Não foi uma vitória política do governo, que pode vir a se beneficiar dessa e doutras mudanças que devem ocorrer na economia, caso Jair Bolsonaro não desarranje o país com seus desvarios.
Foi uma imensa derrota da oposição de esquerda, isolada não apenas no plenário da Câmara, de resto quase inteiramente favorável à reforma da Previdência, uma avalanche de 379 votos a 131; 510 dos 513 deputados votaram.
A oposição não teve voz na rua ou na política partidária. Não teve voz na reforma, pois se retirou para trincheiras perdidas nas montanhas do atraso. Não se prepara para outras avalanches de mudanças que devem revirar a ordem socioeconômica do país. Não faz mais do que esperar talvez uma revolta espontânea da população, pois, até ou quando funcionar o programa de reformas liberais, o país atravessará ainda um deserto de crescimento e precariedade.
Foi uma imensa vitória de Rodrigo Maia (DEM-RJ), presidente da Câmara e líder do coletivo do miolão do Câmara que aprovou a reforma. Esse líder da direita moderada, de um partido quase extinto no final dos anos petistas, acabou por ocupar quase todo o espaço político-parlamentar que não foi calcinado pela extrema direita.
Maia e o coletivo de líderes do miolão do Congresso acabaram por criar um arranjo talvez provisório, este semestre de “parlamentarismo branco” que aprovou a reforma previdenciária e conteve avanços piores do bolsonarismo. Em discurso no encerramento da votação da reforma, reafirmou seu programa, por assim dizer.
Criticou privilégios do serviço público e as centenas de bilhões de reais de renúncia fiscal que abatem impostos do setor privado.
Criticou quem acha possível, agora, reduzir a carga tributária. Disse que o programa da Câmara do “parlamentarismo branco” é aprovar a reforma das despesas com servidores e das carreiras de Estado, além da reforma tributária.
Disse ainda que o “protagonismo” do Congresso, avariado nos últimos 30 anos (segundo o deputado), vai continuar, “sem tirar prerrogativas” do presidente, um outro modo de dizer que sim, o presidente será podado, nos limites legais.
No meio do discurso, Maia falou algumas vezes de “desigualdade” e “pobreza”, assuntos de que o governo de Jair Bolsonaro não se ocupa nem por homenagem à hipocrisia. Obviamente, Maia não será o líder da reforma social, mas quem se ocupa de política deveria notar o contraponto. É neste universo, entre o miolão do Congresso e Bolsonaro, entre direita e extrema direita, que se joga o jogo da política brasileira.
Quase não houve rua; não havia ninguém no entorno do Congresso. Não houve movimento considerável de oposição de esquerda, mesmo que 44% dos eleitores ainda resistissem à reforma, segundo o Datafolha. A esquerda, por falta de força, meios, competência, ideias e imaginação retrancou-se no conservantismo, a tentativa obtusa de preservar uma situação falida também do ponto de vista de interesses populares.
A esquerda não tem um programa de reformas progressistas. Pior ainda, mal entende a crise econômica estrutural do Brasil ou é capaz de ter o que dizer aos que vão caindo pelo caminho ou vão sofrer na transição.
As reformas econômicas vão passando e outras mudanças de fundo na economia estão acontecendo. É provável que tenham efeito positivo no crescimento daqui a dois anos. Talvez então seja tarde demais para a esquerda acordar, mesmo da perspectiva do mais mesquinho pragmatismo político.

Foi uma vitoria do governo, sim! Foi uma vitoria do povo que foi as ruas. Foi uma vitória da democracia. Foi uma Vitória do novo Brasil que se inicia. Foi uma Vitória de todos que estão a favor do Brasil. Rodrigo Maia entendeu que o povo está de olho nos políticos que legislam em causa própria ou a favor do povo. Rodrigo Maia está de olho na presidência da República por isso resolveu abraçar a causa e se apropriar de sua paternidade.
Esquerda acabou!!!
É verdade foi de goleada e olha que foi só com os reservas, imaginem quando jogarem com todos os titulares. Brasil de Bolso, Moro, Generais, Ministros 7 x 1 brasil da corrupção, do desvio, da facilidade, das invasões, de tudo quanto não presta, de lulalá, alibabá e sua turma.
O próximo encontro vai ser de goleada.
Pronto… A Reforma virou sinônimo de jogo futebolístico, reduzindo a lógica real por trás dessa Emenda a um mero conflito ideológico, tolo, que beneficia politicagem de baixo calão e mau caráter.
Essa maldita reforma é igual a reforma trabalhista, cadê os milhões de empregos, eu estou vendo é quinze milhões de desempregados, esses babacas que comemoram hoje amanhã vai está chorando.
Desde o advento da reforma, o saldo é positivo. Só que essa reforma é UM dos fatores para destravar a economia.
Não a vitória não foi do presidente nem do Paulo Guedes. Criem vergonha na cara. Dizer que a reforma foi vitória do Rodrigo Maia.
A vitória foi de Bolsonaro apoiado pelo povo nas ruas.
Uma pergunta só . Sou a favor a necessidade da reforma .agora só um ponto questiono . Um trabalhador que hoje tem 54 anos lá na frente perde o trabalho com 60 vai arrumar outro ??
"Aprovação da Reforma da Previdência foi 7 a 1 na esquerda". Isso é que é manchete de alguém que faz imprensa (ou, melhor, pensa que faz) de forma imparcial? Mostrou sua verdadeira face. Vergonhoso…
Antes de comemorar a reforma da previdência, verifique como vai ficar a sua situação talvez ao invés de rir você chore .
O Brasil foi o grande Vitorioso! Verdadeiramente, a grande maioria da Câmara dos Deputados demonstrou no voto e na prática: BRASIL ACIMA DE TUDO!
Pela primeira vez pensaram no país, apesar do toma lá dá cá. Pois se sentiram acuados pela população, apesar de amarga, esta reforma era mais que necessária, pois daqui a 3 a 5 anos, os atuais aposentados ficariam sem salários. É a bosta dessa oposição mostrou mais do que nunca, que querem que o país se exploda! Ou seja, apostam no quanto pior melhor, é os comedores de capim continuam cegos…
Vitória de um congresso responsável e honesto, se recusasse as liberações das emendas, assim, só fortalece a teoria de Bolsonaro, que são uns canalhas, só funciona no toma lá dá cá. Portanto, temos que extinguir esse canalhas, membros do congresso, não vote nos congressistas que estão aí.
Congresso "Responsável e honesto"?! Kkkkkkkkkkk Rindo até 2022…
Foi a DERROTA do trabalhador como um todo e a VITÓRIA dos bancos e das grandes empresas que continuarão com seus lucros aviltantes e o sacrifício da conta pesando, como sempre, nas costas de NÓS meros pagadores de impostos. E a distribuição de emendas parlamentares e outros agrados aos deputados mostra claramente que NÃO foi dessa vez que a MAMATA acabou! E se você, pobre como eu, está comemorando essa reforma ,PARABÉNS, você é um TROUXA mesmo. Adeus a aposentadoria integral…..VIVA AOS BANCOS!
Sei! Honesto demais, tudo vendido por recursos.
"Vitória de um congresso responsável e honesto…….". Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.
Os "privilégios" de muita gente continuam , firmes e fortes.
Bora lembrar que a liberação das emendas passou a ser impositiva. O Executivo, dentro de um mesmo exercício fiscal, não tem muito o que fazer. No máximo adiantar em alguns meses algo que tem que sair no ano. Não foi essa a derrota que impuseram a Bolsonaro, dizendo que ele não tem articulação?