Judiciário

Apresentador Ratinho é condenado por trabalho análogo ao de escravos em fazenda

ratinhoveRatinho deverá pagar R$ 200 mil por danos morais coletivos (Foto: Gabriela Biló/Futura Press)

O apresentador do SBT, Carlos Roberto Massa, conhecido como ‘Ratinho’, foi condenado pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) de manter trabalhadores de uma propriedade rural em que era dono em situação análoga ao de escravos. De acordo com o TST, ele deverá pagar uma multa de R$ 200 mil por danos morais coletivos, pois deixou de fornecer equipamentos de proteção e locais adequados para as refeições dos empregados da Fazenda Esplanada, em Limeira do Oeste. O apresentador, que também é produtor rural, é um dos principais fornecedores de cana de açúcar para uma empresa da cidade.

O G1 entrou em contato por telefone com a assessoria de comunicação de Ratinho, que disse que devido a um problema de voz, o apresentador não teria condições de falar com a reportagem, mas enviou nota oficial em que afirma que já recorreu da decisão.

Ainda de acordo com o TST, os empregados da propriedade rural em Minas Gerais se alimentavam na lavoura e nos banheiros. Carlos Massa também foi acusado pelo aliciamento de pessoas do Maranhão e da Bahia, sem adotar procedimentos legais para a contratação.

Condenação milionária

Ratinho já havia sido condenado na mesma ação pela Justiça do Trabalho de Minas Gerais, ao pagamento de R$ 1 milhão por danos morais coletivos, após o Ministério Público do Trabalho (MPT) em Uberlândia ter ajuizado uma Ação Civil Pública (ACP) contra ele.

O fazendeiro recorreu e conseguiu excluir o dano, mas o MPT foi ao TST, apontou violação de artigos e leis, além de divergência jurisprudencial e os ministros aceitaram o recurso.

“Não restam dúvidas da conduta ilícita praticada pelo empregador, causando prejuízos a certo grupo de trabalhadores e à própria ordem jurídica, cuja gravidade dos fatos e do ato lesivo, impõe o reconhecimento do dano moral coletivo”, finalizou a ministra relatora, Dora Maria da Costa.

A reportagem também entrou em contato por e-mail com o procurador que atuou na ação, Eliaquim Queiroz, para mais detalhes sobre o caso e aguarda retorno.

Defesa

Em nota enviada nesta tarde ao G1, Carlos Roberto Massa confirmou que não é mais proprietário da Fazenda em Limeira do Oeste, desde abril/2010, que foi mesmo réu de ação pública naquele ano e que “embora tenha havido condenação na referida ação em indenização por dano moral coletivo em 1ª instância, ela foi totalmente excluída da condenação em 2ª instância”.

Ainda conforme a nota, esta decisão de 2ª instância excluiu da condenação a indenização por dano moral coletivo porque restou demonstrado que não havia trabalho em condições análogas à de escravo, mas apenas o descumprimento da não concessão do intervalo intrajornada na íntegra e inexistência de local apropriado na lavoura para refeições; não fornecimento de equipamentos de proteção individual em número suficiente e em condições de uso e contratação de mão-de-obra através de intermediadores.

Segundo email da assessoria de Ratinho, a ação encontra-se no Tribunal Superior do Trabalho, que entendeu que “não existiu trabalho em condição análoga à de escravo, mas restabeleceu a condenação no pagamento de indenização por dano moral coletivo, no valor R$ 200 mil em razão do suposto descumprimento dos aspectos da legislação indicados no item 4”.

G1

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Alcolumbre prepara votação da PEC do fim da escala 6×1 antes do 2º turno das eleições


Foto: Luís Nova/Metrópoles

O Senado Federal inicia a semana sob expectativa e articulações intensas em torno da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da jornada de trabalho 6×1. A pauta, considerada prioritária pelo Palácio do Planalto e pela base do governo Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ingressa na fase final de discussões e pode ir a voto nos próximos dias, antecedendo o segundo turno das eleições.

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), indicou que pretende pautar a matéria no plenário. O cronograma da Casa prevê sessões de discussão em formato semipresencial na terça e na quarta-feira. Aliados do governo trabalham para aprovar um calendário especial que permita encerrar as discussões e votar a proposta no mesmo dia, garantindo o desfecho da matéria a poucos dias do pleito.

