Após pressão do PMDB, Temer recua de apoio ao aumento dos combustíveis

Jantar da cúpula do PMDB no Palácio do Jaburu (Foto: André Dusek / Estadão)

O Estado de S. Paulo

A repulsa do Congresso a qualquer tipo de aumento de imposto obrigou nesta terça-feira, 8, o vice-presidente Michel Temer a voltar atrás na ideia de apoiar o aumento da Contribuição de Intervenção sobre o Domínio Econômico (Cide). As reclamações surgiram de todas as partes, do baixo clero à cúpula do PMDB.

O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (RJ), contou ao Estado que ligou para Temer no meio da tarde para fazê-lo mudar de opinião. “Com argumentos técnicos, defendi que o aumento da Cide não era bom”, disse.

O presidente do Senado, Renan Calheiros (AL), também criticou a ideia. “Continuo achando que primeiro é preciso cortar despesas, reduzir ministérios, extinguir cargos em comissão. Esse é o dever de casa. Em seguida, se discute o que se vai fazer com o déficit fiscal”, afirmou.

OPINIÃO DOS LEITORES:
  1. Antonio disse:

    Pense num vice presidente atrapalhado. Esse Infeliz deveria se filiar ao PT. Ô turma incompetente, tá passando dos limites.

  2. Movimento Brasil Sem corrupção disse:

    GRAÇAS a Deus esses abutres do PMDB viram a merd..q iam fazer com os brasileiros! Em vez de fud.. a gente, o governo tem que URGENTE cortar mais da metade dos Ministérios e Secretarias que só servem pra cabide de emprego..É só voltar ao número que haviam antes do governo Lula..ou seja 2/3 a menos! Tem q acabar c a farra d aptos oficiais e carros oficiais pros políticos c motorista e gasolina grátis! Eles tem q andar em carros próprios iguais a nós mortais brasileiros trabalhadores!

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