a reanálise.
Outra mudança determina que, após duas negativas consecutivas na análise documental, os pedidos seguintes sejam obrigatoriamente encaminhados para perícia médica, que poderá ocorrer presencialmente ou por telemedicina, conforme os requisitos estabelecidos.
O auxílio sem perícia presencial imediata é solicitado pelo sistema Atestmed, disponível no site e aplicativo Meu INSS. O trabalhador deve apresentar atestados e exames legíveis, sem rasuras, com identificação, diagnóstico ou CID, tempo estimado de afastamento e dados do profissional responsável.
Atualmente, o sistema permite a concessão de até 90 dias de afastamento por análise documental. O prazo foi ampliado de 60 para 90 dias em março deste ano e prorrogado por mais 365 dias em setembro.
As alterações ocorrem após determinações do Tribunal de Contas da União (TCU), que cobrou do governo medidas para reduzir riscos de fraudes, verificar a autenticidade dos atestados e reforçar os controles sobre a concessão dos benefícios.
A diferença entre uma marca forte e uma marca esquecível raramente está no orçamento disponível. Está na clareza. Marcas fortes sabem exatamente o que representam, para quem falam e por que merecem ser escolhidas, e comunicam isso de forma consistente em cada ponto de contato. Marcas esquecíveis tentam agradar a todos e, por isso, não marcam ninguém.
Outro ponto que separa as duas é a paciência estratégica. Marca forte é resultado de decisões sustentadas ao longo do tempo, não de uma campanha isolada bem-sucedida. Empresas que trocam de agência, de discurso ou de identidade visual a cada ano dificilmente conseguem construir esse tipo de reconhecimento, porque recomeçam antes de colher o resultado do que já haviam construído.
É essa visão de longo prazo que orienta o trabalho da Ratts Ratis. A agência não promete resultado instantâneo, porque marca forte não se constrói assim: promete clareza estratégica, consistência de execução e uma parceria pensada para durar o tempo necessário para o posicionamento se firmar de verdade no mercado.
Clareza e consistência valem mais do que orçamento na construção de uma marca forte. Fale com a Ratts Ratis pelo Instagram @rattscom ou pelo WhatsApp (84) 99215-9781 e ajude a sua marca a ter as duas coisas.
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