Mudança de Clima Político e Bastidores em Brasília

A aceleração da tramitação ocorre em um momento de reposicionamento político de Alcolumbre. Após um período de atritos com o governo federal, o presidente da Casa reforçou a aproximação com o Palácio do Planalto. O movimento, contudo, ampliou o distanciamento do parlamentar com alas da oposição ligadas ao senador Flávio Bolsonaro (PL).

Desde que reassumiu o comando do Senado, Alcolumbre manteve postura de contenção diante das pressões da oposição para dar andamento a pedidos de impeachment contra ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) com foco principal em Alexandre de Moraes, especialmente após os desdobramentos do chamado Caso Master.

Compromisso de Votação Pós-Primeiro Turno

Inicialmente, o Executivo desejava deliberar sobre a redução da jornada de trabalho antes do primeiro turno das eleições. Alcolumbre, contudo, segurou a apreciação para evitar interferências diretas no cenário eleitoral dos senadores. Concluída a primeira etapa das urnas, o presidente da Casa sinalizou a retomada do andamento regimental da proposta.

“Cada senador e cada senadora desta legislatura terá o livre arbítrio de votar com o seu coração, com a sua consciência e com a sua convicção. Se acha razoável nós diminuirmos a escala de trabalho de quase 40 milhões de brasileiros que vivem na escala 6×1 há décadas ou se acham razoável os trabalhadores brasileiros terem a condição de ter mais um dia na sua vida de descanso para viver, para ficar com a família e para descansar”, declarou Alcolumbre ao comentar a pauta.

Com informações do Metrópoles

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Como Nossa Senhora Aparecida foi proclamada rainha e padroeira do Brasil


Foto: Erica Viana/ Unsplash

Comemorado em 12 de outubro, o Dia de Nossa Senhora da Conceição Aparecida une fé e história nacional. Proclamada padroeira oficial do país pelo Papa Pio XI em 16 de julho de 1930, a santa teve sua data consagrada como feriado nacional 50 anos depois, por meio da Lei nº 6.802, de 30 de junho de 1980.

A relevância da santa na cultura brasileira reapareceu recentemente no debate eleitoral, após a circulação de uma desinformação de que o senador Flávio Bolsonaro (PL) retiraria o título da padroeira caso fosse eleito. Além de negar qualquer intenção do tipo, a mudança seria juridicamente e institucionalmente impossível: o título de padroeira é uma concessão pontifícia do Vaticano, fora do alcance de qualquer presidente da República.

Confira a trajetória que levou a imagem de terracota, encontrada quebrada em um rio, a se tornar a Rainha do Brasil.

O Milagre nas Águas

A história da devoção começou nas águas do Rio Paraíba do Sul, no Porto Itaguaçu (SP), em outubro de 1717. Na ocasião, os pescadores Domingos Garcia, Felipe Pedroso e João Alves foram encarregados de conseguir peixes para o banquete de recepcção a D. Pedro de Almeida e Portugal, conde de Assumar e governador da Capitania de São Paulo e Minas de Ouro, que viajava rumo a Vila Rica (atual Ouro Preto).

Após sucessivas tentativas frustradas, João Alves lançou a rede mais uma vez. Ao recolhê-la, encontrou o corpo de uma pequena imagem de Nossa Senhora da Conceição, sem a cabeça. Na jogada seguinte, a rede trouxe a cabeça da escultura de terracota, de cor canela escura e 40 centímetros de altura.

Ao juntarem as duas partes em um lenço, os pescadores vivenciaram o primeiro milagre: os peixes, antes escassos, surgiram em tal abundância que o barco retornou completamente lotado.

O Reconhecimento de Roma e o Feriado Nacional

A devoção popular ganhou reconhecimento oficial da Igreja Católica no início do século XX, em 1904 a imagem foi coroada solenemente por Dom José Camargo Barros, em cerimônia com a presença do Núncio Apostólico e do presidente da República Rodrigues Alves. Dois anos depois, em 1906, o Papa Pio X concedeu privilégios litúrgicos especiais ao santuário, criando missa e ofício próprios para a celebração, além de conceder indulgências aos peregrinos.

Em 1930 o Papa Pio XI decretou oficialmente Nossa Senhora Aparecida como Rainha e Padroeira do Brasil. Já em 1980 a lei nº 6.802 oficializou o 12 de outubro como feriado nacional, dedicando a data à reflexão e devoção à Santíssima Virgem Maria sob a invocação de Nossa Senhora Aparecida.

Com informações do Metrópoles 

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Quem promete cargos ou ministérios em meu nome é picareta, diz Flávio Bolsonaro

Foto: REUTERS/Diego Herculano

O senador e candidato do Partido Liberal (PL) à disputa presidencial de 2026, Flávio Bolsonaro (PL), afirmou neste domingo (11) que as pessoas que estão usando seu nome para prometer cargos e Ministérios em um eventual governo são “picaretas”.

Em entrevista ao SBT News, seu irmão, ex-deputado, Eduardo Bolsonaro, afirmou que todas as nomeações de ministros de um governo de Flávio passarão diretamente pelo aval do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e que essas conversas ficarão para depois do segundo turno.

“Qualquer pessoa que esteja usando o meu nome e prometendo cargos ou ministérios é um picareta! Não acredite!”, escreveu Flávio em seu perfil no X.

O senador ainda pediu a seus eleitores que trabalhem para converter abstenções e votos indecisos para sua chapa.

“Cada voto importa! Converse com quem não foi votar no primeiro turno, procure quem ainda está indeciso. Ganhar mais um voto é fundamental neste momento!”, escreveu.

Com informações de Band Jornalismo e SBT News

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Hospital Rio Grande e Incor soltam nota e afirmam que a Unimed Natal mentiu sobre o caso da criança cardiopata

Foto: Reprodução

O INCOR/Hospital Rio Grande divulgou nota informando que a Unimed Natal faltou com a verdade quando informou, em nota, que havia resolvido a situação da criança cardiopata, cliente do plano de saúde.

Segue a nota:

O Hospital Rio Grande vem a público contestar as informações divulgadas pela Unimed Natal sobre o atendimento a uma criança cardiopata. A versão apresentada pela operadora não corresponde aos fatos registrados na condução do caso e deixa de esclarecer pontos centrais sobre a assistência prestada.

No caso de uma criança que necessitava de transferência, uma determinação judicial estabeleceu o prazo de duas horas para o cumprimento da medida. Entretanto, segundo os registros apresentados pelo Hospital Rio Grande, a transferência ocorreu após mais de 30 horas.

A solução foi viabilizada pela diretoria do Hospital Rio Grande, por meio de articulação jurídica e atuação da família. Portanto, não corresponde aos fatos atribuir à Unimed Natal a iniciativa de solucionar o caso.

A divulgação de uma versão que omite esses elementos compromete a compreensão dos acontecimentos e desvia a atenção do ponto central: a assistência a uma criança que precisava de atendimento. O episódio também evidencia a necessidade de esclarecer a interrupção dos atendimentos a crianças cardiopatas vinculadas à operadora.

A instituição não admite que a divulgação de informações divergentes dos fatos comprometa a compreensão pública de um caso que envolve a saúde de uma criança.

O Hospital Rio Grande mantém como princípios fundamentais o cuidado com a vida, a integridade dos pacientes e o compromisso com a verdade.

Natal, 11 de outubro de 2026
Hospital Rio Grande

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Flávio aciona Justiça Eleitoral contra diretor-geral da PF por suposto uso de estrutura da corporação em benefício de Lula

Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência, acionou a Justiça Eleitoral neste domingo (11) contra o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, por suspeita de uso da estrutura da corporação para beneficiar eleitoralmente o PT.

A representação questiona o anúncio, feito por Rodrigues em 4 de outubro, dia do primeiro turno, de uma apuração preliminar sobre possível interferência dos Estados Unidos nas eleições brasileiras. Segundo a defesa de Flávio, a investigação foi arquivada em 7 de outubro, o que reforçaria a suspeita de que a divulgação teve finalidade política e poderia prejudicar o candidato do PL.

Os advogados citam artigos do Código Eleitoral que proíbem o uso de serviços e instalações públicas para favorecer partidos políticos. Eles pedem que o Ministério Público Eleitoral conduza ou supervisione a apuração, além do acesso a documentos da Advocacia-Geral da União (AGU), da PF e da Procuradoria-Geral da República (PGR), e o depoimento do diretor-geral.

O caso teve origem em uma reportagem do jornal britânico The Guardian, publicada em 30 de setembro, sobre a discussão nos Estados Unidos de um possível repasse de US$ 1 milhão a um programa relacionado ao Brasil. No dia seguinte, a AGU encaminhou notícias-crime à PF e à PGR. A defesa de Flávio afirma que os documentos não indicavam um crime específico e não destacavam que o financiamento ainda estava em discussão.

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PROTESTO NO MARACA: Torcida do Flamengo critica Lula, Congresso, STF e fim das bets

Foto: Reprodução/Instagram

A torcida do Flamengo exibiu uma faixa com críticas ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ao Congresso Nacional e ao Supremo Tribunal Federal (STF) antes do clássico contra o Fluminense, neste domingo (11), no Maracanã, pela 30ª rodada do Campeonato Brasileiro.

A mensagem foi exibida no Setor Norte do estádio e dizia: “Lula, Congresso e STF: o futebol brasileiro não pode ser vítima desse gol contra”, em referência à Medida Provisória 1.394/2026, conhecida como MP das bets que proibiu  apostas esportivas quanto os jogos e cassinos online virtuais no Brasil. Flamengo e Fluminense já haviam se posicionado institucionalmente contra a medida, assinada por Lula em 25 de setembro.

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[VÍDEO] Manifestação pró-Lula termina com depredação de estações de metrô na Avenida Paulista

Duas estações de metrô da Avenida Paulista, em São Paulo, foram fechadas neste domingo (11) após registros de vandalismo durante uma manifestação em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

As estações Trianon-Masp e Consolação tiveram pichações e danos às estruturas, segundo informações sobre a ocorrência. A Polícia Militar confirmou o fechamento e informou que os manifestantes que estavam sobre as estruturas já haviam descido.

Até o momento, não foram divulgados detalhes sobre a extensão dos danos, o número de envolvidos ou eventuais prisões.

Com informações de Revista Oeste

Opinião dos leitores

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Campanha de Flávio critica decisão de corregedor do TSE que liberou canal no WhatsApp criado por Janones: “Sempre a favor de Lula e das fake news”

Foto: Breno Esaki/Metrópoles/Mario Agra/Câmara dos Deputados

A campanha do candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) criticou neste domingo (11) a decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, que suspendeu a ordem do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques para retirada do canal “Exército do Lula” do WhatsApp. Em nota, a equipe classificou a medida como “complacência” com a disseminação de notícias falsas favoráveis ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

O canal, criado pelo deputado federal André Janones (Rede-MG) e com mais de 3 milhões de inscritos, havia sido retirado do ar por determinação de Nunes Marques, após pedido de campanha de Flávio. A decisão apontou suspeitas de divulgação de conteúdos considerados falsos pela Justiça Eleitoral. Posteriormente, Cueva determinou o restabelecimento do canal, por entender que não havia provas suficientes para justificar uma restrição tão abrangente.

Na manifestação, a campanha de Flávio também questionou a competência do corregedor para analisar aspectos relacionados ao plano de conformidade firmado entre a Meta e a Justiça Eleitoral. Segundo a equipe, a fiscalização desse acordo caberia ao presidente do TSE. A campanha afirmou ainda que seu objetivo é garantir o cumprimento da lei e combater a desinformação.

Confira a íntegra da nota da campanha de Flávio Bolsonaro:

É estarrecedora a adoção de decisões que revelam complacência com a descarada disseminação de fake News a favor de Lula. O canal de fake News que havia sido derrubado pela Presidência do TSE não apenas disseminava conteúdo falso abertamente, como também orientava milhões de seguidores a se comportarem de forma a fugir dos controles da Justiça Eleitoral e da própria Plataforma. É acintoso.

As diversas ações na Justiça Eleitoral possuem conteúdos distintos e efeitos diversos.

Jamais se colocou ao Corregedor, na imensa Ação de Investigação Judicial Eleitoral movida por sistemática disseminação de fake News em favor de Lula, o descumprimento flagrante do Plano de Conformidade que foi firmado entre o Grupo Meta e a Justiça Eleitoral. Não há uma linha sequer na AIJE sobre isso, pelo simples motivo de que a competência para essa fiscalização é do Presidente e não do Corregedor.

Ao Corregedor, compete analisar a prática de abuso de poder. Ao Presidente, controlar o Plano de Conformidade firmado com as Plataformas, que jamais deveriam permitir a instrumentalização de seus canais para fins ilícitos.

O único objetivo da campanha é o cumprimento da lei e o combate às fake News. Que esse seja o objetivo de todos.

O contexto é de claro atropelo. Mais uma vez a favor da fake News. Sempre a favor de Lula.

Opinião dos leitores

  1. Para que serve essa porcaria de TSE? Justiça brasileira virou uma zona. Um manda, outro desmanda. Quem magistrados são esses? Qual é o órgão superior das eleições?

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[VÍDEO] Janones comemora retorno do canal “Exército do Lula” ao WhatsApp

O deputado federal André Janones (Rede-MG) comemorou neste domingo (11) a retomada do canal “Exército do Lula” no WhatsApp, criado para mobilizar apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições. Nas redes sociais, o parlamentar afirmou: “Derrubamos a censura”.

O funcionamento do canal foi restabelecido por decisão do corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, contrariando a suspensão determinada anteriormente pelo presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Kassio Nunes Marques.

LEIA MAIS: TSE manda tirar do ar canal no WhatsApp criado por Janones para apoiar Lula por replicar fake news em massa

VEJA TAMBÉM: ÔH, LOUCO… Corregedor suspende decisão de presidente do TSE e reabilita canal ‘Exército do Lula’ no WhatsApp

Opinião dos leitores

  1. Que país é esse onde um deputado propaga abertamente fake news na barba da justiça e não dar em nada

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Geral

ÔH, LOUCO… Corregedor suspende decisão de presidente do TSE e reabilita canal ‘Exército do Lula’ no WhatsApp

Kassio Nunes Marques e Ricardo Villas Bôas Cueva | Fotos: Luiz Roberto/Secom/TSE e Alejandro Zambrana/TSE

O corregedor do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, suspendeu neste domingo (11) a decisão do presidente da Corte, Kassio Nunes Marques, que havia determinado a retirada do canal “Exército do Lula” do WhatsApp.

Com a nova decisão, o canal criado por André Janones para apoiar a reeleição de Lula (PT), que reúne mais de 3 milhões de inscritos, poderá voltar a publicar conteúdos e receber novos membros. A medida é liminar e ainda será analisada pelo plenário do tribunal eleitoral.

O canal havia suspenso por determinação de Nunes Marques, após pedido do candidato Flávio Bolsonaro (PL), sob suspeita de disseminação de desinformação.

Ao suspender a ordem, Cueva afirmou não haver provas suficientes para justificar uma restrição tão abrangente.

A decisão inicial citava a divulgação de conteúdos que, segundo Nunes Marques, já haviam sido reconhecidos como falsos pela Justiça Eleitoral, incluindo alegações sobre supostas ligações de Flávio com milícias e informações relacionadas às aposentadorias.

A campanha de Lula criticou a retirada do canal do ar e classificou a medida como ‘censura’. Já a campanha de Flávio havia defendido a decisão, argumentando que a liberdade de expressão não deve servir de justificativa para a disseminação sistemática de desinformação.

LEIA MAIS: TSE manda tirar do ar canal no WhatsApp criado por Janones para apoiar Lula por replicar fake news em massa

Opinião dos leitores

  1. Quem é a autoridade maior dessa zorra? Não seria o presidente do TSE? Só vale a ordem de quem Lula indicou? Dino já praticou o mesmo.

  2. Deplorável o judiciário brasileiro.
    Casa de mãe joana…
    O cara derruba a ordem do presidente,?
    Tá humilhando o Nunes Marques.
    A onde isso vai parar?

    1. Acho que tá na hora do NUNES MARQUES E O MENDONÇA pedirem pra sair. Nenhuma determinação deles vale de nada, qualquer um, derruba. Ministros indicados por Bolsonaro estão lá só de enfeite. Qualquer um, anula o que eles fazem. Só faltou ser ordem do janones.

  3. Oh louco mesmo. Um ministro individualmente sendo instância recursal de outro ministro presidente do tribunal, na cara dura mesmo.

  4. Já virou bagunça! Onde um corregedor tem mais competência do que um presidente da corte. É a mesma coisa que um ministro passe por cima de uma decisão do presidente da República. Creio que o Nunes vai dar o troco oaea não ficar desmoralizado.

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